{"id":83935,"date":"2024-09-25T00:01:00","date_gmt":"2024-09-25T03:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=83935"},"modified":"2025-02-05T10:28:01","modified_gmt":"2025-02-05T13:28:01","slug":"cinema-evocando-o-body-horror-a-substancia-arrebata-esmiucando-a-pressao-social-pela-perfeicao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2024\/09\/25\/cinema-evocando-o-body-horror-a-substancia-arrebata-esmiucando-a-pressao-social-pela-perfeicao\/","title":{"rendered":"Cinema: &#8220;A Subst\u00e2ncia&#8221;, de Coralie Fargeat, arrebata esmiu\u00e7ando a press\u00e3o social pela perfei\u00e7\u00e3o enquanto evoca o body horror"},"content":{"rendered":"<h2><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-83939\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/TheSubstance_Still_088-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"549\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/TheSubstance_Still_088-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/TheSubstance_Still_088-copiar-300x220.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>texto de&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/leandro_luz\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Leandro Luz<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>&#8220;A Brigitte Bardot est\u00e1 ficando velha<\/em><br \/>\n<em>Envelheceu antes dos nossos sonhos<\/em><br \/>\n<em>Coitada da Brigitte Bardot que era uma mo\u00e7a bonita<\/em><br \/>\n<em>Mas ela mesma n\u00e3o podia ser um sonho para nunca envelhecer<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>A Brigitte Bardot est\u00e1 se desmanchando<\/em><br \/>\n<em>E os nossos sonhos querem pedir div\u00f3rcio<\/em><br \/>\n<em>Pelo mundo inteiro t\u00eam milh\u00f5es e milh\u00f5es de sonhos que querem tamb\u00e9m pedir div\u00f3rcio<\/em><br \/>\n<em>E a Brigitte Bardot agora est\u00e1 ficando triste e sozinha<\/em><br \/>\n<em>[&#8230;]&#8221;<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim como a Brigitte Bardot de Tom Z\u00e9, protagonista de uma das faixas presentes na obra-prima &#8220;Todos os Olhos&#8221;(1973), a Demi Moore de Coralie Fargeat est\u00e1 se desmanchando. &#8220;A Subst\u00e2ncia&#8221; (&#8220;The Substance&#8221;, 2024) parte de uma premissa absurda apresentada de maneira simples com o prop\u00f3sito de disparar uma conversa em torno de um assunto h\u00e1 tempos presente nos campos midi\u00e1ticos do mundo (no cinema de Hollywood, sobretudo), mas que nos \u00faltimos anos, em virtude da presen\u00e7a massiva e impositiva das redes sociais nas vidas das pessoas, tem se tornado ainda mais urgente: a press\u00e3o social pela perfei\u00e7\u00e3o. De certo modo, Elisabeth Sparkle\/Demi Moore exerce, no filme, uma fun\u00e7\u00e3o parecida com a que Brigitte Bardot opera na can\u00e7\u00e3o do compositor baiano. As personagens-mitos que foram marcadas por uma ideia dominante de perfei\u00e7\u00e3o e de beleza n\u00e3o podem escapar, inseridas na brutalidade da sociedade atual, da decrepitude, da tristeza e da solid\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;A Subst\u00e2ncia&#8221; joga com muitas refer\u00eancias e reverencia uma s\u00e9rie de autores que dialogaram, no passado, tanto com a cr\u00edtica ao sistema estelar hollywoodiano quanto com a artesania que evoca o body horror, subg\u00eanero que lida com as perturba\u00e7\u00f5es do corpo a partir de uma manifesta\u00e7\u00e3o em geral gr\u00e1fica e violenta. Elisabeth Sparkle &#8211; o nome e o sobrenome sonoros e diretos ajudam a delinear a personagem desde a sua enuncia\u00e7\u00e3o &#8211; \u00e9 uma grande estrela que vive das gl\u00f3rias do passado, mezzo contente com as migalhas que ainda nutre apresentando o seu lend\u00e1rio programa de gin\u00e1stica matinal (cuja representa\u00e7\u00e3o bebe do imagin\u00e1rio conquistado pela famosa rotina de exerc\u00edcios de Jane Fonda). Na trama, a protagonista sofre um baque ao ser demitida e, com o risco de perder a sua \u00faltima conex\u00e3o com o estrelato, se rende \u00e0 publicidade de um produto que promete criar uma vers\u00e3o mais jovem e perfeita dela mesma. O produto suspeito nada mais \u00e9 do que uma droga, representada por uma subst\u00e2ncia l\u00edquida amarelo fluorescente que replica as c\u00e9lulas para fazer surgir um duplo que ir\u00e1 