{"id":70290,"date":"2022-10-20T23:51:00","date_gmt":"2022-10-21T02:51:00","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=70290"},"modified":"2024-09-23T02:28:23","modified_gmt":"2024-09-23T05:28:23","slug":"entrevista-blues-pills-banda-sueca-inspirada-em-soul-blues-e-rocknroll-fala-de-seu-recente-album-holy-moly","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2022\/10\/20\/entrevista-blues-pills-banda-sueca-inspirada-em-soul-blues-e-rocknroll-fala-de-seu-recente-album-holy-moly\/","title":{"rendered":"Entrevista: Blues Pills, banda sueca de soul, blues e rock\u2019n\u2019roll, fala de seu recente \u00e1lbum, &#8220;Holy Moly!&#8221;, influ\u00eancias, press\u00e3o e divers\u00e3o"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista por <a href=\"https:\/\/street-singer.tumblr.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Eduardo Ribeiro<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Psicodelia, blues met\u00e1lico, soul retr\u00f4 e hard rock. \u00c9 muito animador ver uma banda que surgiu praticamente na \u00faltima d\u00e9cada retomando essas refer\u00eancias musicais, que tiveram seus dias de gl\u00f3ria nos anos 60 e in\u00edcio dos 70, com uma propriedade natural. Em tal miss\u00e3o acha-se o quarteto sueco Blues Pills.&nbsp;Depois de excursionar por dois anos direto promovendo as primeiras m\u00fasicas, o grupo assinou contrato com a Nuclear Blast para seu \u00e1lbum de estreia, em 2014, autointitulado. O disco preparou o terreno para o come\u00e7o da verdadeira proje\u00e7\u00e3o internacional com \u201cLady in Gold\u201d, de 2016, que liderou as paradas de \u00e1lbuns pop na Alemanha e emplacou no Top 40 europeu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Muita gente pensa que a banda \u00e9 sueca, mas nas certid\u00f5es consta que seus integrantes nasceram na Su\u00e9cia, Estados Unidos e Fran\u00e7a. Outra curiosidade \u00e9 que o Blues Pills foi originalmente fundado como um trio: Zack Anderson (guitarra), Cory Berry (bateria) e a vocalista Elin Larsson. Durante uma turn\u00ea na Fran\u00e7a, Anderson e Berry conheceram o guitarrista Dorian Sorriaux e o convidaram para se juntar ao projeto. Com esta forma\u00e7\u00e3o foi gravado o primeiro EP, \u201cBliss\u201d, em 2012.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Berry acabou pulando fora e em seu lugar entrou o baterista Andr\u00e9 Kvarnstr\u00f6m. Sorriaux tamb\u00e9m sairia amigavelmente em 2018. No hiato longe dos palcos, o Blues Pills construiu seu pr\u00f3prio est\u00fadio numa \u00e1rea rural da Su\u00e9cia. O lugar \u00e9 todo equipado com aparatos de grava\u00e7\u00e3o anal\u00f3gicos. Enquanto recalcava cr\u00edticas por ter come\u00e7ado a flertar demais com o pop na opini\u00e3o de alguns ouvintes mais \u201cra\u00edz\u201d, a banda escalou o baixista Kristoffer Schander, se refugiou em meio aos el\u00e9tricos e valvulados, e apareceu com uma volta ao b\u00e1sico no repert\u00f3rio de \u201cHoly Moly!\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em conversa com o Scream &amp; Yell, o guitarrista Zack Anderson relembra os primeiros anos da banda, fala sobre o contrato com a Nuclear Blast e sobre como foi montar o grupo em um pa\u00eds repleto de boas refer\u00eancias de som pesado. Sem meias palavras, Anderson diz que se sente feliz quando o nome da Blue Pills aparece ao lado do Greta Van Fleet e revela que, no come\u00e7o, o Fleetwood Mac dos primeiros anos eram uma grande refer\u00eancia sonora. Ele ainda mostra bastante maturidade ao lidar com as cr\u00edticas e avisa: \u201cFa\u00e7o m\u00fasica porque \u00e9 o que eu amo fazer\u201d. Leia a entrevista na integra abaixo!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"BLUES PILLS - Low Road (OFFICIAL MUSIC VIDEO)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/yoJKv-vNZIY?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Gostaria que voc\u00ea contasse um pouco da sua hist\u00f3ria pessoal com a m\u00fasica at\u00e9 chegar ao Blues Pills.