{"id":58674,"date":"2006-06-21T00:08:09","date_gmt":"2006-06-21T03:08:09","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=58674"},"modified":"2023-03-29T00:43:12","modified_gmt":"2023-03-29T03:43:12","slug":"entrevista-ludov-em-momento-de-transicao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2006\/06\/21\/entrevista-ludov-em-momento-de-transicao\/","title":{"rendered":"Entrevista: Ludov em momento de transi\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\">por Andr\u00e9 Azenha<br \/>\ncolaborou: Tiago Agostini<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Ludov passa por um momento de transi\u00e7\u00e3o. Depois de ganhar reconhecimento e fazer parte do primeiro time do cen\u00e1rio independente brasileiro, o quinteto formado por Vanessa Krongold (voz e viol\u00e3o), Mauro Motoki (guitarra, teclados e voz), Eduardo Filomeno (baixo), Habacuque Lima (guitarra e voz) e Paulo &#8220;Chapolin&#8221; Rocha (bateria), chegou a fazer parte do time da Deck Disk, gravadora de m\u00e9dio porte que lan\u00e7ou gente como Pitty e Cachorro Grande, e ap\u00f3s um ano de parceria, decidiu voltar \u00e0s ra\u00edzes e continuar andando com os pr\u00f3prios p\u00e9s. &#8220;As coisas boas que a gente conseguiu tirar na \u00e9poca do lan\u00e7amento j\u00e1 passaram, esse ano j\u00e1 estava muito mais morno e ent\u00e3o quebramos o contrato&#8221;, justifica Habacuque, que enxergou apenas na assessoria de imprensa, o lado positivo da experi\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">F\u00e3s declarados de Mutantes, os m\u00fasicos participaram de um projeto especial em S\u00e3o Paulo tocando can\u00e7\u00f5es de Arnaldo Baptista, S\u00e9rgio Dias e Rita Lee, e por contarem com vocal feminino, chegaram a temer a mesma compara\u00e7\u00e3o que aconteceu com o Pato Fu, mas foram acalmados por John Ulhoa. &#8220;N\u00e3o tem problema n\u00e3o. Voc\u00eas n\u00e3o v\u00e3o ser estereotipados como novos Mutantes. A gente j\u00e1 \u00e9. Esse lugar j\u00e1 \u00e9 nosso e n\u00e3o vai cair pra voc\u00eas&#8221;, explica Motoki.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em um bate-papo com o S&amp;Y, em meio a uma passagem por Santos para uma apresenta\u00e7\u00e3o no Sesc da cidade junto com os ga\u00fachos da Wonkavision, os rapazes da banda (Vanessa ainda n\u00e3o havia chegado para a passagem do som) analisaram o atual cen\u00e1rio musical independente brasileiro, falaram sobre os preparativos do sucessor do elogiado &#8220;<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2005\/04\/01\/musica-o-exercicio-das-pequenas-coisa-ludov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">O Exerc\u00edcio das Pequenas Coisas<\/a>&#8221; (estr\u00e9ia oficial do grupo, lan\u00e7ado em 2005 pela Deck), mas avisaram: &#8220;N\u00e3o cobrem prazos&#8221;. Ali\u00e1s, o \u00fanico prazo concedido foi do lan\u00e7amento do pr\u00f3ximo clipe da banda, da m\u00fasica &#8220;Dorme em Paz&#8221;. Abaixo a entrevista completa.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Ludov - Kriptonita\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/hOL986dwM7c?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas come\u00e7aram de forma independente e tiveram o apoio de uma gravadora m\u00e9dia como a Deck por algum tempo. Como foi a experi\u00eancia de passar por esses dois universos?