{"id":61193,"date":"2021-06-07T00:35:20","date_gmt":"2021-06-07T03:35:20","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=61193"},"modified":"2021-07-31T01:08:39","modified_gmt":"2021-07-31T04:08:39","slug":"entrevista-aidan-baker-nadja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2021\/06\/07\/entrevista-aidan-baker-nadja\/","title":{"rendered":"Entrevista: Aidan Baker (Nadja)"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista por\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/LuizMazetto1986\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Luiz Mazetto<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na ativa desde 2005, o grupo canadense <a href=\"https:\/\/southernlord.com\/band\/nadja\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Nadja<\/a> faz um som dif\u00edcil de definir, quase indecifr\u00e1vel, uma mistura inspirada e bastante barulhenta de diferentes g\u00eaneros do metal e do rock alternativo, o que j\u00e1 rendeu descri\u00e7\u00f5es no m\u00ednimo criativas como \u201cambient doom\u201d, \u201cdreamsludge\u201d e \u201cmetalgaze\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar de ser originalmente de Toronto, no Canad\u00e1, o duo, que tamb\u00e9m \u00e9 um casal, formado pelo multinstrumentista Aidan Baker e pela baixista Leah Buckareff, adotou a cidade de Berlim, na Alemanha, como lar h\u00e1 cerca de uma d\u00e9cada. E foi em seu est\u00fadio caseiro na capital alem\u00e3 \u2013 e tamb\u00e9m no seu espa\u00e7o de ensaios \u2013 que o Nadja gravou o seu mais recente trabalho, o denso e mel\u00f3dico \u201c<a href=\"https:\/\/nadja.bandcamp.com\/album\/luminous-rot\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Luminous Rot<\/a>\u201d, lan\u00e7ado no \u00faltimo dia 21 de maio pela Southern Lord.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na entrevista abaixo, feita por e-mail, Aidan fala sobre suas experi\u00eancias ao longo do \u00faltimo ano em meio \u00e0 pandemia da Covid-19, conta como foi ter o <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2020\/05\/11\/entrevista-david-pajo-slint-tortoise-zwan-papa-m-interpol\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">David Pajo (Slint)<\/a> mixando o disco novo do Nadja, relembra a passagem da banda pelo Brasil no cada vez mais long\u00ednquo ano de 2013, explica as diferen\u00e7as entre ser uma banda na Europa e na Am\u00e9rica do Norte e ainda revela quais discos mudaram a sua vida. Confira!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Nadja - STARRES (Official Video)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/PZxZTE2UPWk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como foi esse \u00faltimo ano para voc\u00eas com a pandemia? Como isso afetou a sua abordagem\/vis\u00e3o para compor?<\/strong><br \/>\nFoi um ano dif\u00edcil. Fazer shows e vender discos na estrada t\u00eam sido a nossa principal fonte de renda h\u00e1 alguns anos. Ent\u00e3o com isso sendo retirado, tivemos de olhar para outros lugares para o nosso sustento. Ao menos, tive a felicidade de poder fazer alguns trabalhos com trilhas-sonoras e mixagem\/masteriza\u00e7\u00e3o. Para ser totalmente honesto, est\u00e1vamos prontos para parar de fazer turn\u00eas por um tempo, mas a incerteza deste \u00faltimo ano n\u00e3o permitiu realmente que tiv\u00e9ssemos um ano sab\u00e1tico relaxante. E apesar de estar trabalhando em v\u00e1rios projetos diferentes neste per\u00edodo, tem sido dif\u00edcil dar sequ\u00eancia e complet\u00e1-los, em meio \u00e0 incerteza de n\u00e3o saber como (ou se) poderemos compartilhar esses projetos com o mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Al\u00e9m de trazer algumas m\u00fasicas mais curtas em compara\u00e7\u00e3o com os seus outros trabalhos, o novo disco, \u201cLuminous Rot\u201d (2021), traz uma abordagem mais direta, na minha opini\u00e3o. Isso foi algo intencional ou mais uma consequ\u00eancia desses tempos mais urgentes que estamos vivendo desde o in\u00edcio da pandemia?