{"id":71341,"date":"2022-12-10T10:53:38","date_gmt":"2022-12-10T13:53:38","guid":{"rendered":"http:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=71341"},"modified":"2023-01-26T16:24:15","modified_gmt":"2023-01-26T19:24:15","slug":"faixa-a-faixa-cassia-eller-e-victor-biglione-in-blues-por-victor-biglione","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2022\/12\/10\/faixa-a-faixa-cassia-eller-e-victor-biglione-in-blues-por-victor-biglione\/","title":{"rendered":"Faixa a faixa: \u201cC\u00e1ssia Eller e Victor Biglione in Blues\u201d, por Victor Biglione"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\">Introdu\u00e7\u00e3o por Affonso Nunes<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dez de dezembro \u00e9 dia de relembrar C\u00e1ssia Eller (1962\/2001), dona de uma das vozes mais marcantes e vers\u00e1teis da m\u00fasica brasileira, e que completaria 60 anos nesta data. A ocasi\u00e3o n\u00e3o poderia passar em branco e a Universal Music pin\u00e7ou de seu ba\u00fa de preciosidades um dos discos mais aguardados da artista nos \u00faltimos 30 anos: \u201c<a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/album\/2zx348PyI6d3fEfDWnv3QP\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">C\u00e1ssia Eller e Victor Biglione in Blues<\/a>\u201d, que chega \u00e0s plataformas digitais\u00a0 e ter\u00e1 lan\u00e7amento f\u00edsico previsto para o segundo semestre de 2023. Trata-se do registro do encontro musical da not\u00e1vel artista com o virtuosismo do renomado guitarrista Victor Biglione, com iluminadas releituras de cl\u00e1ssicos do blues e do rock numa roupagem de rara criatividade e arranjos que at\u00e9 hoje soam modernos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAcho muito oportuno lan\u00e7ar este trabalho agora. \u00c9 uma maneira de festejar o que foi a vida dela nessa data t\u00e3o importante. E mais especial ainda por ser um \u00e1lbum de blues, que representa muito bem a minha m\u00e3e, um disco muito legal de releituras com o Victor Biglione numa pegada muito diferente\u201d, destaca o cantor e compositor Chico Chico, filho de C\u00e1ssia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAs coisas n\u00e3o acontecem por acaso e essa preciosidade estava aguardando o momento certo de ser lan\u00e7ada. Nada mais justo para os f\u00e3s do que disponibilizar o \u00e1lbum, como disse Chico Chico, filho da cantora e pe\u00e7a fundamental nesse resgate, na comemora\u00e7\u00e3o de anivers\u00e1rio do que seriam os sessenta anos da C\u00e1ssia Eller, uma artista cuja obra merece ser lembrada por v\u00e1rias futuras gera\u00e7\u00f5es\u201d, diz Paulo Lima, presidente da Universal Music Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O projeto, lembra Biglione, nasceu ap\u00f3s uma viagem do m\u00fasico aos Estados Unidos no in\u00edcio de 1991. \u201cEu me ressentia que n\u00e3o t\u00ednhamos no Brasil um trabalho de releituras que expressasse a riqueza que a linguagem blues traz consigo\u201d, conta o instrumentista e arranjador, que selecionou o repert\u00f3rio e buscava uma voz feminina que encarnasse o projeto. \u201cUma produtora amiga, L\u00edgia Alcantarino, me indicou uma cantora iniciante chamada C\u00e1ssia Eller. Ouvi C\u00e1ssia cantando a faixa \u2018Por Enquanto\u2019, de Renato Russo, em que citava na introdu\u00e7\u00e3o \u2018I\u2019ve Got a Feeling\u2019, de Lennon e McCartney. Logo vi que ela tinha essa pegada\u201d, rebobina o guitarrista consagrado nacional e internacionalmente e que a essa altura j\u00e1 tinha tr\u00eas \u00e1lbuns solo, um Grammy Internacional com o grupo Manhattan Transfer, em 1988, e j\u00e1 era um dos mais requisitados m\u00fasicos de est\u00fadio, o que o levou mais tarde a ser guitarrista com o maior n\u00famero de grava\u00e7\u00f5es e shows na hist\u00f3ria da MPB.