{"id":7915,"date":"2011-02-06T09:33:12","date_gmt":"2011-02-06T11:33:12","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=7915"},"modified":"2023-03-29T01:26:10","modified_gmt":"2023-03-29T04:26:10","slug":"entrevista-blubell","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2011\/02\/06\/entrevista-blubell\/","title":{"rendered":"Entrevista: Blubell"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-7916\" title=\"blubell1\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/02\/blubell1.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por <a href=\"http:\/\/twitter.com\/RVitral\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ramon Vitral<\/a><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando emplacou uma m\u00fasica na abertura do seriado \u201cAline\u201d, da Rede Globo, a cantora Isabel Garcia ainda n\u00e3o tinha CD gravado para vender. Antes Bluebell, Isabel perdeu o \u201ce\u201d do nome art\u00edstico ao mudar de gravadora: n\u00e3o p\u00f4de levar o pseud\u00f4nimo para a nova casa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hoje Blubell, a tamb\u00e9m compositora batizou seu segundo \u00e1lbum como \u201cEu Sou do Tempo que a Gente se Telefonava\u201d, mas grava todas suas m\u00fasicas em casa, com um programa da Apple. A artista paulista tem consci\u00eancia do contexto fonogr\u00e1fico turbulento no qual emerge e sabe de sua condi\u00e7\u00e3o como fruto do meio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ano come\u00e7a promissor para Blubell. A estreia da segunda temporada de \u201cAline\u201d, baseada nos quadrinhos de Ad\u00e3o Iturrusgarai, traz novamente sua m\u00fasica \u201cChalala\u201d na abertura. Enquanto na primeira temporada, em 2008, Blubell encaminhava a can\u00e7\u00e3o em formato MP3 para r\u00e1dios, dessa vez poder\u00e1 enviar um \u00e1lbum novo com 12 faixas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A exposi\u00e7\u00e3o no canal televisivo de maior audi\u00eancia do Brasil vem associada a uma bagagem adquirida entre os cinco anos que separam seu primeiro CD do segundo. Ao mudar de gravadora e ter seu pseud\u00f4nimo reivindicado por seus antigos empres\u00e1rios, Blubell acatou uma sugest\u00e3o de Arnaldo Antunes e aportuguesou o nome, tirando o \u201ce\u201d. Uma sacada criativa coerente para um mercado no qual, segundo ela, \u201c\u00e9 preciso bater escanteio e ir pra \u00e1rea cabecear para o gol\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Blubell recebeu o Scream &amp; Yell para um bate-papo em sua casa e conversou sobre a produ\u00e7\u00e3o do novo trabalho e suas estrat\u00e9gias para divulgar o \u00e1lbum com o quinteto de jazz \u00c0 Deriva.  Aos 33 anos, est\u00e1 no Facebook (<a href=\"http:\/\/pt-br.facebook.com\/blubell\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">facebook.com\/blubell<\/a>), Twitter (<a href=\"http:\/\/twitter.com\/lablubell\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/twitter.com\/lablubell<\/a>) e MySpace (<a href=\"http:\/\/www.myspace.com\/blubellspace\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/www.myspace.com\/blubellspace<\/a>).<\/p>\n<p>\u201c\u00c9&#8230;\u201d, ela pondera, \u201dEu sou do tempo que a gente se telefonava, pero no mucho\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O que aconteceu entre os cinco anos que separaram o primeiro \u00e1lbum (\u201cSlow Motion Ballet\u201d) do segundo?