<\/strong><br \/>\nHabacuque &#8211; Acho que a gente preserva o esp\u00edrito e a maneira de trabalhar independente e, mesmo tendo o apoio da Deck, nunca deixamos de fazer ou nos permitimos ficar alheios \u00e0s coisas que gost\u00e1vamos e nos interessavam. Continuamos trabalhando quase como a gente sempre trabalhou. Claro que no lan\u00e7amento do disco foi bom contar principalmente com o lance de assessoria de imprensa, que ficaria um pouco trabalhoso pra gente fazer tudo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mauro &#8211; \u00c1s vezes quando voc\u00ea tem uma facilidade, deixa ela te sobrepor. No caso, ter uma gravadora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Habacuque &#8211; &#8216;Agora temos uma e vai ser tudo f\u00e1cil&#8217;. Mas a gente acabou passando pela transi\u00e7\u00e3o inversa, sa\u00edmos da Deck em fevereiro, acho. Foi legal, foi interessante, ficamos um ano l\u00e1 dentro e agora rescindimos o contrato&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Qual o motivo da rescis\u00e3o?<\/strong><br \/>\nHabacuque &#8211; N\u00e3o tem uma raz\u00e3o espec\u00edfica. Tem a parte deles que \u00e9 uma necessidade de lucrar por ser uma empresa&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mauro Motoki &#8211; Viajaram um pouco&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Habacuque &#8211; Foi legal. Acho que (houve) at\u00e9 uma boa vontade de pegar um elenco bacana, s\u00f3 que o elenco ficou muito maior. Como voc\u00ea falou, (a Deck) \u00e9 uma gravadora m\u00e9dia, menor do que eles conseguiam dar aten\u00e7\u00e3o pra cada um. As coisas boas que a gente conseguiu tirar na \u00e9poca do lan\u00e7amento j\u00e1 passaram, esse ano j\u00e1 estava muito mais morno e ent\u00e3o quebramos o contrato&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mauro Motoki &#8211; A sa\u00edda da Deck foi de comum acordo. N\u00f3s n\u00e3o est\u00e1vamos plenamente satisfeitos em rela\u00e7\u00e3o a nossas expectativas &#8211; divulga\u00e7\u00e3o em r\u00e1dios por exemplo, e eles precisavam conter os custos do elenco numeroso que haviam juntado. O que acontece \u00e9 que dentro de uma gravadora est\u00e1vamos sujeitos, obviamente, ao calend\u00e1rio deles. Nem sempre coincidia com a nossa ansiedade. A nova fase independente veio a calhar para sentirmos a liberdade necess\u00e1ria nesse per\u00edodo de composi\u00e7\u00e3o e arranjos de m\u00fasicas novas. Trabalhar com uma gravadora como a Deck foi uma experi\u00eancia \u00f3tima, porque alcan\u00e7amos resultados \u00f3timos juntos (dois novos clipes, shows pelo Brasil, indica\u00e7\u00f5es a pr\u00eamios), sem perder nossa autonomia. Sempre tomamos as decis\u00f5es que julgamos as mais certas. Agora, o momento \u00e9 de liberdade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas est\u00e3o tocando m\u00fasicas novas nos shows?<\/strong><br \/>\nHabacuque &#8211; N\u00e3o&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O Ludov chegou a tocar Mutantes em um especial em S\u00e3o Paulo. Por que a escolha por essa banda?<\/strong><br \/>\nHabacuque &#8211; Foi um projeto espec\u00edfico que nos desafiaram a fazer. Algo do tipo que era uma bandas tocando repert\u00f3rios de outros. Ent\u00e3o (tinha o) Kid Abelha&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mauro Motoki &#8211; Bar\u00e3o Vermelho&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Habacuque &#8211; \u00c9. Bar\u00e3o Vermelho tocou Beatles, Cachorro Grande e Relesp\u00fablica tocaram The Who e n\u00f3s escolhemos Mutantes. Acho que no nosso caso&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Chapolin &#8211; Rola uma identidade&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mauro Motoki &#8211; Foram dois meses de muitos ensaios. Fizemos umas fantasias para nos apresentarmos ao vivo, em refer\u00eancia ao h\u00e1bito deles de fazerem o mesmo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quando voc\u00eas receberam o premio na MTV, ficaram super felizes de encontrar com o Arnaldo (Baptista)&#8230;<\/strong><br \/>\nHabacuque &#8211; Na \u00e9poca da gente escolher Mutantes rolou aquele papo de: &#8220;vamos fazer?