{"id":62032,"date":"2021-08-19T00:20:37","date_gmt":"2021-08-19T03:20:37","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=62032"},"modified":"2021-10-30T00:27:52","modified_gmt":"2021-10-30T03:27:52","slug":"entrevista-james-lollar-do-gost-do-metal-extremo-ao-eletronico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2021\/08\/19\/entrevista-james-lollar-do-gost-do-metal-extremo-ao-eletronico\/","title":{"rendered":"Entrevista: James Lollar, do Gost, do metal extremo ao eletr\u00f4nico"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista por\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/profile.php?id=100001755294131\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Homero Pivotto Jr.<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fazendo uma ponte, musical e est\u00e9tica, entre as cenas do metal extremo e da m\u00fasica eletr\u00f4nica emergiu o Gost. N\u00e3o, a grafia n\u00e3o est\u00e1 errada e n\u00e3o estamos falando do conjunto sueco Ghost. Se voc\u00ea gosta de sonoridades intempestivas, que misturam elementos do barulho, e que transitam por tem\u00e1ticas sombrias, \u00e9 poss\u00edvel que j\u00e1 tenha ouvido falar ou lido sobre a banda \u2014 o Gost, no caso, s\u00f3 para deixar claro. \u00c9 nesse clima trevoso \u2014 tanto na parte l\u00edrica quanto em rela\u00e7\u00e3o ao momento que vivemos no que se convencionou chamar de realidade \u2014 que o projeto de um homem s\u00f3 lan\u00e7a o novo \u00e1lbum, \u201c<a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/album\/50vYq2UvxFNDSsZTD63QPn\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Rites of Love and Reverence<\/a>\u201d. E a data que trouxe \u00e0 luz o sexto trabalho foi condizente com a proposta da iniciativa: sexta-feira 13 de agosto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seguindo com refer\u00eancias de filmes de horror e versando, principalmente, sobre feiti\u00e7aria, ca\u00e7a \u00e0s bruxas e medo do diferente, o registro flerta com a fic\u00e7\u00e3o e a vida como a conhecemos hoje. \u201cVivemos tempos dif\u00edceis e desconfort\u00e1veis, globalmente. Parece que estamos em um estranho conflito entre supersti\u00e7\u00e3o, religi\u00e3o e ci\u00eancia. Ent\u00e3o, penso que tem rela\u00e7\u00e3o com o que estamos passando\u201d, explica o idealizador, mente criativa e respons\u00e1vel por todos os vocais e instrumentos no est\u00fadio, James Lollar (ou Baalberith).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O novo material segue a tend\u00eancia de seu predecessor, \u201cValediction\u201d (2019), ao incorporar, ainda mais, elementos de post punk, industrial e at\u00e9 black metal (em algumas vozes). Se em \u201cSkull\u201d (2013), \u201cBehemoth\u201d (2015), \u201cNon Paradisi\u201d (2016) e \u201cPossessor\u201d (2018) mal se ouvia a voz de Lollar, agora ele mostra que est\u00e1 confiante para soltar o gog\u00f3 em momentos mais g\u00f3ticos e at\u00e9 em gritos desesperados \u2014 como na segunda faixa, a nervosa \u2018Bound by the Horror\u2019.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"GOST - Bound By The Horror (OFFICIAL VIDEO)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/SauDzMPIzC0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEu estou mais \u00e0 vontade em como meus vocais se encaixam, como eu canto. E, estando mais confiante, arrisco algumas coisas\u201d, revela o m\u00fasico estadunidense que passou por v\u00e1rias bandas de metal antes de explorar novas alternativas musicais. A seguran\u00e7a para ousar nas composi\u00e7\u00f5es, \u00e9 poss\u00edvel, seja resultado dos oito anos de trajet\u00f3ria e dos in\u00fameros shows, alguns ao lado de nomes importantes como Perturbator, 3TEETH, Mayhem, Carpenter Brut, Power Trip, The Black Dahlia Murder, Midnight e Pig Destroyer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outros tr\u00eas clipes foram liberados antes de o disco ser disponibilizado oficialmente nas plataformas e formatos f\u00edsicos. Trata-se de \u201cCoven\u201d, \u201cA Fleeting Whisper\u201d e \u201cBurning Rhyme\u201d. Esta, a can\u00e7\u00e3o derradeira de \u201cRites of Love and Reverence\u201d, uma esp\u00e9cie de balada para inferninho. Algo mais ameno, mas n\u00e3o menos l\u00fagubre \u2014 tanto que mais da metade do v\u00eddeo \u00e9 em um cemit\u00e9rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trocamos uma ideia com Lollar, via \u00e1udio no Zoom, sobre o atual momento da sociedade e da carreira, inspira\u00e7\u00f5es e pot\u00eancia da arte.