{"id":56606,"date":"2001-08-01T00:07:18","date_gmt":"2001-08-01T03:07:18","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=56606"},"modified":"2020-07-03T00:42:34","modified_gmt":"2020-07-03T03:42:34","slug":"entrevista-biquini-cavadao-de-volta-a-cena-em-dose-dupla","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2001\/08\/01\/entrevista-biquini-cavadao-de-volta-a-cena-em-dose-dupla\/","title":{"rendered":"Entrevista: Biqu\u00edni Cavad\u00e3o de volta \u00e0 cena em dose dupla"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista por <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/marcelo.costa.5855\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Marcelo Costa<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Primeiro foi o Tit\u00e3s, depois Ira! e Capital Inicial. Agora \u00e9 a vez do Biqu\u00edni Cavad\u00e3o tentar a sorte e conquistar o p\u00fablico de 2001 tal qual fez na d\u00e9cada de 80. Para isso, a banda insiste em uma f\u00f3rmula que come\u00e7a a soar batida, a de regrava\u00e7\u00f5es, para marcar a volta a gravadora Universal Music. Por outro lado, o novo \u00e1lbum coincide com o relan\u00e7amento dos quatro primeiros, e melhores, trabalhos da banda, em um box set.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Biqu\u00edni surgiu na boa leva de bandas do in\u00edcio dos anos 80. Batizados por Herbert Viana, que ainda se inspirou em tocar guitarra no sucesso &#8220;T\u00e9dio&#8221;, o Biqu\u00edni emplacou dezenas de sucessos at\u00e9 o come\u00e7o da d\u00e9cada de 90, alternando vendas de 50 a 70 mil discos. Essa \u00e9 a fase englobada no box set lan\u00e7ado pela Polygram. Sintomaticamente, da\u00ed em diante algo desandou e a banda, que seguiu lan\u00e7ando discos e fazendo shows, ficou a margem. Essa &#8220;nova&#8221; volta n\u00e3o poderia ser mais antag\u00f4nica. Se, por um lado, traz o supra sumo de uma banda bacana no Box set, frustra o ouvinte em &#8220;80&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Bruno Gouveia, vocalista da banda, diz que as m\u00fasicas em &#8220;80&#8221; foram regravadas para ter a cara da banda. E se prepara para cr\u00edticas e elogios. &#8220;Naturalmente algumas musicas ser\u00e3o mais do agrado do que outras. Natural em qualquer disco. Por\u00e9m, acredito que as compara\u00e7\u00f5es com as musicas originais ser\u00e3o inevit\u00e1veis. Ouviremos com prazer todas as criticas e elogios. Talvez alguns acabem curtindo mais nossas vers\u00f5es. Talvez n\u00e3o. O importante \u00e9 que elas foram feitas para ter a nossa cara&#8221;, diz Bruno.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A ideia de &#8220;80&#8221; brotou em 1999, quando o Biqu\u00edni realizou o projeto &#8220;\u00c0 vontade no Ballroom&#8221;, no Rio. &#8220;A cada quarta-feira toc\u00e1vamos com convidados especiais. Foram encontros hist\u00f3ricos com Herbert, Frejat, Benjor, Kid Abelha, Z\u00e9 Ramalho e muitos outros&#8221;, relembra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Depois disso, muita sess\u00e3o nost\u00e1lgica com os amigos. &#8220;No Rock In Rio III, convidamos nosso grande amigo Marcelo Hayenna, do Uns e Outros, para cantar seu sucesso &#8220;Carta Aos Mission\u00e1rios&#8221; conosco. Nos camarins convers\u00e1vamos sobre a import\u00e2ncia das bandas que surgiram naquela \u00e9poca e hoje se tornaram refer\u00eancia para grupos mais novos&#8221;, diz. E completa. &#8220;Finalmente, veio a decis\u00e3o: com as r\u00e1dios infestadas de popoz\u00f5es e bunda music, consideramos a ideia de mostrar