{"id":77382,"date":"2023-10-21T01:54:53","date_gmt":"2023-10-21T04:54:53","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=77382"},"modified":"2023-11-04T22:54:09","modified_gmt":"2023-11-05T01:54:09","slug":"entrevista-co-roteirista-de-floradas-vitor-sousa-fala-da-emergencia-em-repensar-a-maneira-como-lidamos-com-a-agroecologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/10\/21\/entrevista-co-roteirista-de-floradas-vitor-sousa-fala-da-emergencia-em-repensar-a-maneira-como-lidamos-com-a-agroecologia\/","title":{"rendered":"Entrevista: Co-roteirista de &#8220;Floradas&#8221;, Vitor Sousa fala da emerg\u00eancia em repensar a maneira como lidamos com a agroecologia"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/PeliculaVirtual\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Jo\u00e3o Paulo Barreto<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Parte da equipe de roteiristas da s\u00e9rie \u201cFloradas &#8211; Na Trilha da Agroecologia\u201d (2023), <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/vitorsousa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Vitor Sousa<\/a> passou por uma sensa\u00e7\u00e3o de surpresa ao perceber que uma ideia de futuro dist\u00f3pico trazida por ele, ao lado de Anderson Soares, Luiz Chaves e Jarbas Essi, na qual o uso de m\u00e1scaras de prote\u00e7\u00e3o contra uma possibilidade de cont\u00e1gio, se tornou uma realidade poucos meses depois de lan\u00e7ada na sala de desenvolvimento de roteiro da s\u00e9rie.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Foi curioso porque, em 2020, vivenciamos as inusitadas coisas da realidade que n\u00f3s, de alguma forma, j\u00e1 t\u00ednhamos previsto ou antecipado na pr\u00f3pria fic\u00e7\u00e3o. Na fic\u00e7\u00e3o, imaginamos um mundo onde as pessoas precisariam caminhar usando m\u00e1scaras o tempo inteiro ou com o rosto coberto de alguma forma. Mas isso pensando muito na possibilidade de tempestade de areia, qualidade do ar. E isso era impens\u00e1vel para a gente&#8221;, relembra Vitor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No roteiro, a possibilidade de extin\u00e7\u00e3o das abelhas, um tema real, j\u00e1 norteava a hist\u00f3ria, lan\u00e7ando o foco nas pesquisas de campo entre personagens reais de pessoas ligadas \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o. Aqui, neste papo com o Scream &amp; Yell, Vitor aprofunda as quest\u00f5es trazidas nessas discuss\u00f5es e fala sobre como foi o processo de adaptar a proposta tem\u00e1tica a uma realidade que acabou por se tornar concreta. Confira!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8211; <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/10\/17\/entrevista-o-diretor-anderson-soares-e-o-produtor-leo-silva-falam-sobre-a-serie-floradas-na-trilha-da-agroecologia\/\"><em>Leia tamb\u00e9m entrevista com o diretor Anderson Soares e o produtor de \u201cFloradas\u201d, L\u00e9o Silva<\/em><\/a><br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/10\/18\/entrevista-carluce-couto-protagonista-de-floradas-fala-sobre-a-serie-sua-carreira-e-festeja-o-sucesso-de-cangaco-novo\/\"><em>Leia tamb\u00e9m entrevista com a atriz Carluce Couto, protagonista de \u201cFloradas\u201d<\/em><\/a><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Trailer Floradas\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Mx1nfSeTHpM?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Vitor, <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/10\/17\/entrevista-o-diretor-anderson-soares-e-o-produtor-leo-silva-falam-sobre-a-serie-floradas-na-trilha-da-agroecologia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">no papo com Anderson Sousa<\/a>, ele falou sobre o embri\u00e3o do roteiro da s\u00e9rie ter surgido do contato com pesquisadoras que lhe apresentaram a ideia. Como um dos roteiristas, como foi o processo de trazer esse formato h\u00edbrido de fic\u00e7\u00e3o e document\u00e1rio? A abordagem relacionada ao (des)equil\u00edbrio da natureza com uma possibilidade de extin\u00e7\u00e3o das abelhas sempre foi uma premissa b\u00e1sica?