{"id":59447,"date":"2021-01-22T17:03:48","date_gmt":"2021-01-22T20:03:48","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=59447"},"modified":"2021-02-25T11:18:17","modified_gmt":"2021-02-25T14:18:17","slug":"entrevista-manda-noticias-pede-andre-l-r-mendes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2021\/01\/22\/entrevista-manda-noticias-pede-andre-l-r-mendes\/","title":{"rendered":"Entrevista: \u201cManda not\u00edcias\u201d, pede andre L.R. mendes"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista por&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Leonardo Vinhas<\/a>&nbsp;<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c<a href=\"https:\/\/andrelrmendes.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Manda not\u00edcias<\/a>\u201d, pede <a href=\"https:\/\/andrelrmendes.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">andre L.R. mendes<\/a> na faixa-t\u00edtulo do seu novo disco. Uma express\u00e3o que vai adquirindo significados diferentes conforme a pandemia avan\u00e7a. Antes, em meio ao isolamento, era um pedido para manter contato. Hoje, com boa parte da popula\u00e7\u00e3o ignorando as medidas de seguran\u00e7a sanit\u00e1rias apesar de mais de 200 mil mortos, \u00e9 quase uma s\u00faplica para saber se a pessoa est\u00e1 viva. Mas o m\u00fasico e compositor baiano consegue tratar esse pedido com delicadeza e esperan\u00e7a, qualidades que permeiam quase todo o \u00e1lbum e que andam em falta no dia a dia dessa d\u00e9cada sinistra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cManda Not\u00edcias\u201d, o \u00e1lbum, foi lan\u00e7ado no final de 2020. \u00c9 o sexto \u201cdisco cheio\u201d de mendes e o primeiro desde 2016, quando lan\u00e7ou \u201cTodas as Cores\u201d. Como na maior parte de sua carreira solo, foi inteiramente feito por ele, da composi\u00e7\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m, h\u00e1 uma novidade gritante: o preciosismo ao lapidar as can\u00e7\u00f5es, que n\u00e3o aparecia muito desde \u201cAmor Atl\u00e2ntico\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o \u00e9 uma fala leviana: nessa entrevista ao Scream &amp; Yell, andre L. R. mendes conta que realmente usava a primeira ideia que se apresentava para a can\u00e7\u00e3o, sem dedicar aten\u00e7\u00e3o a explorar mais possibilidades da composi\u00e7\u00e3o. Isso fazia com que algumas faixas de seus discos fossem mais promessas de boas can\u00e7\u00f5es do que, efetivamente, boas can\u00e7\u00f5es. Como j\u00e1 se disse, n\u00e3o \u00e9 o caso aqui, j\u00e1 que \u201cManda Not\u00edcias\u201d apresenta pe\u00e7as mais finamente delineadas, al\u00e9m de um refinamento de detalhes inaudito at\u00e9 ent\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Das oito faixas, s\u00f3 uma (\u201cMana,&#8230;\u201d) n\u00e3o havia sido apresentada previamente como single. Por\u00e9m, ouvidas em conjunto, h\u00e1 uma unidade expressa principalmente nos arranjos e no clima geral das faixas, que mesmo quando inspiradas por raiva, sarcasmo ou solid\u00e3o, n\u00e3o deixam o astral nem o potencial pop cair.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por e-mail, andre L.R. mendes respondeu \u00e0s perguntas do Scream &amp; Yell, que cuidaram tamb\u00e9m de perguntar sobre a breve volta da Maria Bacana em 2018 e algumas quest\u00f5es inescap\u00e1veis no Brasil da insensibilidade e do \u201cpode-quem-grita-mais-alto\u201d. Mas venha tranquilo, que a conversa \u00e9 sens\u00edvel e sem berros. mendes, felizmente, n\u00e3o compactua com esse Brasil.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"andre L.R. mendes | manda not\u00edcias | single\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/KnP7hAc5vcU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8220;Manda Not\u00edcias&#8221; pode ser dissociado do isolamento da Covid-19, ou \u00e9 um disco que teria sido feito da forma que foi mesmo sem o confinamento?