<\/strong><br \/>\nNo meu caso, meus pais me apresentaram quando crian\u00e7a ao Pink Floyd, Jimi Hendrix, The Doors, etc. Esses foram alguns dos primeiros \u00e1lbuns que ouvi na minha vida, e minhas primeiras experi\u00eancias positivas com a m\u00fasica. Acho que algo sempre fica com voc\u00ea quando apresentado na juventude. Na adolesc\u00eancia comecei a descobrir novas bandas e explorar diferentes g\u00eaneros musicais para sentir o que era mais a minha onda. Quando eu tinha 15 anos, peguei um viol\u00e3o e comecei a aprender m\u00fasicas e me senti atra\u00eddo de volta \u00e0s minhas \u201cra\u00edzes\u201d do rock e do blues mais antigos. Na mesma \u00e9poca houve uma esp\u00e9cie de revival do rock de garagem com The White Stripes e The Hives, e eu adorava essas bandas e me inspirava muito nelas tamb\u00e9m. Quando cheguei aos 20 anos, fiquei realmente interessado em pesquisar e colecionar vinis, o que me levou a descobrir muitas m\u00fasicas antigas mais obscuras dos anos 60 e 70, e na \u00e9poca em que formamos o Blues Pills, esse tipo de som foi a principal influ\u00eancia. A banda evoluiu ao longo do tempo e, hoje em dia, nos inspiramos em m\u00fasicas tanto antigas como mais modernas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O Blues Pills n\u00e3o parece ter demorado muito para ser descoberto pelo p\u00fablico e por uma gravadora do tamanho da Nuclear Blast. M\u00fasica hoje \u00e9 o que voc\u00eas fazem para viver? Era este o plano desde o in\u00edcio, seguir um caminho profissional ou apenas tocar por divers\u00e3o?<\/strong><br \/>\nQuando come\u00e7amos a banda, n\u00e3o esper\u00e1vamos que nada disso fosse acontecer. Gravamos algumas m\u00fasicas na garagem dos meus pais, em uma velha m\u00e1quina de cassetes Tascam. N\u00f3s as publicamos no YouTube e recebemos uma resposta muito positiva imediatamente. Acho que isso acendeu uma chama dentro de n\u00f3s e nos motivou. Ficamos empolgados para fazer mais m\u00fasicas, e as coisas meio que pegaram um impulso. Come\u00e7amos a marcar alguns shows e at\u00e9 umas turn\u00eas. Fomos atr\u00e1s, e conseguimos tocar at\u00e9 na Espanha. Ent\u00e3o fizemos nossa primeira turn\u00ea e s\u00f3 t\u00ednhamos cerca de 6 m\u00fasicas ou algo assim. Quando contamos ao promotor, ele disse que se soubesse que \u00e9ramos uma banda t\u00e3o nova, n\u00e3o teria nos agendado. Mas foi \u00f3timo. Em um dos shows que fizemos, algu\u00e9m postou um v\u00eddeo gravado com o celular no YouTube, e esse foi o v\u00eddeo que o pessoal da Nuclear Blast viu e, eventualmente, nos fez assinar com a gravadora deles. Ent\u00e3o foi muito bom estar no lugar certo na hora certa no come\u00e7o da nossa carreira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>De tempos em tempos, somos surpreendidos por excelentes bandas de rock da Su\u00e9cia, como Refused e The (International) Noise Conspiracy, The Hellacopters, Backyard Babies, The Hives, etc., sem falar na tradi\u00e7\u00e3o do punk, com grupos como Anti Cimex, e hardcore mel\u00f3dico, representado por bandas como Satanic Surfers e outras da fam\u00edlia do selo Burning Heart. Como \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o entre essas diferentes cenas do pa\u00eds e a for\u00e7a do rock&#8217;n&#8217;roll na cultura local?<\/strong><br \/>\nCom certeza h\u00e1 uma cena musical muito forte para o rock na Su\u00e9cia. N\u00e3o necessariamente no sentido de que todos se conhe\u00e7am e saiam juntos, mas acho que viver em um lugar onde h\u00e1 uma hist\u00f3ria t\u00e3o profunda de grandes bandas e estar cercado por tantos bons m\u00fasicos, \u00e9 claro que te leva a ser melhor, porque o padr\u00e3o j\u00e1 \u00e9 alto. \u00c9 como dizem, se voc\u00ea quer ser bom em algo, cerque-se de outras pessoas que s\u00e3o boas nisso. Se a banda local que voc\u00ea acabou de ver na rua na sexta-feira \u00e9 incr\u00edvel, voc\u00ea vai para casa e diz a si mesmo: \u201cEu preciso praticar mais\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O som de voc\u00eas vem tendo grande repercuss\u00e3o na Alemanha, \u00c1ustria, Su\u00ed\u00e7a, Reino Unido e Estados Unidos. Qual \u00e9 a resposta do p\u00fablico no Brasil e na Am\u00e9rica Latina?