{"id":60361,"date":"2021-03-10T15:32:16","date_gmt":"2021-03-10T18:32:16","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=60361"},"modified":"2021-05-07T01:04:36","modified_gmt":"2021-05-07T04:04:36","slug":"entrevista-grand-sun-a-vida-tal-como-o-rock-ira-voltar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2021\/03\/10\/entrevista-grand-sun-a-vida-tal-como-o-rock-ira-voltar\/","title":{"rendered":"Entrevista &#8211; Grand Sun: &#8220;A vida, tal como o Rock, ir\u00e1 voltar&#8221;"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista por\u00a0<\/strong><strong><a href=\"http:\/\/twitter.com\/woorman\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Pedro Salgado<\/a>, de Lisboa<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Unidos pela amizade, pelo amor ao rock e dotados de um grande sentido de divers\u00e3o, Jo\u00e3o Sim\u00f5es (guitarrista e vocalista), Ant\u00f3nio Reis (tecladista e guitarrista), Miguel da Costa Gomes (baterista) e Jo\u00e3o Ribeiro (baixista) concretizaram um sonho e formaram o seu projeto musical em 2016. O nome da banda, <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/grandsunband\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Grand Sun<\/a>, relaciona-se com a sonoridade energ\u00e9tica e solarenga que o grupo evidencia nas suas apresenta\u00e7\u00f5es. Com a edi\u00e7\u00e3o do primeiro single, \u201cApolo\u201d, produzido por Filipe Sambado, o quarteto lisboeta procurou estabelecer um compromisso de empenho e seriedade na m\u00fasica elaborada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Influenciados pelo pop\/rock dos anos 60 e 70, com uma abordagem moderna, os Grand Sun admitem a mutabilidade das suas influ\u00eancias e uma liga\u00e7\u00e3o \u00e0s correntes musicais do novo rock. \u201cQueremos fazer parte desse segmento e a nossa decis\u00e3o \u00e9 consciente. Atualmente, o rock tem uma presen\u00e7a menos forte e se os grupos se unirem como movimento isso poder\u00e1 refor\u00e7ar a sua identidade e captar o maior n\u00famero de pessoas\u201d, afirma Ant\u00f3nio Reis. No que diz respeito \u00e0 afinidade com as bandas portuguesas, Reis destaca a proximidade geogr\u00e1fica e o companheirismo dos Them Flying Monkeys e dos Paradoxo, mas sublinha a \u201crefer\u00eancia importante dos incontorn\u00e1veis Capit\u00e3o Fausto\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Animados pela consolida\u00e7\u00e3o sonora e a recetividade alcan\u00e7ada em casas de shows lisboetas como a Musicbox, o Sabotage Club e em espa\u00e7os como a Lx Factory, bem como algumas apari\u00e7\u00f5es radiofonicas e televisivas, os Grand Sun lan\u00e7ariam o EP \u201cThe Plastic People of The Universe\u201d (2018), enveredando no pop psicod\u00e9lico nos temas \u201cGo Home\u201d ou \u201cLittle Mouse\u201d, numa tentativa de concilia\u00e7\u00e3o do revivalismo com a est\u00e9tica pr\u00f3pria do grupo. A persist\u00eancia e a maior visibilidade do quarteto, que em 2019 assinou um conjunto de participa\u00e7\u00f5es importantes na Festa do Avante e nos Festivais Term\u00f3metro e Ecos do Lima, catapultaram a banda lisboeta para o \u00e1lbum de estreia, \u201c<a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/album\/0d2ERcMrMHWShMMOJtWdsG\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Sal Y Amore<\/a>\u201d (2020), que foi editado em plena pandemia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O trabalho assinala a intera\u00e7\u00e3o dos Grand Sun com o p\u00fablico e a maneira como os integrantes do grupo vivem a amizade, o amor e as suas inquieta\u00e7\u00f5es, exibidas de uma forma din\u00e2mica e quase sempre cativante. Uma das faixas do disco, a setentista \u201cPalo Santo\u201d, inspirada numa noite animada em Alenquer (pr\u00f3ximo de Lisboa), na companhia de uma banda sueca, apresenta um formato can\u00e7\u00e3o mais vincado do que as restantes composi\u00e7\u00f5es. \u201cEssa m\u00fasica j\u00e1 teve grandes varia\u00e7\u00f5es e uma estrutura diferente. A letra acompanhou a transforma\u00e7\u00e3o, passando de um \u2018fairy tale\u2019 para algo mais mundano\u201d, explica Jo\u00e3o Sim\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outra das can\u00e7\u00f5es em