<\/strong><br>Tentei fugir do r\u00f3tulo de \u201cmeu disco da pandemia\u201d. Acredito que, assim que esse momento hist\u00f3rico passar, as obras intrinsicamente ligadas a ele v\u00e3o passar um tempo \u201cno limbo\u201d porque o que todos n\u00f3s vamos querer \u00e9 simplesmente seguir em frente, e n\u00e3o ficar lembrando esse tempo de dificuldades. Assim, tentei dar uma boa variada nos temas do \u00e1lbum, mas assim&#8230; At\u00e9 em musicas como \u201cTeu Doce\u201d, que \u00e9 uma vassalagem amorosa, tem um tra\u00e7o desse momento: virou uma vassalagem amorosa em tempos de hiperconviv\u00eancia, entre duas pessoas que est\u00e3o isoladas, mas uma em companhia da outra. \u201cAgora que o mundo \u00e9 s\u00f3 n\u00f3s dois\u201d, como diz uma frase da letra, sabe? Ent\u00e3o, por mais que eu tenha tentado deliberadamente fugir do tema \u201cisolamento\u201d em algumas dessas can\u00e7\u00f5es, ele est\u00e1 l\u00e1, subentendido, em diversos pontos do \u00e1lbum. Ou, respondendo preto no branco: n\u00e3o, n\u00e3o existiria o disco da forma como ele \u00e9, sem o isolamento da pandemia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O disco tem uma s\u00edntese que seus discos anteriores n\u00e3o tinham. Eu sinto que os anteriores tinham uma coisa mais solta, de n\u00e3o burilar tanto a ideia, n\u00e3o extrair tudo o que podia ser extra\u00eddo da composi\u00e7\u00e3o. Uma certa&#8230; autoindulg\u00eancia, talvez? Esse j\u00e1 soa bem mais formatado, com arranjos mais trabalhados, mais detalhes. O que mudou?<\/strong><br>Eu acho que o termo \u201cautoindulg\u00eancia\u201d cai como uma luva pra minha produ\u00e7\u00e3o at\u00e9 a parada que dei ap\u00f3s o disco \u201cTodas as Cores\u201d (2016), que foi quando dei uma pausa pra compor e gravar o segundo disco da Maria Bacana. Vou explicar por qu\u00ea eu concordo com o termo: eu tinha uma forma de lidar com a composi\u00e7\u00e3o na qual eu escrevia a letra e depois a musicava, e ent\u00e3o n\u00e3o mudava uma v\u00edrgula. Achava um dem\u00e9rito retrabalhar a letra, tinha um purismo do tipo \u201cessa \u00e9 a ideia original e nada vai super\u00e1-la por ser a mais real, org\u00e2nica\u201d. E isso mudou ra-di-cal-men-te pra mim enquanto compositor! Hoje a primeira ideia de texto \u00e9 mexida, remexida, mexida outra vez e mais um pouco. Eu fiquei t\u00e3o exigente que, por exemplo, a faixa-t\u00edtulo j\u00e1 estava distribu\u00edda pras plataformas de streaming, faltavam alguns dias pra estreia, mas eu quis mudar uma frase e regravei a voz, remasterizei o arquivo e substitui o que j\u00e1 estava pra ser lan\u00e7ado! (risos) Hoje estou quase obsessivo em deixar a can\u00e7\u00e3o o melhor que eu puder. Al\u00e9m do que, aprendi a usar melhor a ferramenta que tenho, que \u00e9 o Ipad (nota: desde 2014 mendes grava todos os seus discos solistas no tablet), e enfim \u201cseparar\u201d meu eu compositor do eu produtor. S\u00e3o momentos bem diferentes da linha de trabalho: quando estou compondo, quero ser o mais genu\u00edno que eu puder, e tamb\u00e9m buscar a beleza nas solu\u00e7\u00f5es l\u00edricas. Mas quando estou produzindo, o que mais quero \u00e9 \u201cembalar\u201d a ideia e torn\u00e1-la o mais agrad\u00e1vel poss\u00edvel de ouvir pra todo mundo que tenha acesso a ela.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E o que significa tornar uma can\u00e7\u00e3o mais acess\u00edvel? Existe um \u201climite de acessibilidade\u201d?<\/strong><br>Eu n\u00e3o penso nem crio s\u00f3 pra quem tem o mesmo background pra aprecia\u00e7\u00e3o de m\u00fasica que eu. Quero que minha m\u00fasica seja compreendida por todo mundo, sem elitismo. Ali\u00e1s, eu acho que, hoje em dia, a m\u00fasica \u201cinteligente\u201d est\u00e1 \u201cinteligente demais\u201d, s\u00f3 se comunicando com nichos de iniciados. Por outro lado, a m\u00fasica popular(esca) est\u00e1 cada vez mais tiktoker&#8230; Eu n\u00e3o quero nem um caminho nem outro pra mim: quero fazer can\u00e7\u00f5es bonitas e artisticamente consistentes, mas que todo mundo possa apreciar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8220;Desabafo&#8221; \u00e9 uma can\u00e7\u00e3o muito forte, mais ainda que o t\u00edtulo sugere. A quem a raiva dela \u00e9 destinada?