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C\u00e1ssia, por sua vez, havia lan\u00e7ado seu primeiro \u00e1lbum, \u201cC\u00e1ssia Eller\u201d (Polygram, 1990), com um repert\u00f3rio dominado pelo rock\u2019n\u2019roll, e vinha arrancando elogios da cr\u00edtica, pavimentando os primeiros passos de uma carreira apote\u00f3tica (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/03\/09\/discografia-comentada-cassia-eller\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">conhe\u00e7a a discografia de C\u00e1ssia comentada no Scream &amp; Yell<\/a>) que lhe renderia in\u00fameras premia\u00e7\u00f5es como o Grammy Latino, em 2002, os pr\u00eamios Sharp (1991, 1993, 1995, 1997, 1998 e 2002) e Multishow (2002), entre outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cLembro que a C\u00e1ssia foi \u00e0 minha casa bem t\u00edmida. Passei a ela o repert\u00f3rio e, tr\u00eas dias depois, no primeiro ensaio com a banda, ela j\u00e1 havia dominado todas as can\u00e7\u00f5es com interpreta\u00e7\u00f5es estonteantes e cheias de personalidade. Todos ficaram de queixo ca\u00eddo, pois ela n\u00e3o conhecia aquelas obras at\u00e9 ent\u00e3o\u201d, revela Biglione.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Espremido entre o primeiro e o segundo \u00e1lbum de C\u00e1ssia, \u201cMalandragem\u201d (Polygram, 1992), o projeto em parceria com Victor Biglione acabou n\u00e3o saindo. Mas o festejado encontro musical rendeu shows antol\u00f3gicos no Circo Voador e no Free Jazz Festival de 1992 na noite em que tocariam Albert King e Robben Ford. \u201cSe o disco tivesse sa\u00eddo naquela \u00e9poca, certamente daria um impulso not\u00e1vel na carreira internacional da C\u00e1ssia, que n\u00e3o deixava nada a dever a muitas cantoras estrangeiras\u201d, acredita Biglione, m\u00fasico com vasta viv\u00eancia em festivais mundo afora, tendo conquistado posteriormente um Grammy Latino com Milton Nascimento por sua participa\u00e7\u00e3o no aclamado \u00e1lbum \u201cCrooner\u201d, em 2000, e finalista na edi\u00e7\u00e3o de 2016 com o solo \u201cMercosul\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cC\u00e1ssia Eller \u00e9 uma das maiores vozes femininas da hist\u00f3ria da m\u00fasica brasileira, al\u00e9m de ter sido uma refer\u00eancia de comportamento para muitos jovens que a acompanharam at\u00e9 a sua morte. Com uma carreira t\u00e3o curta, deixou uma obra definitiva. Tudo \u00e9 bom e a gente sempre quer mais. Os f\u00e3s de C\u00e1ssia agradecem por essa iniciativa! Esse trabalho com Victor Biglione une esse desejo de ouvi-la de novo, e mais, com a certeza de que temos mais uma vez uma C\u00e1ssia bem acompanhada, afinal, estamos falando de um dos maiores guitarristas do Brasil\u201d, testemunha <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2022\/12\/06\/entrevista-chris-fuscaldo-fala-da-garota-fm-books-editora-que-esta-lancando-livros-sobre-manoel-barenbein-os-discos-de-1979-e-muito-mais\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">a jornalista a pesquisadora Chris Fuscaldo<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Composto por 10 faixas, sendo duas instrumentais, \u201cC\u00e1ssia Eller &amp; Victor Biglione in Blues\u201d reuniu no est\u00fadio m\u00fasicos de alta qualidade, recrutados por Biglione, que assinou os not\u00e1veis arranjos e dividiu a produ\u00e7\u00e3o musical com o saxofonista Z\u00e9 Nogueira. Participam da banda-base Andr\u00e9 Gomes (baixo el\u00e9trico), Andr\u00e9 Tandeta (bateria), Marcos Nimrichter (\u00f3rg\u00e3o), Ricardo Le\u00e3o (teclados) e Nico Assump\u00e7\u00e3o (baixo ac\u00fastico), falecido precocemente em 2001, que toca em duas faixas. Guitarrista de excel\u00eancia, Biglione esbanja sua t\u00e9cnica por todo o trabalho travando di\u00e1logos inventivos com C\u00e1ssia Eller. H\u00e1 que se registrar ainda o arrepiante naipe de metais que reunia Z\u00e9 Nogueira (sax alto e soprano), Z\u00e9 Carlos Ramos, o Bigorna (sax alto), Chico S\u00e1 (sax tenor), Bidinho (trompete) e Serginho Trombone (trombone), morto em 2020. A capta\u00e7\u00e3o, mixagem e masteriza\u00e7\u00e3o foram feitas por S\u00e9rgio Murilo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Depois do resgate dos originais do \u00e1lbum, foi feita a masteriza\u00e7\u00e3o nos par\u00e2metros t\u00e9cnicos de execu\u00e7\u00e3o nas plataformas de streaming, miss\u00e3o confiada ao premiado engenheiro de som Ricardo Garcia. \u201cA qualidade da grava\u00e7\u00e3o feita na \u00e9poca \u00e9 muito boa e os ajustes foram m\u00ednimos. \u00c9 importante destacar que esse disco de 30 anos n\u00e3o \u00e9 um trabalho datado. Sua sonoridade \u00e9 contempor\u00e2nea\u201d, diz o engenheiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Nota do autor: Em conversas com Victor Biglione, sempre demonstrei grande curiosidade em rela\u00e7\u00e3o ao \u00e1lbum que ele gravara com C\u00e1ssia Eller e que seguia in\u00e9dito. Mesmo sem t\u00ea-lo ouvido at\u00e9 ent\u00e3o, julgava que seu lan\u00e7amento possu\u00eda dimens\u00e3o hist\u00f3rica. Quando Victor me presenteou com uma c\u00f3pia que continha oito das dez faixas gravadas entre 1991 e 92, meu cora\u00e7\u00e3o disparou e jurei a mim mesmo que faria o poss\u00edvel para que o \u00e1lbum, enfim, pudesse chegar ao p\u00fablico. Agrade\u00e7o ao Victor, ao Chico Chico, \u00e0 Maria Eug\u00eania e a toda equipe da Universal Music por tornar realidade este sonho que n\u00e3o era s\u00f3 meu. E tomo emprestados os versos de uma das faixas deste \u00e1lbum magn\u00edfico: \u201cI ain\u2019t got nothing but the blues!\u201d<\/em><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"[I&#039;m Your] Hoochie Coochie Man\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/drQZvn7iVIU?list=OLAK5uy_llBgcaUarvc4fAzOrJtsYS0JXeDJo7IIY\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>Faixa a faixa, por Victor Biglione:<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>I\u2019m Your Hoochie Coochie Man<\/strong> \u2013 A partir da interpreta\u00e7\u00e3o inesquec\u00edvel de Muddy Waters, fiz o arranjo elaborando mais alguns riffs bem primitivos e usando um naipe de metais com sax alto, sax tenor, trompete e trombone para apoiar uma interpreta\u00e7\u00e3o gutural da C\u00e1ssia Eller.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Got to Get You Into My Life \u2013<\/strong> Neste arranjo, tive a alegria de juntar \u00e0 melodia de Paul McCartney uma guitarra lis\u00e9rgica, partindo de uma adapta\u00e7\u00e3o do Blood, Sweat &amp; Tears. Tudo foi completado pelo naipe de metais e pela voz vibrante da C\u00e1ssia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Same Old Blues \u2013<\/strong> \u2018Same Old Blues\u2019 reflete bem a ancestralidade do blues com sua pegada quase religiosa. Com o aux\u00edlio luxuoso do naipe de metais, num arranjo especial\u00edssimo, eu e C\u00e1ssia entramos de cabe\u00e7a nesse ritual m\u00e1gico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>When Sunny Gets Blue \u2013<\/strong> Esta melodia e harmonia sempre me fascinaram. Talvez seja o momento mais l\u00edmpido do disco, com a excel\u00eancia do baixo ac\u00fastico do saudoso e genial Nico Assump\u00e7\u00e3o. O sax do Z\u00e9 Nogueira e a guitarra assumem uma linha tipicamente jazz\u00edstica. E a C\u00e1ssia entrega uma interpreta\u00e7\u00e3o sedosa, elegante, \u00e0 altura das grandes divas do g\u00eanero.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Blues Medley II \u2013<\/strong> Este \u00e9 um dos momentos instrumentais do \u00e1lbum. Fazer um medley juntando \u2018Oh, Well, Quadrant, Lazy\u2019 e alguns riffs de minha autoria. Foi uma experi\u00eancia muito instigante porque, al\u00e9m de n\u00e3o perder o fio da meada, num andamento shuffle mais ligeiro, tive a oportunidade de mostrar v\u00e1rios tipos de fraseologia e sons da guitarra. E a banda-base, formada por Ricardo Le\u00e3o (\u00f3rg\u00e3o), Marcos Nimrichter (Rhodes), Andr\u00e9 Gomes (baixo) e Andr\u00e9 Tandeta (bateria), mandou bem demais!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>If Six Was Nine \u2013<\/strong> A morte precoce de Jimmy Hendrix abortou sua colabora\u00e7\u00e3o com Miles Davis, algo t\u00e3o desejado pelo lend\u00e1rio trompetista. Neste arranjo, eu me permito arriscar sobre o que poderia vir a ser o resultado desse encontro de um monstro sagrado do rock com outro do jazz, unindo a intrincada sonoridade de Hendrix e o fraseado inconfund\u00edvel de Miles. C\u00e1ssia embarcou lindamente nessa viagem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Prison Blues \u2013<\/strong> Esta \u00e9 uma homenagem minha e da C\u00e1ssia ao Led Zeppelin e seu guitar hero, o inigual\u00e1vel Jimmy Page. Mostra o vigor de um power trio e encontra uma interpreta\u00e7\u00e3o devastadora da C\u00e1ssia. \u00c9 uma aut\u00eantica cacetada! C\u00e1ssia Eller em estado bruto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>I Ain\u2019t Superstitious \u2013<\/strong> Partindo do famoso riff do Jeff Back Group, utilizei o supertime de metais formado por Z\u00e9 Nogueira (sax alto), Chico S\u00e1 (sax tenor), Bidinho (trompete) e o saudoso Serginho Trombone (trombone) para substituir o fraseado de algumas guitarras do Beck e toquei a guitarra slide para que C\u00e1ssia completasse com muito vigor e agressividade na interpreta\u00e7\u00e3o deste grande cl\u00e1ssico de Willie Dixon.