{"id":70549,"date":"2022-11-04T00:49:42","date_gmt":"2022-11-04T03:49:42","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=70549"},"modified":"2023-02-07T15:51:00","modified_gmt":"2023-02-07T18:51:00","slug":"entrevista-com-45-anos-de-experiencia-na-barulheira-o-discharge-volta-ao-brasil-para-dois-shows-em-sp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2022\/11\/04\/entrevista-com-45-anos-de-experiencia-na-barulheira-o-discharge-volta-ao-brasil-para-dois-shows-em-sp\/","title":{"rendered":"Entrevista: Com 45 anos de barulheira, Discharge volta ao Brasil para shows"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista por&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/profile.php?id=100001755294131\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Homero Pivotto Jr.<\/a><\/strong><\/h2>\n<p dir=\"ltr\" style=\"text-align: justify;\">De postura punk e tocando um hardcore feroz, o <span class=\"il\">Discharge<\/span> levou a agressividade de sua produ\u00e7\u00e3o para al\u00e9m do estilo no qual \u00e9 tido como pioneiro. Nome seminal para o desenvolvimento dos sons extremos, o grupo ingl\u00eas conquistou respeito e admira\u00e7\u00e3o das mais variadas linhas de m\u00fasica pesada: do metal aos pares do HC. Para se ter ideia, o conjunto surgido na terra da rainha em 1977 (ano emblem\u00e1tico para o punk) \u00e9 citado como influ\u00eancia para artistas do naipe de Metallica, Soulfly, Sepultura, Napalm Death, Machine Head, Ratos de Por\u00e3o, Celtic Frost e Anthrax &#8211; muitos deles j\u00e1 tendo, inclusive, feito releituras do <span class=\"il\">Discharge<\/span>. Fosse pouco, a banda inspirou at\u00e9 um subg\u00eanero do hardcore\/crust: o d-beat, nomeado assim em homenagem \u00e0 condu\u00e7\u00e3o acelerada e bem caracter\u00edstica de bateria que o conjunto brit\u00e2nico ajudou a popularizar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com 45 anos de experi\u00eancia na barulheira, o Discharge volta ao Brasil para shows<a href=\"https:\/\/www.clubedoingresso.com\/evento\/discharge-sp\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> dia 10 (s\u00e1bado)<\/a> e <a href=\"https:\/\/www.clubedoingresso.com\/evento\/discharge-sp-showextra\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">11 de dezembro (domingo)<\/a>, em S\u00e3o Paulo, no Fabrique Club \u2013 a segunda data conta com o refor\u00e7o do Ratos de Por\u00e3o na noite. Ser\u00e1 a primeira apresenta\u00e7\u00e3o no pa\u00eds com o vocalista JJ Janiak (que tamb\u00e9m passou pelo Broken Bones, conjunto formado por integrantes do Discharge), na banda desde 2014. Ao lado dele no front, est\u00e3o os irm\u00e3os Tony e Tez Roberts (ambos da forma\u00e7\u00e3o original nas guitarras), Roy &#8220;Rainy&#8221; Wainwright (tamb\u00e9m um dos que deu in\u00edcio ao grupo, no baixo) e Dave &#8220;Proper Caution&#8221; Bridgwood (bateria). Essa \u00e9 a forma\u00e7\u00e3o que gravou o at\u00e9 ent\u00e3o mais recente \u00e1lbum, \u201cEnd of Days\u201d (2016), um arrega\u00e7o feito \u00e0 base de andamento acelerado e elementos do metal, com destaque para os do thrash.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cAcho que o disco fala sobre a \u00e9poca em que ele foi lan\u00e7ado. Toda essa merda que rola no mundo, principalmente desde 2016. \u00c9 um sinal dos tempos\u201d, adianta JJ, em entrevista ao Scream &amp; Yell. Al\u00e9m de dar suas impress\u00f5es a respeito de seu primeiro registro com o Discharge, JJ tamb\u00e9m revela como conheceu a banda, d\u00e1 sua vis\u00e3o de o que \u00e9 punk e comenta sobre novos projetos. O papo, em ingl\u00eas, tamb\u00e9m pode ser conferido no v\u00eddeo a seguir:<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Entrevista JJ Janiak (Discharge)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/S6RoeJxyRKU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea j\u00e1 era f\u00e3 do Discharge antes de fazer parte da banda?<\/strong><br \/>\nSim, com certeza. Se eu n\u00e3o curtisse o que eles estavam fazendo, provavelmente n\u00e3o teria entrada para a banda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E como rolou de entrar para o grupo? Voc\u00ea integrou o Broken Bones (banda formada por Anthony &#8220;Bones&#8221; Roberts Terrence &#8220;Tezz&#8221; Roberts, irm\u00e3os da forma\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica do Discharge)?