{"id":78459,"date":"2023-12-07T00:03:00","date_gmt":"2023-12-07T03:03:00","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=78459"},"modified":"2024-01-15T00:36:36","modified_gmt":"2024-01-15T03:36:36","slug":"entrevista-o-rock-ainda-pode-ser-divertido-subversivo-e-inclusivo-diz-meu-funeral-que-amplia-fronteiras-musicais-com-o-disco-rio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/12\/07\/entrevista-o-rock-ainda-pode-ser-divertido-subversivo-e-inclusivo-diz-meu-funeral-que-amplia-fronteiras-musicais-com-o-disco-rio\/","title":{"rendered":"Entrevista: &#8220;O rock ainda pode ser divertido, subversivo e inclusivo&#8221;, diz Meu Funeral, que amplia fronteiras musicais com o disco &#8220;Rio&#8221;"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\">entrevista por\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/joaopedroramos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Jo\u00e3o Pedro Ramos<\/a><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Qualquer banda que possa gerar uma boa piada com seu nome j\u00e1 tem minha simpatia. Esse foi um dos motivos pelos quais fui ouvir pela primeira vez em 2021 a banda carioca <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/meufuneral\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Meu Funeral<\/a>, que est\u00e1 em turn\u00ea pelo pa\u00eds com seu mais recente \u00e1lbum, &#8220;<a href=\"https:\/\/umusicbrazil.lnk.to\/Album_Rio\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Rio<\/a>&#8220;, lan\u00e7ado em outubro. Com uma mistura de rock, punk rock e hardcore, o grupo de Dan (baixo), Luquita (vocal), Pepe (guitarra) e Pedro Tentilh\u00e3o (bateria) nunca foi de se amarrar com os dois p\u00e9s em apenas um estilo, deixando claro que a mentalidade de que &#8220;s\u00f3 rock presta&#8221; nunca foi muito a praia do quarteto. Recentemente, eles surpreenderam os f\u00e3s com o single &#8220;Essa \u00e9 Pra Transar Chorando&#8221;, onde contaram com a participa\u00e7\u00e3o do renomado sambista Xande de Pilares. Para tirar todo mundo de sua zona de conforto, o disco tamb\u00e9m apresentou o single &#8220;Inimigos do Fim&#8221;, onde botaram o carrancudo Jimmy London, vocalista do Matanza Ritual, para fazer um &#8220;don don don&#8221; de funk carioca.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa inova\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 novidade para o Meu Funeral. Em 2021, eles lan\u00e7aram &#8220;Dan\u00e7ar&#8221;, uma colabora\u00e7\u00e3o com a funkeira Tati Quebra Barraco. A abordagem \u00e1cida e bem-humorada sobre a vida e as cr\u00edticas sociais sempre foi uma marca registrada da banda e as 10 faixas de &#8220;<a href=\"https:\/\/umusicbrazil.lnk.to\/Album_Rio\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Rio<\/a>&#8221; desafiam ainda mais as fronteiras musicais. De funk a pagode, passando por indie e piseiro, o \u00e1lbum \u00e9 um caldeir\u00e3o de g\u00eaneros que reflete a diversidade de influ\u00eancias do grupo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m das j\u00e1 citadas parcerias com Xande de Pilares e Jimmy London, o disco tamb\u00e9m traz os convidados Priscila Tossan, Rodrigo Lima (Dead Fish) e Los Brasileros, produtores do \u00e1lbum e vencedores do Latin GRAMMY. O trabalho foi gravado na Head Media (SP), tendo sido composto na estrada durante as turn\u00eas dos EPs &#8220;Modo Fufu&#8221; (2021) e &#8220;Tropicore Hardcal&#8221; (2022). Do primeiro saiu um dos maiores hits da banda, &#8220;Voc\u00ea N\u00e3o \u00c9 Mais Presidente&#8221;, direcionada ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que acabou se tornando um hino n\u00e3o-oficial para sua n\u00e3o reelei\u00e7\u00e3o, aparecendo em diversos lugares pelas redes sociais sendo tocada enquanto os brasileiros comemoravam. J\u00e1 do segundo, a m\u00fasica que leva o nome da banda, que ganhou um divertido clipe mostrando como seria um funeral alto-astral, com direito a muito \u00e1lcool e som de Ratos de Por\u00e3o e Valesca Popozuda para animar o ambiente f\u00fanebre.