{"id":78138,"date":"2023-11-21T00:21:08","date_gmt":"2023-11-21T03:21:08","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=78138"},"modified":"2024-01-29T01:20:00","modified_gmt":"2024-01-29T04:20:00","slug":"entrevista-e-a-terra-nunca-me-pareceu-tao-distante-retorna-com-o-ep-linguagem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/11\/21\/entrevista-e-a-terra-nunca-me-pareceu-tao-distante-retorna-com-o-ep-linguagem\/","title":{"rendered":"Entrevista: E a Terra Nunca Me Pareceu T\u00e3o Distante retorna com o EP \u201cLinguagem\u201d"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista por\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/ociocretino\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Alexandre Lopes<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Considerada um dos grandes nomes do post-rock brasileiro, a banda paulistana <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/eatnmptd\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">E a Terra Nunca Me Pareceu T\u00e3o Distante<\/a> retornou aos holofotes com \u201c<a href=\"https:\/\/balaclavarecords.bandcamp.com\/album\/linguagem\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Linguagem<\/a>\u201d (2023), lan\u00e7ado no final de outubro de forma digital pela Balaclava Records. O EP \u00e9 o quinto registro do quarteto formado por Lucas Theodoro (guitarra, baixo e sintetizador), Luccas Villela (baixo e guitarra), Luden Viana (guitarra e sintetizador) e Rafael Jonke (bateria) colocando um fim ao hiato de cinco anos desde o bem-sucedido disco \u201cFunda\u00e7\u00e3o\u201d (2018), um dos fatores respons\u00e1veis por colocar a banda na trilha de festivais como Lollapalooza (SP), Bananada (GO), Sonido (PA) e LeRock Fest (Chile) em 2019.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O EATNMPTD tinha planos de seguir a mar\u00e9 favor\u00e1vel, mas a pandemia veio e se mostrou um obst\u00e1culo intranspon\u00edvel. \u201cN\u00f3s s\u00f3 voltamos a trabalhar efetivamente quando as coisas melhoraram e est\u00e1vamos vacinados e esse \u00e9 um dos motivos pela dist\u00e2ncia grande entre os lan\u00e7amentos\u201d, conta Luden. Os \u00faltimos anos trouxeram muitas mudan\u00e7as pessoais e profissionais para os membros do grupo \u2013 entre eles o anunciado deslocamento de Luccas Villela para fora do Brasil. \u201cEm dado momento da pandemia est\u00e1vamos mais preocupados com a sa\u00fade psicol\u00f3gica de n\u00f3s quatro do que com o futuro da banda ou algo do tipo\u201d, afirma Lucas Theodoro. \u201cA gente voltou a fazer m\u00fasica a partir do momento que conseguimos digerir a coisa toda como coletivo\u201d, justifica o m\u00fasico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E se esse per\u00edodo de reaprender a se comunicar como banda resultou em um EP intitulado \u201cLinguagem\u201d, n\u00e3o pode ser muita coincid\u00eancia que a obra traga uma faixa batizada de \u201cBruce Willis\u201d. Em 2022, o ator norte-americano foi diagnosticado com afasia (uma condi\u00e7\u00e3o que causa incapacidade de compreender ou formular linguagem devido a danos em partes do c\u00e9rebro) e, mais tarde, descobriu-se que ele sofre de uma dem\u00eancia frontotemporal. Com uma baita liberdade de licen\u00e7a po\u00e9tica, \u201cBruce Willis\u201d pode servir como met\u00e1fora para o redescobrimento da linguagem entre os m\u00fasicos ap\u00f3s a pandemia, mapeando as quatro faixas em cerca de 20 minutos, come\u00e7ando com uma colagem sonora quase ambient (\u201cAusente\u201d), passando por mudan\u00e7as de andamento e dedilhados contemplativos (\u201cObl\u00edvio\u201d) e at\u00e9 mesmo a momentos et\u00e9reos reminiscentes de Angelo Badalamenti na trilha de Twin Peaks (no in\u00edcio de \u201cInfamiliar\u201d).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os preparativos de \u201cLinguagem\u201d duraram quase dois anos, divididos entre a capital paulista (no Est\u00fadio Costella) e retiros no interior do Estado (no Est\u00fadio S\u00edtio Rom\u00e3), com a banda assumindo a frente total na produ\u00e7\u00e3o. \u201cEsse tipo de controle t\u00e9cnico e criativo fez com que cheg\u00e1ssemos num resultado sonoro que realmente tem a cara de n\u00f3s quatro\u201d pontua Theodoro, que tamb\u00e9m assina a engenharia da grava\u00e7\u00e3o com Gabriel Arbex (Zander) e Rafael Carvalho. A mixagem ficou a cargo de Gabriel Arbex e a masteriza\u00e7\u00e3o de Fernando Sanches, no Est\u00fadio El Rocha. A capa \u00e9 assinada pela arquiteta e gravurista Beatriz Carvalho. Em entrevista por e-mail, a banda contou ao Scream &amp; Yell um pouco sobre como foi o processo de composi\u00e7\u00e3o do novo EP, reflete sobre a cena independente e instrumental no Brasil e tamb\u00e9m entrega uma ideia dos pr\u00f3ximos passos do grupo. Confira o papo na \u00edntegra abaixo.