{"id":54869,"date":"2020-02-28T01:02:13","date_gmt":"2020-02-28T04:02:13","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=54869"},"modified":"2020-03-26T02:14:24","modified_gmt":"2020-03-26T05:14:24","slug":"boteco-15-cervejas-nacionais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2020\/02\/28\/boteco-15-cervejas-nacionais\/","title":{"rendered":"Boteco: 15 cervejas nacionais"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/marcelo.costa.5855\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Marcelo Costa<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Abrindo essa s\u00e9rie com duas cervejas do 4Pack do clube Ultrafresco (m\u00eas dezembro) da cervejaria paulistana Trilha. A primeira delas \u00e9 a Mangal\u00f4, uma Double New England IPA com os l\u00fapulos Mosaic, Galaxy e o experimental HBC472 al\u00e9m de adi\u00e7\u00e3o de manga. De colora\u00e7\u00e3o amarela amplamente turva, juicy com um suco, e creme branco espesso de boa forma\u00e7\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o, a Trilha Mangal\u00f4 apresenta um aroma que oferta uma pancada de frutas amarelas, com manga destacada. \u00c9 poss\u00edvel perceber tamb\u00e9m a intensidade da levedura. Na boca, frutado intenso remetendo a manga no primeiro toque e, dai, um oceano de harsh arrasta tudo para a vala dos comuns, atropelando fruta e qualquer outra nuance que a receita pudesse oferecer, e deixando para tr\u00e1s um rastro intenso de amargor e pic\u00e2ncia, que marcar\u00e1 o tra\u00e7ado da bebida dai em diante (ou seja, aumentar\u00e1 a intensidade conforme o l\u00edquido amarelo for descendo a garganta). A textura \u00e9 cremosa, picante e adstringente. Dai pra frente, a sensa\u00e7\u00e3o de desiquil\u00edbrio segue em frente, e tudo que poderia resultar numa cerveja incr\u00edvel acaba num conjunto mediano, que \u00e9 ok, mas \u00e9 apenas uma p\u00e1lida ideia do que poderia ser. No final, manga e harsh. No retrogosto, harsh, pic\u00e2ncia de levedura, adstring\u00eancia e manga.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-54870\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/colheita.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"445\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/colheita.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/colheita-300x178.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0A segunda do 4Pack do clube Ultrafresco (m\u00eas dezembro) da cervejaria paulistana Trilha \u00e9 a Colheita 19, uma New England IPA que tenta se beneficiar da colheita da nova safra de l\u00fapulos nos EUA para entregar uma cerveja com adjuntos mais frescos ao cliente. Nessa receita, l\u00fapulos Mosaic e Galaxy safra 2019. De colora\u00e7\u00e3o amarela turva escura, feia e fora do padr\u00e3o da casa, com creme branco de boa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia alta reten\u00e7\u00e3o, a Trilha Colheita 19 apresenta um aroma que combina delicadas notas frutadas com do\u00e7ura de lactose (ainda que o r\u00f3tulo n\u00e3o informe a presen\u00e7a do adjunto) numa paleta arom\u00e1tica que remete a um Yakult rebelde. Na boca, Yakult lupulado no primeiro toque seguido de leve do\u00e7ura, efervesc\u00eancia de levedura e delicada p\u00eassego. O amargor \u00e9 comportado (ainda mais perto do desequil\u00edbrio do harsh da anterior), com um harsh levezinho que n\u00e3o chega a incomodar. J\u00e1 a textura sobre a l\u00edngua \u00e9 intensamente picante, mostrando uma aspereza que pode passar batido pelo bebedor. Dai pra frente, uma NE IPA abaixo do padr\u00e3o da Trilha, com defeitos aparentes, mas muito mais beb\u00edvel do que a anterior, que requeria mais dedica\u00e7\u00e3o e coragem. Essa at\u00e9 desce macia com um final doce e levemente picante. No retrogosto, iogurte e Yakult.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-54880\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/ginduia.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"364\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/ginduia.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/ginduia-300x146.