{"id":81471,"date":"2024-05-06T15:09:45","date_gmt":"2024-05-06T18:09:45","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=81471"},"modified":"2024-06-15T01:43:41","modified_gmt":"2024-06-15T04:43:41","slug":"entrevista-conheca-los-clandestinos-trio-das-boas-surpresas-do-goiania-noise-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2024\/05\/06\/entrevista-conheca-los-clandestinos-trio-das-boas-surpresas-do-goiania-noise-2024\/","title":{"rendered":"Entrevista: Conhe\u00e7a Los Clandestinos Trio, das boas surpresas do Goi\u00e2nia Noise 2024"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista por\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Leonardo Vinhas<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Voc\u00ea conhece essa hist\u00f3ria: power trio toca vers\u00f5es e can\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias inspiradas nos prim\u00f3rdios do rock\u2019n\u2019roll, se apresentando ao vivo com visual retr\u00f4, de roupas floridas a topetes esculturais. Mas voc\u00ea n\u00e3o conhece <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/los.clandestinos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Los Clandestinos Trio<\/a>, e embora essas frases possam apresentar a banda de Vinci Bueno (voz e guitarra), Sayuri Yamamoto (voz, baixo e gaita) e Jeff Billy (bateria), est\u00e3o longe de fazer justi\u00e7a a ela.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A sonoridade \u00e9 firme e assumidamente fincada no rock\u2019n\u2019roll \u2013 aquele que o Raul Seixas dizia ter morrido junto com Buddu Holly, Ritchie Valens e o DJ Big Bopper na queda do avi\u00e3o que os transportava em 3 de janeiro de 1959. S\u00f3 que s\u00e3o muitos os apliques pr\u00f3prios: Sayuri toca seu baixo el\u00e9trico com o dedilhado do ac\u00fastico, Vinci explora muitas possibilidades da guitarra \u201climpa\u201d (sem pedais) s\u00f3 no volume, e Jeff aplica \u00e0 sua bateria um peso que D. J. Fontana (o primeiro e lend\u00e1rio baterista de Elvis Presley) jamais sonharia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De material de est\u00fadio, s\u00e3o apenas dois singles lan\u00e7ados at\u00e9 o momento, totalizando meras cinco faixas, todas em ingl\u00eas. Mas tudo bem, porque o melhor lugar para conhecer a banda \u00e9 nos palcos. Foi o que aconteceu ao Scream &amp; Yell: <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2024\/04\/14\/noite-feminina-tem-grandes-exibicoes-de-letrux-ypu-e-los-clandestinos-trio-no-segundo-dia-do-goiania-noise-festival\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">durante a 28\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Goi\u00e2nia Noise<\/a>, a equipe do site ficou impactada pela vitalidade e pelo sentimento de \u201ccaos direcionado\u201d que o trio conduzia no palco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O come\u00e7o enganou: entoando o riff de \u201cRumble\u201d, de Link Wray, logo de cara, ficava f\u00e1cil crer que viria uma banda cover. Mas a \u201cintrodu\u00e7\u00e3o\u201d foi brev\u00edssima, e can\u00e7\u00f5es de lavra pr\u00f3pria se misturavam a vers\u00f5es bastante pessoais de temas de Wanda Jackson, The Surfaris e outros. At\u00e9 \u201cSurfin\u2019 Bird\u201d, a m\u00fasica mais manjada do mundo, n\u00e3o soou como apela\u00e7\u00e3o f\u00e1cil. Tudo se encaixava, de forma simultaneamente ca\u00f3tica e musical.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No show do Noise, as m\u00fasicas originais do trio n\u00e3o destoavam dos cl\u00e1ssicos do repert\u00f3rio \u2013 o rep\u00f3rter est\u00e1 ciente da ousadia da afirma\u00e7\u00e3o. Derivativas, mas s\u00f3 at\u00e9 certo ponto. Estimulavam imaginar o que a banda poderia fazer se trouxesse esse poder compositivo para um universo mais brasileiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E isso pode n\u00e3o estar longe de acontecer, como adiantam os integrantes nessa entrevista. Na verdade, foi mais um bate-papo, que aconteceu na cal\u00e7ada em frente ao hotel em que a banda estava hospedada em Goi\u00e2nia, numa manh\u00e3 de domingo. A conversa aconteceu de improviso, como conv\u00e9m \u00e0 natureza da banda.