{"id":84244,"date":"2024-10-08T00:01:00","date_gmt":"2024-10-08T03:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=84244"},"modified":"2024-11-20T00:22:27","modified_gmt":"2024-11-20T03:22:27","slug":"entrevista-adrian-younge-fala-sobre-o-selo-jazz-is-dead-sua-colaboracao-com-ceu-em-novela-e-diversos-artistas-brasileiros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2024\/10\/08\/entrevista-adrian-younge-fala-sobre-o-selo-jazz-is-dead-sua-colaboracao-com-ceu-em-novela-e-diversos-artistas-brasileiros\/","title":{"rendered":"Entrevista: Adrian Younge fala sobre o selo Jazz is Dead, sua colabora\u00e7\u00e3o com C\u00e9u (em &#8220;Novela&#8221;) e com diversos artistas brasileiros"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista de\u00a0\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Bruno Lisboa<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma caracter\u00edstica pode definir Adrian Younge: a inquietude. Desde os anos 2000, o m\u00fasico, compositor, arranjador e produtor californiano vem prestando justas homenagens a \u00edcones do jazz, e por mais que seu trabalho tenha ganhado notoriedade no universo da m\u00fasica, foi no Direito que Adrian encontrou as diretrizes (ligadas a concentra\u00e7\u00e3o e a pesquisa) que fariam com que ganhasse respeito e reconhecimento anos mais tarde.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2017, Adrian Younge criou o <a href=\"https:\/\/www.jazzisdead.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Jazz is Dead<\/a> ao lado de Ali Shaheed Muhammad (A Tribe Called Quest), do produtor de shows Andrew Lojero e de Adam Block. A ideia inicial era promover shows com \u00edcones do jazz usados amplamente nos samplers de rap como Roy Ayers e Lonnie Liston. O pr\u00f3ximo passo foi lan\u00e7ar discos e agendar turn\u00eas de nomes como o saxofonista Gary Bartz, que tocava com Gil Scott-Heron, at\u00e9 colaborar com brasileiros como Marcos Valle, Jo\u00e3o Donato, Hermeto Pascoal, Joyce Moreno e Azymuth.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um de seus novos trabalhos \u00e9 \u201c<a href=\"https:\/\/jazzisdead.bandcamp.com\/album\/jazz-is-dead-021\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Jazz is Dead 021 (Serie 3)<\/a>\u201d, colet\u00e2nea que apresenta novas grava\u00e7\u00f5es anal\u00f3gicas de Ebo Taylor, Hyldon, Dom Salvador, Antonio Carlos e Jocafi, Carlos Daf\u00e9, Joyce e Tutty Moreno e The Midnight Hour. A S\u00e9rie 3 pretende apresentar, ao longo de 2025, um \u00e1lbum completo de cada um dos artistas acima, todos gravados em Los Angeles, no est\u00fadio do Jazz Is Dead. A colet\u00e2nea 021 antecipa um single de cada \u00e1lbum.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Adrian tamb\u00e9m foi correspons\u00e1vel pela produ\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2024\/09\/17\/balanco-com-melhor-line-up-do-ano-no-pais-o-paraense-se-rasgum-2024-e-festival-pra-quem-gosta-de-musica\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">do novo disco da cantora C\u00e9u<\/a>, a quem o artista considera como irm\u00e3: \u201cNovela\u201d (2024), o \u00e1lbum em quest\u00e3o, foi considerado <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2024\/07\/04\/apca-escolhe-os-25-melhores-discos-do-primeiro-semestre-de-2024\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">um dos melhores discos do primeiro semestre<\/a> no Brasil, segundo a APCA.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na entrevista abaixo, Adrian fala sobre sua versatilidade musical, a rela\u00e7\u00e3o entre o Direito e o universo da m\u00fasica, a influ\u00eancia de Ennio Morricone, parcerias criativas, a sua rela\u00e7\u00e3o com Ali Shaheed Muhammad, a predile\u00e7\u00e3o por grava\u00e7\u00f5es em formato org\u00e2nico, sua paix\u00e3o pela m\u00fasica brasileira (de ontem e de hoje), o selo Jazz is Dead, planos futuros e muito mais. Confira!