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Ausente\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/y6ZYt4mGt5M?list=OLAK5uy_lerA37T58e078wuQQ-qEL8SmMGRIcfcuI\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Existe um hiato de cinco anos entre o \u201cFunda\u00e7\u00e3o\u201d e este novo EP. O que rolou com a banda durante esse tempo?<\/strong><br \/>\nLuden: O &#8220;Funda\u00e7\u00e3o&#8221; e o &#8220;Linguagem&#8221; passam por situa\u00e7\u00f5es curiosas e muito diferentes do que esperavam de n\u00f3s. Na \u00e9poca do disco (&#8220;Funda\u00e7\u00e3o&#8221;) precis\u00e1vamos de um LP pra dar alguns passos maiores. Tocamos em muitos lugares do Brasil. Tocamos no Lollapalooza. Sa\u00edmos do pa\u00eds pela primeira vez para tocar. T\u00ednhamos muitos planos pra come\u00e7ar a fazer coisas novas, mas a pandemia veio e brecou tudo. N\u00f3s s\u00f3 voltamos a trabalhar efetivamente quando as coisas melhoraram e est\u00e1vamos vacinados e esse \u00e9 um dos motivos pela dist\u00e2ncia grande entre os lan\u00e7amentos. \u00c9 curioso ter gente perguntando onde est\u00e1vamos ou se a banda acabou, quando na realidade n\u00f3s trabalhamos da maneira mais \u00e9tica poss\u00edvel com os acontecimentos que todos n\u00f3s vivemos. Apesar disso acho que foi a primeira vez que me senti calmo com as composi\u00e7\u00f5es, sem nenhum tipo de press\u00e3o externa ou necessidade de cumprir com qualquer coisa exceto nossa vontade de lan\u00e7ar algo que gost\u00e1ssemos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Theodoro: Esses \u00faltimos anos foram de muitas mudan\u00e7as pessoais e profissionais pra n\u00f3s quatro, pra al\u00e9m da banda. Em dado momento da pandemia est\u00e1vamos mais preocupados com a sa\u00fade psicol\u00f3gica de n\u00f3s quatro do que com o futuro da banda ou algo do tipo. A gente voltou a fazer m\u00fasica a partir do momento que conseguimos digerir a coisa toda como coletivo. Apesar das pessoas terem esse olhar de \u201cretomada\u201d da banda, acho que estamos no momento mais saud\u00e1vel da nossa exist\u00eancia e o \u201cLinguagem\u201d \u00e9 muito fruto disso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cFunda\u00e7\u00e3o\u201d \u00e9 um disco cheio com dez faixas e o \u201cLinguagem\u201d tem quatro composi\u00e7\u00f5es, similar aos lan\u00e7amentos anteriores. O que fez o grupo voltar a esse formato mais enxuto? Existem outras ideias que ficaram de fora deste EP?<\/strong><br \/>\nVillela: A pandemia fez com que nossas rotinas ficassem desencontradas. Precis\u00e1vamos trabalhar e tudo isso acabou fazendo a gente ter menos tempo de se encontrar, fazer ensaios e compor. Mesmo assim a urg\u00eancia de tocar estava l\u00e1, todas as vezes que a banda se encontrou, fal\u00e1vamos de fazer m\u00fasicas novas pra lan\u00e7ar algo novo. O lan\u00e7amento do EP acabou vindo da vontade de lan\u00e7ar algo depois de muito tempo e, ao mesmo tempo, minha sa\u00edda do Brasil. Temos v\u00e1rias ideias de som que ficaram de fora, algumas foram desenvolvidas parcialmente, provavelmente ficar\u00e3o pro pr\u00f3ximo \u00e1lbum. Ideias nesses \u00faltimos anos n\u00e3o faltam, tem muita coisa por desenvolver ainda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Luden: \u00c9 tamb\u00e9m um formato que gostamos muito e nos sentimos confort\u00e1veis criando dentro dele.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>As liner notes do EP afirmam que a bateria foi gravada no Est\u00fadio S\u00edtio Rom\u00e3 no interior de S\u00e3o Paulo e guitarras, baixo e sintetizadores no Est\u00fadio Costella, na capital. Ainda assim, as m\u00fasicas possuem uma certa vibe de sess\u00f5es de improviso ao vivo, com uns crescendos e mudan\u00e7as de ritmo como se os m\u00fasicos estivessem olhando um para o outro enquanto est\u00e3o tocando. Como voc\u00eas chegaram nesse resultado?