&#8221;. E Mutantes \u00e9 um neg\u00f3cio meio que n\u00e3o precisa ser muito mexido, n\u00e9? Tipo, dif\u00edcil colocar a m\u00e3o mesmo, mas ao mesmo tempo pensamos assim: &#8220;E se algu\u00e9m pegar e fizer e ao assistirmos o show falarmos: nossa, dev\u00edamos ter feito&#8221;. Ent\u00e3o acho que ao mesmo tempo em que \u00e9 meio intoc\u00e1vel, \u00e9 muito interessante. Tem muitas camadas musicais no som deles. Pra gente fazia muito sentido. Pensando bem, acho que o lance do repert\u00f3rio dos Mutantes permite tamb\u00e9m quase qualquer um se acomodar e se alojar dentro deles. Enxergar em parte dos Mutantes a nossa pr\u00f3pria cara, o nosso pr\u00f3prio ponto de vista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas continuaram tocando m\u00fasicas deles depois desse evento?<\/strong><br \/>\nHabacuque &#8211; \u00c9, deu um bocado de trabalho refazer os arranjos e tirar os originais, ent\u00e3o quando d\u00e1 na telha, a gente re-aproveita o trabalho e toca. E esse projeto deve voltar ainda esse ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E voc\u00eas n\u00e3o t\u00eam receio de que aconte\u00e7a como aconteceu com o Pato Fu, de ser uma banda com vocal feminino que ficou estereotipada por um bom tempo como &#8220;os novos Mutantes&#8221;?<\/strong><br \/>\nMauro Motoki &#8211; Existe essa possibilidade. O John ia participar com a gente desse projeto. Ele ia cantar duas m\u00fasicas, tocar. A gente convidou, e no primeiro contato com ele falei que t\u00ednhamos o medo de correr esse risco das pessoas acharem que a gente \u00e9 (um novo) Mutantes, mesmo achando que formamos uma personalidade no cen\u00e1rio. Ai ele falou: &#8220;N\u00e3o tem problema n\u00e3o. Voc\u00eas n\u00e3o v\u00e3o ser estereotipados como novos Mutantes. A gente j\u00e1 \u00e9. Esse lugar j\u00e1 \u00e9 nosso e n\u00e3o vai cair pra voc\u00eas&#8221;. Falou isso exatamente como voc\u00ea disse. N\u00e3o tem nada a ver. A banda n\u00e3o vai descaracterizar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Habacuque &#8211; N\u00e3o tenho esse receio por dois motivos. Um \u00e9 que a banda \u00e9 boa e a gente continua admirando. Ent\u00e3o compara\u00e7\u00f5es com eles, particularmente n\u00e3o gosto de nenhuma compara\u00e7\u00e3o, mas j\u00e1 que comparam, que te comparem com algu\u00e9m que voc\u00ea gosta. Outro motivo \u00e9 quest\u00e3o de tempo tamb\u00e9m. Enquanto somos desconhecidos pra grande parte do p\u00fablico, ainda \u00e9 necess\u00e1rio comparar com algu\u00e9m&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quando sai o pr\u00f3ximo CD?<\/strong><br \/>\nHabacuque &#8211; Estamos trabalhando nas m\u00fasicas novas. Por enquanto s\u00e3o poucas, uma meia d\u00fazia. N\u00e3o colocamos prazo pra lan\u00e7ar qualquer tipo de obra. Nosso plano \u00e9 produzir bastante esse ano. N\u00e3o estamos preocupados em fazer quarenta musicas e tirar dez dessas. A gente vai fazendo e vai curtindo. Hoje em dia com a facilidade, est\u00fadios caseiros, fica mais f\u00e1cil ir produzindo e gravando.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O Ludov \u00e9 uma banda muito conhecida no meio independente. Voc\u00eas estariam preparados pra fazer parte do mainstrean?<\/strong><br \/>\nHabacuque &#8211; Quando a gente faz m\u00fasica, estamos preocupados com o pr\u00f3prio umbigo na verdade. Preocupados com o trabalho, com um negocio bem feito. Esse neg\u00f3cio de almejar coisas fora do universo da banda felizmente n\u00e3o acontece com a gente. O objetivo tem que ser muito mais interno. Mas estamos preparados pra tocar. J\u00e1 tivemos oportunidades de tocar para grandes p\u00fablicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como est\u00e1 a freq\u00fc\u00eancia de shows?<\/strong><br \/>\nHabacuque &#8211; Est\u00e1 boa. No come\u00e7o do ano foi um pouco devagar. Praticamente todo fim de semana tocamos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Apenas no eixo Rio-S\u00e3o Paulo?