<\/strong><br \/>\nTeremos que ver quando estivermos a\u00ed. Mas, a julgar pelos coment\u00e1rios na internet, h\u00e1 muita gente animada para nos ver. Recebemos muitos pedidos para vir ao Brasil, bem mais do que outros pa\u00edses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O que voc\u00ea acha de bandas como Greta Van Fleet? Voc\u00eas se sentem desconfort\u00e1veis sendo citados ao lado deles em men\u00e7\u00e3o a um renascimento do heavy\/hard rock?<\/strong><br \/>\nAcho \u00f3timo que eles tenham conseguido chegar a um p\u00fablico mais mainstream fazendo esse tipo de m\u00fasica hoje. Eu fico feliz em ser listado ao lado deles.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Refer\u00eancias como Big Brother &amp; the Holding Company, Led Zeppelin e Free s\u00e3o frequentemente aludidas em artigos sobre a banda. Mas, na concep\u00e7\u00e3o inicial do grupo, havia esses nomes como ponto de partida?<\/strong><br \/>\nFree foi definitivamente uma influ\u00eancia. Led Zeppelin e Big Brother, apesar de \u00f3timos, n\u00e3o foram os principais. O n\u00famero um foi o Fleetwood Mac, fase Peter Green. Nos primeiros dias, n\u00f3s s\u00f3 quer\u00edamos soar como eles, direto. Acho que \u00e9ramos muito jovens e ainda n\u00e3o t\u00ednhamos encontrado nosso pr\u00f3prio estilo, ent\u00e3o tentamos recriar as coisas que gost\u00e1vamos de ouvir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A m\u00fasica dos anos 1990 em diante tamb\u00e9m est\u00e1 entre as inspira\u00e7\u00f5es da banda, ou toda a fonte do Blues Pills remonta \u00e0 era pr\u00e9-grunge do rock?<\/strong><br \/>\nHoje em dia, com certeza gostamos de alguns rocks dos anos 90. Adoro a intensidade de certas bandas, como Nirvana e Rage Against The Machine. \u00c9 um neg\u00f3cio simples, mas poderoso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Apesar dessas refer\u00eancias do passado, h\u00e1 um tom evidentemente moderno no som da banda. Uma abordagem que n\u00e3o poderia existir naqueles tempos, mas somente ap\u00f3s a chance de colocar em perspectiva para tudo o que j\u00e1 foi criado. Nesse sentido, voc\u00ea acha que rock, blues e soul continuam sendo uma fonte inesgot\u00e1vel de cria\u00e7\u00e3o? Quer dizer, n\u00e3o h\u00e1 l\u00e1 um tesouro perdido para ser redescoberto pelas novas gera\u00e7\u00f5es?<\/strong><br \/>\nAcho que rock, blues e soul s\u00e3o estilos amplamente gerais e atemporais, ent\u00e3o as pessoas continuar\u00e3o a descobri-los e a adapt\u00e1-los por muito tempo. Sempre haver\u00e1 novas gera\u00e7\u00f5es que descobrir\u00e3o o que h\u00e1 de t\u00e3o bom nesses g\u00eaneros musicais e far\u00e3o algo novo com eles.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quando voc\u00eas lan\u00e7aram o \u00e1lbum \u201cLady in Gold\u201d, houve cr\u00edticas dos f\u00e3s em rela\u00e7\u00e3o a uma suposta mudan\u00e7a no som da banda, principalmente no single &#8220;Lady In Gold&#8221;, em que algumas pessoas reclamaram da aus\u00eancia de solos e que a m\u00fasica seria &#8220;fraca&#8221; em compara\u00e7\u00e3o com o repert\u00f3rio anterior. &#8220;I Felt A Change&#8221; tamb\u00e9m foi criticada por sua sonoridade, e houve quem atribu\u00edsse uma compara\u00e7\u00e3o com a cantora Adele. O que voc\u00ea acha de tudo isso? Voc\u00ea defende e se orgulha dessa fase da banda ou teria feito diferente se pudesse voltar? Talvez parte do pr\u00f3prio p\u00fablico n\u00e3o tivesse maturidade suficiente para apreciar o som naquele momento. O que voc\u00ea acha?<\/strong><br \/>\nEu n\u00e3o teria feito nada diferente. Gostamos de experimentar e apostar em coisas novas, caso contr\u00e1rio, qual o sentido? M\u00fasica \u00e9 encontrar novos sons, crescer e descobrir o mundo da m\u00fasica. Seria t\u00e3o chato apenas fazer a mesma coisa uma e outra vez\u2026. Percebi que como m\u00fasico voc\u00ea tem que fazer isso por si mesmo, porque cada f\u00e3 diferente ter\u00e1 uma opini\u00e3o diferente e voc\u00ea simplesmente perder\u00e1 a cabe\u00e7a se estiver tentando agradar todas as opini\u00f5es diferentes do mundo. Eu fa\u00e7o m\u00fasica porque \u00e9 o que eu amo fazer, e se as pessoas gostarem, isso \u00e9 um b\u00f4nus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Gostaria que falasse um pouco sobre \u201cHoly Moly!