<\/strong><br \/>\nVillela: N\u00e3o foi muito pensado esse lance de sess\u00e3o de improviso. Fazemos as coisas de forma muito colaborativa, sempre um vem com uma ideia inicial e depois os outros v\u00e3o propondo dentro da melodia ou riff proposto, talvez seja isso que d\u00ea essa cara de improviso, a m\u00fasica toma corpo meio como colcha de retalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Theodoro: Acho que tem muito menos de improviso envolvido no nosso processo de composi\u00e7\u00e3o do que as pessoas imaginam (risos). Sempre fomos muito regrados em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 estrutura das m\u00fasicas e tempo de dura\u00e7\u00e3o das coisas. Se uma parte de determinada m\u00fasica se repete tr\u00eas vezes \u00e9 muito prov\u00e1vel que em algum momento testamos tocar ela duas vezes e pareceu curta demais e quatro vezes repetitivo demais. Claro que isso \u00e9 dentro de um processo onde os quatro [integrantes] est\u00e3o tentando desenvolver suas ideias em cima de algum tema ou algo do tipo. Acho que toda cria\u00e7\u00e3o tem momentos ca\u00f3ticos (principalmente quando envolve quatro pessoas e muitos instrumentos de fazer barulho), mas a parte que faz com que as nossas m\u00fasicas tenham uma \u201ccara nossa\u201d \u00e9 justamente o nosso jeito de lapidar e dar forma a tudo isso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Rafael: Apesar da maneira como sempre fizemos as composi\u00e7\u00f5es, que consiste basicamente em desenvolver juntos uma primeira ideia, acho que muito do que se ouve e se sente nesse novo trabalho tem a ver com a forma como nos relacionamos durante o processo, desde que decidimos de fato que gravar\u00edamos novas faixas. Com mais tempo, menos press\u00e3o e muito mais di\u00e1logo, pudemos criar e dar forma para as ideias, aproveitando ao m\u00e1ximo as nossas criatividades individuais, e tamb\u00e9m tendo mais cuidado em lapidar cada coisinha pra que cheg\u00e1ssemos nesses resultados. Acredito que o que essas m\u00fasicas proporcionam tem diretamente a ver com as nossas rela\u00e7\u00f5es como pessoas, com nosso amadurecimento, com as nossas vidas mesmo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O EP \u00e9 tamb\u00e9m o \u00faltimo registro do baixista Luccas Villela em terras brasileiras. Com ele morando fora do pa\u00eds, como vai ficar a forma\u00e7\u00e3o da banda agora?<\/strong><br \/>\nTheodoro: Esse ano estamos focados em fechar a primeira parte do ciclo de lan\u00e7amento do \u201cLinguagem\u201d. Mas temos conversado muito sobre as possibilidades daqui em diante. N\u00e3o existe ningu\u00e9m que ir\u00e1 entrar para a banda no lugar dele, mas contamos com alguns amigos que j\u00e1 colaboraram conosco para assumir o baixo nos shows. Em paralelo estamos pensando em colabora\u00e7\u00f5es com outros artistas, planos de entrar em est\u00fadio novamente ano que vem, entre outras coisas. Enfim, a banda virou pra n\u00f3s novamente um porto seguro de cria\u00e7\u00f5es e possibilidades e estamos tomando nosso tempo pra explorar isso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O Brasil sempre teve um hist\u00f3rico de grupos instrumentais e nos anos 2010 at\u00e9 ocorreu um certo boom dessa vertente, mas parece que essa cena n\u00e3o est\u00e1 mais t\u00e3o aquecida. Por exemplo, o festival Produto Instrumental Bruto (que durou 11 anos em S\u00e3o Paulo e teve sua \u00faltima edi\u00e7\u00e3o em 2018) n\u00e3o existe mais e voc\u00eas at\u00e9 hoje s\u00e3o a \u00fanica banda instrumental a ter tocado no Lollapalooza, um dos principais eventos musicais do pa\u00eds. Como voc\u00eas enxergam tudo isso? A cena instrumental brasileira \u00e9 renegada ou \u00e9 apenas mais um reflexo da situa\u00e7\u00e3o da cena independente em geral?<\/strong><br \/>\nLuden: Parte do motivo de estarmos aqui hoje creio que tenha sido a influ\u00eancia desse boom de bandas instrumentais na nossa adolesc\u00eancia. Ir em shows do <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/hurtmold\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Hurtmold<\/a>, <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2021\/11\/03\/entrevista-constantina-festeja-10-anos-do-album-haveno\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Constantina<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/macaco.bong\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Macaco Bong<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/patadeelefantemusic\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Pata de Elefante<\/a> entre outras criou uma certa mentalidade de que era poss\u00edvel, muito embora a gente nunca tenha imaginado que estar\u00edamos aqui 10 anos depois. No nosso come\u00e7o a vontade era de