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Los Clandestinos Trio - Fujiyama Mama (Wanda Jackson) @ Goi\u00e2nia Noise Festival, Goi\u00e2nia - 13\/04\/24\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/TQiO-cMkH6A?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>As refer\u00eancias est\u00e9ticas da banda s\u00e3o bastante evidentes, tanto no som quanto no visual. Mas ao vivo o resultado adquire outros contornos. A ideia de voc\u00eas \u00e9 chegar o mais pr\u00f3ximo poss\u00edvel do passado que os inspirou, ou a ideia \u00e9 dar uma apropriada para que isso fique mais pessoal e contempor\u00e2neo?<\/strong><br \/>\nSayuri Yamamoto: Normalmente, a gente vai nessa pegada est\u00e9tica mais antiga, s\u00f3 que a nossa ideia \u00e9 realmente pegar as nossas influ\u00eancias e criar algo novo, porque muita gente classifica a gente como neo-rockabilly, ou rockabilly mesmo, s\u00f3 que a gente n\u00e3o se v\u00ea dessa forma. A gente se autodenomina uma banda de rock and roll, com muitas influ\u00eancias sem um r\u00f3tulo que encaixe para definir a gente em uma palavra s\u00f3.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vinci Bueno: A gente pega tudo que a gente gosta e p\u00f5e pitadas. Todo mundo aqui tem uma base do blues, rock 70, do pr\u00f3prio rockabilly, que s\u00e3o estilos onde se improvisa muito. E tem um pouco, um pouquinho de psicodelia ali, um pouquinho de garage aqui&#8230; O mais legal da banda, pelo menos para mim, \u00e9 que ela \u00e9 muito imprevis\u00edvel. A gente n\u00e3o sabe o que vai fazer no palco. A banda tem sete anos, e deve ter tido uns 20 ensaios (risos). Ent\u00e3o, eu acho que o mais legal \u00e9 deixar nascer e deixar acontecer. Esse lance, pra mim, \u00e9 o melhor da m\u00fasica: voc\u00ea deixar ela vir e se expressar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A performance no show do Goi\u00e2nia Noise foi bem marcante. Ali\u00e1s, me corrijo: n\u00e3o foi performance, porque d\u00e1 pra ver que n\u00e3o \u00e9 ensaiado.<\/strong><br \/>\nVinci: Nada \u00e9 treinado. \u201cWipe Out\u201d, por exemplo: um dia algu\u00e9m puxou e a gente come\u00e7ou a tocar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Jeff Billy: E a\u00ed gente toca, v\u00ea que ficou legal e incorpora no repert\u00f3rio. Essa espontaneidade \u00e9 um dos grandes valores da banda. A gente n\u00e3o faz cover ou pensa que vai compor um som nesse ou naquele estilo: todos os sons s\u00e3o clandestinos, por isso que j\u00e1 vem no nome da banda. Quando a gente chega pra tocar, \u00e9 a alma que est\u00e1 contando mais forte ali, \u00e9 a batida do cora\u00e7\u00e3o, o que a gente est\u00e1 sentindo no momento, isso \u00e9 o que cria a nossa vers\u00e3o clandestina do rock\u2019n\u2019roll. E tem a galera tamb\u00e9m, n\u00e9? Quanto mais a galera se empolga, mais a gente se empolga junto, e mais coisas diferentes a gente come\u00e7a a fazer no palco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vinci: A parte do rockabilly foi o que uniu a gente. A partir do rockabilly, que veio at\u00e9 mim pelo meu velho, foi que eu conheci o Jeff. A\u00ed uma amiga nossa nos apresentou a Sayuri. Nossa base era o rockabilly, foi esse o rol\u00ea onde a gente se conheceu. A primeira festa na qual a gente se apresentou foi uma festa rockabilly. S\u00f3 que a gente pegava bastante os cl\u00e1ssicos dos anos 50. Mas gente sacou logo que o que a gente sempre gostou foi o blues. E as coisas se juntam, n\u00e9? Pega o Elvis, ele tocava muitas m\u00fasicas do Arthur \u201cBig Boy\u201d Crudup. Ent\u00e3o eu falei: \u201cah, ao inv\u00e9s de pegar os caras do rockabilly, vamos pegar os caras do blues e fazer nossas vers\u00f5es como os rockers faziam\u201d. Acho que foi da\u00ed que saiu o nosso estilo. S\u00f3 que \u00e9 tipo o Cramps: usa um pouquinho o topete, mas tem tamb\u00e9m uma loucura dos anos 80&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Na vers\u00e3o de \u201cBrand New Cadillac\u201d que voc\u00eas tocaram, acho que isso ficou bem claro. \u00c9 uma m\u00fasica que tem um zilh\u00e3o de regrava\u00e7\u00f5es, mas o que ouvimos no