\u201d e a nova fase. Com a entrada do novo baixista na banda, Kristoffer Schander, o som tamb\u00e9m ganhou novas formas?<\/strong><br \/>\nKristoffer \u00e9 um velho amigo nosso. N\u00f3s nos conhecemos h\u00e1 muito tempo. Ent\u00e3o ele entrando na banda definitivamente traz uma nova energia. N\u00e3o sei se \u00e9 s\u00f3 por causa dele entrar na banda, pode ser por v\u00e1rios fatores, mas sinto que agora a energia na banda est\u00e1 menos s\u00e9ria. Estamos apenas nos divertindo e gostando de tocar juntos. Ap\u00f3s os primeiros dois \u00e1lbuns, com turn\u00eas seguidas, houve muita press\u00e3o e estresse. Agora tentamos deixar isso para tr\u00e1s e come\u00e7ar uma nova p\u00e1gina, em que n\u00e3o cometamos os mesmos erros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8220;Proud Woman&#8221; acabou sendo uma m\u00fasica de grande destaque em todo o repert\u00f3rio do grupo at\u00e9 o momento. Existe alguma hist\u00f3ria especial sobre ela?<\/strong><br \/>\nEsta \u00e9 uma pergunta que seria melhor a Elin responder, mas, na aus\u00eancia dela, vou tentar explicar da melhor forma poss\u00edvel. Lembro-me do dia em que fizemos a m\u00fasica, e foi muito espont\u00e2neo. Est\u00e1vamos apenas tocando um riff, e literalmente a primeira letra que ela cantou foi o refr\u00e3o \u201cI\u2019m a proud woman!\u201d. Ent\u00e3o n\u00e3o rolou exatamente um monte de discuss\u00f5es e pensamentos por tr\u00e1s disso antes das letras, foi mais apenas, acho, que seus sentimentos instintivos sendo expressos naquele momento. Foi apenas um fluxo de inspira\u00e7\u00e3o, e tinha um \u00f3timo riff e groove, e est\u00e1vamos sentindo isso, ent\u00e3o a m\u00fasica inteira foi realmente escrita naquele dia em algumas horas. Inclusive, a vers\u00e3o que est\u00e1 no \u00e1lbum \u00e9 a mesma que criamos no primeiro instante em nosso ensaio.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"BLUES PILLS - Proud Woman (OFFICIAL MUSIC VIDEO)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/HekZW4Pbg_I?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Blues Pills   Live@Graspop 2022\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/0rnU7YF5EAo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Blues Pills - Wild Horses (The Rolling Stones Cover) -  The Lodge Session\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/-jodGz0u6nM?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>&#8211; <a href=\"https:\/\/eduardoribeiro.journoportfolio.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Eduardo Ribeiro<\/a> \u00e9 editor-assistente na revista\/site Problemas Brasileiros (Ag\u00eancia TUTU) e colabora com ve\u00edculos como El\u00e1stica, Vista, UOL, BBC News, TMDQA!, Media Lab Estad\u00e3o, piau\u00ed e Trip.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Formada na Su\u00e9cia em 2011 e contratada da Nuclear Blast desde o primeiro \u00e1lbum, de 2014, a banda toca no Brasil, em S\u00e3o Paulo, dia 29 de outubro, no Carioca Club ap\u00f3s passar por M\u00e9xico e Chile. \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2022\/10\/20\/entrevista-blues-pills-banda-sueca-inspirada-em-soul-blues-e-rocknroll-fala-de-seu-recente-album-holy-moly\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":142,"featured_media":70292,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[6369],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70290"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/142"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=70290"}],"version-history":[{"count":10,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70290\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":70816,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70290\/revisions\/70816"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/70292"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=70290"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=70290"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=70290"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}