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"GOST - Burning Thyme (OFFICIAL VIDEO)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/i4CG14OZbFA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Nos \u00faltimos 10 anos, talvez mais um pouco, houve um revival de estilos musicais que ficaram conhecidos nos anos 1980, trazendo \u00e0 tona novamente a est\u00e9tica sonora e visual dessa \u00e9poca. Voc\u00ea se sente parte dessa cena com o Gost?<\/strong><br \/>\nCertamente. Eu era mais parte da cena synth wave quando comecei. Mas sim, continuo me considerando como parte da coisa toda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Acredito que essa est\u00e9tica dos 1980 tem um forte apelo visual, al\u00e9m do som. Uma aura que considera n\u00e3o apenas o que se ouve, mas tamb\u00e9m o que v\u00ea. H\u00e1 um lance de imagem ligado a isso. O que fisgou sua aten\u00e7\u00e3o para esse contexto?<\/strong><br \/>\nEst\u00e1 tudo bastante ligado aos filmes de horror dos anos 1980 e coisas do tipo. Acho que no in\u00edcio da minha carreira, ouvir coment\u00e1rios de algumas poucas pessoas me dava nos nervos. Ent\u00e3o, eu parei de fazer metal e descobri que isso estava acontecendo e que era poss\u00edvel fazer de casa. Foi o timing perfeito, acredito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Num passado n\u00e3o muito distante, o metal extremo n\u00e3o era t\u00e3o, digamos, acolhedor com outros g\u00eaneros. Mas gra\u00e7as ao universo, isso tem mudado no decorrer dos anos. E o Gost \u00e9 um exemplo que mostra isso. De onde acredita que vem essa liga\u00e7\u00e3o entre o metal e as produ\u00e7\u00f5es mais ligadas ao universo da m\u00fasica eletr\u00f4nica?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o sei, cara. \u00c9 meio que um quebra-cabe\u00e7a. Acho que muitos de n\u00f3s que gostamos de metal extremo tamb\u00e9m apreciamos filmes de terror. Ent\u00e3o, vejo uma conex\u00e3o a\u00ed. Tem ainda a quest\u00e3o que envolve o que \u00e9 sombrio, numa vis\u00e3o gen\u00e9rica. Isso permeia minha m\u00fasica. Mas na real n\u00e3o sei dizer. Eu realmente espero que a cena eletr\u00f4nica esteja ciente da nossa exist\u00eancia, nos aceite. Assim como a galera do metal<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea veio da cena metal, certo?<\/strong><br \/>\nSim! Antes do Gost havia tocado apenas em bandas de metal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O Gost \u00e9 sua primeira incurs\u00e3o com a m\u00fasica eletr\u00f4nica ent\u00e3o?<\/strong><br \/>\nSim! Antes eu tinha apenas feito algumas doideiras com eletr\u00f4nico. Mas foi s\u00f3 com esse projeto que eu entendi o processo a ponto de lan\u00e7ar m\u00fasicas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Desde o come\u00e7o da banda, rolaram algumas nuances no som do Gost. Primeiramente era mais synth wave, mas pelo menos os dois trabalhos mais recentes acrescentam elementos do post punk e do industrial. Foi intencional?<\/strong><br \/>\nIntencional em algum sentido, mas foram mudan\u00e7as que rolaram naturalmente. Apenas por estar tentando novas maneiras de lan\u00e7ar m\u00fasicas mantendo, de algum jeito, a est\u00e9tica sonora original. Descobrir como manter a coisa interessante \u00e9 parte do processo criativo. Ao menos no meu.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-62034\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/gost2.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/gost2.