{"id":80923,"date":"2024-04-13T03:20:24","date_gmt":"2024-04-13T06:20:24","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=80923"},"modified":"2024-05-13T00:16:13","modified_gmt":"2024-05-13T03:16:13","slug":"wild-mood-swings-o-mais-criticado-e-incompreendido-trabalho-do-the-cure","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2024\/04\/13\/wild-mood-swings-o-mais-criticado-e-incompreendido-trabalho-do-the-cure\/","title":{"rendered":"\u201cWild Mood Swings\u201d, o mais criticado e incompreendido trabalho do The Cure"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>texto de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/profile.php?id=100016802896941\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Luciano Ferreira<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s o sucesso de \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2022\/06\/14\/esse-voce-precisa-ouvir-disintegration-o-apice-do-the-cure\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Disintegration<\/a>\u201d (1989) e \u201cWish\u201d (1992), dois \u00e1lbuns de can\u00e7\u00f5es densas, com longos momentos instrumentais, e que venderam muito (juntos eles bateram na marca dos 8 milh\u00f5es de c\u00f3pias vendidas no mundo todo), Robert Smith resolveu mudar o enfoque em seu (atrasado) d\u00e9cimo \u00e1lbum de carreira, \u201cWild Mood Swings\u201d (1996), lan\u00e7ado em plena efervesc\u00eancia do britpop.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No per\u00edodo p\u00f3s-\u201cWish\u201d que antecedeu \u201cWild Mood Swings\u201d, a banda emplacou a faixa &#8220;Burn&#8221; na trilha do filme \u201cO Corvo\u201d (1994), mas perdeu dois membros importantes da forma\u00e7\u00e3o que produziu uma sequ\u00eancia de quatro grandes \u00e1lbuns: o guitarrista Porl Thompson e o baterista Boris Williams. Por outro lado, o tecladista Roger O&#8217;Donnell retornou ao grupo assim como Simon Gallup, que havia se afastado por problemas de sa\u00fade, foi reintegrado.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-80926\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/curewood3.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/curewood3.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/curewood3-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A ent\u00e3o forma\u00e7\u00e3o dos sonhos de Robert Smith, que desde \u201cThe Head On The Door\u201d (1986) marcou um per\u00edodo frut\u00edfero e feliz internamente para o grupo, come\u00e7ara a se desfazer. Embora Smith tenha comentado em entrevistas que essas mudan\u00e7as deram novos ares para o grupo, elas tiveram impactos decisivos e n\u00e3o muito positivos na sonoridade de \u201cWild Mood Swings\u201d. Apesar de tudo, o l\u00edder do Cure estava feliz, mesmo ap\u00f3s uma arrastada batalha judicial promovida pelo ex-integrante e fundador Lol Tolhurst, que deixou a banda logo ap\u00f3s \u201cDisintegration\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dessa forma, o Cure que deu in\u00edcio \u00e0s grava\u00e7\u00f5es de \u201cWild Mood Swings\u201d em 1995 era formado por Robert Smith (guitarra, Fender Bass VI \u2013 um instrumento hibrido entre guitarra e baixo que \u00e9 uma das marcas do som do Cure \u2013 e vocais), Simon Gallup (baixo), Perry Bamonte (guitarra, Fender Bass VI e teclados) e Roger O&#8217;Donnell (teclados) com Jason Cooper assumindo a bateria em nove das quatorze faixas (Mark Price tocou em outras tr\u00eas, incluindo o single \u201cMint Car\u201d, e Louis Pavlou e Ronald Austin tocaram, cada um, em uma can\u00e7\u00e3o do \u00e1lbum) e fixando-se como membro oficial desde ent\u00e3o (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/12\/05\/primavera-sound-sp-the-cure-lava-a-alma-dos-fas-em-fim-de-semana-de-grandes-shows\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">incluindo o show do Primavera Sound S\u00e3o Paulo, em 202<\/a>3). A produ\u00e7\u00e3o ficou dividida entre Smith e Steve Lyon, inicialmente contratado para ser engenheiro de som por conta de seu trabalho com o Depeche Mode.