destaque, a intensa \u201cShe Wants You\u201d, foi inspirada numa hist\u00f3ria curiosa, ocorrida quando os elementos dos Grand Sun foram assistir ao show dos Boogarins em tr\u00eas noites separadas na Musicbox. \u201cEu estava perto do palco e reparei que o Dinho estava a mudar os volumes, fazendo uma onda sonora e, na pr\u00e1tica, subindo o amplificador. Isso sugeriu-me um conceito de rio e uma esp\u00e9cie de movimento perp\u00e9tuo\u201d, recorda Ant\u00f3nio Reis. Por indica\u00e7\u00e3o de Reis, Jo\u00e3o Sim\u00f5es tamb\u00e9m esteve atento ao movimento do m\u00fasico brasileiro e real\u00e7ou a influ\u00eancia desse aspecto no disco: \u201cO que quer\u00edamos fazer no \u00e1lbum era uma esp\u00e9cie de afirma\u00e7\u00e3o roqueira e decidimos ter este \u2018wall of sound\u2019 na abertura do disco. Por isso, apropri\u00e1mo-nos da ideia de camadas sonoras para iniciar o trabalho. De certa forma, este encontro na Musicbox teve um car\u00e1ter espiritual\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao longo de 2020, os Grand Sun fizeram v\u00e1rios showcases, que estimularam a banda, mas a tour promocional de \u201cSal Y Amore\u201d foi adiada devido \u00e0 pandemia e afetou bastante o funcionamento do quarteto lisboeta. \u201cEmbora tenhamos um posicionamento digital, um projeto como o nosso vive fundamentalmente dos shows e o cen\u00e1rio presente n\u00e3o \u00e9 suficiente para artistas independentes como n\u00f3s\u201d, explica Jo\u00e3o Sim\u00f5es. No mesmo sentido, Jo\u00e3o Ribeiro conclui o racioc\u00ednio anterior reafirmando a ess\u00eancia do grupo: \u201cComo sempre dizemos, o disco \u00e9 um reflexo do que somos ao vivo e n\u00e3o o poder apresentar \u00e9 muito chato\u201d. De Lisboa para o Brasil, os Grand Sun conversaram com o Scream &amp; Yell. Confira:<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Grand Sun - Feeling Tired (Official Video)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/JwxuMYlYdls?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O que procuram transmitir com a vossa m\u00fasica?<\/strong><br \/>Acima de tudo boa disposi\u00e7\u00e3o. Tudo come\u00e7a pela forma como tentamos mostrar a individualidade de cada elemento da banda. Somos muito festeiros e adeptos da curti\u00e7\u00e3o. Existe uma vertente ligada ao intelecto, porque n\u00f3s gostamos de explorar esse componente da vida (risos). Para o nosso pr\u00f3ximo trabalho a dire\u00e7\u00e3o ser\u00e1 diferente mas, no primeiro \u00e1lbum, a ideia era dar um bom concerto, porque \u00e9 uma parte fundamental de sermos m\u00fasicos, e captar esse esp\u00edrito ao vivo. Esta no\u00e7\u00e3o fez-nos construir o disco e pretendemos ser escutados. Mais do que estarem a ouvir um \u00e1lbum d\u00e1-nos satisfa\u00e7\u00e3o que as pessoas estejam interessadas em ver um show. A ideia do \u2018live\u2019 e dessa vibra\u00e7\u00e3o interessa aos Grand Sun.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas t\u00eam um trajeto ao vivo bastante preenchido, que incluiu shows em diversas salas portuguesas, participa\u00e7\u00f5es televisivas e v\u00e1rias atua\u00e7\u00f5es em festivais. Em que momento sentiram maior sintonia com o p\u00fablico?<\/strong><br \/>N\u00f3s fizemos um espet\u00e1culo em Novembro de 2019, na sala de concertos Titanic Sur Mer (Lisboa), integrado no evento Tens Nite Sun, conjuntamente com mais duas bandas que gostamos, e aproveitamos para trocar impress\u00f5es com o p\u00fablico. Essa atua\u00e7\u00e3o foi especial porque juntamos os Paradoxo (quinteto de explora\u00e7\u00e3o s\u00f4nica) e os Modernos (alter-ego do Capit\u00e3o Fausto numa vertente mais el\u00e9trica). A sala estava cheia e n\u00f3s quer\u00edamos mostrar o novo rock que faz\u00edamos. Muitas pessoas, que n\u00e3o conheciam as m\u00fasicas, come\u00e7aram a cantar, houve crowdsurf e diversas coisas que animam um roqueiro. O show deu-nos alento, porque est\u00e1vamos quase a entrar em est\u00fadio para gravar o \u00e1lbum \u201cSal Y Amore\u201d e ver pessoas entusiasmadas e felizes por nos terem conhecido desencadeou uma for\u00e7a gigante relativamente ao trabalho que t\u00ednhamos pela frente. Esse disco representou o nosso car\u00e1ter enquanto banda ao vivo, mas em est\u00fadio, por isso o concerto do Titanic Sur Mer foi muito importante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O \u00e1lbum \u201cSal Y Amore\u201d (2020) tem uma sonoridade mais roqueira e ao vivo comparativamente \u00e0 toada psicod\u00e9lica do EP \u201cThe Plastic People of the Universe\u201d (2018). Este impulso deveu-se a uma vontade de endurecer a sonoridade do grupo ou decorreu da vossa prefer\u00eancia sonora do momento?