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/gost2-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Gosto de dicotomias, como uma que consta no release do disco novo, \u201cRites of Love and Reverence\u201d, que diz: \u201cm\u00fasica para eletrificar pistas de dan\u00e7a e fazer cabe\u00e7as baterem com a mesma ferocidade\u201d. Diria que essa frase sintetiza o trabalho do Gost atualmente?<\/strong><br \/>\nPenso que sim, principalmente em ambiente ao vivo. Desde o come\u00e7o participo de festivais de metal e sempre h\u00e1 mosh pits. Ent\u00e3o, acho que resume bem sim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A pandemia, com suas incertezas, teve influ\u00eancia nas composi\u00e7\u00f5es de \u201cRites of Love and Reverence\u201d?<\/strong><br \/>\nO conte\u00fado do \u00e1lbum, no geral, \u00e9 baseado em feiti\u00e7aria. Mas com a pandemia, especialmente em meu pa\u00eds (Estados Unidos), com nega\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia e outras situa\u00e7\u00f5es, foi uma fonte de inspira\u00e7\u00e3o. Foi um tipo de abordagem social pegar a feiti\u00e7aria e mostrar como se perseguia as pessoas por pensarem diferentes ou \u00e0 frente do seu tempo. Pensar que isso pode estar acontecendo novamente realmente foi uma influ\u00eancia l\u00edrica no novo trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Na sua perspectiva, como esse novo trabalho difere dos anteriores em rela\u00e7\u00e3o ao processo de cria\u00e7\u00e3o e a vibe das faixas?<\/strong><br \/>\nEu estou mais \u00e0 vontade em como meus vocais se encaixam, como eu canto. E, estando mais confiante, arrisco algumas coisas. O \u00e1lbum anterior polarizou alguns f\u00e3s, mas trouxe gente nova. Estou mais confort\u00e1vel em como as coisas acontecem. Desde que naturalmente sem uma no\u00e7\u00e3o pr\u00e9-concebida de como soar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>As letras de &#8220;Rites of Love and Reverence&#8221; t\u00eam refer\u00eancia \u00e0 feiti\u00e7aria, como voc\u00ea comentou. Por que abordar esse tema? Pensa que tem apelo com os tempos que vivemos hoje?<\/strong><br \/>\nFoi meio que natural enquanto eu pensava sobre as letras. Eu queria me afastar um pouco do lance sat\u00e3 e coisas que j\u00e1 havia explorado desde o come\u00e7o. Queria algo novo, mas que mantivesse um elemento sombrio agregado. E a feiti\u00e7aria tem a ver com isso. E tem ainda a quest\u00e3o de como o mundo est\u00e1, todo mundo crucificando todo mundo on-line. Ent\u00e3o, acho funcionou bem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pensa que estamos chegando cada vez mais perto de uma ca\u00e7a \u00e0s bruxas, de julgamentos tendenciosos, dada a polariza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e as pessoas com informa\u00e7\u00f5es apenas vindas de suas pr\u00f3prias bolhas?<\/strong><br \/>\nCreio que sim, cara! Vivemos tempos dif\u00edceis e desconfort\u00e1veis, globalmente. Parece que estamos em um estranho conflito entre supersti\u00e7\u00e3o, religi\u00e3o e ci\u00eancia. Ent\u00e3o, penso que tem rela\u00e7\u00e3o com o que estamos passando.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea se considera preocupado com pauta da agenda feminina e suas implica\u00e7\u00f5es na sociedade, j\u00e1 que a bruxa evoca a figura da mulher? O qu\u00e3o inclusivo pensa que o metal e a cena eletr\u00f4nica s\u00e3o, para elas e outros grupos que n\u00e3o se enquadram no status de brancos classe m\u00e9dia?<\/strong><br \/>\n\u00c9 um trabalho que precisa ser feito. N\u00e3o se v\u00ea muitas garotas no circuito de m\u00fasica ao vivo, especialmente. Acredito que deve ser diferente para cada regi\u00e3o no mundo. Mas creio que falo de como deve ser para mulheres aqui (EUA). Tem a ver com como voc\u00ea cria suas filhas. Voc\u00ea n\u00e3o as estimula a esses tipos de campos, ent\u00e3o \u00e9 um pouco mais masculino. Eu sei que as mulheres querem fazer esses trabalhos. \u00c9 parte de nossa exist\u00eancia como humanos tornar tudo mais inclusivo, mais f\u00e1cil para quem n\u00e3o se enquadra nesse padr\u00e3o que voc\u00ea falou \u2014 que \u00e9 a regra nos EUA. Acho que d\u00e1 para fazer isso sem polarizar as pessoas.