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A banda atualmente est\u00e1 no Nordeste com a <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/C0NBzPvJedJ\/?img_index=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Rio Tour<\/a>, que conta com mais de 30 shows por todo o Brasil. \u201cEstamos ensaiando bastante, cuidando de cada arranjo, redistribuindo ou juntando as muitas camadas que gravamos no est\u00fadio. Temos tamb\u00e9m um brinquedinho novo, que \u00e9 uma bateria eletr\u00f4nica onde temos v\u00e1rios segredinhos prontos para explodir no palco\u201d, disse o baterista Pedro. Conversamos um pouco com o vocalista Luquita sobre o novo \u00e1lbum e a carreira da banda:<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Meu Funeral - Chiclete\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Ujak5LZe9gU?list=OLAK5uy_kerQ-0erS6B4TMnvOtyXCcMnciEjdY9vc\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A primeira m\u00fasica do disco fala de algo que eu vejo muito na banda: a habilidade de criar refr\u00f5es chiclete. Isso sempre foi uma preocupa\u00e7\u00e3o para voc\u00eas?<\/strong><br \/>\nEssa m\u00fasica especificamente foi proposital (e demorou alguns MESES pra ela sair), mas de modo geral acaba sendo meio que natural do processo de composi\u00e7\u00e3o, tenho a impress\u00e3o de vir dos sons que costumo ouvir. Ent\u00e3o, de modo geral, n\u00e3o chega a ser algo pensado racionalmente, meio que nasce assim de forma espont\u00e2nea.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como foi a decis\u00e3o de ampliar o caldeir\u00e3o de estilos musicais que voc\u00eas misturam no som da banda?<\/strong><br \/>\nQuando optamos por produzir o \u00e1lbum com Los Brasileros (Pedro Dash, Dan Valbusa e Marcelinho Ferraz), quer\u00edamos explorar da melhor forma poss\u00edvel as misturas com outros estilos. Os caras s\u00e3o refer\u00eancia no Pop e ao mesmo tempo t\u00eam as refer\u00eancias do punk rock. Como as novas composi\u00e7\u00f5es estavam com uma pegada mais diversa, acabou sendo um processo ao mesmo tempo natural e divertido, no sentido de explorar beats e samples de uma forma que nunca t\u00ednhamos feito antes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quais foram as principais influ\u00eancias musicais que voc\u00eas absorveram para criar &#8220;Rio&#8221;?<\/strong><br \/>\n\u00c9 dif\u00edcil definir influ\u00eancias espec\u00edficas do \u00e1lbum, mas consideramos que o fio condutor do projeto \u00e9 o punk rock. Dentro desse universo certamente Turnstile, Machine Gun Kelly e Idles t\u00eam sido uma refer\u00eancia bem importante. Mas as misturas v\u00eam muito do que tem rolado no pop como Kevin O Chris, Ludmilla, Bar\u00f5es da Pisadinha, Anitta, Ol\u00edvia Rodrigo etc. A gente tem visto esses e outros artistas usando elementos do rock em suas m\u00fasicas e quisemos trazer elementos do pop pro rock de uma forma bem direta, talvez \u00e0s vezes at\u00e9 irrespons\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas sempre utilizaram participa\u00e7\u00f5es especiais nos trabalhos da banda, mas em &#8220;Rio&#8221; fizeram um time ainda mais diversificado. Como rolaram as colabora\u00e7\u00f5es?<\/strong><br \/>\n\u00c9 interessante que cada participa\u00e7\u00e3o teve uma hist\u00f3ria. Por exemplo, \u201cEssa \u00e9 Pra Transar Chorando\u201d, j\u00e1 surgiu como uma m\u00fasica \u201cpagod\u00e1vel\u201d. Ent\u00e3o resolvemos chamar algu\u00e9m do pagode e o Xande de Pilares \u00e9 um cara que admiramos h\u00e1 muito tempo, tanto \u00e9 que gravamos uma vers\u00e3o de \u201cClareou\u201d do seu primeiro \u00e1lbum solo. Na \u00e9poca ele chegou a mandar uma mensagem elogiando a vers\u00e3o, ent\u00e3o acabou sendo um processo natural. J\u00e1 o Jimmy London \u00e9 um cara que nos apoia h\u00e1 um tempo. Ent\u00e3o como a tem\u00e1tica da m\u00fasica \u00e9 muito inspirada nas m\u00fasicas do Matanza, convidamos ele, e foi ducaralho ver ele cantando funk. Os Los Brasileros assinam a produ\u00e7\u00e3o do \u00e1lbum. Lembro que est\u00e1vamos na festa de lan\u00e7amento do \u00e1lbum solo do Di Ferrero e o Dash falou que queria gravar uma