<\/strong><br \/>\nNa verdade, come\u00e7amos a trabalhar nas demos para essas m\u00fasicas antes do in\u00edcio da pandemia. As m\u00fasicas tiveram origem em grava\u00e7\u00f5es mais cruas com uma bateria anal\u00f3gica, em vez da bateria eletr\u00f4nica que costumamos usar, e penso que os sentimentos dessas partes de bateria acabaram direcionando o formato e a dire\u00e7\u00e3o das m\u00fasicas de um modo um pouco diferente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O disco foi mixado pelo David Pajo, do Slint. Como s\u00e3o f\u00e3s do Slint, queria saber como foi t\u00ea-lo no seu \u00e1lbum. Qual foi a import\u00e2ncia desse acontecimento, digamos, para voc\u00eas?<\/strong><br \/>\nFicamos muito felizes de trabalhar com o David, uma vez que somos sim grandes f\u00e3s do Slint. E gosto tanto do \u201cTweez\u201d (1989) quanto do \u201cSpiderland\u201d (1991), provavelmente porque soa mais como Big Black ou Jesus Lizard. Apesar de n\u00e3o esperarmos exatamente que o David nos fizesse soar como o Slint, ficamos satisfeitos em como ele mudou o nosso som ao focar em diferentes elementos da mixagem do que n\u00f3s mesmos ter\u00edamos feito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E como o foi processo de trabalhar com o David, voc\u00eas costumavam falar com frequ\u00eancia? E o que acha que ele trouxe de diferente para a sua m\u00fasica?<\/strong><br \/>\nTivemos algumas conversas com o David e ele nos enviou algumas vers\u00f5es diferentes para ver o que ach\u00e1vamos. Ent\u00e3o as faixas foram e voltaram algumas vezes antes de chegarmos \u00e0s vers\u00f5es finais. Penso que a comunica\u00e7\u00e3o foi um pouco frustrada por causa da pandemia, uma vez que nem sempre era f\u00e1cil nos conectarmos por conta das circunst\u00e2ncias. Mas n\u00e3o saber\u00edamos dizer como o processo poderia ter sido em tempos mais \u201cnormais\u201d. Quanto \u00e0s diferen\u00e7as, penso que ele suavizou um pouco as guitarras e a bateria para que elas soassem um pouco menos \u201cmetal\u201d, al\u00e9m de ter trazido os vocais mais para frente e destacado os elementos mel\u00f3dicos das m\u00fasicas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ali\u00e1s, como acabaram chegando no David para trabalhar no disco? J\u00e1 o conheciam? Ou o contato aconteceu por meio da Southern Lord? Sei que ele \u00e9 um bom amigo do Greg Anderson (Southern Lord), j\u00e1 tendo tocado em um disco do Goatsnake e feito turn\u00eas abrindo shows do Sunn O))).<\/strong><br \/>\nO Greg (Anderson), atuando como um produtor para o disco, sugeriu que tiv\u00e9ssemos outra pessoa al\u00e9m de n\u00f3s para fazer a mixagem final e nos apresentou ao David.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-61197\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/nadaj2.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/nadaj2.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/nadaj2-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Em termos de letras e temas, o disco explora assuntos como primeiros contatos e intelig\u00eancia alien\u00edgena. Essa \u00e1rea de conhecimento foi algo que sempre te interessou? Ou \u00e9 algo mais recente, inspirado pelos livros mencionados no press release, como os trabalhos de Stanislaw Lem e Cixin Lui e tamb\u00e9m o livro &#8220;A Field Guide To Hyperbolic Space\u201d, de Margaret Wertheim?<\/strong><br \/>\n\u00c9 uma combina\u00e7\u00e3o das duas coisas. J\u00e1 tenho interesse em fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica h\u00e1 bastante tempo \u2013 embora o tipo mais filos\u00f3fico, em vez de \u00f3pera espacial. Lem t\u00eam sido um favorito h\u00e1 alguns anos, desde que o estudei na universidade, na verdade. Mas quando li recentemente a trilogia de Lui, algumas das ideias expressadas nas obras me fizeram pensar n\u00e3o apenas em primeiros contatos, mas tamb\u00e9m em astrof\u00edsica e espa\u00e7o hiperb\u00f3lico \u2013 algo que em que Leah possui interesse h\u00e1 algum tempo, especificamente porque \u00e9 algo que se relaciona com croch\u00ea. Ent\u00e3o essas foram meio que uma converg\u00eancia de influ\u00eancia para n\u00f3s, \u00e0s quais chegamos de forma independente e por meio de diferentes fontes&#8230; por isso nos pareceu apropriado como um tema para um disco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ainda sobre isso: qual a import\u00e2ncia de livros, filmes e outras formas de arte al\u00e9m da m\u00fasica para o seu processo de composi\u00e7\u00e3o? E uma vez que s\u00e3o um casal, sente que voc\u00eas trocam mais essas refer\u00eancias e influ\u00eancias um com o outro?