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"&quot;Moreno&quot; - The Midnight Hour (Adrian Younge &amp; Ali Shaheed Muhammad)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ImHTK8cjRz0?list=OLAK5uy_l4LomvTga2_iB4-C1xqMHJwBsmzwMbTMU\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea esteve envolvido em tantos aspectos diferentes da m\u00fasica \u2013 compondo, produzindo, tocando. O que o levou a seguir uma carreira musical t\u00e3o diversificada?<\/strong><br \/>\nMinha m\u00fasica favorita \u00e9 a m\u00fasica cinematogr\u00e1fica. Eu sempre quis criar m\u00fasica que movesse emocionalmente as pessoas, seja ou n\u00e3o em um filme ou programa de televis\u00e3o. Ent\u00e3o eu acho que esse foi apenas o caminho natural que segui.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como sua forma\u00e7\u00e3o em Direito influenciou (como advogado e professor) sua abordagem musical?<\/strong><br \/>\nEla me fez perceber que posso realizar qualquer coisa se me concentrar. Na faculdade de Direito tive que ler muito, e isso me mostrou que h\u00e1 muita informa\u00e7\u00e3o nos livros. Peguei essa ideia e apliquei \u00e0 leitura sobre teoria musical. Foi assim que aprendi a escrever para orquestras. Acabei comprando livros de nota\u00e7\u00e3o orquestral e comecei a aprender sozinho. Minha forma\u00e7\u00e3o educacional tornou isso mais f\u00e1cil para mim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Seu trabalho \u00e9 inspirado principalmente em soul, jazz e trilhas sonoras de filmes \/ TV. Quais influ\u00eancias musicais moldaram seu som?<\/strong><br \/>\nComecei a ouvir Ennio Morricone no final dos anos 1990. Ele \u00e9 uma das minhas maiores influ\u00eancias porque ele \u00e9 psicod\u00e9lico, funky e orquestral. Era tudo o que eu queria ser na \u00e9poca.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea colaborou com uma ampla gama de artistas. Como voc\u00ea aborda as colabora\u00e7\u00f5es e o que procura em um parceiro criativo?<\/strong><br \/>\nS\u00f3 gosto de colaborar com pessoas que me inspiram. Quando encontro esse tipo de artista, penso no que est\u00e1 faltando em seu cat\u00e1logo. Eu estudo o cat\u00e1logo e tento preencher esses buracos com novas m\u00fasicas. Isso me inspira a criar algo que eu nunca criei antes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Seu trabalho com Ali Shaheed Muhammad em \u201cThe Midnight Hour\u201d (2018) combina jazz, hip-hop e soul e funciona lindamente. Como voc\u00eas come\u00e7aram a trabalhar juntos?<\/strong><br \/>\nEu era f\u00e3 de Ali Shaheed antes mesmo de nos conhecermos. Eu conhecia seu trabalho no A Tribe Called Quest, bem como seu trabalho solo. Quando nos conhecemos, por volta de 2013, imediatamente pedi a ele para trabalhar comigo em &#8220;There is Only Now\u201d, um projeto do Souls of Mischief que lancei. Ele adicionou sua personalidade \u00fanica a esse \u00e1lbum e eu amei sua energia&#8230; e tamb\u00e9m sua criatividade. Senti que nascemos para trabalhar um com o outro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Falando em parcerias, como foi a experi\u00eancia de trabalhar com artistas como Jay-Z e Kendrick Lamar? Como surgiram essas colabora\u00e7\u00f5es?<\/strong><br \/>\nCom Jay-Z, Timbaland sampleou minha m\u00fasica, ent\u00e3o nunca estivemos no est\u00fadio juntos. J\u00e1 com Kendrick, ele sampleou nosso \u00e1lbum \u201cMidnight Hour\u201d, mas tamb\u00e9m trabalhei com ele em um \u00e1lbum de Bilal que produzi. Ele \u00e9 incr\u00edvel. Um dos melhores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Muitos artistas hoje se concentram fortemente na produ\u00e7\u00e3o digital. Por que voc\u00ea escolheu enfatizar a instrumenta\u00e7\u00e3o ao vivo e as t\u00e9cnicas anal\u00f3gicas em sua m\u00fasica?