{"id":82708,"date":"2024-08-01T00:03:06","date_gmt":"2024-08-01T03:03:06","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=82708"},"modified":"2024-09-26T01:05:05","modified_gmt":"2024-09-26T04:05:05","slug":"entrevista-banda-carioca-cultuada-dos-anos-1980-black-future-lanca-novo-single","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2024\/08\/01\/entrevista-banda-carioca-cultuada-dos-anos-1980-black-future-lanca-novo-single\/","title":{"rendered":"Entrevista: Banda carioca cultuada dos anos 1980, Black Future lan\u00e7a novo single"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista de <a href=\"https:\/\/twitter.com\/screamyell\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Marcelo Costa<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma das agrad\u00e1veis surpresas do festival de document\u00e1rios musicais <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/festival-inedit\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">In-Edit Brasil<\/a> 2024, \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2024\/06\/19\/16o-in-edit-brasil-black-future-eu-sou-o-rio-moog-devo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Eu Sou o Rio, Black Future<\/a>\u201d, do diretor Paulo Severo, segue dando bons frutos. O longa, que lan\u00e7a luz sobre a hist\u00f3ria e as grava\u00e7\u00f5es do \u00e1lbum cultuado da banda Black Future, trouxe \u00e0 tona uma can\u00e7\u00e3o in\u00e9dita, o single \u201cEu Quero Tocar a Lapa\u201d, que encerra o document\u00e1rio. Gravada ao vivo por M\u00e1rcio Bandeira (vocal e letras) ao lado do multiartista Tant\u00e3o, do guitarrista Edinho Milesi e do baixista Olmar J\u00fanior em dezembro de 2006 e liberada oficialmente agora, \u201cEu Quero Tocar a Lapa\u201d \u00e9 a segunda can\u00e7\u00e3o do Black Future dispon\u00edvel em streaming (tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel encontrar um dos dois remixes de \u201cEu Sou o Rio\u201d lan\u00e7ados pelo selo alem\u00e3o Man Recordings, deriva\u00e7\u00f5es da colet\u00e2nea \u201c<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=TK34E41ql3w\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">N\u00e3o Wave<\/a>\u201d, de 2005).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para quem n\u00e3o \u00e9 familiarizado com a hist\u00f3ria toda, o Black Future foi uma banda brasileira de rock experimental dos anos 1980, formada por M\u00e1rcio &#8220;Satan\u00e9sio&#8221; Bandeira, Tant\u00e3o, Olmar e Edinho. Origin\u00e1rio do Rio de Janeiro, o grupo lan\u00e7ou o vinil \u201cEu Sou o Rio\u201d em 1988 pelo Plug, selo da (ent\u00e3o poderosa) gravadora RCA voltado ao emergente rock nacional (lan\u00e7ando discos de Engenheiros do Hawaii, Nenhum de N\u00f3s, DeFalla, Picassos Falsos, Violeta de Outono, Hanoi Hanoi e Hojerizah, entre outros). A faixa t\u00edtulo do \u00e1lbum do Black Future, \u201cEu Sou o Rio\u201d, produzido por <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2021\/06\/25\/entrevista-fellini-ou-tudo-que-voce-queria-saber-sobre-a-banda-e\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Thomas Pappon (Fellini)<\/a>, tornou-se um hit no circuito independente do eixo Rio-S\u00e3o Paulo, mas a banda se desfez no come\u00e7o dos anos 1990.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">L\u00e1 se v\u00e3o mais de 35 anos e, at\u00e9 hoje, \u201cEu Sou o Rio\u201d n\u00e3o foi digitalizado oficialmente para o streaming (assim como diversos outros \u00e1lbuns cultuados no per\u00edodo). O document\u00e1rio \u201cEu Sou o Rio, Black Future\u201d volta a clamar pelo relan\u00e7amento do \u00e1lbum assim como coloca em pauta um dos discos obscuros mais geniais daquela \u00e9poca, que n\u00e3o s\u00f3 re\u00fane um elenco de luxo \u2013 participam da grava\u00e7\u00e3o Edgard Scandurra (Ira!), Paulo Miklos (Tit\u00e3s), Edu K e Biba Meira (DeFalla), Alex Antunes (Akira S) e Ronaldo Pereira (Finis Africae), entre outros \u2013 como amplia o vocabul\u00e1rio musical oitentista combinando Joy Division, New Order, Cabaret Voltaire e personagens de HQ com samba, DIY e Rio de Janeiro. Abaixo, o vocalista e letrista M\u00e1rcio Bandeira fala sobre o novo single, o document\u00e1rio e o necess\u00e1rio resgate do Black Future!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"BLACK FUTURE - EU QUERO TOCAR A LAPA (AO VIVO)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/0YTCPTfFNhQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>36 anos ap\u00f3s \u201cEu Sou o Rio\u201d chega o single \u201cEu Quero Tocar a Lapa\u201d, que j\u00e1 circulava pela web em vers\u00f5es ao vivo, e agora ganha seu registro oficial (ser\u00e1 a segunda m\u00fasica do Black Future nos streamings!). Me fala um pouco sobre essa m\u00fasica e a ideia de lan\u00e7\u00e1-la agora?