hospedar, semana sim, semana n\u00e3o, a consci\u00eancia de quem a toma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Elisabeth Sparkle, ent\u00e3o, passa a tamb\u00e9m existir como Sue. Consequentemente, Demi Moore precisa dividir o seu espa\u00e7o com Margaret Qualley, ambas as atrizes assombrosas ao responder \u00e0s respectivas inten\u00e7\u00f5es de cada personagem. Moore adota uma postura intr\u00e9pida e pujante, que aos poucos vai dando espa\u00e7o para uma esp\u00e9cie de fragilidade que une o ressentimento e a vulnerabilidade de uma Norma Desmond (personagem interpretada por Gloria Swanson em &#8220;Crep\u00fasculo dos Deuses&#8221;, de 1950, <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/07\/27\/cinematografia-comentada-billy-wilder\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">cl\u00e1ssico absoluto de Billy Wilder<\/a>). Qualley, por outro lado, expressa com justeza certa ideia de perfei\u00e7\u00e3o, de beleza e de sensualidade &#8211; na primeira cena em que aparece dan\u00e7ando no lugar de Elisabeth, Sue revela a sua capacidade de renovar toda a l\u00f3gica do programa de TV, ainda que beba do legado de sua &#8220;criadora&#8221;. Sue \u00e9 a encarna\u00e7\u00e3o de uma juventude inconsequente e deslumbrada, e n\u00e3o \u00e0 toa o roteiro de Fargeat conversa tanto com Oscar Wilde e a sua obsess\u00e3o faustiana em &#8220;O Retrato de Dorian Gray&#8221; (1890).<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-83937\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/TheSubstance_Still_07-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/TheSubstance_Still_07-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/TheSubstance_Still_07-copiar-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O mais curioso em &#8220;A Subst\u00e2ncia&#8221; \u00e9 como essa ideia de duplo e de coexist\u00eancia ganha tanta import\u00e2ncia. O jogo de espelhos, entabulado no enorme banheiro que ser\u00e1 cen\u00e1rio corriqueiro de uma disputa intensa entre Elisabeth e Sue, materializa esse aceno em dire\u00e7\u00e3o a Dorian Gray e seu pacto. Elisabeth se torna o retrato que envelhece, e Sue a consci\u00eancia dominante do modelo que definha e enlouquece. No entanto, o que torna este filme \u00fanico e o faz se desprender dessas amarras referenciais \u00e9 a forma como a roteirista e diretora Coralie Fargeat lida com esses corpos que se rebelam a despeito de uma consci\u00eancia que, em tese, segundo as regras narrativas concebidas por ela, seria uma s\u00f3. Nas poucas orienta\u00e7\u00f5es que acompanham a droga sorvida pela personagem, um aviso \u00e9 bem claro e diz que ela e o seu duplo s\u00e3o a mesma pessoa. Incapaz de seguir a bula, Elisabeth e Sue se enveredam pelo abismo da dissocia\u00e7\u00e3o de identidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vencedor do pr\u00eamio de melhor roteiro em Cannes, &#8220;A Subst\u00e2ncia&#8221; segue uma trilha arriscada, privilegiando a cria\u00e7\u00e3o de uma atmosfera que tende a harmonizar o grotesco e o jocoso &#8211; uma medida dif\u00edcil de alcan\u00e7ar. Outro personagem importante para a trama \u00e9 Harvey (qualquer semelhan\u00e7a com a vida real \u00e9 pura coincid\u00eancia, certo?), interpretado com muito apetite por Dennis Quaid, que anseia causar ojeriza imediata no espectador &#8211; e consegue! Os closes que Fargeat escolhe para registrar com min\u00facia o rosto do personagem, revelando os dentes amarelados pelo tabaco e com restos de alimento nas gengivas, d\u00e3o conta do interesse de personificar nesta figura uma ideia de masculinidade tosca, ofensiva e perversa. Essa \u00e9 a sociedade respons\u00e1vel por recha\u00e7ar atrizes que n\u00e3o mais atendem aos par\u00e2metros de beleza impostos pela ind\u00fastria. &#8220;As pessoas sempre pedem por algo novo, \u00e9 inevit\u00e1vel&#8221;, diz Harvey. \u00c9 este o ju\u00edzo que destr\u00f3i carreiras, manipula desejos, cria e molda h\u00e1bitos. O grotesco dessa realidade \u00e9 transformado, por meio da fantasia, em imagens ins\u00f3litas que, sobretudo na parte final, engolem todo o filme.