em CD uma \u00e9poca em que as can\u00e7\u00f5es primavam pelas letras e pela atitude&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para o vocalista, &#8220;80&#8221; n\u00e3o \u00e9 oportunista, mas oportuno. &#8220;Para mim, \u00e9 uma quest\u00e3o de &#8216;timing&#8217;. O Biqu\u00edni Cavad\u00e3o nunca lan\u00e7ou um disco ao vivo sequer. Todos nossos trabalhos foram autorais at\u00e9 agora. Resolvemos lan\u00e7ar um disco assim porque deu vontade. Acho oportuno, jamais oportunista&#8221;, conclui Bruno. O vocalista conversou com o Scream &amp; Yell. No bate-papo, carreira, a caixa Box Set e o novo \u00e1lbum.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"T\u00c9DIO-BIQUINI CAVAD\u00c3O-VIDEO ORIGINAL-ANO 1985 ( HQ ) WIDESCREEN\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/hv1Hnmt1GBo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas tiveram envolvimento no relan\u00e7amento do box set pela Polygram?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o muito. Ao entrarmos na gravadora o projeto j\u00e1 estava em andamento. Apenas acompanhamos a parte gr\u00e1fica. Chegamos a sugerir algumas faixas b\u00f4nus e raridades, mas vai ficar para outra ocasi\u00e3o&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>O que representa esses quatro primeiros \u00e1lbuns na carreira do Biqu\u00edni Cavad\u00e3o?<\/b><br \/>\nRepresenta nosso per\u00edodo de adolesc\u00eancia e amadurecimento. Come\u00e7amos com 18 anos. \u00c9ramos adolescentes cantando musicas para adolescentes, mas como banda e n\u00e3o como boy band.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quais suas can\u00e7\u00f5es preferidas desse box?<\/strong><br \/>\n&#8220;Inoc\u00eancias&#8221;, do &#8220;Era da Incerteza&#8221;, &#8220;Meu Reino&#8221;, do &#8220;Z\u00e9&#8221;, &#8220;Descivilizacao&#8221;, do disco hom\u00f4nimo e &#8220;Hotel&#8221; (que h\u00e1 muito eu n\u00e3o ouvia) do &#8220;Cidades em Torrente&#8221;. Tem sido uma \u00f3tima experi\u00eancia voltar a ouvi-las remasterizadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas n\u00e3o chegaram a parar, certo? Voc\u00eas sempre estiveram fazendo shows?<\/strong><br \/>\nIsto. Nosso meio de vida \u00e9 o Biqu\u00edni. Nunca paramos. Tocamos em muitas cidades fora do mapa quando ficamos fora da m\u00eddia, mas parar de tocar nunca rolou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Por que o rock nacional perdeu espa\u00e7o nos anos 90?<\/strong><br \/>\nPorque o Brasil, desde o seu descobrimento, vive uma monocultura extrativista. Do Brasil col\u00f4nia, tivemos as \u00e9pocas do pau-brasil, da cana de a\u00e7\u00facar, do algod\u00e3o, da borracha, do caf\u00e9&#8230;. No campo musical, tamb\u00e9m passamos por esta onda de mono-cultura. S\u00f3 ax\u00e9, s\u00f3 pagode, s\u00f3 sertanejo, s\u00f3 funk&#8230; todo modismo exagerado \u00e9 um erro. O rock perdeu espa\u00e7o nos 90 porque reinou nos anos 80.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Por que a volta de bandas veteranas como voc\u00eas, o Ira!, o Capital Inicial? N\u00e3o h\u00e1 nada novo no rock nacional?<\/strong><br \/>\nEm primeiro lugar, claro que h\u00e1! Que o digam Rappa, Pato Fu, Charlie Brown Jr, Los Hermanos, Sideral, Pen\u00e9lope, Video Hits, Tihuana e muitos outros. Em segundo lugar, que volta? Nunca fomos, nem o Ira! ou mesmo o Capital (cuja volta, se existiu, foi s\u00f3 a do Dinho \u00e0 banda). Quem voltou mesmo foi a pr\u00f3pria m\u00eddia. N\u00e3o fomos n\u00f3s que pisamos no palco, apenas os holofotes mudaram seu foco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Por que a cr\u00edtica especializada gosta de massacrar o rock nacional, principalmente as bandas dos anos 80?