<\/strong><br \/>\nOutras formas de arte \u2013 outras m\u00fasicas tamb\u00e9m \u2013 s\u00e3o muito importantes para o nosso processo criativo, seja ao fornecer temas espec\u00edficos com os quais queremos trabalhar ou, mais genericamente, simplesmente oferecendo algum tipo de inspira\u00e7\u00e3o. E sim, certamente existe uma troca entre n\u00f3s dois.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas est\u00e3o em Berlim h\u00e1 cerca de uma d\u00e9cada, certo? Mas antes disso voc\u00eas estavam baseados em Toronto, no Canad\u00e1. Acredita que as cidades influenciaram\/moldaram o som de voc\u00eas de alguma forma? Pensa que poderiam ter criado os mesmos discos que criaram em Berlim se ainda estivessem em Toronto, por exemplo?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o diria que as cidades por si s\u00f3 influenciaram ou moldaram exatamente o nosso som, mas que as diferen\u00e7as entre a Europa e a Am\u00e9rica do Norte afetaram como vivemos e trabalhamos enquanto m\u00fasicos. Existem consideravelmente mais oportunidades para n\u00f3s tocarmos e fazermos turn\u00eas na Europa do que no Canad\u00e1 \u2013 apesar de existirem muitos m\u00fasicos canadenses incr\u00edveis e cenas interessantes, o tamanho do pa\u00eds torna bastante dif\u00edcil fazer turn\u00eas. E se voc\u00ea comparar a densidade populacional, simplesmente h\u00e1 mais pessoas na Europa, o que torna muito mais f\u00e1cil encontrar um p\u00fablico. Se pensarmos que fizemos muito mais shows e turn\u00eas na \u00faltima d\u00e9cada desde que mudamos para Berlim, isso certamente contribuiu para o crescimento e a evolu\u00e7\u00e3o do projeto. Ent\u00e3o isso nos permitiu criar e alcan\u00e7ar coisas diferentes que provavelmente n\u00e3o ter\u00edamos alcan\u00e7ado se tiv\u00e9ssemos ficado no Canad\u00e1, pelo menos n\u00e3o neste ponto da nossa carreira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas tocaram no Brasil em 2013. Quais as suas lembran\u00e7as desta viagem e dos shows? H\u00e1 algo em especial que chamou a sua aten\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nO Brasil foi algo bastante novo para n\u00f3s, uma das nossas primeiras experi\u00eancias em um pa\u00eds tropical, e apesar de termos feito shows em diferentes cidades, penso que gostei mais de S\u00e3o Paulo \u2013 tanto os shows que fizemos quanto o tempo livre que pudemos passar na cidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Por favor, me diga tr\u00eas discos que mudaram a sua vida e por que eles fizeram isso.<\/strong><br \/>\nO primeiro \u00e9 o \u201c<a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/album\/0XKBAGuu9V11zeUfWZcmer\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Songs About Fucking<\/a>\u201d (1987), do Big Black. Estava curtindo muito punk quando ouvi esse disco pela primeira vez, e apesar de ter muitos elementos do punk, era algo bastante diferente. N\u00e3o apenas a bateria eletr\u00f4nica, que dava um aspecto mais eletr\u00f4nico\/industrial ao \u00e1lbum, mas tamb\u00e9m as texturas dos sons de guitarra que combinavam uma aspereza com uma certa efemeridade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro seria o \u201c<a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/album\/2fDJpBJhtloxzUENHlU9JB\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Rid of Me<\/a>\u201d (1993), da PJ Harvey. O fato de o Steve Albini, do Big Black, ter produzido esse disco foi uma raz\u00e3o para eu ter me interessado para escut\u00e1-lo. Mas gostei imediatamente da angularidade e da natureza \u00e1cida das m\u00fasicas, tanto em termos sonoros quanto das letras. Tamb\u00e9m gosto do jeito como