{"id":73488,"date":"2023-03-28T00:00:11","date_gmt":"2023-03-28T03:00:11","guid":{"rendered":"http:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=73488"},"modified":"2023-04-25T00:09:01","modified_gmt":"2023-04-25T03:09:01","slug":"entrevista-embalados-por-swing-ska-rockabilly-rock-e-reggae-conheca-as-novidades-do-el-zombie","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/03\/28\/entrevista-embalados-por-swing-ska-rockabilly-rock-e-reggae-conheca-as-novidades-do-el-zombie\/","title":{"rendered":"Entrevista: Embalados por swing, ska, rockabilly, rock e reggae, conhe\u00e7a as novidades dos argentinos da El Zombie"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista por\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Leonardo Vinhas<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vinte anos atr\u00e1s, Guillermo Vega e Mauricio Raggio se juntaram para compor suas pr\u00f3prias composi\u00e7\u00f5es e, quem sabe, montar uma banda. No mesmo ano, a banda passou a existir e, 20 anos depois, o El Zombie segue na ativa, misturando ska, swing, rockabilly, rock e pop praiano. Essa sonoridade j\u00e1 ultrapassou as fronteiras de sua Argentina natal, e chegou ao M\u00e9xico e ao Brasil. Ali\u00e1s, a banda<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/elzombieband\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> est\u00e1 em terras brasileiras com sete datas no interior de S\u00e3o Paulo e uma no Rio de Janeiro at\u00e9 o come\u00e7o de abril<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De inspira\u00e7\u00e3o fortemente \u201cnoventeira\u201d, o El Zombie passou por v\u00e1rias forma\u00e7\u00f5es, e hoje, com integrantes espalhados pelo mundo, \u00e9 \u201cduas bandas em uma\u201d, como diz Guillermo Vega, que \u00e9 guitarrista, vocalista e principal compositor. Guille divide os vocais com Agus Palpebra, e completam a forma\u00e7\u00e3o oficial da banda o j\u00e1 citado Mauricio Raggio no baixo, Pablo Kemmler na bateria, Doc na percuss\u00e3o e Gonza na segunda guitarra. Mas outros amigos cobrem as posi\u00e7\u00f5es que eventualmente ficam vagas, como explica a banda nessa entrevista exclusiva ao Scream &amp; Yell.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Scream &amp; Yell, ali\u00e1s, flagrou a banda em tr\u00eas momentos diferentes: no in\u00edcio de sua segunda turn\u00ea, em 2018, quando a banda foi um dos destaques do festival Para\u00edso do Rock, e em plena pandemia, <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/03\/23\/cinema-documentario-letrux-viver-e-um-frenesi-de-marcio-debellian-traz-retrato-intimo-da-cantora\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">quando o Selo Scream &amp; Yell realizou o lan\u00e7amento do \u00e1lbum ao vivo \u201cEmerge el Zombie\u201d<\/a>. Al\u00e9m disso, a banda participou do primeiro volume da compila\u00e7\u00e3o \u201cConex\u00e3o Latina\u201d, com a at\u00e9 ent\u00e3o in\u00e9dita e poderosa \u201cEl Circo Est\u00e1 en Remate\u201d. Essas conversas permitiram se aprofundar na ess\u00eancia da banda, que atravessou anos de intemp\u00e9ries tanto na cena argentina como internamente (pra n\u00e3o falar da pandemia), e n\u00e3o s\u00f3 se mant\u00e9m viva, como parece estar entrando em seu per\u00edodo mais produtivo, trabalhando em dois \u00e1lbuns ao mesmo tempo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O primeiro desses \u2013 \u201cFragmentos\u201d, o quarto LP da banda \u2013 j\u00e1 teve alguns singles adiantados e deve ser lan\u00e7ado ainda esse ano. Can\u00e7\u00f5es como \u201cWestern\u201d, \u201cDisfraz\u201d, \u201cHomesick\u201d e \u201cSelva\u201d mostram que o El Zombie segue na mesma trilha variada de \u201cAmanece\u201d, usando o ska como base para agregar outros g\u00eaneros, explorando bastante novos timbres de guitarra e explorando melhor o uso do sax e tamb\u00e9m das excelentes linhas de baixo de Mauricio Raggio. Na turn\u00ea brasileira, essas e as can\u00e7\u00f5es de \u201cAmanece\u201d s\u00e3o refor\u00e7adas por surpreendentes vers\u00f5es de artistas brasileiros (sobre as quais eles falam na entrevista a seguir) e tamb\u00e9m um repert\u00f3rio rotativo de covers que podem ir de Queen (\u201cI Want to Break Free\u201d) a Billie Ellish (\u201cBad Guy\u201d), sem deixar de lado refer\u00eancias diretas como Madness (\u201cOne Step Beyond\u201d) e The Clash (\u201cPolice On My Back\u201d).