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>I Ain\u2019t Got Nothing But the Blues \u2013<\/strong> Foi bastante desafiador juntar a conota\u00e7\u00e3o do blues rural dada por dois viol\u00f5es e o baixo ac\u00fastico do inesquec\u00edvel Nico Assump\u00e7\u00e3o nesta harmonia riqu\u00edssima do grande mestre Duke Ellington. Comprovando toda sua categoria como int\u00e9rprete, C\u00e1ssia surge inspirad\u00edssima nessa faixa imprimindo um timbre jazzy e classudo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Blues Medley I \u2013<\/strong> Para fechar o \u00e1lbum, outro medley que come\u00e7a com a bonita melodia de \u2018Need Your Love So Bad\u2019, um cl\u00e1ssico de Little Willie John que j\u00e1 mereceu muitas releituras. Esse clima vai crescendo com \u2018You Shook Me\u2019, do grande Willie Dixon, para terminar com \u2018The Flash Door\u2019, um tema de minha autoria, em fraseados de eletric bebop bem \u00e1geis na guitarra.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>Ficha T\u00e9cnica \u2013 \u201cC\u00e1ssia Eller &amp; Victor Biglione in Blues\u201d:<\/strong><\/h2>\n<p>C\u00e1ssia Eller (voz)<br \/>\nVictor Biglione (guitarras, viol\u00f5es e arranjos)<br \/>\nRicardo Le\u00e3o (teclados)<br \/>\nMarcos Nimrichter (\u00f3rg\u00e3o)<br \/>\nAndr\u00e9 Gomes (baixo el\u00e9trico)<br \/>\nNico Assump\u00e7\u00e3o (baixo ac\u00fastico)<br \/>\nAndr\u00e9 Tandeta (bateria)<br \/>\nZ\u00e9 Nogueira (sax alto e soprano)<br \/>\nChico S\u00e1 (sax tenor)<br \/>\nZ\u00e9 Carlos Ramos (sax alto)<br \/>\nBidinho (trompete)<br \/>\nSerginho Trombone (trombone)<br \/>\nGrava\u00e7\u00e3o e mixagem: S\u00e9rgio Murilo<br \/>\nMasteriza\u00e7\u00e3o: Ricardo Garcia<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o musical: Victor Biglione e Z\u00e9 Nogueira<br \/>\nP\u00f3s-produ\u00e7\u00e3o: Affonso Nunes<br \/>\nCapa: Emerson Ferreira<br \/>\nFotos: Paulo Ruy Barbosa<br \/>\nEst\u00fadios Polygram: 1991\/92<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-71343\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/CAPA_CASSIA-ELLER-E-VICTOR-BIGLIONE_IN-BLUES_300DPI-copiar.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"750\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/CAPA_CASSIA-ELLER-E-VICTOR-BIGLIONE_IN-BLUES_300DPI-copiar.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/CAPA_CASSIA-ELLER-E-VICTOR-BIGLIONE_IN-BLUES_300DPI-copiar-300x300.jpg 300w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/CAPA_CASSIA-ELLER-E-VICTOR-BIGLIONE_IN-BLUES_300DPI-copiar-150x150.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Composto por 10 faixas, sendo duas instrumentais, \u201cC\u00e1ssia Eller &#038; Victor Biglione in Blues\u201d reuniu no est\u00fadio m\u00fasicos de alta qualidade, recrutados por Biglione, que assinou os not\u00e1veis arranjos e dividiu a produ\u00e7\u00e3o musical com Z\u00e9 Nogueira.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2022\/12\/10\/faixa-a-faixa-cassia-eller-e-victor-biglione-in-blues-por-victor-biglione\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":1,"featured_media":71342,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[1001],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/71341"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=71341"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/71341\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":71346,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/71341\/revisions\/71346"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/71342"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=71341"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=71341"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=71341"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}