<\/strong><br \/>\nPorque n\u00e3o o ouviu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E voc\u00ea, anda ouvindo o que ultimamente?<\/strong><br \/>\nRadiohead, XTC, Jellyfish, Weezer, U2, Kara&#8217;s Flowers, Ween, Los Hermanos, Penelope, Video Hits&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E mudou muita coisa desde que voc\u00eas come\u00e7aram at\u00e9 hoje? Qual a principal diferen\u00e7a que voc\u00ea v\u00ea do tempo que a banda come\u00e7ou para hoje em dia?<\/strong><br \/>\nO Sheik, baixista, saiu no fim do ano passado. Agora somos um quarteto. No mais, ganhamos experi\u00eancia, viv\u00eancia, aprendemos com a &#8216;Estrada&#8217;, realizamos o que muitos n\u00e3o conseguem: viver de m\u00fasica. E isto por si s\u00f3 j\u00e1 \u00e9 a nossa prova maior de sucesso.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Ida e Volta - Biquini Cavad\u00e3o 1987 (video release)\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/_0OSiKSEThw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Duas hist\u00f3rias diferentes<\/strong><br \/>\npor Marcelo Costa<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Box Set<\/strong><br \/>\nO Box set \u00e9 um prato cheio para qualquer f\u00e3 do rock nacional. Todos os cds trazem um excelente trabalho gr\u00e1fico, com letras e informa\u00e7\u00f5es. E boas m\u00fasicas. O primeiro \u00e1lbum do pacote \u00e9 a estr\u00e9ia de 1986, &#8220;Cidades em Torrente&#8221;. Traz os hits &#8220;T\u00e9dio&#8221;, &#8220;No Mundo da Lua&#8221; e &#8220;Timidez&#8221;. Herbert Viana toca guitarra na primeira e, ainda, na paran\u00f3ica &#8220;Inseguro da Vida&#8221;. Renato Russo duela com o vocalista Bruno em &#8220;M\u00famias&#8221; e Celso Blues Boy faz o solo de guitarra na balada de levada oriental &#8220;Caso&#8221;. O segundo \u00e1lbum, &#8220;A Era da Incerteza&#8221; (1987), \u00e9 mais conciso. Tem a leve &#8220;Ida e Volta&#8221;, cr\u00edtica a Igreja em &#8220;Catedral&#8221; e a bela balada &#8220;Inoc\u00eancias&#8221;. &#8220;Z\u00e9&#8221; (1989), o terceiro disco, \u00e9 o melhor trabalho do Biqu\u00edni em est\u00fadio. Traz a suave ode a casa &#8220;Meu reino&#8221;, a bacana &#8220;Teoria&#8221; e a desilus\u00e3o com a ind\u00fastria em &#8220;Bem vindo ao mundo adulto&#8221;. Fechando o \u00e1lbum, o folk rancheiro &#8220;Meus dois amores&#8221; e a bluesy &#8220;Direto pro Inferno&#8221;, uma das melhores m\u00fasicas do Biqu\u00edni Cavad\u00e3o. Para fechar o pacote, &#8220;Desciviliza\u00e7\u00e3o&#8221; (1991). O quarto \u00e1lbum da banda j\u00e1 mostra sinais de cansa\u00e7o, mas mesmo assim emplaca a populista &#8220;Z\u00e9 Ningu\u00e9m&#8221;, a balada rock &#8220;Imposs\u00edvel&#8221; e o regaee &#8220;Vento Ventania&#8221;. Traz de bon\u00fas, uma vers\u00e3o leve e eletr\u00f4nica para &#8220;Meu reino&#8221;. O grande destaque do disco \u00e9 a bela &#8220;Arcos&#8221;, que traz Roberto Menescal tocando viol\u00e3o numa letra que mistura Paris com Rio de Janeiro.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-56613\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/biquini80.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/biquini80.