<\/strong><br \/>Acima de tudo resulta das influ\u00eancias terem come\u00e7ado a mudar e de explorarmos outras sonoridades. Foi um caminho que gostamos de seguir e derivou dessa orienta\u00e7\u00e3o. O objetivo de endurecer n\u00e3o estava ligado ao fato de fazer um som pesado, mas sim de nos identificarmos mais como uma banda de rock. Isso foi muito importante para definir o caminho dos Grand Sun. No EP, exploramos o conceito de banda e o som que quer\u00edamos e as influ\u00eancias dos Beach Boys, Zombies e dos Beatles validaram essa orienta\u00e7\u00e3o. T\u00ednhamos uma ideia de pop\/rock \u00e0s vezes mais duro e em outros momentos n\u00e3o tanto. Enquanto no \u00e1lbum \u201cSal Y Amore\u201d a decis\u00e3o foi consciente: agora somos uma banda de rock e temos de decidir o que vamos fazer. Sentimos que a nossa sonoridade n\u00e3o assenta no estilo p\u00f3s-rock, mas incorpora o psicodelismo e a no\u00e7\u00e3o musical dos anos 60 com uma pegada moderna. O que fomos buscar a outros grupos n\u00e3o foi necessariamente o som, mas sim a atitude. Nos Talking Heads existe aquele conceito do vocalista fazer m\u00fasica. Isso foi uma influ\u00eancia importante para o Ant\u00f3nio Reis entender qual seria o seu papel a cantar (dividiu os vocais com Jo\u00e3o Sim\u00f5es no \u00e1lbum) e o Velvet Underground \u00e9 outra grande refer\u00eancia. N\u00e3o temos muito a ver com essas bandas, mas a atitude \u201cEstamos c\u00e1!\u201d \u00e9 a inten\u00e7\u00e3o que retiramos deles. Tamb\u00e9m retiramos elementos do krautrock, das bandas do ritmo est\u00e1vel, e isso gerou um aglomerado de influ\u00eancias. \u201cSal Y Amore\u201d foi um disco mais r\u00e1pido de compor do que o anterior, porque partiu da nossa atitude e os temas seguiram esse processo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Achei muito interessante o clipe de \u201cCircles\u201d (assista mais abaixo). Voc\u00eas estavam a fazer uma par\u00f3dia ao grupo quando conceberam essa hist\u00f3ria?<\/strong><br \/>Tudo o que fazemos \u00e9 sempre uma par\u00f3dia (risos). Por isso, a resposta \u00e9 afirmativa. O clipe surge do profundo amor que temos por um talk show divertido: The Eric Andre Show. \u00c9 um programa completamente ao contr\u00e1rio e em que o apresentador n\u00e3o quer estar com o p\u00fablico e, basicamente, ele quebra cadeiras, destr\u00f3i mesas e fica nu. N\u00f3s partimos desse conceito para fazer um anti-talk show no v\u00eddeo. Depois juntamo-nos em casa e come\u00e7amos a desenhar o que seria o aspecto irracional de um programa desses. Pegamos na falta de aten\u00e7\u00e3o que a m\u00eddia t\u00eam com o tipo de m\u00fasica e dimens\u00e3o dos Grand Sun. Somos m\u00fasicos independentes e n\u00e3o temos qualquer esp\u00e9cie de compromisso. Esta entrevista consigo \u00e9 espetacular para n\u00f3s, porque conseguimos explicar o nosso trabalho e isso \u00e9 muito raro aqui em Portugal. H\u00e1 pouco interesse por parte da m\u00eddia relativamente ao grupo de artistas em que nos inserimos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Planejam um novo trabalho para quando?<\/strong><br \/>J\u00e1 estamos a trabalhar nas m\u00fasicas que ir\u00e3o integrar o pr\u00f3ximo \u00e1lbum e algumas das can\u00e7\u00f5es est\u00e3o alinhadas. No momento estamos em pr\u00e9-produ\u00e7\u00e3o, gravando demos e enquadrando o material. Estamos muito limitados pela pandemia, por isso n\u00e3o podemos estar num s\u00edtio a compor ou juntarmo-nos quando precisamos. Apesar de tudo, quando houver maior abertura, aproveitaremos para gravar. Nenhuma das m\u00fasicas que preparamos para o novo disco est\u00e1 relacionada com assuntos pol\u00edticos ou sociais mas, agora, sentimos mais vontade de captar o que a nossa gera\u00e7\u00e3o