<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"El Zombie - Thanks Lord\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/NwgmIjUC3QI?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A banda sempre teve planos de voltar ao Brasil, e essa \u00e9 uma turn\u00ea com muitas datas. Voc\u00eas acham que ela pode abrir portas para uma carreira mais longa no pa\u00eds, com mais visitas \u2013 um pouco como o Satelite Kingston conseguiu?<\/strong><br \/>\nGuillermo: Nosso objetivo \u00e9 abrir portas, com toda a certeza. Idealmente, eu gostaria de realizar duas turn\u00eas no Brasil por ano. Dessa vez, a gente deixou de fora alguns pontos de SP que t\u00ednhamos oportunidades de tocar, e tamb\u00e9m deixamos Belo Horizonte e Curitiba para uma pr\u00f3xima. Nas duas vezes que a gente veio, nos sentimos muito bem recebidos, e acho que nossa rela\u00e7\u00e3o com o p\u00fablico brasileiro vai continuar crescendo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>As m\u00fasicas mais recentes parecem buscar ainda mais um sentido pop de composi\u00e7\u00e3o, deixando de lado o ska puro e simples. Ainda faz sentido chamar El Zombie de uma banda de ska?<\/strong><br \/>\nA gente n\u00e3o compartilha essa vis\u00e3o, porque o nosso novo disco, \u201cFragmentos\u201d, tem os mesmos estilos que sempre tivemos. O ska Two-Tone est\u00e1 representado em m\u00fasicas como \u201cDe Vuelta en el Fondo\u201d (antecipada no ao vivo \u201cEmerge El Zombie\u201d) ou \u201cSka Bulgaro\u201d. Mas El Zombie nunca foi uma banda 100% ska, a gente \u00e9 uma fus\u00e3o de swing, ska, rockabilly, rock e reggae, no m\u00ednimo. Mas a gente tamb\u00e9m n\u00e3o descarta fazer pop (risos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00c9 interessante que as composi\u00e7\u00f5es de voc\u00eas parecem ter sua forma definitiva em est\u00fadio. Isso principalmente no \u201cAmanece\u201d. Como se as possibilidades daquela composi\u00e7\u00e3o tivessem sido esgotadas e voc\u00eas tivessem chegado ao essencial dela, em termos de arranjo e harmonia, inclusive.<\/strong><br \/>\nPablo Kemmler: Isso acontece por causa dos nossos ensaios. De repente a gente come\u00e7a a tocar uma de nossas m\u00fasicas em um andamento mais lento, ou usando outro grooves, outros efeitos. Tamb\u00e9m fazemos vers\u00f5es ac\u00fasticas, muitas vers\u00f5es pessoais e, tamb\u00e9m, fazemos vers\u00f5es outras mais roqueiras ou dubs, A maioria dessas vers\u00f5es nunca v\u00ea a luz, mas experimentamos bastante antes de chegar \u00e0 grava\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Mesmo que os brasileiros n\u00e3o conhe\u00e7am tanto a m\u00fasica argentina, existe uma impress\u00e3o, principalmente entre os m\u00fasicos, de que a cena musical de voc\u00eas \u00e9 mais diversa e melhor estruturada para bandas menores que a do nosso pa\u00eds. Voc\u00eas coincidem com essa vis\u00e3o brasileira, ou acham que existe uma idealiza\u00e7\u00e3o por parte dos brasileiros?<\/strong><br \/>\nGuillermo: \u00c9 uma pergunta complexa, mas eu mesmo sou muito cr\u00edtico em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 cena argentina. Depois de Croma\u00f1on, tudo mudou muito. Tem muitas cenas que acontecem com alguma for\u00e7a e que n\u00e3o t\u00eam qualquer rela\u00e7\u00e3o com o que toca nas r\u00e1dios, como as festas de swing, as bandas rockabilly. O mainstream se tornou c\u00f3pia de si mesmo h\u00e1 alguns anos, e entrega uma m\u00fasica que pra mim soa bastante xarope. Falo s\u00e9rio quando digo que Buenos Aires nos anos 90 era Nova Iorque: tinha muita coisa acontecendo, parecia que algo ou algu\u00e9m sempre estava prestes a explodir. Hoje eu vejo muitas bandas boas no underground, mas n\u00e3o tenho essa mesma sensa\u00e7\u00e3o de que algo est\u00e1 para acontecer. Acho que ainda \u00e9 preciso lutar muito para que as bandas menores consigam mais espa\u00e7o. E como eu disse, depois da trag\u00e9dia de Croma\u00f1on, tudo mudou. As pessoas foram deixando de sair de casa para ver bandas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mauricio Raggio: Acho que isso tem a ver tamb\u00e9m com a tecnologia, que acaba fazendo com que as pessoas fiquem mais em casa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Guillermo: Eu n\u00e3o concordo com isso. No M\u00e9xico, todo