show foi bem a vers\u00e3o de voc\u00eas, com um outro andamento, mais pesadona, um vocal mais pessoal&#8230;<\/strong><br \/>\nVinci: Vou admitir que quando montei a banda, eu queria tocar rockabilly. S\u00f3 que eu simplesmente n\u00e3o consegui (risos). A gente n\u00e3o conseguiu ser t\u00e3o comportadinho, de tocar redondo, fazer o cover direitinho. Eu n\u00e3o conseguia tirar os solos. Agora desenvolvi um estilo legal, mas antes eu tentava copiar o Brian Setzer, o Scotty Moore, e simplesmente n\u00e3o rolava. Eu adoraria (risos), mas n\u00e3o acontecia. Ent\u00e3o comecei a inventar. A Sayuri n\u00e3o conseguia ficar parada no lugar, sempre sa\u00eda pra dan\u00e7ar, o Jeff ficava pulando&#8230; Eu falhei nessa miss\u00e3o de fazer um trio de rockabilly cl\u00e1ssico, mas felizmente est\u00e1 dando certo (risos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Jeff: Eu n\u00e3o ia conseguir nunca tamb\u00e9m, porque eu coloco uma batera com contratempos de classic rock. Sou fan\u00e1tico por John Bonham \u2013 piro em Gene Krupa e Buddy Rich, mas o John Bonham, pra mim&#8230; P\u00f4, ele foi meu professor. E tenho muita influ\u00eancia do heavy metal, que eu toquei muito, ouvia desde pequeno&#8230; A gente tenta colocar tudo que gosta numa m\u00fasica s\u00f3, e \u00e9 isso que sai! (risos)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas conseguem se movimentar para fora dessa cena vintage-rockabilly-retr\u00f4?<\/strong><br \/>\nSayuri: Sim, muitos festivais de surf music nos convidam. A gente se mexe um pouquinho no meio do blues, do rock em geral tamb\u00e9m, at\u00e9 o pessoal garage, punk&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vinci: A gente toca em feira de gastronomia com uma galera fam\u00edlia, normal. Essas feiras com artesanato. barraquinha de comida. Sabe? A gente toca e a galera curte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sayuri: A gente adapta o repert\u00f3rio de acordo com o lugar onde a gente vai tocar. Nos lugares mais surf music a gente tenta colocar mais instrumentais&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vinci: N\u00e3o sei se \u00e9 s\u00f3 a minha vis\u00e3o, mas acredito que o que a gente fez no Goi\u00e2nia Noise \u00e9 o que seria o nosso natural. Eu gosto de tocar mais pesado, a banda \u00e9 o que a gente fez ontem [no festival]: tocar o que quiser, do jeito que a gente quiser.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Jeff: E pra um p\u00fablico bem misturado!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E o lance de cantar ingl\u00eas? Claro, obviamente \u00e9 a refer\u00eancia de tudo o que voc\u00eas ouvem, mas fiquei pensando se de repente caberia alguma coisa em portugu\u00eas.<\/strong><br \/>\nSayuri: A gente est\u00e1 preparando bastante coisa agora, vai sair m\u00fasica pr\u00f3pria em portugu\u00eas. A fonte da qual a gente bebeu \u00e9 tudo da l\u00edngua inglesa mesmo, mas a gente pretende colocar bastante coisa com influ\u00eancia do Brasil porque temos muita influ\u00eancia de bossa nova, jazz, chorinho&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vinci: Meu pai era do rockabilly, ent\u00e3o ouvi muito som americano primeiro. Por\u00e9m, minha m\u00e3e e a Mirella, minha esposa, me trouxeram muitas coisas de som do Brasil dos anos 60. Depois de um pouco mais velho, comecei a ouvir Mutantes, Gil&#8230; Sou fan\u00e1tico por Jorge Ben hoje em dia, Raul Seixas&#8230; Minha cabe\u00e7a demorou um pouco para absorver, at\u00e9 os 13 anos s\u00f3 ouvia m\u00fasica em ingl\u00eas, e quando eu vou compor as frases saem todas em ingl\u00eas. A Sayuri comp\u00f5e mais em portugu\u00eas, e a gente come\u00e7ou a tentar puxar as coisas que a gente gosta para fazer mais coisas em portugu\u00eas. Mas admito que para mim \u00e9 muito mais f\u00e1cil rimar palavras em ingl\u00eas e elas ficarem legais do que ter o mesmo resultado em portugu\u00eas. Para voc\u00ea cantar em portugu\u00eas, voc\u00ea tem que ser muito bom. Os caras do Brasil que fazem letras em portugu\u00eas s\u00e3o legais, eu os admiro muito porque tem que ser poeta pra fazer uma letra que soe e bem e que tenha conte\u00fado. Por isso que acho Jorge Ben, Raul Seixas, esses caras do samba&#8230; s\u00e3o todos muito bons!