est\u00e1 a sentir, n\u00e3o tanto com amores pessoais e mais com amores gerais. Os Grand Sun nunca far\u00e3o um \u00e1lbum declaradamente pol\u00edtico, no entanto temos um papel importante para dizer como vai crescer o pessoal. A juventude luta pelos seus direitos mas, passado algum tempo, j\u00e1 n\u00e3o somos novos (risos). Estamos nos 20 anos e achamos que devemos mostrar uma vis\u00e3o global do momento presente dos jovens. No entanto, vamos continuar a falar da tem\u00e1tica do amor e da festa que nos acompanha desde o in\u00edcio. Far\u00e1 todo o sentido lan\u00e7ar o disco no final do ano. Antes disso, pretendemos editar qualquer coisa, mas ainda n\u00e3o temos datas marcadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Qual \u00e9 a vossa mensagem para os leitores do Scream &amp; Yell?<\/strong><br \/>O mais importante para n\u00f3s \u00e9 que escutem o disco e depois identifiquem-se com ele. Passa por darem uma oportunidade para conhecer os Grand Sun. H\u00e1 muita m\u00fasica hoje em dia, mas o \u00e1lbum \u00e9 bom de ouvir (risos). A nossa ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 internacional, por isso havemos de tocar no Brasil. No in\u00edcio da nossa carreira, a onda sessentista dos Mutantes foi muito importante. Os Boogarins tamb\u00e9m t\u00eam tido um papel fundamental na vis\u00e3o musical dos Grand Sun. Eles deram a volta ao mundo tocando e cantando em portugu\u00eas. \u00c9 sempre um alento ver uma banda que foge do cen\u00e1rio anglo-sax\u00f4nico e consegue vingar. Tamb\u00e9m gostamos d\u00b4O Terno, de Luneta M\u00e1gica e do C\u00edcero. O Brasil tem uma grande tradi\u00e7\u00e3o de rock, da Tropic\u00e1lia, e a nossa mensagem para o povo brasileiro \u00e9 esta: A vida, tal como o Rock, ir\u00e1 voltar.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Grand Sun - Circles (Official Video)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/k343_z1RySY?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Grand Sun - Veera (Official Lyric Video)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/MWCOGmFIIa4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Grand Sun - Go Home (Official Video)\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/AWU8LB56pCA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>\u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/pedro.m.salgado.5\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Pedro Salgado<\/a>\u00a0(siga\u00a0<a href=\"http:\/\/twitter.com\/woorman\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@woorman<\/a>) \u00e9 jornalista, reside em Lisboa e colabora com o Scream &amp; Yell contando novidades da m\u00fasica de Portugal. Veja outras entrevistas de Pedro Salgado\u00a0<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/portugal\/\">aqui<\/a>.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/portugal\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Leia no Scream &amp; Yell mais de 100 reportagens sobre a nova m\u00fasica portuguesa<\/a><\/p>\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Influenciados pelo pop\/rock dos anos 60 e 70, com uma abordagem moderna, os Grand Sun admitem a mutabilidade das suas influ\u00eancias e uma liga\u00e7\u00e3o \u00e0s correntes musicais do novo rock. \u201cQueremos fazer parte desse segmento e a decis\u00e3o \u00e9 consciente.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2021\/03\/10\/entrevista-grand-sun-a-vida-tal-como-o-rock-ira-voltar\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":7,"featured_media":60362,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[5075,47],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60361"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=60361"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60361\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":60364,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60361\/revisions\/60364"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/60362"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=60361"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=60361"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=60361"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}