{"id":58826,"date":"2020-12-02T15:49:46","date_gmt":"2020-12-02T18:49:46","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=58826"},"modified":"2021-01-12T01:03:18","modified_gmt":"2021-01-12T04:03:18","slug":"entrevista-romina-peluffo-fala-de-seu-segundo-disco-piel-fina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2020\/12\/02\/entrevista-romina-peluffo-fala-de-seu-segundo-disco-piel-fina\/","title":{"rendered":"Entrevista: Romina Peluffo fala de seu segundo disco, \u201cPiel Fina\u201d"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista por\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Leonardo Vinhas<\/a>\u00a0<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Romina Peluffo faz o tipo de m\u00fasica que, depois que voc\u00ea ouve mesmo que de soslaio, precisa voltar a escutar \u2013 no sentido mais literal do verbo, que pressup\u00f5e aten\u00e7\u00e3o dedicada, imers\u00e3o no sentido. Sem fugir demais do formato cl\u00e1ssico da can\u00e7\u00e3o pop, ela cria aquela somat\u00f3ria de ambi\u00eancias, melodias e letras que consegue se comunicar com muita gente, mas que \u00e9 capaz de entregar um sentido particular aos ouvintes de sensibilidade mais introspectiva e menos \u00f3bvia. E \u201c<a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/playlist\/3Me0e3mBr53Dr8nEqKgzkq?si=EJKtNmLsQ52Qi8cy4cuH9Q\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Piel Fina<\/a>\u201d (2020), seu segundo disco, lan\u00e7ado h\u00e1 pouco em seu Uruguai natal (mas dispon\u00edvel para audi\u00e7\u00e3o para todas as nacionalidades via streaming) avan\u00e7a muitas casas nessa entrega.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seu antecessor, \u201c<a href=\"https:\/\/rominapeluffo.bandcamp.com\/album\/obsesa\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Obsesa<\/a>\u201d (2018), foi celebrado por trazer as caracter\u00edsticas descritas acima, mas era um disco mais uniforme em seu aspecto musical, como reconhece sua autora. Da capa \u00e0s can\u00e7\u00f5es, os tons mais escuros de cinza e vermelho embalavam narrativas de separa\u00e7\u00e3o e enfrentamento. Podia haver can\u00e7\u00f5es mais duras e com um pouco mais de volume (como a faixa-t\u00edtulo e \u201cBring It On\u201d) e outras mais espartanas e folk (como \u201cLa Caja de Zapatos\u201d, que ganhou uma vers\u00e3o despojada para o \u00e1lbum \u201c\u00edEstamos!\u201d, lan\u00e7ado pelo selo Scream &amp; Yell no primeiro semestre), mas o tom geral era melanc\u00f3lico, transitando muito em acordes menores, sons graves e vozes sem muitas varia\u00e7\u00f5es tonais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cPiel Fina\u201d n\u00e3o abandona a sonoridade da estreia, mas a expande de uma maneira que nenhum ouvinte, f\u00e3 ou n\u00e3o, poderia prever. O primeiro single, \u201cComo los Caballos\u201d, dava uma mostra discreta das novidades, ao trazer uma esp\u00e9cie de country &amp; western mais aparentado com as trilhas de Angelo Badalamenti, mas ningu\u00e9m esperava a velocidade e o volume punks de \u201cNo Se Va\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cNossas influ\u00eancias eram totalmente &#8216;noventeras&#8217;, principalmente o rock estadunidense da \u00e9poca. Durante a feitura do disco, falamos muito de Ramones, Nirvana e dos Beatles, que, claro, s\u00e3o ingleses, mas uma refer\u00eancia inevit\u00e1vel\u201d, conta Romina, via Google Meet, ao Scream &amp; Yell. E esse universo dos anos 90 se nota claro nas duas faixas em ingl\u00eas (\u201cDidn&#8217;t See It Coming\u201d e \u201cMinefield\u201d), nos power chords de \u201cMis Cartas\u201d, no baix\u00e3o \u00e0 frente de \u201cTodo el Tiempo\u201d e na quase power ballad \u201cCanci\u00f3n de Oto\u00f1o\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m delas, h\u00e1 a joia power pop \u201cNada\u201d, chicletuda e com ares do melhor rock uruguaio, a concis\u00e3o delicada e cheia de espa\u00e7os de \u201cFeliz