<\/strong><br \/>\nVenho tentando gravar esse segundo disco desde 2008. Procurei alguns produtores e at\u00e9 comecei alguns trabalhos, que n\u00e3o foram pra frente por diversas raz\u00f5es. Passei seis meses no Rio. Quando voltei resolvi chamar o quarteto \u00c0 Deriva, agora quinteto, para tocar comigo. A gente j\u00e1 fazia um trabalho de jazz antes. Quando chamei esses caras pra tocar as minhas m\u00fasicas, come\u00e7ou a dar super certo e veio o convite da gravadora. Durante esse per\u00edodo, uma dessas associa\u00e7\u00f5es com outros produtores resultou na \u201cChalala\u201d, da \u201cAline\u201d. O produtor \u00e9 o Emerson Villani (Patife Band, Funk Como Le Gusta, Tit\u00e3s) e a nossa ideia inicial era gravar um disco. Ele estava fazendo a trilha da s\u00e9rie junto com o Branco Mello, e perguntou se podia mostrar a m\u00fasica para a Globo. \u201cH\u00e3&#8230;deixa eu pensar\u201d (risos). Eles gostaram e ele disse que achava que iria entrar e tal. Quando fui ver era a abertura!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea tinha uma m\u00fasica como trilha da abertura de uma s\u00e9rie do canal de televis\u00e3o de maior audi\u00eancia no Brasil, mas n\u00e3o tinha um \u00e1lbum para vender.<\/strong><br \/>\nFinanceiramente foi legal, a Globo paga direitinho. Mas na primeira temporada, em 2009, eu n\u00e3o tinha um disco. Tinha r\u00e1dio que me ligava pedindo e eu perguntava se podia mandar em formato de MP3 (risos). N\u00e3o consegui aproveitar porque n\u00e3o tinha o CD na m\u00e3o. S\u00f3 tinha o primeiro trabalho, de 2006, que eu n\u00e3o queria divulgar, queria fazer alguma coisa nova. Mas foi uma loucura, minha p\u00e1gina no MySpace teve mais de mil acessos por dia, rolou m\u00eddia espont\u00e2nea, mas eu n\u00e3o tinha assessoria de imprensa na \u00e9poca e n\u00e3o deu pra aproveitar. Agora, vamos ver o que acontece. Tem o clipe que a gente fez, com a vers\u00e3o nova da m\u00fasica. No disco tem ela em duas vers\u00f5es, com o quinteto e a original como b\u00f4nus track. O clipe \u00e9 da vers\u00e3o nova. Depois de um tempo descobri que j\u00e1 tem um tr\u00eas videoclipes de f\u00e3s da \u201cChalala\u201d, uns com fotos da \u201cAline\u201d, outros com fotos minhas. Agora tem o clipe oficial. Espero que agora consiga aproveitar essa visibilidade n\u00e9?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E como foi gravar esse clipe?<\/strong><br \/>\nEu j\u00e1 tinha feito um clipe com o Rodrigo Meirelles, da 02 Filmes, com a m\u00fasica de trabalho do primeiro disco. Foi todo roteiro dele e ficou muito legal, acho lindo. Nesse novo fiz o roteiro, mas tamb\u00e9m foi uma coisa mais coletiva. Botei mais a m\u00e3o na massa. Tinha em mente que queria trabalhar com frases, que bloguei ou escrevi. P\u00edlulas confessionais (risos). Tive uma ideia inicial de colocar essas frases de v\u00e1rias formas, numa casa, como im\u00e3 de geladeira, post-it&#8230;  Ent\u00e3o pensamos em fazer cartazes, mais ou menos baseado no v\u00eddeo de \u201cSubterranean Homesick Blues\u201d, do Bob Dylan. Achamos uma loca\u00e7\u00e3o maravilhosa no Parque da \u00c1gua Branca e decidimos que eu soltaria os cartazes em movimento. Chamei uns amigos pra aparecerem no fundo. O Allen Ginsberg aparece atr\u00e1s do Bob Dylan no clipe e chamei um pessoal pra ser meus Allen Ginsbergs (risos). Gravamos num s\u00e1bado \u00e0s 7h da manh\u00e3 e foi pouca gente, s\u00f3 cinco pessoas (risos). Ficou com uma cara meio retr\u00f4.<\/p>\n<p align=\"center\"><object classid=\"clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000\" width=\"605\" height=\"400\" codebase=\"http:\/\/download.macromedia.com\/pub\/shockwave\/cabs\/flash\/swflash.cab#version=6,0,40,0\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/_BKVt4Vj6Sg?fs=1&amp;hl=pt_BR\" \/><embed type=\"application\/x-shockwave-flash\" width=\"605\" height=\"400\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/v\/_BKVt4Vj6Sg?fs=1&amp;hl=pt_BR\"><\/embed><\/object><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Do primeiro disco para esse mudou um pouco o tipo de m\u00fasica que voc\u00ea canta.