{"id":80131,"date":"2024-02-29T14:05:49","date_gmt":"2024-02-29T17:05:49","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=80131"},"modified":"2024-04-08T17:34:47","modified_gmt":"2024-04-08T20:34:47","slug":"critica-com-pobres-criaturas-emma-stone-brilha-ao-renovar-parceria-com-yorgos-lanthimos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2024\/02\/29\/critica-com-pobres-criaturas-emma-stone-brilha-ao-renovar-parceria-com-yorgos-lanthimos\/","title":{"rendered":"Cr\u00edtica: Em &#8220;Pobres Criaturas&#8221;, Emma Stone brilha ao renovar parceria com o diretor Yorgos Lanthimos"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>texto de&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/PeliculaVirtual\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Jo\u00e3o Paulo Barreto<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando a brit\u00e2nica Mary Shelley escreveu seu cl\u00e1ssico \u201cFrankenstein\u201d h\u00e1 duzentos anos, foram poucos os leitores que entenderam a crucial cr\u00edtica contida na abordagem que seu texto trazia sobre a condi\u00e7\u00e3o humana perante as imposi\u00e7\u00f5es da sociedade em comportamentos e no moldar do ser humano diante de sua incapacidade de se ver como parte da mesma. Popularizado pelo cinema em diversas obras, o mito da criatura trazida \u00e0 vida pelo Dr. Frankenstein ganhou contornos mais espec\u00edficos, traduzindo para um p\u00fablico mais amplo a reflex\u00e3o que os escritos de Shelley buscava trazer \u00e0 tona. Em uma das mais eficientes adapta\u00e7\u00f5es, \u201cFrankenstein de Mary Shelley\u201d (1994), Kenneth Branagh foi um dos que melhor souberam concretizar em imagens na tela tais aspectos citados, bem como acrescentar as eficientes rimas visuais que t\u00e3o bem representam os caminhos simb\u00f3licos de vida e morte que a obra escrita em 1818 trouxe.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cPobres Criaturas\u201d (\u201cPoor Things\u201d, 2023), novo filme do inventivo diretor grego Yorgos Lanthimos, n\u00e3o \u00e9 uma adapta\u00e7\u00e3o da obra de Mary Shelley, obviamente. No entanto, carrega muito da reflex\u00e3o que a visita ao livro secular, bem como \u00e0s suas v\u00e1rias adapta\u00e7\u00f5es, traz. Na verdade, \u201cPobres Criaturas\u201d \u00e9 baseado no livro que o (j\u00e1 falecido) escritor escoc\u00eas Alasdair Gray lan\u00e7ou em 1992. Mas, com sua experimenta\u00e7\u00e3o de um tema semelhante, no caso, o moldar de um ser humano revivido de modo cient\u00edfico e artificial, sua crescente adapta\u00e7\u00e3o ao mundo que o cerca, juntamente ao choque diante da percep\u00e7\u00e3o de que aquele universo n\u00e3o visa sua prote\u00e7\u00e3o, mas, sim, sua derrocada e ele ter\u00e1 que, mesmo inconscientemente a princ\u00edpio, lutar para se manter vivo, pensar em Mary Shelley se torna inevit\u00e1vel.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-80133\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/pobrescriaturas4.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"556\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/pobrescriaturas4.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/pobrescriaturas4-300x222.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No entanto, \u00e9 importante frisar que tal compara\u00e7\u00e3o n\u00e3o reduz a riqueza da adapta\u00e7\u00e3o escrita por Tony McNamara para a obra de Alasdair Gray. O roteirista, inclusive, repete aqui a parceria iniciada com Lanthimos em \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2019\/01\/25\/tres-filmes-infiltrado-na-klan-green-book-e-a-favorita\/\">A Favorita<\/a>\u201d (2018), que, por sinal, possui os ecos de dire\u00e7\u00e3o que se desenhavam nas marcas expressionistas do cineasta grego. Em \u201cPobres Criaturas\u201d, Yorgos, ao lidar com o fant\u00e1stico e com o bizarro, as mesmas marcas se tornam, convenhamos, bem mais confort\u00e1veis, melhor aplicadas e de acordo com sua proposta de trabalho do que no longa anterior. Assim, o cont\u00ednuo uso de lentes grandes angulares (tamb\u00e9m conhecidas como &#8220;olho de peixe&#8221;) no sentido de transformar e deformar o exc\u00eantrico universo da Londres vitoriana onde se passa sua trama, juntamente ao ambiente distorcido e repleto das pobres criaturas do t\u00edtulo e que habitam o laborat\u00f3rio do Dr. Godwin Baxter (Willem Dafoe), acabam por se justificar de maneira bem mais natural. \u00c9 claro que seu metaf\u00f3rico t\u00edtulo vai encontrar peso n\u00e3o somente na obviedade bestial dos experimentos de Baxter, mas, tamb\u00e9m, nas pobres criaturas humanas e &#8220;normais&#8221; a vagar por aquele mesmo universo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na hist\u00f3ria de Bella Baxter (Emma Stone), crian\u00e7a em um corpo adulto que come\u00e7a a ter suas experimenta\u00e7\u00f5es gradativas da vida a partir da cria\u00e7\u00e3o do Dr. Godwin, seu pai adotivo (no caso, o citado m\u00e9dico, cientista e inventor), as refer\u00eancias a \u201cFrankenstein\u201d se fazem presentes. Assim, o filme cria na figura de Bella um molde para o ser humano como ess\u00eancia, algu\u00e9m que, em certa idade inicial, comumente descobre e se encanta