<\/strong><br \/>\nIsso, cantei no Broken Bones por alguns anos. Entrar para o Discharge foi meio que uma progress\u00e3o natural. Na real, era para eu ter feito parte do Discharge antes do Broken Bones, mas o lance do Broken Bones acabou rolando primeiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O que te chamou a aten\u00e7\u00e3o no punk?<\/strong><br \/>\nA agressividade, o lance interno da rebeldia. Sempre senti, quando mais jovem, que n\u00e3o me encaixava entre as pessoas ditas normais. Eu era um garoto rebelde, e o punk falava minha l\u00edngua.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Qual sua idade atualmente?<\/strong><br \/>\nTenho 46 anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Lembra como tomou conhecido sobre o Discharge?<\/strong><br \/>\nSim, foi por causa da minha primeira banda, quando tinha 13 anos. Eu tocava bateria, a banda se chamava Chaotic Discharge. Mas, \u00e0 \u00e9poca, eu n\u00e3o estava ligado no Discharge, ainda estava come\u00e7ando no punk, descobrindo as bandas. E, por causa do nome do nosso grupo, todo mundo pensava que \u00e9ramos f\u00e3s do Discharge, que toc\u00e1vamos d-beat, mas n\u00e3o. O pessoal ficava falando: \u201cDischarge, Discharge, Discharge\u201d. Ent\u00e3o, fui descobrir o que era. O primeiro disco deles com o qual tive contato foi o \u201cLive at City Garden\u201d (New Jersey, 1983), que n\u00e3o \u00e9 um disco muito bom. N\u00e3o bateu na primeira vez que ouvi, a\u00ed n\u00e3o dei muita aten\u00e7\u00e3o. Mas pessoas faziam mixtapes em fitas k7 e eu tinha uma que abria com \u2018<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=u9C7o3WGMoE\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Decontrol\u2019<\/a>, que era bem melhor do que o ao vivo no City Garden. A partir dali comecei a curtir.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Discharge-Live At The City Garden New Jersey 83&#039; (Full Album)\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ZHSGNKgeGKE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Chegou a v\u00ea-los ao vivo nos anos 1980 ou come\u00e7o dos 1990?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o, eu sempre perdia de assisti-los. E durante os 1990\u2019s a banda deu uma parada, acho que n\u00e3o voltaram at\u00e9 o come\u00e7o dos 2000, quando fizeram um \u00e1lbum de retorno. Foi quando o Rat (vocalista do Varukers) entrou para a banda (Nota: na verdade, Cal Morris, o cantor original, gravou o disco, autointitulado \u201cDischarge\u201d, e Rat entrou depois). Eu morava em New Jersey nessa \u00e9poca e lembro que eles tocaram no CBGB (que \u00e9 em Nova Iorque), mas eu estava com alguns problemas e perdi.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E como rolou essa transi\u00e7\u00e3o da bateria para o microfone?<\/strong><br \/>\nBom, quando eu era jovem costumava me envolver em v\u00e1rias encrencas. E acabei me dando mal, ficando alguns anos na pris\u00e3o por causa de drogas e tal. E quando sa\u00ed da cadeia, acabei me afastando da m\u00fasica. Ent\u00e3o, quando voltei, um amigo deu in\u00edcio a uma nova banda e me convidou para cantar. At\u00e9 ent\u00e3o, nunca tinha sido vocalista. Acabei indo para o microfone e fui por esse caminho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea consegue viver da m\u00fasica ou tem algum outro trampo?<\/strong><br \/>\nEu tenho um trabalho de meio per\u00edodo. Acho que s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel viver de som se voc\u00ea toca todas as noites, o que n\u00e3o \u00e9 algo realista. M\u00fasica, especialmente hoje em dia, n\u00e3o paga muita grana. A galera atualmente ouve muita m\u00fasica online e n\u00e3o rola grana da\u00ed. \u00c9 preciso ter milh\u00f5es de audi\u00e7\u00f5es para ganhar uma migalha, 0,001 de centavo por streaming. Ent\u00e3o, mesmo sendo bastante ouvido, n\u00e3o se vive disso. A n\u00e3o ser que voc\u00ea seja a porra do Iron Maiden. Para uma banda como o Discharge, n\u00e3o rola. Ent\u00e3o, tenho um emprego de meio turno cuidando de crian\u00e7as com problemas de comportamento ou dificuldade de aprendizagem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Falando sobre punk: o que significava ser punk no passado e o que \u00e9 hoje em dia?