{"id":77339,"date":"2023-10-18T04:05:39","date_gmt":"2023-10-18T07:05:39","guid":{"rendered":"http:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=77339"},"modified":"2024-02-01T01:18:24","modified_gmt":"2024-02-01T04:18:24","slug":"entrevista-o-maracatu-ja-toca-no-mundo-agora-e-a-hora-de-levar-o-congado-para-o-mundo-tambem-diz-congadar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/10\/18\/entrevista-o-maracatu-ja-toca-no-mundo-agora-e-a-hora-de-levar-o-congado-para-o-mundo-tambem-diz-congadar\/","title":{"rendered":"Entrevista: \u201cO maracatu j\u00e1 toca no mundo. Agora \u00e9 a hora de levar o congado para o mundo tamb\u00e9m\u201d, diz Congadar"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\">entrevista por\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/noacapelas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Bruno Capelas<\/a><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Donos de um dos shows mais impactantes do Para\u00edso do Rock, festival realizado no Norte do Paran\u00e1 no final de setembro (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/10\/03\/paraiso-do-rock-celebra-rock-latino-e-atesta-que-congadar-e-maciel-salu-merecem-circular-por-outros-festivais-no-brasil\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">saiba como foi<\/a>), o <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/congadar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Congadar<\/a> j\u00e1 soma uma d\u00e9cada de jornada na m\u00fasica independente, mas ainda permanece como boa novidade a ser descoberta. Fundado em Sete Lagoas (MG), a cerca de 70 km de Belo Horizonte, o grupo traz uma proposta sonora muito interessante: combinar rock e blues com as matrizes tradicionais do congado, ritmo folcl\u00f3rico bastante ligado \u00e0 hist\u00f3ria do Estado. Mais do que apenas uma mistura, o grupo traz mensagens fortes em disco e palco, munido de boas guitarras, harmonias vocais e jogos percussivos bastante interessantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m de rodar o Pa\u00eds, o Congadar tamb\u00e9m lan\u00e7ou em abril de 2023 um novo EP, \u201c<a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/intl-pt\/album\/2JkzUT3aJc08D0hSlVcFnG\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Morro das Tr\u00eas Cruzes<\/a>\u201d, com quatro faixas originais \u2013 o repert\u00f3rio do grupo varia entre can\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias e coleta do trabalho folcl\u00f3rico junto aos mestres do congado, como se pode ouvir no \u00e1lbum lan\u00e7ado no ano passado, \u201cChora N\u2019Goma\u201d. \u201cSe a gente for fazer tudo que tem pra fazer, d\u00e1 um acervo de mais de dez discos!\u201d, brinca o vocalista e percussionista Carlos Sa\u00fava sobre a import\u00e2ncia desse repert\u00f3rio tradicional, que tamb\u00e9m aparece no trabalho de estreia da banda (\u201cRetirantes, de 2019).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na entrevista a seguir, Sa\u00fava e o baixista e produtor Marc\u00e3o Avellar falam um pouco sobre a trajet\u00f3ria da banda, os planos para o futuro e a tarefa de juntar ritmos que soam diferentes, mas partem de uma mesma matriz: a di\u00e1spora africana para a Am\u00e9rica. Al\u00e9m dos dois, completam a forma\u00e7\u00e3o do Congadar os vocalistas e percussionistas Filipe Elt\u00e3o e Wesley Pel\u00e9, bem como os guitarristas Igor F\u00e9lix e Giuliano Fernandes e o baterista S\u00e9rgio DT. Todos com uma miss\u00e3o nobre. \u201cO maracatu j\u00e1 toca no mundo. Agora, \u00e9 a hora de levar o congado para o mundo tamb\u00e9m\u201d, conta Sa\u00fava. Com a palavra, o Congadar.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Morro das Tr\u00eas Cruzes\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/videoseries?list=OLAK5uy_mxwVaa_OgSjFLQDEgdqOsMX4Kkv55nRaM\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O Congadar j\u00e1 tem uma trajet\u00f3ria longa, dois discos lan\u00e7ados e acabou de lan\u00e7ar um EP, mas \u00e9 uma banda ainda a ser descoberta por muita gente. Vamos come\u00e7ar do come\u00e7o: de onde nasceu esse projeto?