<\/strong><br \/>\nHabacuque &#8211; Ano passado fomos pro Nordeste duas vezes e fomos de novo agora. Tocamos no Sul tamb\u00e9m.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas fazem muitos shows convidando bandas menores para tocar. Qual a inten\u00e7\u00e3o de voc\u00eas?<\/strong><br \/>\nMauro &#8211; A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 incentivar uma certa uni\u00e3o, e tamb\u00e9m retribuir a ajuda que nos d\u00e3o em outros Estados. Nem sempre as bandas s\u00e3o menores. Tocamos com Autoramas, por ex., e n\u00e3o se pode dizer que uma \u00e9 maior que a outra. Trata-se de solidariedade, de irmandade. Estamos fazendo o que podemos fazer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como voc\u00eas enxergam o cen\u00e1rio independente brasileiro?<\/strong><br \/>\nMauro Motoki &#8211; F\u00e1cil n\u00e3o est\u00e1 e nem vai estar nunca. A grava\u00e7\u00e3o facilitou. Talvez a Internet tenha facilitado pra atingir o p\u00fablico. Mas a qualidade e a verdade nas m\u00fasicas s\u00e3o dif\u00edceis e v\u00e3o ser sempre. Ent\u00e3o a dica \u00e9 trabalhar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Habacuque &#8211; \u00c9 muito dif\u00edcil mesmo. Se voc\u00ea parar pra pensar em quantas pessoas est\u00e3o tocando, fazendo m\u00fasica boa, e gravando direito, \u00e9 muito dif\u00edcil mesmo. Ent\u00e3o tem que ter muita perseveran\u00e7a, acreditar no que faz e continuar fazendo. Talvez o mundo impossibilite algumas coisas, mas tem que tentar at\u00e9 o fim, continuar fazendo, mas sem pirar na id\u00e9ia de ser a sua vida. O foco principal tem que ser voc\u00ea fazer direitinho e procurar n\u00e3o desviar a aten\u00e7\u00e3o. N\u00e3o acordo pensando: &#8220;quero ser o Chico Buarque&#8221;. A\u00ed j\u00e1 trava. Voc\u00ea n\u00e3o consegue trabalhar porque est\u00e1 se comparando ou com gente que n\u00e3o tem nada a ver com voc\u00ea ou que de repente est\u00e1 muito no alto mesmo. &#8220;Ah, quero ser o novo Tom Jobim, o novo John Lennon&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas sentem que o p\u00fablico de voc\u00eas mudou dos tempos de Maybees pra c\u00e1?<\/strong><br \/>\nMauro Motoki &#8211; Insisto que Maybees era outra banda, que acabou no final de 2001. Paramos, e recome\u00e7amos com outro repert\u00f3rio. O que isso provocou foi uma renova\u00e7\u00e3o natural da nossa base de f\u00e3s. Digo base mesmo, porque a grande maioria dos f\u00e3s do Ludov n\u00e3o conheciam Maybees, e conheceram depois do Ludov. Maybees \u00e9 uma curiosidade para eles, \u00e9 um algo mais. Temos a felicidade de vermos sempre novos f\u00e3s a cada vez que voltamos a alguma cidade. Isso \u00e9 importante, e \u00e9 sinal de que temos muito a trabalhar, e muita estrada pela frente ainda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Querem deixar algum recado?<\/strong><br \/>\nHabacuque &#8211; Podem aguardar coisas boas do Ludov esse ano. Estamos num ritmo bacana, mas n\u00e3o cobrem prazos. Tem um prazo que pode ser dado que \u00e9 o pr\u00f3ximo clipe, de &#8220;Dorme em Paz&#8221;, deve estar estreando&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quem dirigiu?<\/strong><br \/>\nHabacuque &#8211; Mauricio Gaudieri e Gabriel Barros. O Mauricio j\u00e1 fez dois clipes do Ludov e o Gabriel \u00e9 novidade pra gente. No segundo semestre queremos voltar pro Nordeste. Em breve vamos pra Bras\u00edlia e outras surpresinhas&#8230;<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Ludov | Dorme em Paz (videoclipe)\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/93OQQiVgcw4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O Ludov passa por um momento de transi\u00e7\u00e3o. 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