{"id":59128,"date":"2020-12-17T01:19:02","date_gmt":"2020-12-17T04:19:02","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=59128"},"modified":"2021-02-14T16:31:25","modified_gmt":"2021-02-14T19:31:25","slug":"tres-perguntas-rodrigo-louro-fala-do-tank-brewpub","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2020\/12\/17\/tres-perguntas-rodrigo-louro-fala-do-tank-brewpub\/","title":{"rendered":"Tr\u00eas perguntas: Rodrigo Louro fala do TANK Brewpub"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/marcelo.costa.5855\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Marcelo Costa<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">O <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/ambar_cervejasartesanais\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">\u00c2mbar<\/a>, um dos bares de cerveja artesanal mais bacanas e aconchegantes da cidade de S\u00e3o Paulo, ganhou um irm\u00e3o mais novo. O segundo empreendimento cervejeiro do casal Julia Fraga e Fabio Comolatti se chama <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/tank_brewpub\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">TANK<\/a> e \u00e9 um brewpub montado em uma casa (tamb\u00e9m) no bairro de Pinheiros. Os tanques horizontais comprados na Holanda (e perfeitos para a f\u00e1brica em uma casa) inspiraram o nome do lugar, que abriu as portas recentemente focado em produ\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria (diferente do \u00c2mbar, que trabalha com cervejarias convidadas), come\u00e7ou <a href=\"https:\/\/deliverydireto.com.br\/tankbrewpub\/tankbrewpub\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">a entregar latas produzidas na casa via delivery<\/a> e traz o mesmo cuidado caprichado do irm\u00e3o mais velho no card\u00e1pio (uma olhada <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/tank_brewpub\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">no Instagram do brewpub<\/a> ir\u00e1 deixar voc\u00ea com \u00e1gua na boca).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para assumir a fun\u00e7\u00e3o de mestre cervejeiro do TANK, ou como ele mesmo prefere dizer, Cervejeiro Respons\u00e1vel, Julia e Fabio convidaram o experiente <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/rodrigo_louro\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Rodrigo Louro<\/a>, com curr\u00edculo que inclui seis anos de trabalho na Cervejaria Mea Culpa (Cotia \u2013 SP) e 11 no comando da Cervejaria-Escola Sinnatrah (S\u00e3o Paulo \u2013 SP). \u201cO convite deles aconteceu bem em um momento que eu estava me desligando da Mea Culpa. Depois de 6 anos, 3 linhas de cervejas com 15 receitas desenvolvidas (e aprimoradas por muitas repeti\u00e7\u00f5es) e 14 pr\u00eamios em concursos nacionais e internacionais era a hora de me envolver em novos desafios mesmo\u201d, comenta Rodrigo em uma conversa r\u00e1pida por e-mail.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No papo abaixo, Rodrigo conta como entrou nessa hist\u00f3ria de cerveja artesanal, revela algumas das primeiras cervejas que bebeu e lhe fizeram perceber que havia algo de diferente nessa hist\u00f3ria, e fala do choque de realidade de lidar com a responsabilidade de tocar uma \u201cprodu\u00e7\u00e3o de 30.000 L\/m\u00eas, que envasa em barril, garrafa e lata, e tem cervejas frescas e pasteurizadas\u201d. Ele ainda fala do desafio de manter abastecidas as 15 torneiras do TANK Brewpub e como t\u00eam sido os primeiros meses na casa nova: \u201cA gente tem usado ingredientes bem na tend\u00eancia mundial, como novos l\u00fapulos americanos e da Oceania, leveduras Kveik, e produzido tanto estilos mais \u2018hypados\u2019 quanto releituras de cl\u00e1ssicos\u201d, conta. Confira!<\/p>\n<figure id=\"attachment_59129\" aria-describedby=\"caption-attachment-59129\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-59129 size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Julia-Louro-e-Fabio.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Julia-Louro-e-Fabio.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Julia-Louro-e-Fabio-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-59129\" class=\"wp-caption-text\"><em>Julia, Rodrigo e Fabio \/ Foto: Studio Primo<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como voc\u00ea entrou nessa hist\u00f3ria de cerveja artesanal? Qual foi a primeira cerveja que te impactou, naquela \u00e9poca que todos n\u00f3s beb\u00edamos Original, Brahma e Kaiser (risos) e que fez voc\u00ea parar e pensar, &#8220;opa, aqui tem algo diferente, quero ver qual\u00e9&#8221;?