mundo sai, ainda tem uma movimenta\u00e7\u00e3o enorme para ver bandas. Quando a imprensa diz que o problema est\u00e1 nas ferramentas modernas, fico at\u00e9 meio puto. Porque se temos pessoas que nos conhecem no M\u00e9xico, \u00e9 porque ficaram curiosas e sa\u00edram de casa para nos ver. O que aconteceu foi que tivemos uma bomba at\u00f4mica, que foi Croma\u00f1on, e isso arrebentou com muitas bandas, e tirou o nosso h\u00e1bito de sair. Mas hoje a coisa mudou por causa do trap. Antes n\u00e3o t\u00ednhamos um roqueiro famoso com menos de 40 anos, e hoje, com a ascens\u00e3o do trap, n\u00e3o tem m\u00fasico famoso com mais de 25! Convidamos alguns trappers e rappers para participar de alguns shows nossos, fazendo freestyle sobre nossas bases, e gostamos bastante do resultado. Gostar\u00edamos de incluir algo desse g\u00eanero no nosso quinto disco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E como a pandemia impactou o El Zombie?<\/strong><br \/>\nGuillermo: A pandemia afetou a parte org\u00e2nica da banda, O El Zombie e uma banda que sempre precisa estar junta, a sala de ensaio \u00e9 um local importante onde aparecem muitas ideias novas, e tamb\u00e9m onde conseguimos fechar as que est\u00e3o rolando. Obviamente, a pandemia nos estimulou a trabalhar diferente, e acabamos fazendo alguns shows virtuais para o M\u00e9xico, Peru e Argentina. Pessoalmente eu aproveitei para estudar mixagem e produ\u00e7\u00e3o musical, e com isso conseguimos editar um \u00e1lbum ao vivo para o Brasil, <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2020\/07\/02\/selo-scream-yell-emerge-el-zombie-el-zombie\/\">\u201cEmerge el Zombie\u201d<\/a>, que foi o pontap\u00e9 inicial do processo desse quarto \u00e1lbum.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E como fica o processo criativo em uma banda com tantos integrantes? Nunca \u00e9 f\u00e1cil conciliar ideias, egos e estilos em meio a tanta gente\u2026<\/strong><br \/>\nGuillermo: Cada um de n\u00f3s aporta algo. Todo mundo tem alguma participa\u00e7\u00e3o nas composi\u00e7\u00f5es. Isso \u00e9 algo de que somos conscientes j\u00e1 na concep\u00e7\u00e3o. Sa\u00edmos com uma ideia inicial, um norte que nos orienta, mas a\u00ed s\u00e3o v\u00e1rias cabe\u00e7as que v\u00eam pensando, e cada uma colabora com um pedacinho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Agus Palpebra: \u00c9 um processo muito harmonioso, com muita liberdade. As refer\u00eancias de cada um s\u00e3o diferentes, o que mexe com um nem sempre mexe com o outrom, mas cada um sabe o que quer trazer. Ao mesmo tempo, somos muito cr\u00edticos em rela\u00e7\u00e3o a n\u00f3s mesmos, inclusive um com o outro, e ao mesmo tempo conseguimos que isso n\u00e3o seja motivo de briga (risos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Guille, voc\u00ea j\u00e1 morava em Rosario e os outros integrantes em Buenos Aires, mas desde o ano passado est\u00e1 morando no Brasil. Como a banda tem lidado com isso?<\/strong><br \/>\nGuillermo: O Pablo tamb\u00e9m est\u00e1 morando na Europa durante a maior parte do ano, ent\u00e3o a banda est\u00e1 fragmentada. N\u00f3s estamos mantendo um ciclo de shows em Buenos Aires com a banda que ainda continua por l\u00e1. Quando alguns integrantes n\u00e3o est\u00e3o dispon\u00edveis, temos amigos que est\u00e3o cobrindo as posi\u00e7\u00f5es, igual a um time de futebol. \u00c9 como se El Zombie fosse duas bandas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>J\u00e1 no <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2020\/07\/02\/selo-scream-yell-emerge-el-zombie-el-zombie\/\">\u201cEmerge El Zombie\u201d<\/a> voc\u00eas tinham apresentado algumas m\u00fasicas novas. Al\u00e9m dele, sa\u00edram alguns singles, mas \u201cAmanece\u201d ainda \u00e9 o \u00faltimo \u00e1lbum de est\u00fadio de voc\u00eas. Como voc\u00eas est\u00e3o equilibrando o repert\u00f3rio? Afinal, muita gente que conheceu a banda na primeira turn\u00ea talvez tenha esse disco como o mais emblem\u00e1tico da banda.