{"id":74892,"date":"2023-05-22T09:54:59","date_gmt":"2023-05-22T12:54:59","guid":{"rendered":"http:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=74892"},"modified":"2023-06-23T01:40:57","modified_gmt":"2023-06-23T04:40:57","slug":"c6-fest-rio-2023-noite-3-os-limites-do-rock-foram-testados-e-o-black-country-new-road-fez-o-melhor-show-do-sabado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/05\/22\/c6-fest-rio-2023-noite-3-os-limites-do-rock-foram-testados-e-o-black-country-new-road-fez-o-melhor-show-do-sabado\/","title":{"rendered":"C6 Fest Rio 2023 \u2013 Noite 3:\u00a0Os limites do rock foram testados e o Black Country, New Road fez o melhor show do s\u00e1bado"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>texto de\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/BartBarbosa\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Marco Antonio Barbosa<\/a><br \/>\n<\/strong><\/h2>\n<h2 style=\"text-align: center;\">Saiba como foi o\u00a0<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/05\/19\/c6-fest-rio-2023-noite-1-kraftwerk-e-underworld-ofereceram-um-curso-relampago-na-historia-da-musica-eletronica\/\">Dia 1<\/a> e o <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/05\/21\/c6-fest-rio-2023-noite-2-o-jazz-classudo-de-samara-joy-o-virtuosismo-de-domi-jd-back-e-a-exuberancia-de-jon-batiste\/\">Dia 2<\/a><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">A \u00faltima noite do C6 Fest no Rio de Janeiro (s\u00e1bado, 20\/05) foi reservada ao rock. Terno Rei, Black Country, New Road e The War On Drugs mostraram, cada um a seu modo bem particular, como se conformam (ou n\u00e3o) com os limites do estilo. Conclus\u00e3o nem um pouco surpreendente: quem se conformou menos foi capaz de voos mais altos e ousados. J\u00e1 o p\u00fablico carioca, por sua vez, tamb\u00e9m mostrou suas pr\u00f3prias limita\u00e7\u00f5es&#8230; naquela que foi a noite com a menor plateia do evento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao iniciar os trabalhos pontualmente, o Terno Rei deparou-se com uma plateia que n\u00e3o devia superar 200 cabe\u00e7as. Ao menos eram 200 cabe\u00e7as bem dedicadas. Ao fim da primeira can\u00e7\u00e3o, um rapaz berrou: \u201cCARA, EU AMO VOC\u00caS PACARALHO!\u201d, sua declara\u00e7\u00e3o empolgada ecoando longe no Vivo Rio semideserto. \u00danico nome brasileiro no line-up do C6 carioca, o quarteto paulistano n\u00e3o se intimidou; pelo contr\u00e1rio, buscou deixar claro o prazer de estar ali, diante do reduzido mas emocionado f\u00e3-clube fluminense.<\/p>\n<figure id=\"attachment_74913\" aria-describedby=\"caption-attachment-74913\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-74913\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/FSOU2553-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/FSOU2553-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/FSOU2553-copiar-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-74913\" class=\"wp-caption-text\"><em>Terno Rei \/ C6 Fest<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">O espet\u00e1culo, fundamentado no repert\u00f3rio dos \u00e1lbuns \u201cG\u00eameos\u201d (2022) e \u201cVioleta\u201d (2019), transcorreu certinho. At\u00e9 demais. As sutilezas de est\u00fadio foram reproduzidas com exatid\u00e3o, Al\u00ea Sater canta f\u00e1cil e bem. Como carta na manga, convocaram Lewis Evans, do Black Country, New Road, para adicionar um sax soprano em \u201cRetrovisor\u201d. (Ali\u00e1s, o BCNR estava todo assistindo ao show dos caras, bem atr\u00e1s de mim.) Mas o \u201cproblema\u201d do Terno Rei \u00e9 justamente a falta de problemas. O indie pop l\u00edmpido da banda carece de composi\u00e7\u00f5es mais marcantes e\/ou uma dose extra de punch. As duas condi\u00e7\u00f5es s\u00f3 se manifestam eventualmente no show, como em \u201cEsperando Voc\u00ea\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Punch n\u00e3o faltou ao The War on Drugs, respons\u00e1vel pelo melhor disco internacional de 2014 (\u201cLost in the Dream\u201d) <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/01\/19\/melhores-discos-internacionais-2014\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">na opini\u00e3o do col\u00e9gio eleitoral deste Scream &amp; Yell<\/a>. O combo liderado por Adam Granduciel carrega uma tonelada de equipamentos vintage para garantir maior press\u00e3o sonora e replicar os timbres dos discos. \u201cVintage\u201d tamb\u00e9m \u00e9 o visual do octeto, que, com suas cabeleiras revoltas e jeans gastos, parecem ter sa\u00eddo de um trailer park perdido no meio-oeste ianque.