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-80925\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/curewood2.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"922\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/curewood2.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/curewood2-244x300.jpg 244w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O t\u00edtulo escolhido para o disco \u2013 &#8220;mudan\u00e7as bruscas de humor&#8221; \u2013 ilustra o momento mais radiante do l\u00edder do Cure. E \u00e9 essa mudan\u00e7a de humor que se destaca tanto no conjunto de can\u00e7\u00f5es do disco<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/04\/23\/discografia-comentada-the-cure\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> quanto comparado \u00e0 discografia pregressa<\/a>. Ao inv\u00e9s de um trabalho monol\u00edtico e sombrio, centrado em temas que se conectam l\u00edrica e musicalmente, h\u00e1 aqui um conjunto de can\u00e7\u00f5es com temas e musicalidade diversificada, que se conectam com as fases mais &#8220;tolas&#8221; e at\u00e9 brincalhonas do Cure, e que rendeu can\u00e7\u00f5es como &#8220;Let&#8217;s Go to Bed&#8221;, &#8220;The Walk&#8221; e &#8220;The Lovecats&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cWild Mood Swings\u201d \u00e9 um \u00e1lbum t\u00e3o multifacetado quanto &#8220;<a href=\"https:\/\/www.screamyell.com.br\/blog\/2013\/04\/10\/download-bizz-especial-the-cure-1987\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Kiss Me Kiss Me Kiss Me<\/a>&#8221; (1987). O grupo aposta na diversidade estil\u00edstica se permitindo adicionar elementos que v\u00e3o um tanto mais al\u00e9m do funk e do pop descompromissado adicionando ritmos latinos e optando por arranjos mais diretos e de clima mais ensolarado \u2013 ainda que as grava\u00e7\u00f5es contassem com o acompanhamento de um grupo de arranjo de cordas (viola, violino e cello) e outro de metais (trompete, saxofone e trombone).<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-80924\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/curewood1.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"750\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/curewood1.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/curewood1-300x300.jpg 300w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/curewood1-150x150.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essas can\u00e7\u00f5es de um Cure mais colorido e menos sisudo se mesclam a outras com um pouco mais de densidade instrumental, sendo que as do segundo grupo est\u00e3o entre os melhores momentos do \u00e1lbum: &#8220;Want&#8221;, &#8220;Jupiter Crash&#8221;, &#8220;Numb&#8221;, &#8220;Trap&#8221;, a pungente &#8220;This is a Lie&#8221;, a tristonha &#8220;Treasure&#8221; (que soa como uma sobra do lado mais ac\u00fastico de Disintegration) e, ainda, a melanc\u00f3lica &#8220;Bare&#8221;, uma m\u00fasica ao melhor estilo de \u201cWish\u201d, que encerra o \u00e1lbum. Parte da\u00ed a sensa\u00e7\u00e3o de um trabalho desconjuntado, que atira para diversas dire\u00e7\u00f5es, quando colocadas enfileiradas com algumas das can\u00e7\u00f5es que ser\u00e3o citadas adiante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enquanto &#8220;Kiss Me&#8221; foi um \u00e1lbum de transi\u00e7\u00e3o, com muitos pontos de liga\u00e7\u00e3o com o tamb\u00e9m multifacetado disco antecessor, \u201cThe Head on The Door\u201d, \u201cWild Mood Swings\u201d se insere numa sequ\u00eancia discogr\u00e1fica para a qual muitos n\u00e3o estavam preparados para uma mudan\u00e7a t\u00e3o brusca. E, verdade seja dita, embora entregue alguns bons momentos, carece de uma faixa realmente marcante, algo que ajudou a impulsionar v\u00e1rios \u00e1lbuns anteriores da banda, como &#8220;Friday I&#8217;m In Love&#8221; em \u201cWish\u201d.