<\/strong><br \/>\nEm 2000, o Black Future buscou criar um contexto com o objetivo de sensibilizar a gravadora passar o \u201cEu Sou o Rio\u201d para CD: fizemos shows, a imprensa se mobilizou, trazendo essa discuss\u00e3o, e logo depois em 2006 o doc \u201cEu Sou o Rio, Black Future\u201d come\u00e7ou a ser rodado. Fizemos parte do Selo Plug, junto com De Falla, Picassos Falsos, Violeta de Outono, etc, e todos eles j\u00e1 tinham sido passados para CD, menos o Black.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na oportunidade, um amigo, que tinha acabado de entrar em contato com o trabalho do Black Future, e se entusiasmado com a rela\u00e7\u00e3o que faz\u00edamos entre m\u00fasica, texto &amp; cidade, me provocou a fazer uma nova can\u00e7\u00e3o que retomasse essa discuss\u00e3o, esse debate, que de alguma maneira aparece em \u201cEu Sou o Rio\u201d. Indicou como proposta tratar da briga entre Geraldo Pereira e Madame Sat\u00e3. Aceitei, e fui pesquisar sobre o assunto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em contato com os v\u00e1rios conte\u00fados sobre a cidade nos anos 1940, 50 e 60, com obras como \u201cMem\u00f3rias do Caf\u00e9 Nice\u201d, de Nestor de Holanda, \u201cNa Rolan\u00e7a do Tempo\u201d, de M\u00e1rio Lago, \u201cMadame Sat\u00e3\u201d, de Rog\u00e9rio Durst, entre outros, n\u00e3o pude me restringir \u00e0 proposta apresentada, e com a parceria de M\u00e1rio Le\u00e3o, escrevi \u201cEu Quero Tocar a Lapa\u201d (uma esp\u00e9cie de \u201cEu Sou o Rio II\u201d). A ideia era atualizar nosso discurso e est\u00e9tica e oferecer a gravadora essa m\u00fasica para entrar como b\u00f4nus no lan\u00e7amento em CD. Mas o que j\u00e1 disse em outros momentos: venceu a l\u00f3gica dos n\u00fameros e o \u201cEu Sou o Rio\u201d LP \u00e0s vezes parece lenda urbana. Pelo que sei foram prensadas 5 mil c\u00f3pias. Ent\u00e3o, virou um objeto de colecionador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como voc\u00ea sabe, foi lan\u00e7ado o document\u00e1rio sobre o \u201cEu Sou o Rio\u201d e \u201cEu Quero Tocar a Lapa\u201d o finaliza, com um clipe. Ronaldo Pereira, baterista do Finis Africae, e hoje produtor musical, tocou batera na m\u00fasica \u201cEu Sou o Rio\u201d l\u00e1 em 1988 e nessa vers\u00e3o de \u201cEu Quero Tocar a Lapa\u201d do doc. Tocou e produziu. Bem, ap\u00f3s assistir ao doc, ele me prop\u00f4s lan\u00e7ar o single e o clipe nas plataformas. Conversei com o Paulo Severo, diretor do \u201cEu Sou o Rio, Black Future\u201d, que topou na hora. Esse \u00e9 o primeiro movimento. O Ronaldo pretende conversar com a gravadora tamb\u00e9m para verificarmos quais possibilidades ter\u00edamos para relan\u00e7ar o \u201cEu Sou o Rio\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Falando do document\u00e1rio, o festival In-Edit Brasil 2024 marcou a estreia do \u201cBlack Future, Eu Sou o Rio\u201d e foi muito bacana n\u00e3o s\u00f3 ver a hist\u00f3ria da banda na tela como indicar pros amigos colocando novamente o Black Future em pauta. O que voc\u00ea achou do filme e quais s\u00e3o os planos agora para disponibiliz\u00e1-lo ao p\u00fablico?<\/strong><br \/>\nBrilhante! Entendo que o objetivo foi alcan\u00e7ado: falar sobre o disco, mas tamb\u00e9m trazer elementos contextuais, apresentando, direta ou indiretamente, a cena. Isso foi um diferencial. Voc\u00ea encontra um elenco de depoimentos que busca entender o que foi o nosso trabalho e ao mesmo tempo fala sobre como era o funcionamento da realidade em que o Black Future estava inserido. N\u00e3o \u00e9 nada definitivo, porque a realidade \u00e9 sempre maior do que as nossas tentativas de explic\u00e1-la. O doc n\u00e3o pretende esgotar o Black: traz vis\u00f5es que comp\u00f5em um mosaico interpretativo. Parece-me que engendra uma s\u00e9rie de chaves poss\u00edveis de leituras, como a origem no Punk, o embate RJ x SP, a visada est\u00e9tico-po\u00e9tica, os primeiros shows, como marca conceitual da banda, a rela\u00e7\u00e3o com a gravadora, o funcionamento da banda, o p\u00f3s-punk, etc. O brilhantismo do Paulo Severo foi organizar cada chave dessa sem ser did\u00e1tico e possibilitar uma leitura plural sobre nosso trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vale destacar tamb\u00e9m que \u00e9 um doc dos clipes, n\u00e9. Os clipes materializam nosso imagin\u00e1rio, nossa vis\u00e3o po\u00e9tica-est\u00e9tica (e por isso representam uma experi\u00eancia est\u00e9tica aut\u00f4noma, at\u00e9 porque \u00e9 uma obra do Paulo Severo e n\u00e3o do Black Future). Trata-se de um cap\u00edtulo \u00e0 parte. S\u00e3o estruturantes