<\/p>\n<figure id=\"attachment_74901\" aria-describedby=\"caption-attachment-74901\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-74901 size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/wod1.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"579\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/wod1.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/wod1-300x232.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-74901\" class=\"wp-caption-text\"><em>The War ond Drugs \/ Foto de <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/viewatake\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">C\u00e9sar Oliveira @takeaview<\/a><\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim como rolou com o Terno Rei, a grande surpresa do show \u00e9 a falta de surpresas. A ineg\u00e1vel credibilidade indie do The War on Drugs contrasta com a escassa originalidade nas can\u00e7\u00f5es de Granduciel. Na verdade, a \u201csurpresa\u201d \u00e9 ver um grupo t\u00e3o mediano e previs\u00edvel (um Wilco gen\u00e9rico? Springsteen sem o car\u00e1ter \u00e9pico?) amealhar tanta consagra\u00e7\u00e3o. At\u00e9 a est\u00e9tica white trash desgrenhada parece derivativa. Mas a banda repassa com evidente empenho can\u00e7\u00f5es dos \u00faltimos tr\u00eas \u00e1lbuns, o suficiente para agradar a torcida. Talvez seja o m\u00e1ximo que se pode esperar deles, e isso eles entregam.<\/p>\n<figure id=\"attachment_74915\" aria-describedby=\"caption-attachment-74915\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-74915\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/FSOU4071-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/FSOU4071-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/FSOU4071-copiar-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-74915\" class=\"wp-caption-text\"><em>The War on Drugs \/ C6 Fest<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre o Terno e os Drugs, tivemos o Black Country, New Road \u2013 a grande inc\u00f3gnita da noite. O grupo brit\u00e2nico est\u00e1 em pleno momento de transi\u00e7\u00e3o: imediatamente depois de lan\u00e7arem o \u00f3timo \u201cAnts Up From There\u201d (2022), perderam o cantor Isaac Wood e descartaram todo o repert\u00f3rio cantado por ele. O agora sexteto se reveza nos vocais das m\u00fasicas novas, lan\u00e7adas no \u00e1lbum ao vivo \u201cLive at The Bush House\u201d. E tamb\u00e9m se reveza em uma multiplica\u00e7\u00e3o de instrumentos pouco usuais, como baixo tocado com arco, flauta e acorde\u00e3o.<\/p>\n<figure id=\"attachment_74919\" aria-describedby=\"caption-attachment-74919\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-74919 size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/bcnr5.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"422\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/bcnr5.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/bcnr5-300x169.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-74919\" class=\"wp-caption-text\"><em>Black Country, New Road \/ C6 Fest<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Formalmente uma \u201cbanda de rock\u201d, o Black Country, New Road fez o melhor show de s\u00e1bado justamente ignorando as barreiras do g\u00eanero. O approach atual tem mais a ver com o folk setentista, o progressivo ou com a face mais orquestral do post-rock do que com os chav\u00f5es indie. Todos os m\u00fasicos tocam muito bem (destaque para o baterista Charlie Wayne), desdobrando-se para dar conta da complexidade das composi\u00e7\u00f5es e das mudan\u00e7as na din\u00e2mica. Tudo conduz para o \u00e1pice de \u201cTurbines\/Pigs\u201d, puxada pela tecladista May Kershaw: quase 10 minutos de drama e turbul\u00eancia literal &amp; figurada. At\u00e9 a plateia carioca, conhecida por sua tend\u00eancia \u00e0 dispers\u00e3o, se calou para prestar aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<figure id=\"attachment_74921\" aria-describedby=\"caption-attachment-74921\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-74921 size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/bcnr6.