{"id":76902,"date":"2023-09-22T00:09:25","date_gmt":"2023-09-22T03:09:25","guid":{"rendered":"http:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=76902"},"modified":"2023-12-28T01:35:40","modified_gmt":"2023-12-28T04:35:40","slug":"entrevista-pitty-festeja-20-anos-de-admiravel-chip-novo-e-relembra-o-comeco-tudo-apontava-para-o-lado-contrario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/09\/22\/entrevista-pitty-festeja-20-anos-de-admiravel-chip-novo-e-relembra-o-comeco-tudo-apontava-para-o-lado-contrario\/","title":{"rendered":"Entrevista &#8211; Pitty comemora os 20 anos de \u201cAdmir\u00e1vel Chip Novo\u201d e relembra o come\u00e7o: &#8220;Tudo apontava para o lado contr\u00e1rio&#8221;"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/PeliculaVirtual\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Jo\u00e3o Paulo Barreto<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em turn\u00ea de comemora\u00e7\u00e3o dos vinte anos de \u201cAdmir\u00e1vel Chip Novo\u201d, trabalho que a projetou nacionalmente em 2003, Pitty revisita e apresenta na \u00edntegra dos shows da ACNXX Tour seu disco de estreia, que ganhou relan\u00e7amento caprichado num box triplo de vinil que inclui o disco original, \u201cEspelhos \u2013 Vers\u00f5es completas de Admir\u00e1vel V\u00eddeo Novo\u201d e, ainda, \u201c<a href=\"https:\/\/pitty.lnk.to\/ACN_REATIVADO\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Admir\u00e1vel Chip Novo (Re)ativado<\/a>\u201d, \u00e1lbum que conta com convidados como Planet Hemp, Tuyo, Emicida, Supercombo, Ney Matogrosso, Sandy e MC Carol, entre outros, regravando as faixas do \u00e1lbum em quest\u00e3o (num box que ainda traz um caderno com textos escritos por Pitty entre 2003 e 2004).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas a turn\u00ea, como bem frisa sua divulga\u00e7\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 um convite \u00e0 nostalgia, mas, sim, um mergulho naquelas can\u00e7\u00f5es dentro do que elas representam hoje. E, de fato, o di\u00e1logo que as letras de Pitty, escritas h\u00e1 vintes anos, n\u00e3o passa despercebido quando travado diante da gera\u00e7\u00e3o atual. Sobre esse alcance diante de uma gera\u00e7\u00e3o nova, Pitty, nesse papo com o Scream &amp; Yell, demonstra admira\u00e7\u00e3o e felicidade por suas letras ainda travarem esse di\u00e1logo atual. &#8220;Tenho observado, tenho sido espectadora dessa rea\u00e7\u00e3o, dessa reflex\u00e3o e do efeito que esse disco tem hoje, vinte anos depois. Eu procuro observar, entender, e fico admirada e muito feliz dessas letras e dessas can\u00e7\u00f5es terem atravessado esse tempo com tanta sa\u00fade, digamos assim. Com tanta contemporaneidade para muitas pessoas. Uma coisa que n\u00e3o imaginava quando fiz o disco&#8221;, destaca.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 importante salientar como as mudan\u00e7as nas \u00faltimas duas d\u00e9cadas desde 2003 tamb\u00e9m se somam a essa reflex\u00e3o. Ao observar o contexto em que Pitty despontou para o cen\u00e1rio rocker brasileiro, em uma \u00e9poca em que as redes sociais n\u00e3o existiam, tampouco os smartphones, e a internet ainda engatinhava, imposs\u00edvel n\u00e3o pensarmos no impacto de \u201cAdmir\u00e1vel Chip Novo\u201d \u00e0 \u00e9poca e compar\u00e1-lo aos dias de hoje, com as audi\u00eancias que, na maioria das vezes, assistem a shows atrav\u00e9s de telas de celulares, mesmo presentes em plateias ao vivo. Pitty, que come\u00e7ou sua labuta nos palcos bem antes da fama de seu primeiro disco, comenta essa tend\u00eancia de p\u00fablico, mas frisa nesse papo aqui um respeito pela liberdade de cada pessoa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sobre os dois momentos nessa linha temporal e como a comunica\u00e7\u00e3o, al\u00e9m das formas de intera\u00e7\u00e3o entre artista e audi\u00eancia, mudaram no decorrer dessas duas d\u00e9cadas, Pitty destaca como a ACNXX usa essa tecnologia da comunica\u00e7\u00e3o de forma, justamente, a criar um di\u00e1logo entre as duas \u00e9pocas. Mas tudo isso, de novo, sem preciosismo ou saudosismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Independente de sua proposta como turn\u00ea, a ACNXX acaba por permitir uma reflex\u00e3o sobre os rumos que o mercado musical tomou desde 2003, seja com a internet passando a dominar os meios de divulga\u00e7\u00e3o, o streaming sendo a nova forma de consumo e a TV perdendo protagonismo em rela\u00e7\u00e3o ao que se prop\u00f5e como m\u00eddia. Nessa entrevista, Pitty aborda essa reflex\u00e3o, bem como um pouco de sua trajet\u00f3ria art\u00edstica, al\u00e9m de analisar como as mudan\u00e7as dos \u00faltimos vinte anos influ\u00edram no diferente cen\u00e1rio musical que a lan\u00e7ou duas d\u00e9cadas atr\u00e1s. Confira!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Pitty - Turn\u00ea ACNXX\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/zdJocwW12Wg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O release da turn\u00ea possui uma observa\u00e7\u00e3o muito bem colocada que foca no seu revisitar do disco \u201cAdmir\u00e1vel Chip Novo\u201d n\u00e3o em um movimento saudosista, mas como uma an\u00e1lise do trabalho cuja proposta de reflex\u00e3o de suas letras se encaixam perfeitamente no mundo de 2023. Escutei seu disco depois de muito tempo e pude ir observando nas letras muitas dessas nuances que as \u00faltimas duas d\u00e9cadas se refletem no texto. Ao revisitar o trabalho para a ACNXX, qual foi a sua sensa\u00e7\u00e3o ao notar esse di\u00e1logo que ele traz com a gera\u00e7\u00e3o que, agora, tem vinte anos de idade?<\/strong><br \/>\nPois \u00e9. Eu tenho sentido isso, tamb\u00e9m. Tenho observado, tenho sido espectadora dessa rea\u00e7\u00e3o, dessa reflex\u00e3o e do efeito que esse disco tem hoje, vinte anos depois. Eu procuro observar, entender, e fico admirada e muito feliz dessas letras e dessas can\u00e7\u00f5es terem atravessado esse tempo com tanta sa\u00fade, digamos assim. Com tanta contemporaneidade para muitas pessoas. Uma coisa que n\u00e3o imaginava quando fiz o disco. \u00d3bvio que todos os criadores e criadoras desejam que suas obras atravessem o tempo e permane\u00e7am, mas eu tinha um monte de demo e um sonho (risos). E foi assim que sai de Salvador para gravar essas m\u00fasicas. Ent\u00e3o, \u00e9 muito gratificante, curioso e interessante observar como essas m\u00fasicas cabem perfeitamente em 2023. Para mim, elas s\u00e3o absolutamente atuais. Elas falam sobre agora. Acho que foram feitas para serem cantadas, tamb\u00e9m, agora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Para mim, aos 42, essa revisita ao seu primeiro disco traz um inevit\u00e1vel gosto nost\u00e1lgico, de uma vida mais simples, quase (risos). Sem smartphones, sem boa parte das ansiedades que os tempos fugazes de conex\u00e3o t\u00eam hoje. E olha que sou um jornalista de ve\u00edculo impresso, que n\u00e3o tem Instagram, Twitter, Tik Tok (e s\u00f3 mant\u00e9m por pura necessidade de memes sua conta ativa no Facebook, friso). Independente de n\u00e3o haver essa sensa\u00e7\u00e3o de saudosismo na proposta dessa revisita ao disco, como voc\u00ea avalia essa sensa\u00e7\u00e3o de um p\u00fablico com o qual voc\u00ea dialogou t\u00e3o bem no come\u00e7o dos anos 2000 e, agora (pelo menos no meu caso), vai revisitar a obra com essa bagagem?<\/strong><br \/>\nIsso \u00e9 muito legal. Por exemplo, se as m\u00fasicas atravessaram o tempo com essa coer\u00eancia, com esse pertencimento, e se colocam de uma forma muito atual e verdadeira agora. Se com as m\u00fasicas acontece isso, ao nosso redor, e talvez por causa disso, houve uma evolu\u00e7\u00e3o nesses vinte anos do ponto de vista digital. Quando esse disco foi feito, n\u00e3o existia internet do jeito que existe hoje, eu acho que eu nem tinha email, era o come\u00e7o. Eu tinha que ir num lugar espec\u00edfico para acessar a internet e mesmo para ter um computador para usar. N\u00e3o era como \u00e9 hoje. Quem n\u00e3o viveu essa \u00e9poca n\u00e3o vai entender. Normal. Eu tamb\u00e9m n\u00e3o tenho como saber como era quando n\u00e3o tinha televis\u00e3o. Hoje, por exemplo, as pessoas j\u00e1 nascem na era do streaming. \u00c9 natural para elas, para quem \u00e9 jovem hoje, ou