<\/strong><br \/>\nEu desprezo a grava\u00e7\u00e3o digital. Amo a maneira como os instrumentos org\u00e2nicos soam em fita anal\u00f3gica, pois \u00e9 uma resolu\u00e7\u00e3o total de som que n\u00e3o pode ser emulada digitalmente. \u00c9 exatamente o que gosto de ouvir na m\u00fasica&#8230; Amo discos antigos e a grava\u00e7\u00e3o digital n\u00e3o pode emular isso caso voc\u00ea tenha ouvidos afiados como os meus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como voc\u00ea se mant\u00e9m inspirado criativamente depois de trabalhar em tantos projetos diferentes?<\/strong><br \/>\nMeu objetivo sempre foi me tornar um artista melhor. Quanto mais crio, mais me inspiro para criar m\u00fasica&#8230; \u00e9 uma coisa estranha onde eu realmente me inspiro abrindo novos caminhos de cria\u00e7\u00e3o, inspirados por quaisquer que tenham sido meus trabalhos \/ lan\u00e7amentos anteriores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Vamos falar sobre o Jazz Is Dead. Este projeto reuniu artistas lend\u00e1rios do jazz com um toque moderno e pessoal, criando uma ponte entre gera\u00e7\u00f5es. O que o inspirou a iniciar este projeto e como voc\u00ea aborda a mistura do jazz cl\u00e1ssico com influ\u00eancias contempor\u00e2neas nessas colabora\u00e7\u00f5es?&#8221;<\/strong><br \/>\nEu sempre quis ter uma gravadora de jazz que gravasse m\u00fasica em fita anal\u00f3gica. Essa foi a maior inspira\u00e7\u00e3o para mim e para a equipe. Meu parceiro de neg\u00f3cios Andrew Lojero libera (juridicamente) e conecta os artistas com quem Ali Shaheed e eu trabalhamos e o resto \u00e9 hist\u00f3ria. \u00c9 uma sensa\u00e7\u00e3o de sorte aprender e trabalhar com essas lendas vivas, mas algumas delas infelizmente n\u00e3o est\u00e3o mais conosco: Tony Allen, Jo\u00e3o Donato e Ivan Mam\u00e3o Conti.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sua colabora\u00e7\u00e3o com a cantora brasileiro C\u00e9u reuniu dois mundos musicais distintos. Como foi o processo criativo durante a grava\u00e7\u00e3o com ela?<\/strong><br \/>\nCeu \u00e9 como uma irm\u00e3 para mim. N\u00f3s nos inspiramos e quando entramos no est\u00fadio foi f\u00e1cil. Ela j\u00e1 tinha uma infinidade de m\u00fasicas escritas e Pupillo e eu tivemos que produzi-las. O amor no ar facilitou o processo para todos n\u00f3s e fico sempre feliz quando algu\u00e9m me diz que gosta do \u00e1lbum. Foi um \u00e1lbum feito com amor. Um \u00e1lbum onde voc\u00ea pode sentir a amizade e a emo\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>N\u00e3o \u00e9 de hoje que a m\u00fasica brasileira teve uma influ\u00eancia profunda na cultura musical global, particularmente atrav\u00e9s de g\u00eaneros como bossa nova e samba. Como ela influenciou seu trabalho e h\u00e1 algum artista ou som brasileiro em particular que moldou sua abordagem de composi\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nArtistas como Marcos Valle, Dom Salvador, Arthur Verocai e muitos outros moldaram a maneira como vejo a m\u00fasica. Todos eles t\u00eam uma perspectiva \u00fanica sobre a s\u00edntese do jazz negro estadunidense e da m\u00fasica brasileira. Sua singularidade \u00e9 o que me inspirou, especialmente a incorpora\u00e7\u00e3o de ritmos de samba.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"&quot;Esperando Por Voc\u00ea&quot; - Adrian Younge\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/_tsm_p3Tvao?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cS\u00e3o Paulo&#8221;, outro de seus novos projetos, esse previsto para novembro, ir\u00e1 compilar v\u00e1rias facetas de seu trabalho com uma m\u00fasica in\u00e9dita de uma s\u00e9rie de \u00e1lbuns futuros que voc\u00ea produziu para a Linear Labs. Ser\u00e1 um disco com artistas de v\u00e1rios cantos do mundo (Snoop Dogg, Liraz, Samantha Schm\u00fctz, ALA.NI, Bilal e Laetitia Sadier) e o primeiro single, &#8220;Esperando por Voc\u00ea&#8221;, \u00e9 uma colabora\u00e7\u00e3o com C\u00e9u, Luiza Lian, Antonio Pinto e Manu Julian. O que o levou a, nessa m\u00fasica, se concentrar especificamente em S\u00e3o Paulo e como voc\u00ea incorporou a vibrante heran\u00e7a musical da cidade?