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Nos prim\u00f3rdios, o rock brasileiro em portugu\u00eas era quase a tradu\u00e7\u00e3o das letras de fora. Voc\u00ea falou do Raul Seixas, e ele realmente foi um dos pioneiros que n\u00e3o s\u00f3 trouxe a l\u00edrica, mas a sonoridade do rock para o Brasil. Ele ia para o bai\u00e3o, para a percuss\u00e3o de candombl\u00e9, e foi essencial para ajudar a forjar uma identidade mais brasileira para o rock daqui.<\/strong><br \/>\nJeff: Pois \u00e9, ele deu o jeito dele. Eu acho que ele foi mesmo o primeiro cara a fazer rock\u2019n\u2019roll brasileiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vinci: Meu pai ouvia bastante uns sons em portugu\u00eas, meu av\u00f4 amava Raul. Mas essas tradu\u00e7\u00f5es que voc\u00ea falou&#8230; N\u00e3o querendo falar mal, mas eu particularmente n\u00e3o gostava tanto assim, achava meio bobas, me davam vergonha alheia. Eu n\u00e3o gostava mesmo. A\u00ed fui ouvir Raul e vi que o cara era genial. Ele misturou ocultismo, as coisas do Brasil, o rock&#8230; Ele mostrou que d\u00e1 para fazer rock bom em portugu\u00eas, sim, s\u00f3 que tem que ser muito mestre pra fazer isso de modo a tocar o cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Para 2024, o que est\u00e1 previsto pra banda?<\/strong><br \/>\nSayuri: A gente est\u00e1 planejando gravar mais cinco m\u00fasicas para fechar um EP. Estamos conversando com o pessoal da Monstro para ver se de repente n\u00e3o vira um vinilzinho. Tem shows marcados pelo interior de S\u00e3o Paulo em junho e julho&#8230; Mas a agenda est\u00e1 aberta! Quem quiser chamar, estamos aceitando o convite! (risos) Adoramos festivais, adoramos viajar para tocar, a ideia \u00e9 bem essa de divulgar nosso sonho em lugares diferentes. S\u00e3o Paulo \u00e9 um nicho que, apesar de ser carro-forte, j\u00e1 est\u00e1 muito explorado. Esse tipo de som que fazemos, n\u00e3o sei se a galera enjoou ou se n\u00e3o valoriza. Mas, por exemplo, vir aqui pra Goi\u00e2nia d\u00e1 muito mais tes\u00e3o. A ideia \u00e9 expandir os lugares onde a gente toca, e gravar coisa nova em portugu\u00eas. E logo mais ter um lan\u00e7amento f\u00edsico pra voc\u00eas.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Lonely Dog\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/pn4LGZA9J4g?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"First Time You Looked at Me\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/7nkQQQJDgck?list=OLAK5uy_mWqB2smA2lxdcqbpD1BvmgHaupGLN0QFg\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em>\u2013 Leonardo Vinhas (<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@leovinhas<\/a>) \u00e9 produtor e assina a se\u00e7\u00e3o Conex\u00e3o Latina (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/05\/03\/tag\/conexao_latina\/\">aqui<\/a>) no Scream &amp; Yell.\u00a0<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#8220;Falhei nessa miss\u00e3o de fazer um trio de rockabilly cl\u00e1ssico, porque a gente n\u00e3o conseguiu ser t\u00e3o comportadinho, de tocar redondo, fazer o cover direitinho, mas felizmente est\u00e1 dando certo (risos)&#8221;, diz Vinci\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2024\/05\/06\/entrevista-conheca-los-clandestinos-trio-das-boas-surpresas-do-goiania-noise-2024\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":6,"featured_media":81472,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[289,7139],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/81471"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=81471"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/81471\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":81473,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/81471\/revisions\/81473"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/81472"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=81471"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=81471"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=81471"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}