<\/strong><br \/>\nMudou a sonoridade. O primeiro disco foi feito da seguinte maneira: gravei todas as m\u00fasicas, acho que 10, com voz e viol\u00e3o, e os produtores fizeram o que bem entenderam. Liguei pra eles e falei: \u201co tema \u00e9 livre, vai l\u00e1\u201d (risos). Ficou um disco super variado. Eram dois produtores e uma sonoridade que n\u00e3o era bem a que eu pensava. Ent\u00e3o a diferen\u00e7a de um disco pro outro \u00e9 muito grande, foram dois processos completamente diferentes. Acho que eu j\u00e1 tinha essa verve meio jazz quando fiz o primeiro, mas a coisa n\u00e3o transpareceu muito por causa da produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Dessa vez voc\u00ea se envolveu mais na produ\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nTem algumas m\u00fasicas nesse CD que j\u00e1 compus pensando na banda. A \u201cTriz\u201d (terceira m\u00fasica do \u00e1lbum), por exemplo, pensei em inventar uma linha de baixo e desenvolvi a m\u00fasica em cima disso. J\u00e1 pensando que ia ficar perfeito com eles tocando. Acho que as minhas composi\u00e7\u00f5es acabaram ficando naturalmente mais calminhas porque eu tava numa fase mais \u201ctrintinha\u201d (risos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Falando em \u201cTriz\u201d, sai dela a frase que nomeia o CD. Por qu\u00ea \u201cEu sou do tempo em que a gente se telefonava\u201d?<\/strong><br \/>\nAcho bacana essa frase. \u00c9 um sentimento da minha gera\u00e7\u00e3o. Meio ir\u00f4nico n\u00e9? Tenho Twitter, Facebook, passo mensagem de texto&#8230; Na verdade quando falo essa frase, estou falando de uma rela\u00e7\u00e3o a dist\u00e2ncia, vivo na ponte-a\u00e9rea h\u00e1 quatro anos (risos). Achei que fosse traduzir o disco bem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Gravar e disponibilizar uma m\u00fasica \u00e9 cada vez mais f\u00e1cil e as redes sociais ajudam nesse processo. Voc\u00ea fez uso de v\u00e1rias tecnologias, mas o \u00e1lbum tem uma pegada&#8230;<\/strong><br \/>\nMeio retr\u00f4 n\u00e9? Exatamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong><span>Quais li\u00e7\u00f5es do primeiro disco voc\u00ea utilizou na produ\u00e7\u00e3o desse segundo?<\/span><\/strong><\/span><br \/>\nAprendi e fiz exatamente o contr\u00e1rio. Eu n\u00e3o curti a experi\u00eancia do primeiro CD. N\u00e3o foi legal, eu era jovem e achava que era uma grande oportunidade que eles estavam me dando, um favor que estavam fazendo (risos). Tem at\u00e9 uma m\u00fasica do primeiro disco, que chama \u201cLa Vie En Chose\u201d, que a gente faz at\u00e9 hoje no show e regravamos, mas n\u00e3o usamos no CD. Bati o p\u00e9 pra ela entrar no primeiro disco. Os produtores n\u00e3o queriam. \u201cN\u00e3o. Isso aqui \u00e9 um disco de rock e voc\u00ea n\u00e3o pode ficar fazendo piada!\u201d Ent\u00e3o n\u00e3o foi uma experi\u00eancia muito agrad\u00e1vel. L\u00f3gico que aprendi muito. Aprendi que gravar disco \u00e9 f\u00e1cil, o dif\u00edcil \u00e9 voc\u00ea lan\u00e7ar, conseguir visibilidade e shows. Mas o mais legal dessa vez foi ter conseguido juntar uma banda que gravou o disco e vai fazer o show. Isso d\u00e1 uma unidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/eduardo_gabriel\/5414456043\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-7920 aligncenter\" title=\"blubell3\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/02\/blubell3.jpg\" alt=\"\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O primeiro disco voc\u00ea gravou e entregou pro produtores. Como foi trabalhar com a banda?<\/strong><br \/>\nFiz as m\u00fasicas, as pr\u00e9-produ\u00e7\u00f5es no meu Logic Studios aqui em casa, com instrumentos virtuais, e mostrei para os meninos. A gente escolheu as m\u00fasicas, algumas coisas ficaram para um pr\u00f3ximo. (Ent\u00e3o) fomos pra um s\u00edtio em Ibi\u00fana. L\u00e1 ensaiamos e fizemos os arranjos juntos, em meio a nadadas na represa e partidas de futebol. Faz um churrasco, volta e ensaia mais um pouco (risos) Uma experi\u00eancia que recomendo para toda e qualquer banda e artista. Muito legal! Voltamos pra S\u00e3o Paulo, o Maur\u00edcio Tagliari (da YB Music) deu uma dirigida (ele produz o disco junto comigo), e gravamos todas as bases ao vivo, todo mundo junto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea assina todas as can\u00e7\u00f5es. Gosta de compor?