sin Vos\u201d e as dores evidentes de \u201cMamina\u201d. Ouvidas em conjunto nesse fim de novembro, n\u00e3o soa nada precipitado dizer que esse conjunto de can\u00e7\u00f5es forma um dos discos do ano. No papo exclusivo \u2013 e sua primeira entrevista para um ve\u00edculo brasileiro \u2013 Romina Peluffo traz os bastidores do disco e seu amor pela m\u00fasica em iguais quantidades. E fala tamb\u00e9m sobre sua evolu\u00e7\u00e3o como musicista \u2013 algo especialmente surpreendente quando voc\u00ea sabe que h\u00e1 pouco mais de cinco anos ela ainda sequer sabia tocar um instrumento&#8230;<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Romina Peluffo : No se va\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/MVkRDUtT22M?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea j\u00e1 disse em v\u00e1rias entrevistas que \u201cPiel Fina\u201d tomou um caminho mais ritmicamente bruto que \u201cObsesa\u201d porque voc\u00ea e Santiago Peralta (produtor e guitarrista) queriam ter can\u00e7\u00f5es que gerassem mais energias nos shows. Mas me parece que tem a ver tamb\u00e9m com voc\u00ea querer explorar seu pr\u00f3prio lugar como cantora.<\/strong><br \/>Sim. Acredito que \u00e9 um passo al\u00e9m que n\u00f3s demos. Digo no plural mesmo porque \u00e9 um trabalho em equipe entre eu, Santiago e Laura Gutm\u00e1n (figura-chave do rock uruguaio, ex-Buenos Muchachos e atualmente \u00e0 frente de Laura y Los Brannigan), que mesmo n\u00e3o tendo feito parte da produ\u00e7\u00e3o continua sendo do time. Da outra vez, fomos caminhando e descobrindo o que est\u00e1vamos fazendo. Agora j\u00e1 sab\u00edamos, t\u00ednhamos toda essa bagagem e come\u00e7amos j\u00e1 em outro lugar. Tivemos mais seguran\u00e7a e tamb\u00e9m uma ideia mais clara do que fazer. \u00c9ramos outras pessoas e a mudan\u00e7a foi natural. N\u00e3o quer\u00edamos fazer o que j\u00e1 t\u00ednhamos feito, porque isso \u00e9 chato. Sempre se quer algo al\u00e9m do conhecido. Fa\u00e7o outro uso da voz, que exige mais de mim. Em todos os aspectos foi dar um passo a mais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00c9 um disco mais roqueiro, mas o universo l\u00edrico dele \u00e9 bastante pr\u00f3ximo do \u201cObsesa\u201d. As letras parecem continuar vindo de um lugar que, se n\u00e3o \u00e9 sombrio, ao menos \u00e9 intranquilo.<\/strong><br \/>Sim. Gosto que voc\u00ea tenha percebido isso, porque muitas das entrevistas que estou dando falam que eu mudei. De fato, o outro disco tinha can\u00e7\u00f5es que falavam mais de cora\u00e7\u00e3o partido, de amor rom\u00e2ntico, salvo duas exce\u00e7\u00f5es. Esse se abre para varia\u00e7\u00f5es tem\u00e1ticas, mais jogos entre conte\u00fado e forma \u2013 tem acordes maiores, d\u00e1 pra dan\u00e7ar, \u00e9 mais \u201cotimista\u201d no musical, mas o que est\u00e1 dizendo \u00e9 super triste. \u201cObsesa\u201d era mais linear, desde a arte de capa at\u00e9 os arranjos. Esse tem mais complexidade, mas eu continuo sendo a mesma pessoa, o manancial de onde tudo sai \u00e9 o mesmo. At\u00e9 porque h\u00e1 can\u00e7\u00f5es que foram feitas naquela \u00e9poca [do primeiro disco], como \u201cDidn&#8217;t See It Coming\u201d e \u201cFeliz Sin Vos\u201d, que para mim \u00e9 a que mais traz o esp\u00edrito daquela \u00e9poca. \u201cMamina\u201d, por sua vez, \u00e9 bem nova, e tem bem a ver com o universo do disco passado. Ent\u00e3o, \u00e9 isso: \u00e9 a mesma sensibilidade, s\u00f3 que agora trago uma variedade maior nessa rela\u00e7\u00e3o de forma e conte\u00fado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>At\u00e9 poucos anos atr\u00e1s, voc\u00ea nunca tinha escrito uma can\u00e7\u00e3o tampouco tocava instrumentos. Hoje voc\u00ea tem dois discos, fez v\u00e1rios shows e participou de v\u00e1rios projetos. Ent\u00e3o j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 mais o caso de \u201cver qual \u00e9\u201d. Qual o papel que a m\u00fasica ocupa em sua vida agora?