<\/strong><br \/>\nO argumento do projeto parte desse trio de pesquisadoras, que j\u00e1 tinha um trabalho acad\u00eamico sobre os biomas na Bahia. H\u00e1 muita diversidade desses biomas no estado. E cada um deles d\u00e1 visibilidade a projetos agroecol\u00f3gicos que s\u00e3o de grande representatividade dentro desse sistema. Ent\u00e3o, essa proposta era de ser um document\u00e1rio mais formal. Quase que institucional. Era mais uma proposta seguindo essa linha. Dentre esses projetos, um deles tinha uma quest\u00e3o voltada para a cria\u00e7\u00e3o de abelhas. E isso me chamou a aten\u00e7\u00e3o. A primeira provid\u00eancia de Anderson, sempre que a gente inicia um projeto, \u00e9 montar uma sala de roteiro. Ent\u00e3o, a gente j\u00e1 sentou com os primeiros roteiristas. Acredito que Luiz (Chaves, co-roteirista) ainda n\u00e3o estava, mas ele chega no projeto pouco depois disso. Quando nos sentamos nas primeiras reuni\u00f5es de sala de roteiro, come\u00e7amos a debater como seriam os caminhos para fazermos esse document\u00e1rio. E uma das primeiras coisas que chamou aten\u00e7\u00e3o foi essa quest\u00e3o das abelhas. Na \u00e9poca, eu lembro que tinha assistido h\u00e1 bem pouco tempo um epis\u00f3dio de \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/06\/23\/series-em-sua-sexta-temporada-black-mirror-tropeca-em-seus-proprios-excessos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Black Mirror<\/a>\u201d (\u201cHated in the Nation\u201d S03 E06) que mencionava essa quest\u00e3o das abelhas, a possibilidade de sua extin\u00e7\u00e3o e como elas fariam falta para todo o ecossistema. E a\u00ed o projeto n\u00e3o era necessariamente sobre as abelhas em si. Mas isso foi uma coisa que ficou destacada. Dentro da pr\u00f3pria sala de roteiro, come\u00e7amos a debater essa possibilidade, ventilando ideias. E isso acabou ficando em v\u00e1rios processos da sala de roteiro. Ent\u00e3o, quando come\u00e7amos, de fato, a imaginar que seria interessante propor uma narrativa ficcional aliada a essa hist\u00f3ria do documental, come\u00e7amos a pensar nesse formato h\u00edbrido. Por isso, de alguma maneira, a quest\u00e3o das abelhas estava presente desde o in\u00edcio, sim, mas n\u00e3o com esse impacto, como essa proposta que a gente foi trabalhando depois ao longo da escrita do projeto ficcional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A uni\u00e3o narrativa entre document\u00e1rio e fic\u00e7\u00e3o foi o ponto inicial da proposta de escrita desde a sala de roteiro, ent\u00e3o?<\/strong><br \/>\nIsso, a decis\u00e3o de unir as duas narrativas saiu da primeira reuni\u00e3o de sala de roteiro. A gente imaginou que para contar essa hist\u00f3ria de uma forma mais interessante, unir com o ficcional seria um caminho legal, um caminho bacana da gente fazer isso no sentido de propor um modelo. A ideia era propor um modelo h\u00edbrido onde a fic\u00e7\u00e3o funcionasse como uma liga\u00e7\u00e3o entre todos os biomas. A gente precisaria visitar os lugares onde os projetos acontecem, mas a gente precisava de uma liga\u00e7\u00e3o entre eles. E essa liga\u00e7\u00e3o foi essa personagem ficcional que, logo, a gente batizou de Flora (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/10\/18\/entrevista-carluce-couto-protagonista-de-floradas-fala-sobre-a-serie-sua-carreira-e-festeja-o-sucesso-de-cangaco-novo\/\">interpretada por Carluce Couto<\/a>). E a gente sabia que ela viajaria em um carro. Inicialmente, a ideia era at\u00e9 uma coisa meio &#8220;hipponga&#8221; dela viajando em uma Kombi. J\u00e1 havia ali uma possibilidade de que ela tivesse uma rela\u00e7\u00e3o abusiva com o personagem masculino e ela faria essa viagem dentro desses biomas em busca da pr\u00f3pria cura. A princ\u00edpio seria isso. Ela em busca da pr\u00f3pria cura. Essa fic\u00e7\u00e3o foi proposta nesse modelo. Ent\u00e3o, quando se come\u00e7ou a desenhar o projeto para submeter aos editais, ele j\u00e1 saiu com esse formato. J\u00e1 saiu com a adi\u00e7\u00e3o do ficcional e do document\u00e1rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Uma vez decidida essa estrutura h\u00edbrida, como foi o desenvolvimento da escrita a quatro m\u00e3os?<\/strong><br \/>\nLogo depois que o projeto foi aprovado n\u00f3s come\u00e7amos, de fato, a trabalhar nele, com os quatro roteirista estavam j\u00e1 definidos. Luiz (Chaves) entrou antes da aprova\u00e7\u00e3o do projeto e ele ajudou a pensar esse universo p\u00f3s apocal\u00edptico. Porque isso tinha uma for\u00e7a interessante para ajudar a contar dessa emerg\u00eancia da gente repensar a maneira como a gente lida com a agroecologia, com a pr\u00f3pria rela\u00e7\u00e3o com a natureza, e essa urg\u00eancia das tem\u00e1ticas que est\u00e3o muito relacionadas com os projetos agroecol\u00f3gicos. Ent\u00e3o, esse pensamento p\u00f3s apocal\u00edptico j\u00e1 foi na proposta original de