<\/strong><br \/>Entrei nessa hist\u00f3ria (e continuo nela!) por causa da Ci\u00eancia por tr\u00e1s do processo de produ\u00e7\u00e3o de cerveja. Sou bi\u00f3logo e doutor em bioqu\u00edmica. Depois de estudar c\u00e2ncer para minha tese, decidi fazer algo que fosse \u201cmais \u00fatil para humanidade\u201d! Cerveja (desculpa, eu n\u00e3o me canso dessa \u201cpiada\u201d)! Mas o que aconteceu foi que apesar de na \u00e9poca j\u00e1 ter bebido algumas ALES em viagens ao exterior para participar de congressos, e ter \u201cdificultado\u201d minha vida com um gosto por cervejas muito mais caras que a trinca do churrasco que voc\u00ea citou, foi a bioqu\u00edmica da cerveja que me atraiu para esse mundo. Foi ministrando uma mat\u00e9ria (como aluno de doutorado na USP) para um curso de extens\u00e3o para professores da rede estadual sobre a Bioqu\u00edmica dos alimentos que eu percebi como a cerveja era uma das aplica\u00e7\u00f5es mais diretas e relevantes da Ci\u00eancia para nossa sociedade. A partir da\u00ed, descobri que dava para fazer artesanalmente, em casa, com poucos equipamentos. Convenci meu amigo (e s\u00f3cio at\u00e9 hoje na Sinnatrah) Alexandre Sigolo a dividir os custos das panelas e fermentadores, e come\u00e7amos, h\u00e1 16 anos atr\u00e1s, nossa busca por produzir cervejas com muito mais sabor do que aquelas que a gente tinha dispon\u00edveis por aqui. A real \u00e9 que eu percebi que grande parte dos conhecimentos que eu adquiri poderiam ser aplicados em um copo de cerveja antes mesmo de descobrir o qu\u00e3o gostoso poderia ser o fruto de um trabalho desses. Mas se for para mencionar alguma cerveja que me afastou das cervejinhas (e aproximou das artesanais) foram com certeza cervejas belgas como a Delirium Tremens (que chegavam a pre\u00e7o de ouro no Brasil) e a antiga linha da Bohemia (Weiss, Royal Ale e Confraria) que foi lan\u00e7ada por volta de 2004.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-59132\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/tank2.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/tank2.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/tank2-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea tem 11 anos de <a href=\"http:\/\/sinnatrah.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Sinnatrah \u2013 Cervejaria Escola<\/a>, na qual voc\u00ea ainda continua lecionando, e ficou seis anos na Mea Culpa, uma cervejaria que lan\u00e7ou muita coisa bacana nesse tempo. Gostaria de saber como foi pra voc\u00ea essa experi\u00eancia de trabalhar comercialmente produzindo cerveja na Mea Culpa, e se mudou algo pra voc\u00ea de como voc\u00ea pensava o &#8220;head brewer&#8221; em 2014 de como voc\u00ea pensa o &#8220;head brewer&#8221; hoje?<\/strong><br \/>S\u00e3o 11 anos de Sinnatrah como uma empresa. Todos esses 11 com o Alexandre como parceiro e 6 com a Julia Reis na equipe tamb\u00e9m. Mas ela existe na minha vida desde o inicio da carreira com cerveja. Eu gosto muito de passar conhecimento para frente. E ela me mant\u00e9m com um pezinho na minha carreira (acad\u00eamica) anterior. Bom, mas falando sobre a pergunta em si. Minha vis\u00e3o mudou sim. E muito mesmo! Pois a vers\u00e3o romantizada do Head Brewer (o t\u00edtulo de Mestre Cervejeiro era o que surgia no meu imagin\u00e1rio) que eu tinha inicialmente \u00e9 a de um cara que fica (s\u00f3) criando receitas e testando a qualidade das cervejas produzidas. Esse cen\u00e1rio (quase ut\u00f3pico) eu tenho apenas nos projetos de consultoria que participo (e participei) pontualmente. O dia a dia do Cervejeiro Respons\u00e1vel (t\u00edtulo mais apropriado para vis\u00e3o atualizada da ocupa\u00e7\u00e3o) tem muitas atribui\u00e7\u00f5es que eu n\u00e3o tinha experi\u00eancia alguma antes da Mea Culpa. Al\u00e9m das habilidades para montagem\/desenho da f\u00e1brica e preparo para documenta\u00e7\u00e3o para os registros necess\u00e1rios, tive que evoluir na gest\u00e3o de pessoas e problemas t\u00e9cnicos. \u00c9 impressionante como surgem problemas na rotina de uma cervejaria (d\u00e1 para contar nos dedos os dias que eles n\u00e3o aconteceram em 6 anos). E a parte de gest\u00e3o de pessoas demanda bastante aten\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m. N\u00e3o d\u00e1 para fazer tudo pessoalmente em uma f\u00e1brica com produ\u00e7\u00e3o de 30.000 L\/m\u00eas, que envasa em barril, garrafa e lata, e tem cervejas frescas e pasteurizadas. Voc\u00ea precisa ter a equipe fazendo as coisas como voc\u00ea faria. Fazendo as coisas por voc\u00ea com os crit\u00e9rios que voc\u00ea implementou. Bem desafiador tentar ser um l\u00edder e n\u00e3o um chefe apenas.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-59133\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/tank.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/tank.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/tank-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O que te levou a aceitar o desafio da Tank Brewpub? E como est\u00e3o sendo esses primeiros meses na casa (literalmente \u2013 hehe)? A ideia de voc\u00eas \u00e9 ter sempre uma m\u00e9dia de 15 chopes girando, podendo chegar at\u00e9 20, certo? Vai dar para experimentar bastante&#8230;<\/strong><br \/>Na verdade, j\u00e1 conhecia o Fabio e a Julia, e a gente j\u00e1 tinha at\u00e9 trabalhado juntos no projeto de algumas cervejas para o outro empreendimento deles \u2013 o \u00c2mbar. Desenvolvi duas receitas \u2013 uma NEIPA (Call Me Juicy) e uma NEAPA (Big Sip) fermentada com Kveik. Foi muito f\u00e1cil (e divertido) trabalhar com eles. E o convite deles aconteceu bem em um momento que eu estava me desligando da Mea Culpa. Depois de 6 anos, 3 linhas de cervejas com 15 receitas