pra quem tem a nossa idade e est\u00e1 completamente conectado. Eu me considero bastante entusiasta da tecnologia. Ela proporciona coisas incr\u00edveis. A comunica\u00e7\u00e3o e tantas outras coisas mudaram demais. Isso est\u00e1 no show ACNXX. O conceito para montar a turn\u00ea \u00e9 tamb\u00e9m trazer as pessoas para aquele lugar de comunica\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o, eu uso, no show, interl\u00fadios em \u00e1udio. Optei por utilizar muito mais recursos auditivos e tecidos, por exemplo, na cenografia, e fugir um pouco daquela coisa imag\u00e9tica, tecnol\u00f3gica, 4K, enfim. Eu queria trazer as pessoas para esse universo da comunica\u00e7\u00e3o, sem nostalgia, sem dizer que aquilo \u00e9 melhor ou pior, mas situar as pessoas no tempo que esse disco foi feito. Como ele foi enviado, por exemplo. O roteiro foi montado desse jeito para que as pessoas passeiem pela hist\u00f3ria do \u201cACN\u201d. Ent\u00e3o, vou dar um spoiler j\u00e1: o show come\u00e7a com um telefonema de mim para Rafael (Ramos, produtor) dizendo que eu ia mandar a demo. Da\u00ed come\u00e7a a hist\u00f3ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Citei as redes sociais na pergunta anterior para poder abordar aqui essa citada quest\u00e3o premonit\u00f3ria que a faixa t\u00edtulo j\u00e1 trazia desde seu lan\u00e7amento em 2003, bem como a densa \u2018M\u00e1scara\u201d. Lembro de escut\u00e1-las \u00e0 \u00e9poca e pensar em \u201cClube da Luta\u201d (1999), filme que havia conhecido quatro anos antes. Como \u00e9 encarar essa proposta de di\u00e1logo diante de uma plateia que passa boa parte dos shows olhando n\u00e3o para o palco onde o artista performa, mas para a tela do smartphone enquanto filma para criar stories, reels e postagens em redes sociais para dizer aos seguidores que esteve presente em um show que, na maioria das vezes, n\u00e3o assistiu realmente?<\/strong><br \/>\nExiste essa quest\u00e3o, n\u00e9? H\u00e1 um movimento de muitas bandas, inclusive, pedindo ou, pelo menos sugerindo, propondo (n\u00e3o usarem celulares no show). Eu gosto dessas palavras mais gentis em rela\u00e7\u00e3o a lidar com o outro e com as escolhas dos outros, do p\u00fablico. N\u00e3o vou mandar ningu\u00e9m fazer nada. N\u00e3o vou dizer: \u201cfa\u00e7am isso!\u201d Quem sou eu? N\u00e3o sou a dona da verdade. Mas gosto dessas propostas de bandas que sugerem isso e sou entusiasta desse lance de incentivar as pessoas a assistirem ao show, a olhar para o palco, a viver aquela experi\u00eancia e n\u00e3o assistir ao show atrav\u00e9s de uma tela. Mas, de novo, s\u00e3o as experi\u00eancias que as pessoas escolhem viver. Algumas pessoas, n\u00e3o todas. Cada um faz as suas escolhas e tudo bem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Dentro da m\u00fasica nessas \u00faltimas duas d\u00e9cadas, voc\u00ea testemunhou diversas mudan\u00e7as no Brasil e no mundo. A minha pergunta vai por esse caminho de entender a sua vis\u00e3o para todas as mudan\u00e7as vistas no mercado fonogr\u00e1fico, passando pela presen\u00e7a massiva da TV aberta (Faust\u00e3o, Gugu, MTV etc.) na divulga\u00e7\u00e3o do trabalho, avan\u00e7ando pelas d\u00e9cada seguinte quando a internet se tornou a principal ferramenta de divulga\u00e7\u00e3o, onde o streaming, infelizmente, tornou obsoleto o CD. Para algu\u00e9m que criou os calos e absorveu as t\u00e9cnicas de palco tocando na noite, voc\u00ea acredita nessa pot\u00eancia de mercado na atualidade, com \u00eddolos sendo fabricados por programas de TV que definem quem tem talento e quem n\u00e3o tem?