fic\u00e7\u00e3o, misturada com document\u00e1rio do projeto. Ent\u00e3o, no momento de desenvolvimento, retornamos para esse universo para repensar e recriar essa jornada de Flora. \u00c9 a\u00ed que a gente pensa toda parte documental do projeto como um flashback, uma lembran\u00e7a, uma mem\u00f3ria de Flora, que visitou aqueles lugares todos como uma busca pela cura da doen\u00e7a que ela tinha. E logo depois desse sumi\u00e7o dela, desse hiato, ela retorna para seu lugar original onde ela reencontra esse ex-noivo que conviveu com ela durante um tempo e que ela, durante muito tempo, abandonou tanto o lugar quanto o noivo. Esse seu retorno era para implementar a tecnologia que ela aprendeu ao longo da caminhada, tudo que ela guardou, e diante da emerg\u00eancia desse mundo p\u00f3s apocal\u00edptico, a possibilidade dela de fazer uma esp\u00e9cie de bunker, um&#8230; (pausa) um bunker de esperan\u00e7a. Voc\u00ea tem um lugar onde as coisas funcionam em um modelo diferente, e acabam funcionando muito bem ali e que s\u00e3o marcas de que \u00e9 poss\u00edvel realizar da forma como eles realizam dentro daquele espa\u00e7o menor. Ent\u00e3o, a ideia de salvar o planeta inteiro passou longe da nossa cabe\u00e7a, mas n\u00e3o t\u00e3o longe porque, se voc\u00ea salva o particular, de alguma maneira voc\u00ea est\u00e1 salvando geral. Nesse recome\u00e7o, a gente traz a hist\u00f3ria das abelhas. Esse recome\u00e7o precisaria partir da cria\u00e7\u00e3o das pr\u00f3prias abelhas, de polinizar. Tem a ver com a poliniza\u00e7\u00e3o. As \u00faltimas abelhas poss\u00edveis de serem resgatadas. E isso passava ali dentro dessa reconstru\u00e7\u00e3o que Flora queria propor. A tem\u00e1tica da cura, que era uma tem\u00e1tica que j\u00e1 estava no in\u00edcio, que era a cura da pr\u00f3pria Flora, se torna a cura da terra em si. Ent\u00e3o, a partir dessa tem\u00e1tica da cura, dessa busca pela cura, a gente vai trabalhando o ficcional para dar esse apoio e essa liga\u00e7\u00e3o com o documental.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como se deu a pesquisa de campo diante de um tema t\u00e3o vasto?<\/strong><br \/>\nUma parte dela veio com a proposta das pesquisadoras, quando a produ\u00e7\u00e3o vai definir os lugares que seriam visitados, personagens que seriam ouvidos. Havia uma gama muito grande de personagens, entre 15 e 20 pessoas, e isso falando somente dos especialistas, daqueles que representam de forma ampla aqueles biomas, aqueles projetos. Mas foram muitas pessoas envolvidas. Ent\u00e3o, esses personagens principais, vamos chamar assim, do documental, a produ\u00e7\u00e3o come\u00e7ou j\u00e1 a visit\u00e1-los durante o projeto de desenvolvimento. A produ\u00e7\u00e3o estava na estrada enquanto est\u00e1vamos na sala de roteiro e eles retornavam com as informa\u00e7\u00f5es sobre quem eram esses personagens, sobre o que eles faziam dentro de seus projetos agroecol\u00f3gicos. A gente parte para fazer essa costura dos roteiros ficcionais a partir do que j\u00e1 se sabia que encontrar\u00edamos nas visitas documentais. O que a gente decide depois \u00e9 que Flora iria, futuramente, depois do roteiro pronto, visitar esses personagens reais. Iria conversar com eles, provoc\u00e1-los, e as respostas dos personagens reais seriam, de alguma forma, respostas \u00e0s perguntas que Flora levaria. Ent\u00e3o, essa foi a liga\u00e7\u00e3o que a gente conseguiu fazer. Ent\u00e3o, enquanto roteirista, tamb\u00e9m tive a oportunidade de viajar a alguns munic\u00edpios do sul da Bahia. E dessa visita, deu para a gente perceber algumas necessidades que precisariam ser abordadas no documental. E as perguntas que t\u00ednhamos curiosidade enquanto roteiristas, essa oportunidade de visitar uma pesquisa de campo, esses lugares, fizeram muito mais sentido quando retornamos para finalizar os roteiros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>As viagens \u00e0s loca\u00e7\u00f5es foram feitas ainda em 2020, antes da pandemia come\u00e7ar. Como foi desenvolver as ideias do roteiro em uma realidade que passamos a encarar?