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fargeat n\u00e3o est\u00e1 interessada em explicar cientificamente quaisquer premissas. A subst\u00e2ncia que Elisabeth injeta em si mesma \u00e9 t\u00e3o misteriosa quanto a empresa que a comercializa. N\u00e3o h\u00e1 &#8211; ou pelo menos n\u00e3o nos \u00e9 revelado &#8211; uma grande conspira\u00e7\u00e3o por tr\u00e1s da fabrica\u00e7\u00e3o do soro. Acreditamos naquilo tudo porque vivemos em um mundo repleto de eventos inauditos. Ali\u00e1s, um dos trunfos de &#8220;A Subst\u00e2ncia&#8221; \u00e9 dizer muito com poucas palavras. O roteiro evita di\u00e1logos expositivos, favorece o desenvolvimento gradual das personagens e acredita na for\u00e7a das imagens que projeta. Um exemplo dessa economia dramat\u00fargica est\u00e1 no modo como a ascens\u00e3o e a queda da protagonista nos \u00e9 apresentada. Por meio de um plano zenital a diretora nos mostra uma estrela cimentada na cal\u00e7ada da fama. Fot\u00f3grafos com os seus flashes efusivos n\u00e3o deixam em paz uma deslumbrada e deslumbrante Elisabeth Sparkle. Em seguida, ainda que a balb\u00fardia tenha se dissipado, muitos turistas fazem quest\u00e3o de visitar o local. A c\u00e2mera im\u00f3vel esculpe o tempo at\u00e9 que n\u00e3o haja mais qualquer vest\u00edgio do interesse de outrora diante da estrela dourada &#8211; empoeirada, riscada, consumida pelo esquecimento &#8211; que homenageia Sparkle. Com isso, somos capazes de entender os pressupostos fundamentais do que veremos nas pr\u00f3ximas duas horas e meia de filme.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Durante a coletiva de imprensa em Cannes, Dennis Quaid celebrou Fargeat como uma nova autora e disse que o filme que fizeram juntos \u00e9 uma mistura de Stanley Kubrick e Sam Peckinpah. O controle total que a diretora demonstra ter no tocante a todos os elementos do filme e a tend\u00eancia para a selvageria acenam mesmo para esses dois grandes cineastas. Outros cineastas como David Cronenberg (vide &#8220;A Mosca&#8221;, 1986) e John Carpenter (&#8220;O Enigma de Outro Mundo&#8221;, 1982) tamb\u00e9m parecem ter um espa\u00e7o cativo nas v\u00edsceras da diretora, que est\u00e1 sempre disposta a pegar emprestado alguns elementos desses filmes cultuados, regurgit\u00e1-los e reorganiz\u00e1-los \u00e0 sua maneira. A sua habilidade para a execu\u00e7\u00e3o de boas ideias vinculadas ao cinema de horror j\u00e1 havia sido demonstrada em seu filme anterior, &#8220;Vingan\u00e7a&#8221; (2017), mas aqui a diretora d\u00e1 um grande passo adiante.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-83938\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/TheSubstance_Still_08-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/TheSubstance_Still_08-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/TheSubstance_Still_08-copiar-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os vinte minutos finais de &#8220;A Subst\u00e2ncia&#8221; s\u00e3o desconcertantes n\u00e3o apenas pelo choque provocado por determinadas imagens, mas sobretudo pelas emo\u00e7\u00f5es complexas incitadas pelo ac\u00famulo visual e sonoro. Estruturalmente, incomoda um pouco a repeti\u00e7\u00e3o de eventos e a insist\u00eancia na elabora\u00e7\u00e3o de pelo menos uns tr\u00eas cl\u00edmax at\u00e9 de fato chegar em um encerramento, mas a impress\u00e3o final \u00e9 que esse estranhamento tamb\u00e9m beneficia o filme. Os olhos de Elisabeth, com o tempo, passam a se confundir com os olhos de Sue. A rela\u00e7\u00e3o de cada uma com a pr\u00f3pria imagem resulta em atitudes das mais inesperadas, e somos colocados em constante estado de afli\u00e7\u00e3o ao presenciar as suas escolhas. Escolhas essas que afetam fisicamente umas \u00e0s outras &#8211; Elisabeth, em certa ocasi\u00e3o, ap\u00f3s Sue ter quebrado pela primeira vez a regra dos sete dias, acorda com um &#8220;dedo de bruxa&#8221;, enrugado, envelhecido, um pren\u00fancio de que algo est\u00e1 muito errado &#8211; e a dedica\u00e7\u00e3o de Demi Moore aqui atinge o seu pico. A dire\u00e7\u00e3o de fotografia de Benjamin Kracun e o design de produ\u00e7\u00e3o de Stanislas Reydellet refor\u00e7am essa ideia de conto de fadas (&#8220;Branca de Neve e os Sete An\u00f5es&#8221;, 1937) porque alternam o tempo todo entre uma vida cinza e imponente, portanto amarga, e outra de pl\u00e1stico, colorida, intensa, mas cheia de armadilhas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O mundo de fora percebido por Sue entra em colapso quando ela n\u00e3o consegue mais ignorar a