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Gost - A Fleeting Whisper (OFFICIAL VIDEO)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/tasuompk6_Q?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cA Fleeting Whisper\u201d, um dos singles do disco novo que ganhou clipe, tem a ver com o fato de \u201csimplesmente ser humano\u201d, conforme release. Mas como ser humano e curtir a vida no plano real em tempos nos quais mal conseguimos tirar a cara do celular?<\/strong><br \/>\nBoa pergunta! Acho que ainda somos jovens com a tecnologia. Acho que ainda estamos aprendendo a lidar. Talvez daqui uns 10 anos vamos fazer essa conex\u00e3o de uma forma melhor, assim espero. \u00c9 importante nos afastarmos um pouco da tecnologia e estarmos presentes no mundo, pois \u00e9 isso que \u00e9 real. \u00c9 aqui que respondemos aos est\u00edmulos, fisicamente. Olho no olho. Tem de haver formas de nos desconectarmos e percebermos que o que rola on-line n\u00e3o \u00e9 necessariamente mais importante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Acredita que a arte, m\u00fasica neste caso, pode ajudar as pessoas em tempos dif\u00edceis como o que vivemos? E at\u00e9 mesmo nos auxiliar a evoluir e a ter algo em que acreditar?<\/strong><br \/>\nSim. Tem sido algo nesse sentido para mim durante toda a vida. \u00c9 um bom amortecedor para pessoas que chegam junto e n\u00e3o concordam umas com as outras em temas como pol\u00edtica e religi\u00e3o. Abre portas para que pessoas de diferentes formas de pensamento se comuniquem. Ent\u00e3o sim, \u00e9 importante e realmente pode ajudar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como a m\u00fasica faz parte de sua rotina? Qual o papel dela na sua vida?<\/strong><br \/>\nA m\u00fasica permeia todas as coisas mundanas que fa\u00e7o. Seja limpar a casa, tocar em turn\u00ea ou o que for. Faz a vida um pouco mais desej\u00e1vel para mim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quais bandas citaria como influ\u00eancia?<\/strong><br \/>\nEu trago muitas influ\u00eancias de bandas desde a minha inf\u00e2ncia, como Depeche Mode, Skinny Puppy, Nine Inch Nails. At\u00e9 mesmo o material antigo do Suicidal Tendencies. \u00c9 algo bem variado de influ\u00eancias antigas. Mas tem tamb\u00e9m artistas mais modernos, tipo Deafheaven, pelo jeito como eles v\u00e3o al\u00e9m dos limites, e Drab Majesty. Coisas assim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Alguma dica para sermos humanos menos piores?<\/strong><br \/>\nApenas tente entender o outro. Estamos todos procurando navegar o fato de qu\u00e3o estranho \u00e9 ser humano, e nos conectarmos com outras pessoas. Passar pela pandemia fez isso ainda mais \u00f3bvio que temos de nos permitir mais do que talvez pensamos.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"GOST - Bound By The Horror (OFFICIAL VIDEO)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/SauDzMPIzC0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"GOST - Coven (OFFICIAL VIDEO)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/zT6m54oeCes?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"GOST - Dreadfully Pious (OFFICIAL VIDEO)\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/2lIbz1xgQwo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>\u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/profile.php?id=100001755294131\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Homero Pivotto Jr.<\/a>\u00a0\u00e9 jornalista, vocalista da\u00a0<a href=\"https:\/\/diokane.bandcamp.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Diokane<\/a>\u00a0e respons\u00e1vel pelo videocast\u00a0<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCY71eKJzuBUXpyDV2IFeP8Q\/videos?view_as=subscriber\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">O Ben Para Todo Mal<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Fazendo uma ponte, musical e est\u00e9tica, entre as cenas do metal extremo e da m\u00fasica eletr\u00f4nica emergiu o Gost. 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