<\/strong><br \/>\nRealmente, nessas duas d\u00e9cadas passamos por muitas mudan\u00e7as em termos de comunica\u00e7\u00e3o, tecnologia, informa\u00e7\u00e3o e acho que todas as m\u00eddias passaram por transforma\u00e7\u00f5es enormes. Os formatos tamb\u00e9m foram mudando. Hoje, tem menos revistas impressas, tem as redes sociais. \u00c9 tudo mais no digital. As pessoas t\u00eam mais acesso a c\u00e2meras de qualidade, gravam seu pr\u00f3prio conte\u00fado, transmitem um programa ao vivo, como eu mesma fiz numa \u00e9poca na Twitch. Ent\u00e3o, a m\u00eddia, hoje, n\u00e3o est\u00e1 concentrada s\u00f3 na m\u00eddia. As pessoas tamb\u00e9m s\u00e3o a pr\u00f3pria m\u00eddia. Acho que essa foi a grande mudan\u00e7a com muitos desdobramentos. Por um lado democratiza, por outro lado n\u00e3o tem mais uma curadoria. Voc\u00ea n\u00e3o tem dicas. S\u00e3o milhares de m\u00fasicas colocadas nos aplicativos de m\u00fasica diariamente. Ent\u00e3o, onde voc\u00ea vai dar seu clique? Para o que voc\u00ea vai dedicar seu tempo? E a\u00ed as estrat\u00e9gias v\u00e3o mudando. Hoje, as pessoas t\u00eam investido muito mais no marketing visual, digital e em fotos do que, necessariamente, na m\u00fasica, eu acho. O que \u00e9 uma pena. Mas, ao mesmo tempo, acredito que a m\u00fasica boa sempre prevalece e atravessa os tempos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quando voc\u00ea olha para tr\u00e1s e v\u00ea essa brilhante estrada percorrida (lembro de ver voc\u00ea ainda em Porto Seguro \u2013 temos amigos em comum por l\u00e1 \u2013 e j\u00e1 perceber esse potencial de sua carreira), o que voc\u00ea imaginaria dizendo \u00e0quela Pitty chegando \u00e0 casa dos 20 e poucos anos de idade e batalhando na m\u00fasica independente?<\/strong><br \/>\nMuito obrigada \ud83d\ude42 Cara, n\u00e3o sei. Acho que eu diria: &#8220;S\u00f3 vai! Continua tendo coragem, apesar de tudo apontar para o avesso&#8221;. Tudo apontava para o lado contr\u00e1rio. Absolutamente tudo. O lugar onde eu nasci; o tipo de m\u00fasica que me encanta; a arte que me toca; o que escrevo; o fato de n\u00e3o ser necessariamente popular, f\u00e1cil; o fato de ser uma mulher; o fato de ser uma mulher nordestina. Tudo me apontava para o lado avesso. Parecia, realmente, uma coisa absurda e imposs\u00edvel. E me foi dito, obviamente, muitas vezes: \u201cvoc\u00ea est\u00e1 apostando numa coisa que n\u00e3o existe. Voc\u00ea est\u00e1 perdendo seu tempo.\u201d E tamb\u00e9m minha condi\u00e7\u00e3o social. Eu n\u00e3o tinha, ali, grana nem condi\u00e7\u00f5es para ficar brincando de ter banda. Eu trabalho desde os 14 anos. Eu me sustento desde muito nova. Sa\u00ed de casa muito nova. Ent\u00e3o, n\u00e3o tinha tempo de bancar isso como um hobby. N\u00e3o podia ter uma banda de final de semana. Ent\u00e3o, foi uma aposta. E que bom que funcionou porque eu n\u00e3o sei o que seria de mim. Sou muito grata por viver de rock no Brasil, que eu digo que \u00e9 o underground do underground. E pretendo continuar fazendo isso. Tentando aprender cada vez mais e contribuir cada vez mais para criar arte e m\u00fasica.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Live | Pitty - 20 anos do Admir\u00e1vel Chip Novo\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/wYg0ECCWNQE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Pitty - Teto de Vidro (Clipe Oficial)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/hWhl6ijsAXw?list=OLAK5uy_kZzj2au_bOMsLJH17tA7ppplW3582esNc\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Girls Just Want To Have Fun\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/K0_cx3u3oMI?list=OLAK5uy_llP-E15r5Q-hhE8mqTGJzei7R1RQ2yjxA\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/profile.php?id=100009655066720\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Jo\u00e3o Paulo Barreto\u00a0<\/a>\u00e9 jornalista, cr\u00edtico de cinema e curador do\u00a0<a href=\"http:\/\/coisadecinema.com.br\/xiii-panorama\/apresentacao\/panorama-2017\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Festival Panorama Internacional Coisa de Cinema<\/a>. Membro da Abraccine, colabora para o Jornal A Tarde e assina o blog\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/PeliculaVirtual\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Pel\u00edcula Virtual<\/a>. A foto que abre o texto \u00e9 de Stephanie Hahne \/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#8220;Tudo apontava para o lado contr\u00e1rio. Absolutamente tudo. O lugar onde eu nasci; o tipo de m\u00fasica que me encanta; o fato de ser uma mulher; o fato de ser uma mulher nordestina. Ent\u00e3o, foi uma aposta. 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