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/biquini80-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8220;80&#8221;, o \u00e1lbum de regrava\u00e7\u00f5es<\/strong><br \/>\nPrimeiro foi Paulo Ricardo, com o mediano &#8220;Rock Popular Brasileiro&#8221; em 1996. Depois tivemos, quase que simultaneamente, os \u00f3timos &#8220;Isso \u00e9 amor&#8221; do Ira!, &#8220;O Barulho dos Inocentes&#8221;, do Inocentes e o fraco &#8220;As 10 mais&#8221; do Tit\u00e3s. Agora \u00e9 a vez do Biqu\u00edni Cavad\u00e3o enfiar as m\u00e3os nos anos 80 e sair de l\u00e1 com 13 vers\u00f5es. O resultado, infelizmente, frustra. O Biqu\u00edni pouca acerta em &#8220;80&#8221;. Consegue descaracterizar boas can\u00e7\u00f5es como &#8220;Toda forma de poder&#8221; do Engenheiros do Hawaii, &#8220;Juven\u00edlia&#8221; do RPM e &#8220;Camila, Camila&#8221; do Nenhum de N\u00f3s. Chega a incomodar em &#8220;Quem me olha s\u00f3&#8221; (um blueza\u00e7o na vers\u00e3o original do Bar\u00e3o Vermelho) e &#8220;Hoje&#8221; do Camisa de V\u00eanus. E nem mesmo a participa\u00e7\u00e3o da Pen\u00e9lope \u00c9rika Martins salva a regrava\u00e7\u00e3o de &#8220;Educa\u00e7\u00e3o Sentimental II&#8221;, do Kid Abelha (aquela que no original &#8220;empresta\u201d toda introdu\u00e7\u00e3o de baixo de &#8220;London Calling&#8221; dos ingleses do The Clash). Seja mantendo os arranjos originais, seja tentando novos arranjos, o resultado fica aqu\u00e9m do esperado. Das 13 faixas, apenas &#8220;Armadilha&#8221;, dos candangos da Finis Africae, convence. E n\u00e3o precisavam ter regravado &#8220;Me Chama&#8221; ( at\u00e9 Jo\u00e3o Gilberto gravou) e nem jogar a voz de Renato Russo a frente na regrava\u00e7\u00e3o de &#8220;M\u00famias&#8221; (do pr\u00f3prio Biqu\u00edni). N\u00e3o bastasse o artif\u00edcio, o rap piegas de Suave, do grupo Jigaboo, no meio da can\u00e7\u00e3o, ainda diz: &#8220;Aproveitando nossa liberdade de express\u00e3o, Renato Russo, Suave e o Biqu\u00edni Cavad\u00e3o&#8221;. Frustrante.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Biquini Cavad\u00e3o - Camila, Camila (ao vivo)\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/AAbxyuyz1Fg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"BIQUINI CAVAD\u00c3O - AO VIVO - 06 TODA FORMA DE PODER\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ONpcULii-ho?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Para o vocalista, &#8220;80&#8221; n\u00e3o \u00e9 oportunista, mas oportuno. &#8220;Para mim, \u00e9 uma quest\u00e3o de &#8216;timing&#8217;. O Biqu\u00edni Cavad\u00e3o nunca lan\u00e7ou um disco ao vivo sequer. Todos nossos trabalhos foram autorais at\u00e9 agora. Resolvemos lan\u00e7ar um disco assim porque deu vontade. Acho oportuno, jamais oportunista&#8221;, conclui Bruno. O vocalista conversou com o Scream &#038; Yell. No bate-papo, carreira, a caixa Box Set e o novo \u00e1lbum.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2001\/08\/01\/entrevista-biquini-cavadao-de-volta-a-cena-em-dose-dupla\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":56609,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[1046],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56606"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=56606"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56606\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":56614,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56606\/revisions\/56614"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/56609"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=56606"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=56606"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=56606"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}