<\/strong><br \/>\nMarc\u00e3o: No come\u00e7o dos anos 2010, eu tinha uma banda chamada Ganga Bruta, que fazia rock e blues autoral. Paralelamente a isso, o Mestre Sa\u00fava j\u00e1 tinha um trabalho chamado Congadar, que era um grupo que fazia releituras de m\u00fasicas folcl\u00f3ricas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sa\u00fava: A gente pegava essas m\u00fasicas folcl\u00f3ricas e harmonizava as vozes de maneiras diferentes. Part\u00edamos das marchas de congo, do folclore mesmo, e busc\u00e1vamos arranjar essas can\u00e7\u00f5es de outra forma, j\u00e1 com as caixas e com harmonias vocais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Marc\u00e3o: A gente se conheceu em 2011, quando fiz um evento e chamei o que era o Congadar na \u00e9poca para se apresentar. Depois do show, eu sugeri para o Sa\u00fava pra gente tentar juntar as duas bandas e ver no que ia dar. Ele me enrolou dois anos at\u00e9 a gente conseguir marcar o primeiro ensaio, s\u00f3 fomos tocar mesmo em 2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sa\u00fava: E o ensaio s\u00f3 saiu porque ele inscreveu esse grupo numa Virada Cultural l\u00e1 da nossa cidade, Sete Lagoas, sem a gente nunca ter feito um ensaio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Marc\u00e3o: O edital tinha sa\u00eddo e eu resolvi apostar nessa ideia. Inscrevi o projeto e ele acabou sendo aprovado. A\u00ed n\u00e3o tinha mais jeito. (risos). No come\u00e7o, a gente se reunia na minha casa, s\u00f3 com viol\u00e3o e uma caixa. Fomos percebendo que podia rolar algo diferente\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sa\u00fava: A primeira m\u00fasica que a gente fez foi \u201cMarimbondo Amarelo\u201d. \u00c9 uma m\u00fasica que deu t\u00e3o certo que a gente n\u00e3o vai deixar de tocar nunca.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E o repert\u00f3rio hoje \u00e9 composto por can\u00e7\u00f5es folcl\u00f3ricas ou composi\u00e7\u00f5es autorais?<\/strong><br \/>\nSa\u00fava: Algumas s\u00e3o folcl\u00f3ricas, outras s\u00e3o autorais. No show no Para\u00edso do Rock a gente tocou \u201cChora N\u2019Goma\u201d, que \u00e9 uma releitura das marchas de Mo\u00e7ambique, um estilo de congado que a gente tem em Minas Gerais. A abertura do show toda foi de congado, bem como o encerramento. J\u00e1 \u201cMarimbondo Amarelo\u201d, por exemplo, \u00e9 um lundu de folia de reis, sabe?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Marc\u00e3o: Mas \u201cChico Rei\u201d, por exemplo, j\u00e1 \u00e9 nossa. O primeiro disco (\u201cRetirantes\u201d, de 2019) \u00e9 bem dividido: tem uma parte que \u00e9 releitura de marchas de congado, mas tamb\u00e9m tem m\u00fasicas nossas, tem m\u00fasicas do mestre Maur\u00edcio Tizumba, outras s\u00e3o composi\u00e7\u00f5es que amigos nossos deram. J\u00e1 o segundo disco, que saiu no ano passado (\u201cChora N\u2019Goma\u201d) foi um disco muito espec\u00edfico, porque ele \u00e9 todo de releituras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sa\u00fava: Foi um disco todo feito com a curadoria dos mestres de congado. Eles que chegaram e nos entregaram o repert\u00f3rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Marc\u00e3o: Para n\u00f3s, era importante eles participarem. O Sa\u00fava e os meninos s\u00e3o de um bairro l\u00e1 de Sete Lagoas chamado Santa Luzia, que tamb\u00e9m \u00e9 conhecido como Garimpo. \u00c9 onde tem as principais manifesta\u00e7\u00f5es culturais negras da nossa cidade: samba, congado, folia de reis\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sa\u00fava: As matrizes africanas, os primeiros centros de umbanda e candombl\u00e9 s\u00e3o do Garimpo. A cultura negra da cidade nasceu mesmo ali, na busca do cristal, porque l\u00e1 tinha um garimpo de cristal. E a partir da\u00ed veio essa hist\u00f3ria toda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Marc\u00e3o: E o segundo disco veio disso: n\u00f3s pedimos um repert\u00f3rio e os mestres dessa cultura, os capit\u00e3es de guarda de congo, foram mandando pra gente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sa\u00fava: Se a gente for fazer