corruptibilidade da carne em curso dentro de sua casa. Elisabeth passa a n\u00e3o mais ter o controle sobre a sua cria\u00e7\u00e3o. Diante deste impasse, Fargeat orquestra uma simbiose e nos apresenta uma nova vers\u00e3o de Elisabeth-Sue, desta vez unidas para sempre. Se em &#8220;O Retrato de Dorian Gray&#8221; o cad\u00e1ver do protagonista desfigurado s\u00f3 \u00e9 reconhecido pelos an\u00e9is em seus dedos, e pelo retrato ao seu lado, regresso \u00e0 sua beleza original, em &#8220;A Subst\u00e2ncia&#8221; o ser que passa a existir diante dos nossos olhos quase n\u00e3o guarda resqu\u00edcios de seus corpos anteriores, sen\u00e3o por uma protuber\u00e2ncia familiar que insiste em n\u00e3o abandonar (para quem ainda n\u00e3o assistiu ao filme, esta descri\u00e7\u00e3o vaga e imprecisa ser\u00e1 muito bem recompensada pelas imagens).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Retornando ao in\u00edcio deste texto, \u00e9 sintom\u00e1tico que Tom Z\u00e9 tenha lan\u00e7ado sua m\u00fasica quando Bardot ainda tinha 39 anos de idade. Demi Moore tinha 59 anos quando filmou &#8220;A Subst\u00e2ncia&#8221;. Muita e pouca coisa parece ter mudado de 1973 para 2024 e o filme, apesar de pouco otimista, aponta para um desejo de mudan\u00e7a fort\u00edssimo, que deve arrebatar a quem estiver disposto a assistir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>&#8220;Ser\u00e1 que algum rapaz de vinte anos vai telefonar<\/em><br \/>\n<em>Na hora exata em que ela estiver com vontade de se suicidar?<\/em><br \/>\n<em>Quando a gente era pequeno pensava que quando crescesse ia ser namorado da Brigitte Bardot<\/em><br \/>\n<em>Mas a Brigitte Bardot est\u00e1 ficando triste e sozinha<\/em><br \/>\n<em>A Brigitte Bardott agora est\u00e1 ficando velha, triste e sozinha<\/em><br \/>\n<em>Velha e sozinha<\/em><br \/>\n<em>Sozinha<\/em><br \/>\n<em>S\u00f3-<\/em><br \/>\n<em>zinh-<\/em><br \/>\n<em>a&#8221;<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2024\/09\/19\/cinema-a-substancia-de-coralie-fargeat-coloca-demi-moore-em-uma-jornada-de-terror-em-busca-da-juventude\/\"><em>Leia tamb\u00e9m: \u201cA Subst\u00e2ncia\u201d coloca Demi Moore em uma jornada de terror, texto de Renan Guerra<\/em><\/a><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"A Subst\u00e2ncia | HOJE, somente nos cinemas | Trailer Oficial\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/PFeEGaxoQVU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u2013 Leandro Luz (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/leandro_luz\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@leandro_luz<\/a>) escreve e pesquisa sobre cinema desde 2010. Coordena os projetos de audiovisual do Sesc RJ desde 2019 e exerce atividades de cr\u00edtica nos podcasts&nbsp;<a href=\"https:\/\/podcasters.spotify.com\/pod\/show\/plano-sequencia\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Plano-Sequ\u00eancia<\/a>&nbsp;e&nbsp;<a href=\"https:\/\/podcasters.spotify.com\/pod\/show\/plano-sequencia\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">1 disco, 1 filme.<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#8220;A Subst\u00e2ncia&#8221; joga com muitas refer\u00eancias e reverencia uma s\u00e9rie de autores que dialogaram tanto com a cr\u00edtica ao sistema estelar hollywoodiano quanto com a artesania que evoca o body horror\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2024\/09\/25\/cinema-evocando-o-body-horror-a-substancia-arrebata-esmiucando-a-pressao-social-pela-perfeicao\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":137,"featured_media":83936,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[4],"tags":[7356,3465],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/83935"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/137"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=83935"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/83935\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":83946,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/83935\/revisions\/83946"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/83936"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=83935"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=83935"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=83935"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}