<\/strong><br \/>\u00c9 um papel central. \u00c9 uma das atividades a que mais me dedico. A atua\u00e7\u00e3o j\u00e1 fazia parte da minha vida, \u00e9 algo com que eu j\u00e1 vinha flertando h\u00e1 mais tempo, porque eu j\u00e1 fazia pequenos papeis em filmes, alguma participa\u00e7\u00e3o menor em filmes de amigos, mas j\u00e1 era algo. Faz pouco tempo que atuar ao vivo passou a ocupar um lugar maior. Mas a m\u00fasica foi mais extremo mesmo: em 2015 comecei a tocar viol\u00e3o e a partir da\u00ed tudo se precipitou. Hoje as duas atividades ocupam bastante da minha vida, e a outra \u00e9 a de locutora, que tem a ver tanto com a atua\u00e7\u00e3o como com o trabalho com a voz. Tenho um miniest\u00fadio em casa, que \u00e9 onde trabalho, e com o que fa\u00e7o a\u00ed \u00e9 que pago as contas, porque a m\u00fasica n\u00e3o paga nada (risos). Mas sim, a m\u00fasica \u00e9 minha vida, \u00e9 ao que eu venho me dedicando e espero que possa continuar fazendo para sempre.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea come\u00e7ou a gravar durante a pandemia, n\u00e3o?<\/strong><br \/>Sim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E quando voc\u00eas entraram no est\u00fadio, j\u00e1 sabiam que queriam um disco mais roqueiro, com um repert\u00f3rio mais adequado para o show. E a\u00ed veio a Covid-19 e fechou os espa\u00e7os para tocar, sem que se soubesse quando tudo voltaria ao normal. O Uruguai foi o primeiro pa\u00eds da Am\u00e9rica Latina a voltar a realizar shows \u2013 com lota\u00e7\u00e3o reduzida e normas de distanciamento \u2013 mas n\u00e3o havia como voc\u00eas saberem disso ao fazer o disco. Ent\u00e3o eu queria saber como voc\u00ea conseguiu se manter motivada para manter a proposta art\u00edstica que voc\u00ea queria, mesmo sem saber se ela conseguiria cumprir seu prop\u00f3sito maior, que era o de soar nos palcos, e tendo certeza que n\u00e3o daria para recuperar o dinheiro investido na produ\u00e7\u00e3o.<\/strong><br \/>Linda pergunta. Em janeiro do ano passado, eu fui at\u00e9 o Santiago com umas 20 can\u00e7\u00f5es, e ele me mandou de volta pra casa, disse que n\u00e3o havia um bom segundo disco ali e mandou eu trabalhar mais nas composi\u00e7\u00f5es. Al\u00e9m disso, eu havia acabado de lan\u00e7ar \u201cObsesa\u201d e tinha que trabalhar o disco. E fiz isso durante todo o ano passado. J\u00e1 em janeiro deste ano, retomei algumas daquelas can\u00e7\u00f5es e tamb\u00e9m comecei a compor coisas novas. Em fevereiro come\u00e7amos a pr\u00e9-produ\u00e7\u00e3o, e logo depois entramos no est\u00fadio. A pandemia j\u00e1 tinha chegado, n\u00e3o sab\u00edamos o que ia acontecer, se seria algo de dois meses ou dois anos. Por isso continuamos trabalhando, e na verdade at\u00e9 precipitou um pouco as coisas, porque a tecnologia hoje permite que voc\u00ea fa\u00e7a as coisas \u00e0 dist\u00e2ncia. Eu ia gravando aqui em casa e mandando para o Santiago, tudo foi mais r\u00e1pido. E quanto \u00e0 motiva\u00e7\u00e3o&#8230; N\u00e3o tem como ser financeira, porque n\u00e3o fazemos m\u00fasica por isso. Fazemos porque n\u00e3o podemos deixar de fazer, e o comercial nunca vai ser a motiva\u00e7\u00e3o. Com ou sem pandemia, sempre vai ser assim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Com o devido respeito, voc\u00ea j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 adolescente&#8230;<\/strong><br \/>(ri) N\u00e3o mesmo!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u2026 mas \u00e9 percept\u00edvel que voc\u00ea \u00e9 apaixonada por m\u00fasica e, mais que isso, que est\u00e1 trabalhando com seus her\u00f3is musicais, que s\u00e3o Santiago e Laura Gutm\u00e1n. Mas tem uma frase do James Baldwin que diz que \u201co pre\u00e7o que se paga ao perseguir qualquer profiss\u00e3o ou chamado \u00e9 um conhecimento \u00edntimo do seu lado feio\u201d. Como \u00e9 viver essa rela\u00e7\u00e3o humana e art\u00edstica, que j\u00e1 leva alguns anos, com pessoas t\u00e3o importantes para seu imagin\u00e1rio e sensibilidade!