tudo que tem pra fazer, d\u00e1 um acervo de mais de dez discos! (risos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>N\u00e3o precisa pensar em fazer m\u00fasica\u2026<\/strong><br \/>\nMarc\u00e3o: N\u00e3o, n\u00e3o. Mas a gente acha importante: em abril, n\u00f3s lan\u00e7amos um EP (\u201cMorro das Tr\u00eas Cruzes\u201d), que tem quatro m\u00fasicas originais. \u00c9 algo que faz parte: quando a gente estava acabando de gravar o Chora N\u2019Goma\u201d, o Sa\u00fava falou de fazer algo autoral\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sa\u00fava: E j\u00e1 tem uma ideia para o pr\u00f3ximo que a gente n\u00e3o vai falar agora\u2026 mas j\u00e1 come\u00e7ou a ser feito!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E \u00e9 para quando esse pr\u00f3ximo disco cheio?<\/strong><br \/>\nSa\u00fava: \u00c9 pro ano que vem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Marc\u00e3o: A gente j\u00e1 marcou de gravar em julho do ano que vem. N\u00e3o sei ainda, se vai ser s\u00f3 releitura ou m\u00fasica pr\u00f3pria, ele est\u00e1 nascendo\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sa\u00fava: (risos) N\u00e3o tivemos ideia nenhuma ainda\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Marc\u00e3o: Tivemos sim, j\u00e1 tem duas m\u00fasicas prontas! (risos)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como \u00e9 unir a matriz tradicional do congado com o rock, especialmente olhando para um rock que n\u00e3o \u00e9 necessariamente cl\u00e1ssico? E como fazer isso sem parecer apenas uma simples soma, sem sofistica\u00e7\u00e3o, buscando respeitar a sonoridade original?<\/strong><br \/>\nMarc\u00e3o: Cara, se voc\u00ea for olhar, tanto o rock quanto o congado vem tudo de um lugar s\u00f3: o continente africano. Eles vieram para c\u00e1 e foram para l\u00e1 \u2013 l\u00e1, eles fizeram o blues, o jazz, o rock. Mas se voc\u00ea olhar a base, ela \u00e9 a mesma. Quando a gente estava come\u00e7ando a banda, eu comecei a pirar nessa ideia e comecei a escutar spirituals, que \u00e9 a base do blues e do jazz. Fui olhar as letras e percebi que o que eles falam nas letras de l\u00e1 \u00e9 muito parecido com o que se fala nas letras do congado: quest\u00f5es de espiritualidade, ancestralidade, muitas letras sobre luta, liberdade, tem toda a quest\u00e3o do canto de resposta\u2026<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sa\u00fava: Tem at\u00e9 o lance das melodias n\u00e3o serem t\u00e3o longas, serem melodias pequenas, que se repetem. Voc\u00ea vai encontrar isso nos dois lugares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Marc\u00e3o: Se voc\u00ea for olhar, a gente s\u00f3 juntou os dois cantos do continente e a \u00c1frica, demos uma prensada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voltamos pra Pangeia.<\/strong><br \/>\nMarc\u00e3o: \u00c9 isso a\u00ed.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ao mesmo tempo, essa n\u00e3o \u00e9 uma fus\u00e3o nova. Nessa redescoberta do Clube da Esquina nos \u00faltimos anos, para mim tem ficado evidente o quanto existe essa combina\u00e7\u00e3o de ritmos tradicionais com o rock ali tamb\u00e9m.<\/strong><br \/>\nMarc\u00e3o: \u00c9 importante a gente falar aqui do Giuliano Fernandes, que n\u00e3o veio aqui para o Para\u00edso do Rock. Ele \u00e9 um dos produtores da banda, ele produz o show e tamb\u00e9m toca guitarra na banda. Antes do Congadar, ele tocou com o L\u00f4 Borges por dez anos, entre 2002 e 2012, gravando discos como \u201cUm Dia e Meio\u201d e o \u201cBHanda\u201d. P\u00f4, ele conheceu o Clube da Esquina de dentro, vendo como a composi\u00e7\u00e3o desses caras funciona. E isso veio intrinsecamente para o som da banda tamb\u00e9m, e acho que isso tamb\u00e9m d\u00e1 um toque. Acaba sendo uma express\u00e3o da mineiridade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como diria o poeta, \u201ctodo artista tem de ir aonde o povo est\u00e1\u201d. O Congadar \u00e9 uma banda grande, com seis integrantes. Como tem sido circular com esse show?