<\/strong><br \/>\nQuando entrei nessa, significava algo, sabe? Era a personifica\u00e7\u00e3o de quem eu era. Era como se voc\u00ea fizesse parte de algo e voc\u00ea brigava para mostrar que era real. N\u00e3o era s\u00f3 a m\u00fasica que voc\u00ea ouvia. Era algo que eu vivia e respirava e que me definia completamente como pessoa, que tinha a ver a forma como eu pensava. Era o que eu era. \u00c0 \u00e9poca, o punk era algo novo. Eu n\u00e3o sei quais as diferen\u00e7as do passado e de agora, pois ainda me sinto como naquele tempo. Talvez seja diferente pra molecada que come\u00e7a a se envolver com isso agora. Quando eu comecei era uma briga. N\u00f3s est\u00e1vamos lutando contra tudo: contra a sociedade, a pol\u00edcia, os professores a at\u00e9 nossos pais. Combat\u00edamos toda a estrutura social, era rebeldia. Ao menos pra mim. Eu odeio essas conversas, quando as pessoas come\u00e7am a dizer o que \u00e9 e o que n\u00e3o \u00e9 punk.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>De volta ao tema dinheiro: li recentemente que o <a href=\"https:\/\/www.revolvermag.com\/music\/king-diamond-bought-corvette-first-metallica-royalties\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">King Diamond comprou um Corvette com os primeiros royalties dos covers que o Metallica fez do Mercyful Fate<\/a>. E com o Discharge, rolou algo do tipo? Houve um incremento financeiro ou ao menos exp\u00f4s o Discharge para uma audi\u00eancia mais ampla?<\/strong><br \/>\nTeve um pagamento envolvido, mas n\u00e3o foi muito. Acho que alguns dos caras do Discharge est\u00e3o ferrados com o acordo feito, pelo que entendi. Talvez tenha ocorrido de o Discharge ser apresentado a novos f\u00e3s. Creio que muitas pessoas que ouviram as releituras do Metallica devem ter pensado em conferir o Discharge para ver qual \u00e9.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>At\u00e9 o momento, voc\u00ea gravou s\u00f3 um disco com o Discharge, o \u201cEnd of Days\u201d (2016). Ficou satisfeito com o resultado desse trabalho, em como o \u00e1lbum ficou?<\/strong><br \/>\nSim, gostei. Sempre tem alguma coisa que voc\u00ea pensa que poderia ter feito diferente ou ajeitado. Contudo, no geral, estou feliz com a forma que ficou. Acho o disco fala sobre a \u00e9poca em que ele foi lan\u00e7ado. Toda essa merda que rola no mundo, principalmente desde 2016. \u00c9 um sinal dos tempos.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"DISCHARGE - New World Order (OFFICIAL VIDEO)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/BlGTzVUmEhE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea um cara de mentalidade \u201cno future\u201d? Ou \u00e9 mais positivo, de alguma maneira?<\/strong><br \/>\nSempre fui meio \u201cno future\u201d, um tanto pessimista. Mas agora, mais velho, tento ser mais positivo. Tento buscar coisas boas agora. Acho que negatividade atrai negatividade. Sou total da positividade hoje em dia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Mas \u00e9 dif\u00edcil, convenhamos.<\/strong><br \/>\n\u00c9 sim, muito em raz\u00e3o dessa doideira que vemos atualmente. Eu tento n\u00e3o assistir aos notici\u00e1rios, porque me deixa com muita raiva. E, no geral, n\u00e3o parece que isso seja bom para nosso bem-estar. Voc\u00ea pode ficar louco seguindo pol\u00edticos, vendo as not\u00edcias. Por um lado, acredito que \u00e9 importante estar a par do que est\u00e1 acontecendo, ficar informado. Mas, como voc\u00ea comentou, \u00e9 complicado, pois te deixa muito bravo. Eu tento me afastar da mentalidade negativa, por assim dizer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Na sua opini\u00e3o, \u00e9 preciso ser uma pessoa raivosa para estar em bandas de hardcore?<\/strong><br \/>\nAcho que sim, e eu sou um. Sempre fui assim. Mas estou em um momento da vida em que penso que a vida \u00e9 muito curta para estar zangado o tempo todo. Voc\u00ea precisa lidar com o bom e com o ruim tamb\u00e9m.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O show em S\u00e3o Paulo ser\u00e1 o seu primeiro no Brasil?<\/strong><br \/>\nSim, a banda j\u00e1 tocou n Brasil, mas ser\u00e1 minha primeira vez.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sabe algo sobre o nosso pa\u00eds?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o muito, para ser honesto. Sei que h\u00e1 uma est\u00e1tua no topo de uma montanha. Estou ciente de que temos uma boa base de f\u00e3s no Brasil. E, para ser justo, acho que grande parte das pessoas que curtem a banda est\u00e1 por a\u00ed. Sei que o pa\u00eds tem uma significativa cena de punk, hardcore e metal. Estou ansioso para tocar a\u00ed.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Conhece alguma banda brasileira?