desenvolvidas (e aprimoradas por muitas repeti\u00e7\u00f5es) e 14 pr\u00eamios em concursos nacionais e internacionais era a hora de me envolver em novos desafios mesmo. Trabalhar com eles, com meu parceiro no dia a dia da produ\u00e7\u00e3o \u2013 Gabriel Bertho (exemplo de cervejeiro nerd!) \u2013, e com toda a equipe do bar e da cozinha tem sido muito bom. \u00c9 desafiador ter sempre novidades, e ter sempre 15-20 cervejas diferentes \u00e9 bem complexo. Mas \u00e9 muito legal poder testar coisas novas sem press\u00e3o daquilo ter que virar um produto de linha. A gente tem usado ingredientes bem na tend\u00eancia mundial, como novos l\u00fapulos americanos (inclusive com muito Dank) e da Oceania (absurdamente tropicais), e as leveduras Kveik, e produzido tanto estilos mais \u201chypados\u201d (NEIPAS e West Coast IPAs) quanto releituras de cl\u00e1ssicos como Dry-Stout (uma vers\u00e3o com avel\u00e3), Tripel (mais \u201choppy\u201d com dry hopping), e Blonde Ale (com capim lim\u00e3o). Estou curtindo muito! E apesar de n\u00e3o ser s\u00f3 aquele glamour de \u201ccriar e beber\u201d, pois como a equipe de cervejeiros \u00e9 pequena tem bastante limpeza, moagem de maltes, entre outros trabalhos bem f\u00edsicos, a rotina se aproxima um pouco (bem pouco, certo? rs) mais da vis\u00e3o de cervejeiro do Rodrigo de 15 anos atr\u00e1s.<\/p>\n<figure id=\"attachment_59131\" aria-describedby=\"caption-attachment-59131\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-59131 size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/rodrigo_louro2.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"750\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/rodrigo_louro2.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/rodrigo_louro2-300x300.jpg 300w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/rodrigo_louro2-150x150.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-59131\" class=\"wp-caption-text\"><em>Rodrigo Louro \/ Instagram TANK<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: left;\">\u2013 Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/screamyell\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@screamyell<\/a>) \u00e9 editor do Scream &amp; Yell e assina o blog\u00a0<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Calmantes com Champagne<\/a><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m<\/strong><br \/>\u2013 Rodrigo Nogueira (Croma): \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2019\/04\/08\/tres-perguntas-rodrigo-nogueira-croma-beer\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">A Ballast Point Sculpin foi a primeira que me chamou a aten\u00e7\u00e3o<\/a>\u201d<br \/>\u2013 Ren\u00ea e C\u00e9lio (Everbrew): \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/10\/10\/tres-perguntas-rene-e-celio-everbrew\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Queremos mostrar que os estilos cl\u00e1ssicos tamb\u00e9m s\u00e3o legais<\/a>\u201d<br \/>\u2013 Eduardo Sampaio (Synergy): \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/08\/28\/tres-perguntas-eduardo-sampaio-synergy\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Tudo come\u00e7ou quando bebi a Weihenstephaner Vitus<\/a>\u201d<br \/>\u2013 Guilherme Matheus (Mafiosa): \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/07\/21\/tres-perguntas-guilherme-matheus-mafiosa-cervejaria\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">A primeira que me chamou a aten\u00e7\u00e3o foi uma Flying Dog<\/a>\u201d<br \/>\u2013 Sergio M\u00fcller (Molinarius): \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/06\/17\/tres-perguntas-sergio-muller-cervejaria-molinarius\/\">Eu nem sabia que existia cervejeiro caseiro<\/a>\u201c<br \/>\u2013 Ulberto Luis Felippe (Mad Dwarf): \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2019\/05\/22\/entrevista-ulberto-luis-felippe-mad-dwarf\/\">(A primeira artesanal que bebi) foi uma Double IPA. Foi um choque<\/a>\u201c<\/p>\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O segundo empreendimento cervejeiro do casal Julia Fraga e Fabio Comolatti, donos do \u00c2mbar, se chama TANK e \u00e9 um brewpub montado em uma casa (tamb\u00e9m) no bairro de Pinheiros. O Cervejeiro Respons\u00e1vel \u00e9 Rodrigo Louro, que conversou com o Scream &#038; Yell.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2020\/12\/17\/tres-perguntas-rodrigo-louro-fala-do-tank-brewpub\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":59130,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[347],"tags":[5019,5018],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59128"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=59128"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59128\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":59135,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59128\/revisions\/59135"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/59130"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=59128"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=59128"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=59128"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}