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"324\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/bcnr6.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/bcnr6-300x130.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-74921\" class=\"wp-caption-text\"><em>Black Country, New Road \/ C6 Fest<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 necess\u00e1rio aqui um post-scriptum sobre a pol\u00eamica levantada <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/03\/16\/entrevista-andre-barcinski-fala-sobre-a-reedicao-luxuosa-do-livro-barulho-em-seu-aniversario-de-30-anos-critica-musical-e-mais\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">pelo provocateur Andr\u00e9 Barcinski<\/a>, que gastou um <a href=\"https:\/\/twitter.com\/andre_barcinski\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">tempo consider\u00e1vel no Twitter<\/a> comentando a baixa audi\u00eancia da etapa carioca do C6 Fest. Sim, o Vivo Rio n\u00e3o lotou em qualquer das tr\u00eas noites; previsivelmente, o p\u00fablico veio diminuindo entre quinta e s\u00e1bado, cabendo \u00e0 noite de rock o qu\u00f3rum mais baixo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 raz\u00f5es conjunturais e estruturais para o \u2013 relativo? \u2013 fracasso de bilheteria. Na primeira categoria, podemos citar a divulga\u00e7\u00e3o deficiente e corrida, o pre\u00e7o alto dos ingressos e a concorr\u00eancia com outros eventos de perfil mais popular, como o MITA. Este rep\u00f3rter apurou que a \u00fanica noite com venda relevante de entradas foi a primeira (Kraftwerk e Underworld) \u2013 mesmo assim, com a apressada oferta de ingressos solid\u00e1rios por metade do pre\u00e7o, desapontando os \u0336o\u0336t\u0336\u00e1\u0336r\u0336i\u0336o\u0336s\u0336 precavidos que pagaram a inteira. O alto n\u00famero de celebridades na segunda noite denunciava o esfor\u00e7o feito na distribui\u00e7\u00e3o de ingressos 0800.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estruturalmente, \u00e9 preciso dar alguma raz\u00e3o ao Bar\u00e7a. \u00c9 not\u00f3ria a dificuldade em atrair o carioca para eventos com uma escala\u00e7\u00e3o menos \u00f3bvia. Com capacidade para 4 mil espectadores, o Vivo Rio \u00e9 simplesmente grande demais para o contingente de pessoas interessadas em m\u00fasica eletr\u00f4nica\/jazz\/indie rock na cidade. Uma solu\u00e7\u00e3o seria realizar o \u201cpuxadinho\u201d carioca do C6 em um lugar menor&#8230; o que excluiria a megaestrutura necess\u00e1ria para um show do Kraftwerk. Ou, talvez, dobrar a aposta e transformar o \u201cpuxadinho\u201d numa edi\u00e7\u00e3o completa, investindo em mais\/maiores nomes e em mais divulga\u00e7\u00e3o. Porque o carioca gosta mesmo \u00e9 disso: bomba\u00e7\u00e3o. A m\u00fasica \u00e9 sempre um detalhe.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-74897\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/FSOU8072-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/FSOU8072-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/FSOU8072-copiar-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\">Saiba como foi o\u00a0<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/05\/19\/c6-fest-rio-2023-noite-1-kraftwerk-e-underworld-ofereceram-um-curso-relampago-na-historia-da-musica-eletronica\/\">Dia 1<\/a> e o <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/05\/21\/c6-fest-rio-2023-noite-2-o-jazz-classudo-de-samara-joy-o-virtuosismo-de-domi-jd-back-e-a-exuberancia-de-jon-batiste\/\">Dia 2<\/a><\/h2>\n<p><em>\u2013 Marco Antonio Barbosa \u00e9 jornalista (<a href=\"http:\/\/medium.com\/telhado-de-vidro\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">medium.com\/telhado-de-vidro<\/a>) e m\u00fasico (<a href=\"http:\/\/borealis.art.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/borealis.art.br<\/a>).<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Black Country, New Road ignorou as barreiras do rock fez o melhor show. 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