<\/strong><br \/>\nGuillermo: \u201cAmanece\u201d continua sendo um disco importante da banda. O processo de grava\u00e7\u00e3o desse \u00faltimo esteve alinhado com as datas e as possibilidades de cada um. O Pablo, por exemplo, deixou bases de bateria gravadas para o resto da banda, e vai ser em cima delas que vamos terminar de gravar esse disco durante o 2023. Era pra ser um disco duplo, mas depois decidimos que fossem dois \u00e1lbuns separados. Ent\u00e3o, as bases do quinto disco j\u00e1 est\u00e3o gravadas (risos). Mas o repert\u00f3rio tem as m\u00fasicas presentes no <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2020\/07\/02\/selo-scream-yell-emerge-el-zombie-el-zombie\/\">\u201cEmerge Zombie\u201d<\/a>, os singles e as m\u00fasicas do \u201cAmanece\u201d. Vai ser um show bem diferente dos que apresentamos nas duas turn\u00eas anteriores da banda, os sets est\u00e3o com pelo menos 24 can\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea morou no Brasil quando jovem e agora fixou resid\u00eancia aqui, fala bem portugu\u00eas, conhece bastante a m\u00fasica local. E agora est\u00e1 trazendo vers\u00f5es em portugu\u00eas nessa turn\u00ea. N\u00e3o foram as escolhas mais \u00f3bvias. Voc\u00ea pode me contar um pouco sobre elas?<\/strong><br \/>\nGuillermo: A gente quis colocar \u201cVelha Roupa Colorida\u201d no repert\u00f3rio porque a turn\u00ea ia come\u00e7ar no dia 24 de mar\u00e7o, que \u00e9 o Dia da Mem\u00f3ria na Argentina. Essa \u00e9 uma data muito importante pra n\u00f3s, que \u00e9 quando se celebra o fim da ditadura militar em nosso pa\u00eds, ent\u00e3o o verso \u201co passado nunca mais\u201d tem um significado especial para n\u00f3s. J\u00e1 \u201cSelvagem\u201d, dos Paralamas, entrou como um rap no meio de \u201cSelva\u201d porque \u00e9 uma letra muito forte, e a gente achou que ia encaixar bem com a nossa can\u00e7\u00e3o. Mas olha, dif\u00edcil acertar aqueles versos, viu? (risos) E a vers\u00e3o de \u201cMulher de Fases\u201d \u00e9, na verdade, uma vers\u00e3o que foi feita pelos Los Pericos h\u00e1 muitos anos (nota: em 2010, para ser exato), e se tornou um hit na Argentina. Gostamos das duas \u2013 a original dos Raimundos e a vers\u00e3o dos nossos conterr\u00e2neos \u2013 ent\u00e3o demos um jeito de juntar as duas.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"El Zombie - Extra\u00f1o\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/u5L6dPqtSBg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Disfraz\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/WGQMzg1zAFo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"TENGO GANAS\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/lNqqUlone5g?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"El Zombie - Round One\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/yEtXR5ObOFA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Leonardo Vinhas<\/a>\u00a0\u00e9 jornalista, escritor e produtor cultural. Colabora com o Scream &amp; Yell desde 2000, onde tamb\u00e9m assina a coluna\u00a0<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/conexao_latina\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Conex\u00e3o Latina<\/a>. \u00c9 tamb\u00e9m colaborador eventual dos sites\u00a0<a href=\"https:\/\/musicnonstop.uol.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Music Non Stop<\/a>\u00a0(Brasil) e\u00a0<a href=\"https:\/\/www.zonadeobras.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Zona de Obras<\/a>\u00a0(Espanha).<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"De inspira\u00e7\u00e3o fortemente \u201cnoventeira\u201d, o El Zombie passou por v\u00e1rias forma\u00e7\u00f5es, e hoje, com integrantes espalhados pelo mundo, \u00e9 \u201cduas bandas em uma\u201d, como diz Guillermo Vega&#8230;\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2023\/03\/28\/entrevista-embalados-por-swing-ska-rockabilly-rock-e-reggae-conheca-as-novidades-do-el-zombie\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":6,"featured_media":73489,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[3411],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/73488"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=73488"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/73488\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":73493,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/73488\/revisions\/73493"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/73489"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=73488"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=73488"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=73488"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}