<\/strong><br \/>Mas que pergunta que voc\u00ea fez, Leonardo! (risos) \u00c9 bonito, com todas as luzes e sombras que qualquer v\u00ednculo pode ter, \u00e9 sempre positivo. Eles s\u00e3o her\u00f3is, como voc\u00ea disse, e n\u00e3o s\u00f3 para mim, mas s\u00e3o her\u00f3is musicais, emblemas do rock uruguaio, e para mim \u00e9 um privil\u00e9gio. Sou amiga de Laura h\u00e1 muito tempo e j\u00e1 conhecia o Santiago, ainda que n\u00e3o com proximidade. E a verdade \u00e9 que Laura foi quem se entusiasmou com minhas primeiras demos e colocou toda sua for\u00e7a para que elas se tornassem um disco, porque ela \u00e9 essa pessoa que vai com tudo, que movimenta uma energia e produz coisas. Toda essa energia dela me ajudou muito a chegar a um bom porto com meu primeiro disco e era inevit\u00e1vel que cheg\u00e1ssemos a esse segundo. Como haviam can\u00e7\u00f5es e havia essa sinergia, ia acontecer. Al\u00e9m disso, Laura \u00e9 minha conselheira em um monte de coisas. Se n\u00e3o fosse por eles, nada disso teria passado. Provavelmente eu teria feito um disco, mas n\u00e3o seria o mesmo e nem teria acontecido tudo que aconteceu. Acredito que tive muita sorte, e \u00e0s vezes digo que algo de bom eu devo ter feito para merecer tudo isso, porque eu sou muito afortunada por muitas coisas. Por exemplo, por estar em meio a essa pandemia podendo fazer o que quero e tendo trabalho. Tenho muito claro que estou num lugar privilegiado. Mas falando especificamente deles, me sinto ainda mais afortunada. Claro, o lado sombrio aparece, mas \u00e9 uma coisa bonita, muito fraterna. N\u00e3o faz muito, nos encontramos para celebrar e escutar o disco, e um deles me dizia que determinada can\u00e7\u00e3o o fez chorar, e a\u00ed eu dizia que tamb\u00e9m tinha me feito chorar quando compunha&#8230; (se emociona) \u00c9 uma rela\u00e7\u00e3o muito pr\u00f3xima, \u00e9 algo que n\u00e3o tem pre\u00e7o! \u00c9 um sonho tornado real!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Romina Peluffo : Como los caballos (Lyric Video)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/dY-bgewPrFc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Romina Peluffo : Presentaci\u00f3n Oficial &quot;Obsesa&quot; - En Vivo en Tractatus\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/OsMoEljBfuk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Como los Caballos\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/EeegAquq1M8?list=OLAK5uy_lCn9iWkvowbliwxkSNq5FghDHuXboJ4Ws\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>\u2013 Leonardo Vinhas (<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@leovinhas<\/a>) assina a se\u00e7\u00e3o Conex\u00e3o Latina (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/05\/03\/tag\/conexao_latina\/\">aqui<\/a>) no Scream &amp; Yell.<\/p>\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Em sua primeira entrevista para um ve\u00edculo brasileiro, Romina Peluffo traz os bastidores de um dos grandes discos do ano e fala de seu amor pela m\u00fasica.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2020\/12\/02\/entrevista-romina-peluffo-fala-de-seu-segundo-disco-piel-fina\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":6,"featured_media":58827,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[45,4991],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58826"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=58826"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58826\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":58828,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58826\/revisions\/58828"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/58827"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=58826"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=58826"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=58826"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}