na concep\u00e7\u00e3o do \u201cEu Sou o Rio, Black Future\u201d. Para mim, \u00e9 outro diferencial. E ele avan\u00e7a. Severo quer mais e lan\u00e7a pelo menos mais dois clipes no doc: \u201cThor e Loki\u201d e \u201cEu Quero Tocar a Lapa\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nas conversas que tenho com o Paulo Severo, ele diz que est\u00e1 buscando novos festivais e pretende lan\u00e7\u00e1-lo no Circo Voador, mas ainda \u00e9 conversa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea j\u00e1 falou um pouco disso, mas quero refor\u00e7ar: em um mundo cada vez mais conectado e digitalizado, alguns discos emblem\u00e1ticos (e obrigat\u00f3rios!) da segunda metade dos anos 1980 no Brasil ainda permanecem ausentes do streaming, como <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/09\/22\/10-perolas-raras-do-rock-brasil-anos-80\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">o primeiro disco do Nau, \u201cTrashland\u201d, das Mercen\u00e1rias<\/a>; \u201cCombust\u00edvel para o Fogo\u201d, do Sexo Expl\u00edcito, \u201cO \u00c1pice\u201d, do Vzyadoq Moe, e, para ficar em cinco \u201ccl\u00e1ssicos perdidos\u201d, \u201cEu Sou o Rio\u201d \u2013 <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2021\/08\/20\/literatura-sem-nenhuma-direcao-defalla-1987-um-livro-imperdivel-sobre-um-disco-antologico\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">mesmo o disco de estreia do DeFalla<\/a>, de 1987, foi disponibilizado apenas recentemente online. No caso do Black Future, voc\u00ea imagina que a gente ainda v\u00e1 conseguir ouvir e espalhar \u201cEu Sou o Rio\u201d nas plataformas?<\/strong><br \/>\n\u00c9 nosso esfor\u00e7o. Esse per\u00edodo que voc\u00ea cita \u00e9 extremamente fecundo de produ\u00e7\u00f5es alternativas que fizeram a diferen\u00e7a e n\u00e3o tem o reconhecimento merecido. \u00c9 a tal l\u00f3gica dos n\u00fameros. Sei que \u00e9 uma tese batida, mas para mim n\u00e3o vejo outro caminho para entender tal descaso. \u00c9 um reducionismo, eu sei, porque h\u00e1 outros componentes que influenciam, infelizmente, essa situa\u00e7\u00e3o. Mas temos de resistir, sen\u00e3o eles vencem. Tentamos em 2000, voltamos a tentar em 2006, com o doc \u201cEu Sou o Rio, Black Future\u201d, que s\u00f3 foi finalizado agora em 2023, e em 2014, 2015, novamente com um show realizado para o document\u00e1rio \u201c<a href=\"https:\/\/youtu.be\/Dgas1_pmGgM?feature=shared\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Futuro Negro<\/a>\u201d, da diretora Gabriela Caldas, que n\u00e3o foi finalizado. Agora, o Ronaldo vai conversar com a gravadora e esperamos muito que tenhamos sucesso dessa vez para o material ficar disponibilizado e arrombe a porta para os trabalhos citados por voc\u00ea e tantos outros que faltam.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Trailer  &quot;Black Future, Eu sou o Rio&quot;\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/pY28wYUPDP4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Black Future &quot;Eu Sou O Rio&quot;\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/xTE7pZ-2Dcs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Eu Sou O Rio (Munk Edit)\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/q4UL6FEGr0k?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em>\u2013 Marcelo Costa (<a href=\"http:\/\/twitter.com\/#%21\/screamyell\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@screamyell<\/a>) edita o Scream &amp; Yell desde 2000 e assina a\u00a0<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Calmantes com Champagne.<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"36 anos ap\u00f3s \u201cEu Sou o Rio\u201d chega o single \u201cEu Quero Tocar a Lapa\u201d, que j\u00e1 circulava pela web em vers\u00f5es ao vivo, e agora ganha seu registro oficial!\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2024\/08\/01\/entrevista-banda-carioca-cultuada-dos-anos-1980-black-future-lanca-novo-single\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":82709,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[3051],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/82708"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=82708"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/82708\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":82710,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/82708\/revisions\/82710"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/82709"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=82708"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=82708"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=82708"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}