<\/strong><br \/>\nMarc\u00e3o: N\u00f3s temos essa forma\u00e7\u00e3o de seis pessoas, mas temos uma outra forma\u00e7\u00e3o com oito pessoas, ent\u00e3o voc\u00ea imagina\u2026 Recentemente, <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2022\/05\/24\/ao-vivo-congadar-e-boogarins-aquecem-o-frio-mineiro-com-grandes-shows-na-autentica\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">fizemos um show completo na Aut\u00eantica<\/a> [casa de shows em Belo Horizonte], que foi maravilhoso. Eu sou suspeito para falar da Aut\u00eantica, porque eu sou amigo dos meninos, mas \u00e9 para mim uma das melhores casas do Brasil, sem sombra de d\u00favida \u2013 e quando eu falo, \u00e9 porque realmente \u00e9. Mas a gente viaja normalmente em seis, que \u00e9 a nossa forma\u00e7\u00e3o enxuta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sa\u00fava: Pois \u00e9, n\u00e9? Com seis \u00e9 a forma\u00e7\u00e3o enxuta\u2026 n\u00f3s esprememos, mas n\u00e3o d\u00e1.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Marc\u00e3o: N\u00e3o tem como. A gente j\u00e1 fez show com duas caixas e duas vozes, mas n\u00e3o tem a mesma pot\u00eancia. As tr\u00eas caixas se conversam, as vozes tamb\u00e9m se conversam. A gente tem conseguido rodar, a gente vai de carro se precisar. Fizemos o Forr\u00f3 da Lua Cheia ano passado, fizemos v\u00e1rios festivais no interior de S\u00e3o Paulo, Ribeir\u00e3o Preto, Franca, Uberl\u00e2ndia, Araguari. E vamos embora, n\u00e3o temos medo de estrada n\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Para quem est\u00e1 lendo a conversa e ainda n\u00e3o ouviu o Congadar, tem algum recado final para dar antes do leitor apertar o play?<\/strong><br \/>\nSa\u00fava: Uma coisa que a gente replica por a\u00ed \u00e9 uma frase do mestre Maur\u00edcio Tizumba: o maracatu j\u00e1 toca no mundo. Agora, \u00e9 a hora de levar o congado para o mundo tamb\u00e9m. Essa \u00e9 a nossa miss\u00e3o: levar o congo pelo mundo.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Congadar - Chico Rei @ Para\u00edso do Rock, Paran\u00e1 - 29\/9\/2023\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Ly2C-E1SZvk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Congadar - Chora N&#039;Goma @ Para\u00edso do Rock, Paran\u00e1 - 29\/9\/2023\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Y3yU1cLIHG4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u2013 Bruno Capelas (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/noacapelas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@noacapelas)<\/a>\u00a0\u00e9 jornalista. Apresenta o\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/indieeldorado\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Programa de Indie<\/a>, na Eldorado FM, e escreve a newsletter\u00a0<a href=\"https:\/\/meusdiscosmeusdrinks.substack.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Meus Discos, Meus Drinks e Nada Mais<\/a>. Colabora com o Scream &amp; Yell desde 2010.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Donos de um dos shows mais impactantes do Para\u00edso do Rock, festival realizado no Norte do Paran\u00e1 no final de setembro (saiba como foi), o Congadar j\u00e1 soma uma d\u00e9cada de jornada na m\u00fasica independent\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/10\/18\/entrevista-o-maracatu-ja-toca-no-mundo-agora-e-a-hora-de-levar-o-congado-para-o-mundo-tambem-diz-congadar\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":14,"featured_media":77341,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[5445],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/77339"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/14"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=77339"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/77339\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":77344,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/77339\/revisions\/77344"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/77341"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=77339"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=77339"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=77339"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}