{"id":62717,"date":"2021-10-20T00:02:35","date_gmt":"2021-10-20T03:02:35","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=62717"},"modified":"2021-12-08T23:23:31","modified_gmt":"2021-12-09T02:23:31","slug":"faixa-a-faixa-stand-up-drama-feito-cafe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2021\/10\/20\/faixa-a-faixa-stand-up-drama-feito-cafe\/","title":{"rendered":"Faixa a faixa: \u201cStand-Up Drama\u201d, Feito Caf\u00e9"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>introdu\u00e7\u00e3o por Marcelo Costa<\/strong><br \/>\nfaixa a faixa por\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/isabellenza\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Hugo Oliveira (Feito Caf\u00e9)<\/a><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Depois de um EP e uma s\u00e9rie de singles, o duo Feito Caf\u00e9 chegou enfim ao primeiro \u00e1lbum cheio, \u201c<a href=\"https:\/\/ps.onerpm.com\/6214084026\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Stand-Up Drama<\/a>\u201d (2021), disco financiado pela Lei Aldir Blanc e lan\u00e7ado em maio, tendo sido precedido pelo single \/ clipe \u201cParece\u201d, \u201cum rock pop ensolarado que conta com o pedal steel maravilhoso de Rick Ferreira\u201d, conta Hugo Ferreira, viol\u00e3o, voz e percuss\u00e3o do duo, que traz ainda Let\u00edcia Pacheco na voz e percuss\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A praia da dupla \u00e9 o indie folk agridoce com acenos agrad\u00e1veis \u00e0 MPB. Tematicamente, \u201c<a href=\"https:\/\/ps.onerpm.com\/6214084026\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Stand-Up Drama<\/a>\u201d debate as dualidades e altos e baixos da vida contempor\u00e2nea. \u201cApesar de n\u00e3o ser um disco absolutamente conceitual, as m\u00fasicas acabam conversando entre si, tratando de sentimentos e emo\u00e7\u00f5es comuns a todos aqueles que, mesmo com as porradas e obst\u00e1culos que aparecem, precisam ficar plenos, em p\u00e9, no palco da vida\u201d, conta Hugo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com sete anos de estrada, o duo j\u00e1 sente \u00e0 vontade para inserir naipe de metais em algumas can\u00e7\u00f5es, acordeon, tanto quanto contar com o apoio de uma lenda do rock brasileiro em duas faixas: o guitarrista Rick Ferreira come\u00e7ou a acompanhar Raul Seixas no \u00e1lbum \u201cGita\u201d (1974) e ficou ao lado de Raul (em shows e discos) por toda a vida at\u00e9 \u201cA Panela do Diabo\u201d (1989). Especialmente para o Scream &amp; Yell, Hugo fala de \u201c<a href=\"https:\/\/ps.onerpm.com\/6214084026\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Stand-Up Drama<\/a>\u201d faixa a faixa.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Stand-Up Drama\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/boM_aFh6b58?list=OLAK5uy_lS_y511BBuIXT_QuQ9MdJWKJ-ONAruOmo\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>01 \u2013 Stand-Up Drama \u2013 (Hugo Oliveira)<\/strong><br \/>\nA m\u00fasica que d\u00e1 nome ao \u00e1lbum come\u00e7a comigo e com Let\u00edcia deitados, sonhando acordados antes de dormir. \u00c9 sobre querer viver daquilo que se ama, independente da torcida contra, entendendo que a dor e a del\u00edcia da escolha n\u00e3o s\u00e3o opcionais. Cont\u00e9m a frase chave do disco: &#8220;n\u00e3o subestime o que te faz feliz \/ mesmo se isso for na contram\u00e3o \/ em todo caso tenha um plano B, C, D, E at\u00e9 o Z por pura precau\u00e7\u00e3o&#8221;. Pensei num clima meio circense, com uma introdu\u00e7\u00e3o nos moldes de \u201cDenmark Street\u201d, dos Kinks. De qualquer forma, tamb\u00e9m aponta pra algo do tipo \u201cSgt. Pepper\u2019s Lonely Hearts Club Band\u201d, pelo lance dos metais e por abrir o disco e finaliz\u00e1-lo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>02 \u2013 A vida \u00e9&#8230; (Longa despedida) \u2013 (Hugo Oliveira \/ Cecel Alves)<\/strong><br \/>\nNossa \u201ctentativa de Arcade Fire\u201d. Voz, viol\u00e3o, guitarras, baixo, bateria, teclados, metais e cordas, numa m\u00fasica de estrutura simples, criada em parceria com o m\u00fasico Cecel Alves, tamb\u00e9m de Angra dos Reis. Cecel, que chegou a tocar com a gente no come\u00e7o do Feito Caf\u00e9, chegou num dos ensaios falando que queria criar uma can\u00e7\u00e3o que falasse sobre a perda da pureza, dos brinquedos abandonados no fundo do quintal. Juntei um trecho de letra que j\u00e1 havia escrito, peguei a ideia que ele sugeriu e completei a parte textual \u2013 juntos, criamos a m\u00fasica. \u00c9 uma m\u00fasica sobre o desafio di\u00e1rio da vida, sobre crescer e, por conta das porradas constantes, n\u00e3o se reconhecer mais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>03 \u2013 