<\/strong><br \/>\nFoi entre fevereiro e mar\u00e7o de 2020 que fizemos as viagens, antes da pandemia. Quando retornamos j\u00e1 come\u00e7amos a fechar os roteiros de fic\u00e7\u00e3o e os epis\u00f3dios junto a todo o arco da temporada. As ideias principais dos roteiros j\u00e1 estavam definidas. E, realmente, algumas dessas ideias que colocamos na \u00e9poca pareciam muito alarmantes, ou muito ficcionais com aquela coisa de exagero da fic\u00e7\u00e3o. Mas no in\u00edcio de 2020, elas j\u00e1 estavam definidas. Os roteiros ficcionais j\u00e1 tinham sido finalizados. Pelo menos o primeiro tratamento deles. E a ideia era filmarmos em 2020 a parte documental e a parte ficcional. S\u00f3 que a\u00ed veio a pandemia e o projeto precisou ser parado e as filmagens n\u00e3o vieram. Isso foi curioso porque, em 2020, vivenciamos as inusitadas coisas da realidade que n\u00f3s, de alguma forma, j\u00e1 t\u00ednhamos previsto ou antecipado na pr\u00f3pria fic\u00e7\u00e3o. Na fic\u00e7\u00e3o, a gente imaginou um mundo onde as pessoas precisariam caminhar usando m\u00e1scaras o tempo inteiro ou com o rosto coberto de alguma forma. Mas isso pensando muito na possibilidade de tempestade de areia, qualidade do ar. E isso era impens\u00e1vel para a gente. Todo mundo andando com m\u00e1scara. Mas a\u00ed estoura a pandemia e a gente foi for\u00e7ado, a humanidade foi for\u00e7ada a caminhar com m\u00e1scaras por conta de uma doen\u00e7a que, at\u00e9 ent\u00e3o, ningu\u00e9m sabia direito como ela se proliferava com tanta rapidez. Sabia-se que era atrav\u00e9s do cont\u00e1gio pelas vias a\u00e9reas. E ainda em 2020 tivemos uma tempestade de areia no Brasil, o que era uma coisa que a gente imaginava que s\u00f3 seria poss\u00edvel em um futuro muito distante, tivemos contato com essa realidade muito antes do que a gente pensava. Ent\u00e3o, isso s\u00f3 refor\u00e7ava para a gente, enquanto roteiristas, enquanto idealizadores do projeto, o quanto o que est\u00e1vamos desenhando ali naquele universo de fato \u00e9 urgente, \u00e9 de fato emergencial que a gente retorne os olhos para essa realidade e uma forma de repensar a forma como a gente lida enquanto humanidade com a pr\u00f3pria natureza.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">&#8211; <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/10\/17\/entrevista-o-diretor-anderson-soares-e-o-produtor-leo-silva-falam-sobre-a-serie-floradas-na-trilha-da-agroecologia\/\"><em>Leia tamb\u00e9m entrevista com o diretor Anderson Soares e o produtor de \u201cFloradas\u201d, L\u00e9o Silva<\/em><\/a><br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/10\/18\/entrevista-carluce-couto-protagonista-de-floradas-fala-sobre-a-serie-sua-carreira-e-festeja-o-sucesso-de-cangaco-novo\/\"><em>Leia tamb\u00e9m entrevista com a atriz Carluce Couto, protagonista de \u201cFloradas\u201d<\/em><\/a><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/Poster_FLORADAS-copiar.jpg\" \/><\/p>\n<p><em style=\"font-size: 1rem; text-align: justify;\">\u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/profile.php?id=100009655066720\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Jo\u00e3o Paulo Barreto\u00a0<\/a>\u00e9 jornalista, cr\u00edtico de cinema e curador do\u00a0<a href=\"http:\/\/coisadecinema.com.br\/xiii-panorama\/apresentacao\/panorama-2017\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema<\/a>. Membro da Abraccine, colabora para o Jornal A Tarde e assina o blog\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/PeliculaVirtual\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Pel\u00edcula Virtual<\/a>.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#8220;Uma das primeiras coisas que chamou aten\u00e7\u00e3o foi essa quest\u00e3o das abelhas. Na \u00e9poca, eu lembro que tinha assistido h\u00e1 bem pouco tempo um epis\u00f3dio de \u201cBlack Mirror\u201d&#8230;, relembra Vitor\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/10\/21\/entrevista-co-roteirista-de-floradas-vitor-sousa-fala-da-emergencia-em-repensar-a-maneira-como-lidamos-com-a-agroecologia\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":21,"featured_media":77384,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[4,36],"tags":[6870],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/77382"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/21"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=77382"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/77382\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":77385,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/77382\/revisions\/77385"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/77384"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=77382"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=77382"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=77382"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}