ela toca guitarra e seu estilo de fraseado e ritmo, que s\u00e3o \u00fanicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E, por fim, vou citar o \u201c<a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/album\/0WCESPeSMPElpEddTE4KeG\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Confusion Is Sex<\/a>\u201d (1983), do Sonic Youth. Esse n\u00e3o foi o primeiro disco do Sonic Youth que ouvi, mas assim que o escutei ele se tornou (e continua sendo) o meu favorito. Apesar de gostar de outros discos da banda, o \u201cConfusion is Sex\u201d soa como o trabalho mais obscuro e pesado deles. E mesmo sendo um disco dif\u00edcil e experimental, ainda \u00e9 um \u00e1lbum focado nas m\u00fasicas. Eles conseguem criar estrutura dentro da cacofonia, amansar o ru\u00eddo com melodia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Essa \u00e9 a \u00faltima pergunta. Do que voc\u00ea tem mais orgulho nesses mais de 15 anos de carreira com a banda?<\/strong><br \/>\nQue tal&#8230;existir como uma banda por mais de 15 anos!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"NADJA - Luminous Rot\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/JT7r3A0vw04?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"NADJA - &quot;Seemannsgarn&quot; (Live for Roadburn Redux 2021)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/cIvHFemvrAE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"NADJA live @ Sesc Pomp\u00e9ia, S\u00e3o Paulo, Brazil - 28.11.2013 (FULL CONCERT)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/UUlK74Dk--0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/LuizMazetto1986\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Luiz Mazetto<\/a>\u00a0\u00e9 autor dos livros \u201c<a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/Somos-Tempestade-Conversas-Sobre-Alternativo\/dp\/8562885339\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">N\u00f3s Somos a Tempestade \u2013 Conversas Sobre o Metal Alternativo dos EUA<\/a>\u201d e \u201c<a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/Somos-Tempestade-Conversas-Sobre-Alternativo\/dp\/8562885649\/ref=pd_lpo_14_t_0\/145-6204651-9007215?_encoding=UTF8&amp;pd_rd_i=8562885649&amp;pd_rd_r=0e02080e-01a3-422c-9e95-933a79ef9d17&amp;pd_rd_w=qJ5vJ&amp;pd_rd_wg=0obt1&amp;pf_rd_p=6102dabe-0e19-4db6-8e11-875a53ad30be&amp;pf_rd_r=K14PYCR8ZPPETTCCKYMH&amp;psc=1&amp;refRID=K14PYCR8ZPPETTCCKYMH\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">N\u00f3s Somos a Tempestade, Vol 2 \u2013 Conversas Sobre o Metal Alternativo pelo Mundo<\/a>\u201d, ambos pela Edi\u00e7\u00f5es Ideal. Tamb\u00e9m colabora coma a\u00a0<a href=\"https:\/\/www.vice.com\/pt_br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Vice Brasil<\/a>, o\u00a0<a href=\"https:\/\/cvltnation.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">CVLT Nation<\/a>\u00a0e a\u00a0<a href=\"http:\/\/www.loudmagazine.net\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Loud!<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"M\u00fasico do duo de metal\/rock alternativo fala sobre como foi trabalhar com David Pajo (Slint) no disco novo, \u201cLuminous Rot\u201d, e relembra da passagem da banda pelo Brasil.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2021\/06\/07\/entrevista-aidan-baker-nadja\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":88,"featured_media":61194,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[5213],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61193"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/88"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=61193"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61193\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":61198,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61193\/revisions\/61198"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/61194"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=61193"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=61193"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=61193"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}