Num dia como outro qualquer \u2013 (Hugo Oliveira)<\/strong><br \/>\n\u00c9 uma historinha de algu\u00e9m que larga tudo, que se livra de todo e qualquer grilh\u00e3o da sociedade para descobrir o real sentido da vida. Acho emocionante, ing\u00eanuo e perigoso. \u00c9 aquele lance do \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2007\/09\/17\/disco-da-semana-into-the-wild-eddie-vedder\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Into The Wild<\/a>\u201d, mas aqui, com um final diferente. Falando da sonoridade, \u00e9 um folk rock acelerado, bem na pegada da vers\u00e3o do The Lumineers para \u201cSubterranean Homesick Blues\u201d, do Dylan. Adoro o registro de voz da Let\u00edcia nessa, cantando a hist\u00f3ria com senso de drama, com o clima certo para cada trecho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>04 \u2013 Terra do Nunca \u2013 (Hugo Oliveira)<\/strong><br \/>\n\u00c9 uma m\u00fasica sobre a passagem do tempo, muito significativa para mim, muito pessoal. Sobre eu e meus amigos nos anos 90, principalmente os amigos que fiz na minha primeira banda, Malkavianos. Termin\u00e1vamos de ensaiar e fic\u00e1vamos imaginando como seria a vida sem aquela banda&#8230; E todo mundo balan\u00e7ava a cabe\u00e7a, numa express\u00e3o \u201csem chances dessa banda acabar\u201d! Tem a ver com a ressignifica\u00e7\u00e3o de lugares e situa\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m: meu quarto, que era sin\u00f4nimo de divers\u00e3o na \u00e9poca, por conta da m\u00fasica, hoje \u00e9 o local onde minha m\u00e3e, acamada por uma doen\u00e7a neurol\u00f3gica sem diagn\u00f3stico fechado, vive. Descobri a morte com esses amigos de banda, que perderam parentes antes de mim \u2013 m\u00e3e e irm\u00e3o. Numa hora, voc\u00ea e seus amigos est\u00e3o carregando um engradado de cerveja; na outra, dividindo as al\u00e7as de um caix\u00e3o da m\u00e3e de algu\u00e9m. \u00c9 a vida, a gente sabe&#8230; Mas que d\u00f3i, d\u00f3i. Tem um Cello lindo que veio diretamente de Glasgow, na Esc\u00f3cia, para o Morro do Carmo, em Angra dos Reis, no Brasil.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Parece - videoclipe oficial\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/aqTWiXVQy7U?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>05 \u2013 Parece \u2013 (Hugo Oliveira)<\/strong><br \/>\nPrimeira m\u00fasica de trabalho do \u00e1lbum, \u201cParece\u201d \u00e9 um rock pop ensolarado que conta com o pedal steel maravilhoso de Rick Ferreira. Fala sobre a eterna incerteza de se trabalhar com m\u00fasica e cultura no Brasil. Da dificuldade nossa do dia a dia em lutar contra esse lado negro da for\u00e7a que vem da sociedade e de n\u00f3s mesmos. Est\u00edmulos cont\u00ednuos que nos puxam em dire\u00e7\u00e3o a uma vida segura, padr\u00e3o, sem maiores percal\u00e7os \u2013 como se algum brasileiro m\u00e9dio hoje em dia conseguisse ter isso, n\u00e9? Mas, enfim: \u00e9 uma ode ao \u201cvou fazer m\u00fasica porque eu preciso fazer isso, \u00e9 mais forte do que eu\u201d. Afinal de contas, a vida \u00e9 curta, e a \u00fanica coisa que podemos perder \u00e9 a completa sanidade e todas as outras oportunidades que a vida poderia nos dar, se a gente fosse normal, rs. Na primeira parte B da m\u00fasica, invoco Belchior, Cazuza e Lulu Santos na letra, numa tentativa de tornar essa jornada mais f\u00e1cil. Tem um solinho de teclado r\u00e1pido \u2013 e lindo \u2013 do produtor e multinstrumentista, Clower Curtis, quase como uma homenagem ao saudoso Lafayette. Na sonoridade, a gente mirou no Tracyanne &amp; Danny, projeto paralelo da vocalista do Camera Obscura, mas muitos citam o Kid Abelha \u2013 por conta da voz da Let\u00edcia \u2013 e o Skank \u2013 este \u00faltimo, baseado naquela sonoridade a partir de \u201cCosmotron\u201d.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"TRISTE DE QUEM\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/6eeCMEHa78M?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>06 \u2013 Triste de quem \u2013 (Hugo Oliveira)<\/strong><br \/>\nEu e Let\u00edcia cantamos boa parte dessa can\u00e7\u00e3o juntos, buscando aprova\u00e7\u00e3o do Paul Simon e do Art Garfunkel, guardadas as devidas propor\u00e7\u00f5es. Ali\u00e1s, o arranjo de cordas lindo escrito pelo Clower teve como influ\u00eancia inicial \u201cSong For The Asking\u201d, faixa que fecha o disco cl\u00e1ssico deles, \u201cBridge over Troubled Water\u201d. \u00c9 sobre o amor pela m\u00fasica e pela cultura pop. Sobre amar ser \u201cenganado\u201d por uma m\u00fasica, um livro, um filme, e enxergar nesse ato a verdadeira m\u00e1gica da vida, a emo\u00e7\u00e3o, o sonho e a imagina\u00e7\u00e3o. Muita gente acredita que h\u00e1 algo maior