<\/strong><br \/>\nRatos de Port\u00e3o e o Sepultura, claro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea tem um projeto com o Stig, do Amebix?<\/strong><br \/>\nSim, foi algo que come\u00e7amos em meio \u00e0 pandemia, pois n\u00e3o pod\u00edamos fazer nada. Est\u00e1vamos trancados em casa. A banda chama-se False Fed, e tem, al\u00e9m de mim e do Stig, o Roy Mayorga (Nausa, Soufly, Ministry e outras) e um amigo local, o JP, no baixo. Foi um processo estranho come\u00e7ar esse projeto, j\u00e1 que tudo precisou ser feito em separado, cada um na sua casa. Foi uma nova experi\u00eancia para os envolvidos gravar desse jeito, em diferentes partes do globo. O \u00e1lbum est\u00e1 pronto, masterizado. No momento, estamos trabalhando na arte. O lan\u00e7amento, espero, deve ser no in\u00edcio de 2023.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas nunca se encontraram em uma sala de ensaio?<\/strong><br \/>\nEu conhe\u00e7o todos pessoalmente, mas nunca estivemos ao mesmo tempo no mesmo local fazendo m\u00fasica. Roy fez a parte dele em Los Angeles e o Stig na casa dele (na Inglaterra tamb\u00e9m). <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/10\/29\/entrevista-iggor-cavalera\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O Iggor, do Sepultura<\/a>, que vive em Londres, gravou meus vocais na casa dele. Conheci ele e a esposa, Layma. Ent\u00e3o, pode-se dizer que eles t\u00eam parte nesse trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>J\u00e1 que falamos em Amebix: <a href=\"https:\/\/noisered.wordpress.com\/2019\/07\/12\/rob-miller-tau-cross-estupido-cheio-de-merda-ou-ambos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ficou sabendo da hist\u00f3ria envolvendo o Rob Miller (baixista e vocalista) e sua banda nova, o Tau Cross<\/a>? O lance que ele agradeceu a um autor revisionista nos cr\u00e9ditos de um \u00e1lbum que estava para ser lan\u00e7ado, e ent\u00e3o a gravadora (Relapse) os largou e o resto da banda saiu fora.<\/strong><br \/>\nO que sei \u00e9 isso: ele agradeceu a algu\u00e9m que n\u00e3o deveria e as coisas n\u00e3o ficaram bem. N\u00e3o conhe\u00e7o o cara pessoalmente, ent\u00e3o n\u00e3o posso comentar.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Discharge - Hellfest 2022 - @ARTE Concert\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/o0oxsCQ11Bg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"DISCHARGE - The Broken Law (OFFICIAL VIDEO)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/5ongbDpiKxo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em>\u2013&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/profile.php?id=100001755294131\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Homero Pivotto Jr.<\/a>&nbsp;\u00e9 jornalista, vocalista da&nbsp;<a href=\"https:\/\/diokane.bandcamp.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Diokane<\/a>&nbsp;e respons\u00e1vel pelo videocast&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCY71eKJzuBUXpyDV2IFeP8Q\/videos?view_as=subscriber\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">O Ben Para Todo Mal<\/a>.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"De postura punk e tocando um hardcore feroz, o Discharge levou a agressividade de sua produ\u00e7\u00e3o para al\u00e9m do estilo no qual \u00e9 pioneiro. Nome seminal para o desenvolvimento dos sons extremos, grupo conquistou respeito e admira\u00e7\u00e3o\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2022\/11\/04\/entrevista-com-45-anos-de-experiencia-na-barulheira-o-discharge-volta-ao-brasil-para-dois-shows-em-sp\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":52,"featured_media":70553,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[6402],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70549"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/52"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=70549"}],"version-history":[{"count":14,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70549\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":71261,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70549\/revisions\/71261"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/70553"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=70549"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=70549"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=70549"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}