<\/strong><br>A raiva \u00e9 completamente destinada ao \u201cmito\u201d Essa m\u00fasica foi composta num momento de muita raiva, logo depois do pronunciamento em rede nacional em que o rastejante ser que muito infelizmente ocupa a cadeira presidencial, no meio de uma peste altamente transmiss\u00edvel, pedia pro povo \u201cviver a vida normalmente\u201d que a covid \u201cseria uma gripezinha\u201d. Foi um ato de extrema irresponsabilidade, desumanidade expl\u00edcita, um dos muitos atos obscurantistas, negacionistas e psicopatas desse sujeito. Foram tantos crimes de responsabilidade nesse per\u00edodo que espero v\u00ea-los julgados em tribunais nacionais ou internacionais. Isso ajudou muita gente a desacreditar da gravidade do v\u00edrus, e consequentemente se infectar e passar o v\u00edrus pra frente&#8230; Hoje (9 de janeiro, data dessa entrevista) j\u00e1 passamos de 200 mil mortos no pa\u00eds. O negacionismo e a irresponsabilidade do \u201cmito\u201d, seu governo e seus apoiadores, t\u00eam fundamental culpa em parte dessas mortes e fam\u00edlias enlutadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Temos tamb\u00e9m &#8220;Insubmiss\u00e3o aos Urubus&#8221;, uma can\u00e7\u00e3o bastante direta em seus alvos. Mas acho que cabe perguntar: para al\u00e9m dos urubus que vemos todos os dias nos notici\u00e1rios, quem s\u00e3o os farejadores de carni\u00e7a entre os artistas? Existem urubus dentro do pr\u00f3prio meio art\u00edstico?<\/strong><br>Os urubus hoje tem dominado a cena nacional, n\u00e9? Em todos os \u00e2mbitos sociais. Parece que quem tem papel proeminente, com raras exce\u00e7\u00f5es, pode se encaixar nessa designa\u00e7\u00e3o de \u201curubu\u201d, que dou a quem nega os valores humanistas. No meio art\u00edstico \u2013 que, no caso deles, de arte n\u00e3o tem nada&#8230;\u00e9 somente \u201cind\u00fastria cultural\u201d \u2013 n\u00e3o tem nada que seja t\u00e3o representante desse momento obscurantista quanto o sertanejo agroneg\u00f3cio. \u00c9 o fundo do po\u00e7o da m\u00fasica brasileira, trilha sonora perfeita pra esse triste momento nacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea tamb\u00e9m \u00e9 artista pl\u00e1stico, uma atividade que demanda certa solid\u00e3o. Tamb\u00e9m comp\u00f5e e grava sozinho. Qual o espa\u00e7o para a cria\u00e7\u00e3o coletiva na sua vida hoje? Ou n\u00e3o h\u00e1 esse espa\u00e7o?<\/strong><br>Tem um mantra em minha vida j\u00e1 h\u00e1 um tempo que \u00e9 o \u201cfa\u00e7a voc\u00ea mesmo\u201d. Eu adoro ter essa liberdade de come\u00e7ar e terminar projetos no meu tempo e vis\u00e3o. Eu acho que eu trabalho meio como um escritor: sozinho, pensando o tempo todo no objeto art\u00edstico que estou criando. N\u00e3o fecho as portas pra uma cria\u00e7\u00e3o coletiva que possa vir no futuro, mas o normal \u00e9 meu norte ser esse caminho \u201csolo\u201d no sentido mais radical da palavra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2017\/05\/18\/entrevista-maria-bacana\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">A Maria Bacana se reformou para mais um disco<\/a>, mas a repercuss\u00e3o foi menor do que voc\u00eas esperavam. Se n\u00e3o te incomodar, gostaria que voc\u00ea falasse um pouco sobre esse processo &#8211; o constante pedido das pessoas por voc\u00eas voltarem e, quando a volta acontece, n\u00e3o ter a ades\u00e3o esperada. Todo o processo da banda j\u00e1 havia sido muito doloroso na primeira encarna\u00e7\u00e3o dela, e imagino que essa volta tenha mexido com muita coisa.