no final dessa vida. Falo por mim: acho que esse algo est\u00e1 nas coisas banais, nos lances do cotidiano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>07 \u2013 Caminho \u2013 (L\u00ea Pacheco \/ Hugo Oliveira)<\/strong><br \/>\nComo a Let\u00edcia est\u00e1 muito atarefada com a presta\u00e7\u00e3o de contas relacionada ao projeto que gerou \u201cStand-Up Drama\u201d, fiquei com a miss\u00e3o de falar sobre uma m\u00fasica que \u00e9 a nossa primeira parceria. Vamos l\u00e1: Let\u00edcia passou um longo per\u00edodo sofrendo com crises de ansiedade. Durante a terapia, come\u00e7ou a entender que, apesar de tudo, tinha que seguir o caminho dela, e que ele, o caminho, talvez fosse o pr\u00f3prio objetivo, at\u00e9 mais do que uma poss\u00edvel conclus\u00e3o. Foi muito tocante quando ela chegou com essa letra praticamente pronta. Quando li os versos, achei que eles combinariam com uma levada que misturasse partes r\u00e1pidas e outras mais lentas. No viol\u00e3o, tentei emular aquela batida de \u201cIn Between Days\u201d, do Cure, nos trechos mais acelerados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>08 \u2013 Santu\u00e1rio Interior \u2013 (Hugo Oliveira)<\/strong><br \/>\nTalvez seja a m\u00fasica mais \u201cdiferente\u201d do disco. Uma balada com dedilhados e cordas grandiosas, amparada por uma letra que fala sobre buscar o equil\u00edbrio olhando pra dentro, pro interior. Escrevi na mesma \u00e9poca em que compus as can\u00e7\u00f5es de \u201cCompactando o Agora\u201d, <a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/album\/5pTE37p6tEZmCCehG2R3Yo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">double single que lan\u00e7amos em 2020<\/a>, e tem toda a carga emocional motivada pela pandemia e pelo desgoverno do nosso pa\u00eds, num ano que certamente foi um dos piores da minha vida&#8230; E provavelmente de muita gente que est\u00e1 lendo este texto. Arranjo lindo de cordas escrito pelo Clower, com um trecho instrumental entre as estrofes que \u00e9 pura tens\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>09 \u2013 Aquele Amor \u2013 (Hugo Oliveira)<\/strong><br \/>\nA \u00faltima faixa do disco tamb\u00e9m conta com Rick Ferreira no pedal steel e no banjo, num quase bail\u00e3o folk que fala sobre a alegria de ter a m\u00fasica de volta na minha vida, por culpa direta da Let\u00edcia, que jogou no peito a responsabilidade de a gente criar um duo e aqui estamos n\u00f3s. Tem guitarra, viol\u00e3o, bateria, baixo, acordeom e teclados, com um final meio low-fi que repete um trecho da primeira can\u00e7\u00e3o do disco. Fala tamb\u00e9m sobre os experts que de uma hora para a outra tomaram a internet de assalto e parecem entender de tudo, ter opini\u00e3o formada a respeito de qualquer coisa que acontece no Brasil e no mundo. Estudar \u00e9 crucial, mas entender nossas limita\u00e7\u00f5es \u2013 e tentar ultrapass\u00e1-las, obviamente \u2013 \u00e9 igualmente importante.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"&quot;Stand-Up Drama: um disco para ouvir, assistir e aprender\u201d\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Fq7wpbfb6Fk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><em>\u2013 Marcelo Costa (<a href=\"http:\/\/twitter.com\/#%21\/screamyell\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@screamyell<\/a>) edita o Scream &amp; Yell desde 2000 e assina a\u00a0<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Calmantes com Champagne.<\/a>\u00a0<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Depois de um EP e uma s\u00e9rie de singles, o duo Feito Caf\u00e9 chegou enfim ao primeiro \u00e1lbum cheio, \u201cStand-Up Drama\u201d (2021), disco financiado pela Lei Aldir Blanc e lan\u00e7ado em maio. A praia da dupla \u00e9 o indie folk agridoce com acenos agrad\u00e1veis \u00e0 MPB. Aqui eles comentam as can\u00e7\u00f5es do \u00e1lbum faixa a faixa!\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2021\/10\/20\/faixa-a-faixa-stand-up-drama-feito-cafe\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":62718,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[2714],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/62717"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=62717"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/62717\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":62736,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/62717\/revisions\/62736"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/62718"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=62717"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=62717"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=62717"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}