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"The Cure - The 13th (Top of The Pops 02.05.1996)\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/qdKeRn1-QvU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tudo isso explica muito da maneira como o \u00e1lbum foi recebido e a escolha obstinada de Smith por &#8220;The 13th&#8221; como primeiro single n\u00e3o ajudou na divulga\u00e7\u00e3o. Apesar de boa coloca\u00e7\u00e3o em alguns pa\u00edses, n\u00e3o foi suficiente para impulsionar o \u00e1lbum. Os metais ao estilo marichi e climas caribenhos que remetem a salsa apresentam uma outra banda. O Cure at\u00e9 j\u00e1 tinha feito algo semelhante l\u00e1 atr\u00e1s, mas em 1996 essa abordagem n\u00e3o &#8220;combinava&#8221; com o paradigma criado nos multiplatinados trabalhos anteriores, e mais ainda devido \u00e0s expectativas criadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Robert Smith se defendeu dizendo que n\u00e3o era t\u00e3o bom em escrever can\u00e7\u00f5es alegres, mas h\u00e1 ainda no \u00e1lbum mais n\u00fameros de pop leve e descompromissado al\u00e9m &#8220;The 13th&#8221;: &#8220;Strange Attraction&#8221;, &#8220;Round &amp; Round &amp; Round&#8221;, &#8220;Gone!&#8221;, &#8220;Return&#8221; exibem uma vibe diferente. H\u00e1 at\u00e9 um Smith ir\u00f4nico em &#8220;Club America&#8221;, onde canta, pela primeira vez, com uma imposta\u00e7\u00e3o mais grave que o natural e que foi composta ap\u00f3s uma experi\u00eancia que teve em uma noitada por boates novaiorquinas com o pessoal do Depeche Mode.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na apaixonadamente alegre &#8220;Mint Car&#8221; (segundo single do \u00e1lbum), que compartilha muito de &#8220;Friday I&#8217;m In Love&#8221;, Smith quer deixar clara a maneira que se sente: &#8220;O sol nasceu, estou t\u00e3o feliz que poderia gritar!\/ E n\u00e3o h\u00e1 outro lugar no mundo onde eu preferiria estar \/ Do que aqui com voc\u00ea, \u00e9 perfeito, \u00e9 tudo que eu sempre quis&#8221;. \u00c9 uma pop song ao estilo The Cure que poderia ter se tornado um hit, mas que n\u00e3o emplacou. Por outro lado, na abertura com a densa &#8220;Want&#8221;, o vocalista expressa a sensa\u00e7\u00e3o de que tudo parece ao seu alcance em contraste com a fugacidade da exist\u00eancia.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"The Cure - Mint Car\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Q7F9LhuMsrQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 alguns outros pontos que devem ser levados em considera\u00e7\u00e3o ao se analisar \u201cWild Mood Swings\u201d: devido a pressa para o lan\u00e7amento, por conta dos atrasos, Smith (a contragosto de Lyon) optou por distribuir a mixagem entre diversos nomes, incluindo os requisitados Alan Moulder e Mike &#8216;Spike&#8217; Drake. A falta de um baterista fixo \u00e9 outro elemento que desfavorece o resultado final do \u00e1lbum. E n\u00e3o h\u00e1 como deixar de notar a perda de \u00eanfase das linhas de baixo de Gallup, elemento marcante nos arranjos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cWild Mood Swings\u201d \u00e9, ainda, um \u00e1lbum longo, com quatorze faixas e mais de uma hora de dura\u00e7\u00e3o. Mas o que amplifica a sensa\u00e7\u00e3o de sua extens\u00e3o em si n\u00e3o \u00e9 nem tanto o tempo de dura\u00e7\u00e3o, mas a falta de uniformidade que permeia o trabalho da primeira \u00e0 \u00faltima faixa. N\u00e3o seria de todo estranho pensar que poderia ter sido quebrado em dois EP&#8217;s de &#8220;moods&#8221; diferentes, cada um com oito faixas. Mas mais interessante seria (quem sabe?) se pegassem os lados B&#8217;s dos singles: &#8220;It Used To Be Me&#8221;, &#8220;Ocean&#8221;, &#8220;Adonais&#8221;, &#8220;Home&#8221;, &#8220;Waiting&#8221; e &#8220;A Pink Dream&#8221; (todos lan\u00e7ados no imperd\u00edvel box \u201cJoin the Dots\u201d) poderiam compor um \u00e1lbum e um EP.