<\/strong><br \/>\nTem m\u00fasica que sai muito r\u00e1pido. Mas a maioria n\u00e3o. Sai a m\u00fasica e a letra leva um tempo trabalhando. No geral \u00e9 quando tenho alguma inspira\u00e7\u00e3o, mas sempre sobre coisas que acontecem comigo. As pessoas me perguntam se sou autobiogr\u00e1fica. Sou. N\u00e3o saberia escrever sobre o Egito, por exemplo. Adoraria saber. No momento n\u00e3o estou escrevendo. Estou trabalhando muito e me sentindo mais uma executiva da m\u00fasica do que uma compositora. Tem fases bastante frut\u00edferas e outras menos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea fez um show de lan\u00e7amento no Sesc Pomp\u00e9ia. J\u00e1 tem uma programa\u00e7\u00e3o com as pr\u00f3ximas apresenta\u00e7\u00f5es?<\/strong><br \/>\nA gente ainda t\u00e1 descobrindo como trabalhar isso. Estou meio que pisando em ovos. Vendo com quem vou trabalhar&#8230; Essa \u00e9 a parte mais dif\u00edcil, tocar bastante. Muitas vezes voc\u00ea acaba tendo de trabalhar sem ganhar nada. Conhe\u00e7o artistas que hoje est\u00e3o super-bombados, mas que para ir pro Rio t\u00eam que se bancar. Enfim, tem que gastar pra fazer show hoje em dia. At\u00e9 ter um retorno demora um pouco. Tem que estar trabalhando com gente que esteja realmente a fim de colocar o neg\u00f3cio pra frente. Tanto a pessoa que vai te vender, quanto os m\u00fasicos que v\u00e3o estar com voc\u00ea. E ningu\u00e9m quer pagar a estadia de uma banda com seis integrantes. Um neg\u00f3cio muito dif\u00edcil. Mas a gente tem que insistir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como foi o show no Sesc?<\/strong><br \/>\nFoi maravilhoso, emocionante. Tive uma lagriminha no olho do come\u00e7o ao fim. Deu muito certo, o p\u00fablico estava super quente. Teatro lotado, aquele lugar \u00e9 super especial n\u00e9? Foi um acontecimento na minha vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>Voc\u00ea falou que j\u00e1 tem algumas m\u00fasicas que ficaram para um terceiro CD. J\u00e1 tem planos para um pr\u00f3ximo trabalho?<\/strong><\/span><br \/>\nTenho m\u00fasicas j\u00e1. Quero continuar com o quinteto e acho que vai ser meio que uma continua\u00e7\u00e3o desse. Mas est\u00e1 muito cedo. Agora vai sair mais cedo. A nova gravadora me d\u00e1 toda liberdade pra fazer o que quero. Me encontrei.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/eduardo_gabriel\/5414463909\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-7921\" title=\"blubell4\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/02\/blubell4.jpg\" alt=\"\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Foto 1: Divulga\u00e7\u00e3o \/ Fotos 2 e 3 por Eduardo Gabriel<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">*******<br \/>\n&#8211; Ramon Vitral (<a href=\"http:\/\/twitter.com\/RVitral\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@RVitral<\/a>) \u00e9 jornalista e assina os blogs <a href=\"http:\/\/odespautado.blogspot.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Despautado<\/a> e <a href=\"http:\/\/rvitral.blogspot.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">RVitral<\/a><br \/>\n&#8211; Eduardo Gabriel \u00e9 fot\u00f3grafo. Veja mais fotos: <a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/eduardo_gabriel\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.flickr.com\/photos\/eduardo_gabriel\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"por Ramon Vitral\nO ano come\u00e7a promissor para Isabel Garcia. 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