com as possibilidades de prazer oriundas do seu pr\u00f3prio corpo f\u00edsico. Algu\u00e9m que, tamb\u00e9m, evolui no dom\u00ednio de suas fun\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas e motoras de maneira gradativa, criando uma rima visual eficiente na compara\u00e7\u00e3o da protagonista em seu crescimento durante a trama. Mas, para al\u00e9m dos aspectos f\u00edsicos, \u00e9 no desabrochar mental de Bella que reside o modo como \u201cPobres Criaturas\u201d d\u00e1 \u00e0 audi\u00eancia a principal an\u00e1lise de sua protagonista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, al\u00e9m dos prazeres do sexo e da gula, juntamente \u00e0s an\u00e1lises niilistas de um mundo no qual n\u00e3o se pode ter qualquer f\u00e9 otimista, a menina conhece os aspectos da sociedade ao perceber a no\u00e7\u00e3o injusta do capitalismo, a perda da pureza de pensamento e a decep\u00e7\u00e3o diante da mal\u00edcia da desonestidade. Emma Stone brilha ao captar a ess\u00eancia de experimenta\u00e7\u00e3o de seu personagem, colocando-a, inicialmente, em um estado de surpresa e encantamento para, enfim, alcan\u00e7ar a maturidade e, junto com ela, a descren\u00e7a, o cinismo e a sagacidade da autoprote\u00e7\u00e3o. Prote\u00e7\u00e3o essa que, em sua g\u00eanese de vida, adv\u00e9m de &#8220;deus&#8221;, ou, pelo menos, o &#8220;deus criador&#8221; que Bella conhece representado por Godwin, cujo nome \u00e9 daquelas ironias cortantes no texto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em sua presen\u00e7a, &#8220;God&#8221; norteia os \u00edmpetos infantis de Bella como um pai a educar seu rebento. Quando ele percebe a maturidade das descobertas a invadir de vez a personalidade de sua filha, cede aos seus desejos de partir e n\u00e3o imp\u00f5e uma autoridade que sabe que se tornar\u00e1 belicosa. Filho \u00e9 para o mundo, j\u00e1 diz a m\u00e1xima. E naquela experi\u00eancia de ir embora, Bella d\u00e1 mais um passo em sua evolu\u00e7\u00e3o inconsciente, mas que, logo, se tornar\u00e1 sua linha de caminho.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-80132\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/afavorita3.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/afavorita3.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/afavorita3-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Willem Dafoe segue na escolha de seus personagens para o cinema de forma concreta, encontrado no deformado m\u00e9dico e cientista criador de Bella uma constru\u00e7\u00e3o que impressiona para al\u00e9m de sua apar\u00eancia grotesca. E o grotesco de seu rosto se torna uma prolonga\u00e7\u00e3o da mesma ambienta\u00e7\u00e3o grotesca que Lanthimos, junto \u00e0 dire\u00e7\u00e3o de fotografia de Robbie Ryan (tamb\u00e9m de \u201cA Favorita\u201d) e ao design de set, cria diante \u00e0quela ambienta\u00e7\u00e3o fabulesca, prima por captar. Aqui, o equil\u00edbrio do ambiente bizarro e mutante de seu cen\u00e1rio, ecoa pelas personalidades exc\u00eantricas de seus personagens centrais. E Bella se torna aquela a entender o seu entorno e, em sua evolu\u00e7\u00e3o intelectual, capta a maneira urgente de se sobressair daquelas adversidades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No encontro de sua sapi\u00eancia, que surge de modo avassalador acompanhada da mal\u00edcia necess\u00e1ria para captar do que se trata a vida, Bella compreende o mundo por traumas e prazeres. Suas decep\u00e7\u00f5es s\u00e3o as mesmas de v\u00e1rias pessoas no nosso mundo real. Sua busca por evolu\u00e7\u00e3o, idem. Quem s\u00e3o as \u201cPobres Criaturas\u201d do t\u00edtulo se n\u00e3o os membros da pr\u00f3pria humanidade?<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2024\/02\/01\/critica-pobres-criaturas-de-yorgos-lanthimos-encanta-em-sua-criatividade-inventividade-e-estranheza\/\"><em>Leia tamb\u00e9m: \u201cPobres Criaturas\u201d encanta em sua criatividade, inventividade e estranheza, por Renan Guerra<\/em><\/a><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Pobres Criaturas | Trailer Oficial 2\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/wb0Q1hTwgo4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Pobres Criaturas | Trailer Oficial\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/9DEOJkmZLd8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u2013&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/profile.php?id=100009655066720\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Jo\u00e3o Paulo Barreto&nbsp;<\/a>\u00e9 jornalista, cr\u00edtico de cinema e curador do&nbsp;<a href=\"http:\/\/coisadecinema.com.br\/xiii-panorama\/apresentacao\/panorama-2017\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema<\/a>. Membro da Abraccine, colabora para o Jornal A Tarde e assina o blog&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/PeliculaVirtual\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Pel\u00edcula Virtual<\/a><\/em><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-group is-layout-constrained\"><div class=\"wp-block-group__inner-container\">\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>OSCAR 2024. 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