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo Smith, a gravadora, na verdade, nunca sabia muito o que fazer com seus \u00e1lbuns, como vend\u00ea-los ao p\u00fablico. Com \u201cWild Mood Swings\u201d parece n\u00e3o ter sido diferente, embora a decis\u00e3o final do que entraria ou n\u00e3o no disco tenha sido certamente do l\u00edder da banda, j\u00e1 que em determinado ponto da carreira ele decidiu que tomaria as r\u00e9deas em rela\u00e7\u00e3o aos \u00e1lbuns. Se at\u00e9 ent\u00e3o suas escolhas mostraram-se acertadas, aqui as coisas n\u00e3o funcionaram como o esperado, a &#8220;mudan\u00e7a brusca de humor&#8221; causou estranheza e repercutiu na recep\u00e7\u00e3o do disco, nas vendagens e na posi\u00e7\u00e3o nas paradas. Somado a isso, a predomin\u00e2ncia do britpop no Reino Unido e boa parte da Europa teve certo peso em como o disco foi recepcionado por p\u00fablico e cr\u00edtica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resultado: o Robert feliz que disse ter percebido que tudo parecia poss\u00edvel p\u00f3s-\u201cDisintegraton\u201d sairia decepcionado com a recep\u00e7\u00e3o e repercuss\u00e3o ao novo trabalho, e mais uma vez voltaria a colocar em xeque a continuidade da banda. A &#8220;volta por cima&#8221; viria alguns anos depois, com uma produ\u00e7\u00e3o mais simplificada e o retorno aos ambientes densos de outrora, no sufocante \u201cBloodflowers\u201d (2000). Mas isso \u00e9 um outro cap\u00edtulo&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/12\/22\/the-cure-e-os-40-anos-de-japanese-whispers\/\"><em>Leia tamb\u00e9m: The Cure e os 40 Anos de \u201cJapanese Whispers\u201d<\/em><\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/04\/02\/mojo-book-055-wild-mood-swings-do-cure-por-fabio-fernandes\/\"><em>Mojo Book 055: \u201cWild Mood Swings\u201d, do Cure, por F\u00e1bio Fernandes<\/em><\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/08\/20\/mojo-book-075-galore-do-the-cure-por-paula-schutze\/\"><em>Mojo Book 075: \u201cGalore\u201d, do The Cure, por Paula Sch\u00fctze<\/em><\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2022\/06\/26\/mojo-book-comix-003-like-cockatoos-do-the-cure-por-fabio-cobiaco\/\"><em>Mojo Book Comix 003: \u201cLike Cockatoos\u201d, do The Cure, por F\u00e1bio Cobiaco<\/em><\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2022\/11\/29\/a-capa-do-disco-three-imaginary-boys-e-a-tentativa-de-acentuar-as-raizes-suburbunas-do-the-cure\/\"><em>A Capa do Disco: \u201cThree Imaginary Boys\u201d<\/em><\/a><br \/>\n<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2022\/06\/14\/esse-voce-precisa-ouvir-disintegration-o-apice-do-the-cure\/\"><em>Esse voc\u00ea precisa ouvir: \u201cDisintegration\u201d, o \u00e1pice do The Cure<\/em><\/a><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Wild Mood Swings\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/videoseries?list=OLAK5uy_lRyWrtoC8XNpu1_6ZEsWgoxcXgVcShodc\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>\u2013<em>\u00a0Luciano Ferreira \u00e9 editor e redator na empresa\u00a0<a href=\"https:\/\/www.urgesite.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Urge : A Arte nos conforta<\/a>\u00a0e colabora com o Scream &amp; Yell.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O Robert Smith feliz que disse ter percebido que tudo parecia poss\u00edvel p\u00f3s-\u201cDisintegraton\u201d sairia decepcionado com a recep\u00e7\u00e3o e repercuss\u00e3o \u00e0 \u201cWild Mood Swings\u201d\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2024\/04\/13\/wild-mood-swings-o-mais-criticado-e-incompreendido-trabalho-do-the-cure\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":91,"featured_media":80927,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[2580],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/80923"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/91"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=80923"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/80923\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":80930,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/80923\/revisions\/80930"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/80927"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=80923"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=80923"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=80923"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}