<\/strong><br \/>\nS\u00e3o Paulo \u00e9, sem d\u00favida, minha cidade favorita no mundo e continua a me inspirar. Quando cheguei pela primeira vez em 2019, fui recebido por muitas pessoas e desenvolvi um profundo v\u00ednculo emocional com a cultura local. Mergulhei fundo na hist\u00f3ria da m\u00fasica de S\u00e3o Paulo e minha vida mudou. O \u00e1lbum \u201cS\u00e3o Paulo\u201d \u00e9 dedicado \u00e0 cidade. Tenho tantos \u00e1lbuns novos que \u00e9 dif\u00edcil contar, mas (al\u00e9m de \u201cS\u00e3o Paulo\u201d) destaco dois: \u201cSomething About April 3\u201d e (o rec\u00e9m-lan\u00e7ado) \u201cJazz is Dead 021\u201d, um \u00e1lbum com Dom Salvador, Joyce &amp; Tutti Moreno, Antonio &amp; Jocafi, Hyldon, Carlos Daf\u00e9, Samantha Schm\u00fctz e muitos mais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Para finalizar, como algu\u00e9m que tem sua forma\u00e7\u00e3o em m\u00fasica, cinema e cultura, para onde voc\u00ea v\u00ea o futuro da produ\u00e7\u00e3o e consumo musical nos pr\u00f3ximos anos?<\/strong><br \/>\nEu sou a pessoa errada para perguntar pois n\u00e3o sigo a m\u00fasica moderna. Discos antigos que nunca ouvi s\u00e3o a m\u00fasica nova para mim.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"C\u00e9u e anaiis - Gerando Na Alta (Official Video)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/cvglSoxOMDU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Adrian Younge Black Dynamite - Live at SXSW\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/GggZKq3Tjeo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"LAB - ADRIAN YOUNGE (08\/07\/24)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/bOl8KkawhjE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Inside the Studio with Adrian Younge - Recording &quot;Human Absence&quot;\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/FTRrbOfhvOo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"The Soul of Music in the Age of AI | Adrian Younge &amp; Adam Block\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/kQm-iOWT4L4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em>\u2013\u00a0\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Bruno Lisboa<\/a>\u00a0 escreve no Scream &amp; Yell desde 2014. Escreve tamb\u00e9m no\u00a0<a href=\"https:\/\/www.phono.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.phono.com.br<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Uma caracter\u00edstica pode definir Adrian Younge: a inquietude. Desde os anos 2000, o m\u00fasico, compositor, arranjador e produtor californiano vem prestando justas homenagens a \u00edcones do jazz&#8230;\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2024\/10\/08\/entrevista-adrian-younge-fala-sobre-o-selo-jazz-is-dead-sua-colaboracao-com-ceu-em-novela-e-diversos-artistas-brasileiros\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":4,"featured_media":84246,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[7380],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/84244"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=84244"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/84244\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":84260,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/84244\/revisions\/84260"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/84246"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=84244"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=84244"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=84244"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}