m\u00fasica nossa toda com programa\u00e7\u00e3o. Na hora eu soube que m\u00fasica seria \u2013 \u201cLinha T\u00eanue\u201d \u2013 e ficamos amarrad\u00f5es com o resultado, ent\u00e3o achamos que fazia muito sentido coloc\u00e1-los como feat. A Tossan simplesmente \u00e9 a pessoa com o sotaque mais carioca e voz mais linda que h\u00e1. A gente queria muito algu\u00e9m muito carioca pra esse som e ficamos feliza\u00e7os quando ela topou participar de \u201cT\u00e1 Ruim Pra Mim\u201d. \u201cArmas de Brinquedo\u201d \u00e9 a porradaria do disco e tivemos a oportunidade de gravar com o Rodrigo Lima do Dead Fish. Tocamos com eles no Circo Voador em 2018, ano que lan\u00e7amos nosso primeiro EP, ent\u00e3o essa participa\u00e7\u00e3o \u00e9 muito simb\u00f3lica por tudo que o Dead Fish representa pro hardcore nacional, por marcar nossa origem mesmo misturando o punk com outros sons.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Meu Funeral, Xande de Pilares - Essa \u00c9 Pra Transar Chorando\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/vV-xAEZaBl4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como voc\u00eas acham que esse disco se diferencia dos trabalhos anteriores da banda?<\/strong><br \/>\nNesse lan\u00e7amento quisemos misturar outros estilos de som de forma mais direta do que fizemos anteriormente. Al\u00e9m disso, optamos por faz\u00ea-lo com produtores de Pop. Nessa ocasi\u00e3o tamb\u00e9m tivemos mais tempo de est\u00fadio para fazer uma pr\u00e9-produ\u00e7\u00e3o e trabalhar arranjos com um pouco mais de calma e dedica\u00e7\u00e3o, algo que acabou diferenciando este lan\u00e7amento dos anteriores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como voc\u00eas veem o rock brasileiro hoje em dia? Acham que ainda existe espa\u00e7o para o estilo no mainstream ou isso n\u00e3o \u00e9 algo interessante?<\/strong><br \/>\nHoje em dia o rock tem estado no mainstream mais como um recurso utilizado por artistas Pop, e isso \u00e9 \u00f3timo! \u00c9 muito legal ver artistas usando o rock como recurso em suas m\u00fasicas, mas de fato artistas de rock no mainstream hoje em dia s\u00e3o pouqu\u00edssimos, e tudo bem. O mainstream \u00e9 c\u00edclico, valorizamos muito a nossa base de f\u00e3s, ela \u00e9 s\u00f3lida e sabemos que \u00e9 isso que faz um artista ser relevante a longo prazo, ent\u00e3o \u00e9 muito gostoso ir curtindo cada conquista da banda, independente de estar no mainstream ou n\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas fogem um pouco do estere\u00f3tipo de &#8220;roqueiros&#8221;, o que acaba incomodando os mais tradicionalistas. Voc\u00eas recebem hate por causa disso?<\/strong><br \/>\nVolta e meia pintam uns hates, principalmente nas m\u00fasicas com participa\u00e7\u00e3o, mas se incomoda \u00e0s pessoas que querem algo tradicional e previs\u00edvel, estamos atingindo nosso objetivo. Acredito que o rock perdeu muito espa\u00e7o por conta dessa mentalidade limitada e prepotente dos roqueir\u00f4es tradicionais. O rock ainda pode ser divertido, subversivo e inclusivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Por falar em estere\u00f3tipo, a banda \u00e9 bem a cara do estere\u00f3tipo do carioca divertido, que leva a vida rindo. Como foi escolhido o nome do disco?<\/strong><br \/>\nLembro que chegou um momento que a gente parou pra conversar e no meio do papo algu\u00e9m lan\u00e7ou: \u201cFudeu! Precisamos de um nome pro disco.\u201d E na mesma hora algu\u00e9m falou que o disco poderia se chamar \u201cRio\u201d, por ser a nossa cidade e por ser o verbo rir, que algo que de certa forma est\u00e1 relacionada ao som da banda.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Meu Funeral, Jimmy London - Inimigos Do Fim\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/VuH4-TGVJ9A?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas t\u00eam uma presen\u00e7a muito boa <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/meufuneral\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">nas redes sociais<\/a>, sabendo usar bem essa nova ferramenta essencial para todo tipo de trabalho, incluindo o musical. Como voc\u00eas incluem essa produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado no trabalho do Meu Funeral?