<\/strong><br>Sabe que, pra mim, n\u00e3o teve surpresa alguma? Eu tinha a exata no\u00e7\u00e3o do que a Maria Bacana representava. Vinte anos depois de \u201cro\u00e7ar\u201d o sucesso, eu sabia que pouca gente realmente se importaria com essa volta. Isso inclusive gerou algum atrito na condu\u00e7\u00e3o do projeto do segundo disco, porque os outros caras da banda (o baixista Lel\u00ea Martins e o baterista Marcello Medeiros) estavam afastados do meio art\u00edstico durante muito tempo, e achavam que o tamanho da banda se manteria inalterado mesmo com o hiato. Eu, j\u00e1 ligado na mem\u00f3ria curta da enorme maioria das pessoas e no poder de descarte da informa\u00e7\u00e3o, sabia que o interesse seria restrito. Por outro lado, foi uma experi\u00eancia de grande import\u00e2ncia em nossas vidas, porque o final da banda, que se deu aos poucos no final dos anos 1990 e in\u00edcio dos 2000, deixava um gosto suspenso. Era uma hist\u00f3ria mal resolvida que teve, finalmente, um desfecho com o segundo disco. Por perceber tudo isso, eu curti muito cada ensaio, cada show, cada dia de grava\u00e7\u00e3o, porque sabia se tratar de um b\u00f4nus feliz na nossa hist\u00f3ria, uma forma de termin\u00e1-la positivamente. Eu sabia que [a volta] n\u00e3o ia durar muito, porque somos, \u00e0 despeito de uma qu\u00edmica art\u00edstica muito boa, disfuncionais enquanto grupo de trabalho. Mas ficou um disco pelo qual tenho muito carinho, \u201cA Vida Boa Que Tem os Dias Que Brincam Leves\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Com um 2021 come\u00e7ando sem muitas defini\u00e7\u00f5es de vacina, um governo genocida e insens\u00edvel, a aus\u00eancia de espa\u00e7os para mostrar a arte, \u00e9 imprescind\u00edvel perguntar: o que voc\u00ea espera para esse ano? E o que voc\u00ea j\u00e1 est\u00e1 planejando fazer para que sua expectativa se concretize?<\/strong><br>Eu j\u00e1 comecei os trabalhos de 2021 no dia 2 de janeiro! Comecei a gravar meu pr\u00f3ximo disco. A ideia \u00e9 dar continuidade ao trabalho, tentar fazer diferente do que j\u00e1 fiz, tentar fazer melhor. Eu sou dono da minha cadeia de produ\u00e7\u00e3o, aprendi a fazer da can\u00e7\u00e3o ao clipe, e essa liberdade art\u00edstica do \u201cfa\u00e7a voc\u00ea mesmo\u201d vai continuar me guiando. Enquanto n\u00e3o estivermos vacinados vou fazer shows online. Quando estivermos vacinados, vou utilizar essa reinven\u00e7\u00e3o imposta pelas lives de me apresentar sozinho, com voz e guitarra. Virou mais um elemento \u201cfa\u00e7a voc\u00ea mesmo\u201d na minha carreira, que vai permitir levar o meu show mais facilmente pro maior n\u00famero de lugares. A m\u00fasica \u00e9 meu trabalho e n\u00e3o existe vontade de tirar f\u00e9rias&#8230;muito, muito pelo contr\u00e1rio!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"andre L.R. mendes | Manda Not\u00edcias  | Full Album\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/SBJyPoRJ1yI?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>\u2013 Leonardo Vinhas (<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@leovinhas<\/a>) assina a se\u00e7\u00e3o Conex\u00e3o Latina (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/05\/03\/tag\/conexao_latina\/\">aqui<\/a>) no Scream &amp; Yell. Foto de Cintia M.<\/p>\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Al\u00e9m do novo disco, andre L.R. mendes fala sobre a breve volta da Maria Bacana em 2018 e algumas quest\u00f5es inescap\u00e1veis no triste Brasil atual. Mas venha tranquilo, que a conversa \u00e9 sens\u00edvel. mendes, felizmente, n\u00e3o compactua com esse Brasil.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2021\/01\/22\/entrevista-manda-noticias-pede-andre-l-r-mendes\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":6,"featured_media":59448,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[4364],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59447"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=59447"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59447\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":59450,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59447\/revisions\/59450"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/59448"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=59447"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=59447"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=59447"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}