tocar, ser uma banda, se divertir fazendo m\u00fasica e nessa l\u00f3gica come\u00e7amos a tocar com todo mundo que estava pr\u00f3ximo, sem necessariamente tentarmos tocar com outras bandas instrumentais. Com o tempo isso virou algo que busc\u00e1vamos quando produz\u00edamos nossos pr\u00f3prios eventos: sempre ter a gente e mais uma banda que n\u00e3o fosse instrumental. N\u00f3s nunca tentamos fazer parte de uma cena instrumental porque sempre nos encaramos como uma banda e ponto. Nossa inser\u00e7\u00e3o nos rol\u00eas nunca foi permeada por fazer um tipo a ou b de m\u00fasica e acho que isso nos abriu muito mais portas do que fechou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Rafael: Pra al\u00e9m de qualquer coisa, \u00e9 fato que viver na cena independente n\u00e3o \u00e9 uma tarefa f\u00e1cil, pra qualquer banda que seja. Mas ainda mais se o seu tipo de som estiver nichado, ou se voc\u00ea fizer com que sua banda fique nichada. N\u00f3s vivemos boa parte desse per\u00edodo \u2018\u00e1ureo\u2019 da m\u00fasica instrumental independente, podendo participar tamb\u00e9m de festivais como o PIB, que davam lugar a essa vertente. E foi justamente na sua \u00faltima edi\u00e7\u00e3o, dois anos antes da pandemia. O que eu acho que entra como um dos fatores principais de n\u00e3o s\u00f3 a cena instrumental, como ela como um todo ter sentido drasticamente esse tempo sem poder trabalhar, respeitando limita\u00e7\u00f5es e tudo mais. Daqui pra frente eu acho que as coisas podem, sim, voltar a acontecer pra quem quer fazer m\u00fasica dessa forma e de qualquer outra. O Brasil \u00e9 muito plural e acredito que tenha lugar pra todo mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>At\u00e9 o momento a banda anunciou um \u00fanico show de \u201cLinguagem\u201d no dia 12 de novembro na Casa Rockambole (SP). Existem mais datas futuras marcadas? E em outras cidades?<\/strong><br \/>\nTheodoro: Ainda n\u00e3o temos uma agenda de shows. Mas entre os v\u00e1rios planos que temos, voltar a viajar por a\u00ed e tocar essas novas m\u00fasicas pelo Brasil com certeza est\u00e1 na lista.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"E A Terra Nunca Me Pareceu T\u00e3o Distante - Daiane (clipe)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/z7UATDT4uaU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"E A Terra Nunca Me Pareceu T\u00e3o Distante | Medo de Tentar | Ao Vivo no SESC Pomp\u00e9ia\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/i4nlviW060Y?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"E A TERRA NUNCA ME PARECEU T\u00c3O DISTANTE - LIVE EM DISTANCIAMENTO SOCIAL\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/eD8av_VXVMs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u2013 Alexandre Lopes (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/ociocretino\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">@ociocretino<\/a>) \u00e9 jornalista e assina o\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ociocretino.blogspot.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">www.ociocretino.blogspot.com.br<\/a>. A imagem que abre o texto \u00e9 um design de <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/vfiaca\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@vfiaca<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A banda conta um pouco sobre como foi o processo de composi\u00e7\u00e3o do novo EP, reflete sobre a cena independente e instrumental no Brasil e tamb\u00e9m entrega uma ideia dos pr\u00f3ximos passos do grupo.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/11\/21\/entrevista-e-a-terra-nunca-me-pareceu-tao-distante-retorna-com-o-ep-linguagem\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":101,"featured_media":78139,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[6922],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/78138"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/101"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=78138"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/78138\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":78140,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/78138\/revisions\/78140"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/78139"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=78138"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=78138"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=78138"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}