<\/strong><br \/>\nHoje em dia essa \u00e9 uma parte fundamental do trabalho n\u00e9? \u00c9 um grande desafio se fazer presente em todas as redes sociais, ter boas m\u00fasicas, bons clipes, ensaiar pra show, gerenciar a agenda, as finan\u00e7as etc. N\u00f3s tentamos nos organizar para que cada um tenha sua fun\u00e7\u00e3o na banda para conseguirmos. Especificamente sobre a comunica\u00e7\u00e3o, em algum momento durante a pandemia n\u00f3s entendemos que, localizando o nosso trabalho no espa\u00e7o e no tempo, rede social faz parte do n\u00facleo do nosso neg\u00f3cio, e n\u00e3o como uma fun\u00e7\u00e3o acess\u00f3ria \u2013 adoramos fazer conte\u00fado, n\u00e3o encaramos como uma obriga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Uma caracter\u00edstica da banda s\u00e3o as letras divertidas, sempre utilizando refer\u00eancias pop e humor. Como \u00e9 o processo de cria\u00e7\u00e3o das m\u00fasicas?<\/strong><br \/>\nGeralmente \u00e9 um processo bem espont\u00e2neo. A partir de uma viv\u00eancia, uma leitura ou uma m\u00fasica que me inspira eu come\u00e7o a escrever. \u00c0s vezes vem uma frase, \u00e0s vezes vem uma ideia ou \u00e0s vezes a m\u00fasica nasce pronta. No caso do Pepe me mandar algum riff ou alguma base, recorro \u00e0s minhas anota\u00e7\u00f5es e escolho um tema que tem a ver com a m\u00fasica e vou trabalhando. A parte do humor acaba sendo parte da minha identidade mesmo, \u00e9 isso acaba virando um recurso para me comunicar a partir das letras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quais s\u00e3o os pr\u00f3ximos passos do Meu Funeral?<\/strong><br \/>\nNo momento estamos no Nordeste com a turn\u00ea de lan\u00e7amento do \u201cRio\u201d. Seguiremos viajando com essa tour por mais alguns meses, ainda passaremos pelo Rio, S\u00e3o Paulo, Centro Oeste, Minas e Rio Grande do Sul. Certamente v\u00e3o pintar novas datas em outros estados em breve. Para 2024 posso adiantar que lan\u00e7aremos mais m\u00fasicas novas e seguiremos viajando e tocando por a\u00ed. E fazendo novas amizades, afinal de contas \u00e9 pra isso que estamos no rol\u00ea =)<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Meu Funeral - 94\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/rD5QPZPtKqY?list=PLK_a_5p0I59GbxJKFNp-xklLO07Aq8tDl\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/joaopedroramos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Jo\u00e3o Pedro Ramos<\/a>\u00a0\u00e9 jornalista, redator, social media, colecJionador de vinis, CDs e m\u00fasica em geral. E \u00e9 um dos respons\u00e1veis pelo podcast Troca Fitas!\u00a0<a href=\"https:\/\/anchor.fm\/trocafitaspod\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ou\u00e7a aqui<\/a>.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Recentemente, eles surpreenderam os f\u00e3s com o single &#8220;Essa \u00e9 Pra Transar Chorando&#8221;, onde contaram com a participa\u00e7\u00e3o do renomado sambista Xande de Pilares.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/12\/07\/entrevista-o-rock-ainda-pode-ser-divertido-subversivo-e-inclusivo-diz-meu-funeral-que-amplia-fronteiras-musicais-com-o-disco-rio\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":95,"featured_media":78462,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[6952],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/78459"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/95"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=78459"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/78459\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":78463,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/78459\/revisions\/78463"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/78462"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=78459"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=78459"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=78459"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}