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De Minas Gerais para Valinhos, no interior de S\u00e3o Paulo, com mais um da cigana Mafiosa, que produz suas receitas em V\u00e1rzea Paulista, na f\u00e1brica da D\u00e1diva. As duas pr\u00f3ximas s\u00e3o da s\u00e9rie Leave The Gun, de cervejas sobremesas inspiradas na fala cl\u00e1ssica do filme \u201cO Poderoso Chef\u00e3o\u201d, s\u00e9rie que foi aberta com a maravilhosa RIS <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/07\/21\/tres-perguntas-guilherme-matheus-mafiosa-cervejaria\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Leave The Gun, Take the Cannoli<\/a>, e que segue agora com a Double Milk Stout Leave The Gun, Take the Giand\u00faia, que recebe adi\u00e7\u00e3o de avel\u00e3, chocolate e lactose. De colora\u00e7\u00e3o marrom escura, praticamente preta, e creme bege de \u00f3tima forma\u00e7\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o, a Leave The Gun, Take the Giand\u00faia apresenta um aroma delicioso que remente a Amandita, com o avel\u00e3 perfumando o ambiente e tomando conta de toda paleta arom\u00e1tica, deixando um pequeno espa\u00e7o para os 8.4% de \u00e1lcool, que d\u00e3o as caras de maneira sutil. Na boca, avel\u00e3 no primeiro toque, com sugest\u00e3o de chocolate ao leite na sequencia, e \u00e1lcool bem sutil. O amargor \u00e9 muito mais comportado do que os 60 IBUs descritos na lata sugerem, e a textura \u00e9 sedosa. Dai pra frente, um conjunto saboroso, com o avel\u00e3 se destacando de maneira incr\u00edvel. No final, avel\u00e3 e \u00e1lcool sutil. No retrogosto, calor alco\u00f3lico, chocolate e avel\u00e3.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-54876\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tiramisu.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"453\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tiramisu.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tiramisu-300x181.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A segunda da turma de Valinhos \u00e9 a Mafiosa Leave The Gun, Take the Tiramis\u00fa, uma Double Milk Stout que recebem adi\u00e7\u00e3o de lactose, caf\u00e9, cacau e baunilha. De colora\u00e7\u00e3o marrom escura, praticamente preta, e creme bege de \u00f3tima forma\u00e7\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o, a Leave The Gun, Take the Tiramis\u00fa apresenta um aroma com delicada sugest\u00e3o de caf\u00e9 em destaque sobre uma base de cacau. Ainda \u00e9 poss\u00edvel perceber levemente sugest\u00e3o de nozes e de baunilha, al\u00e9m dos 8.4% de \u00e1lcool, que d\u00e3o as caras suavemente \u2013 principalmente quando a cerveja aquece na ta\u00e7a. Na boca, maior equil\u00edbrio entre cacau e caf\u00e9 desde o primeiro toque, que surge dividido. Essa divis\u00e3o \u00e9 exibida na sequencia, com a baunilha aparecendo com bastante suavidade, e o \u00e1lcool n\u00e3o incomodando nem um pouquinho. Assim como na anterior, o amargor \u00e9 muito mais comportado do que os 60 IBUs descritos na lata sugerem, e a textura \u00e9 sedosa. Dai pra frente, um conjunto bastante equilibrado entre caf\u00e9 e cacau, com a baunilha sutil dando um belo colorido. No final, caf\u00e9 e cacau. No retrogosto, mais caf\u00e9, menos cacau e leve amargor residual.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-54878\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/walsdolce.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"458\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/walsdolce.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/walsdolce-300x183.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Do interior de S\u00e3o Paulo para Belo Horizonte, em Minas Gerais, com mais duas cervejas do clube MadLab, da W\u00e4ls, abrindo (ap\u00f3s duas boas Pastry Stouts da Mafiosa) com um arremedo do estilo, pois a receita base lembra exageradamente uma Belgian Dubbel, o que foge completamente da ideia original das \u201cPastrys Stouts\u201d. A receita recebe adi\u00e7\u00e3o de baunilha e lactose, e a ideia da casa foi tenta emular o cl\u00e1ssico doce de leite mineiro. De colora\u00e7\u00e3o marrom escura, ainda que translucida nas bordas, e creme bege de boa forma\u00e7\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o, a W\u00e4ls MadLab Dolce traz sugest\u00e3o de caramelo tostado no aroma com leve presen\u00e7a de caf\u00e9 e tamb\u00e9m de a\u00e7\u00facar queimado. Na boca, do\u00e7ura caramelada no primeiro toque seguida de leve sugest\u00e3o de chocolate amargo e de caf\u00e9 al\u00e9m de a\u00e7\u00facar queimado e caramelo tostado. O amargor bate os 40 IBUs, sendo mais acentuado do que espera de uma receita que busca emular doce de leite. J\u00e1 a textura \u00e9 leve e picante, deixando a desejar no quesito cremosidade. Dai pra frente, a sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 de uma boa Belgian Dubbel condimentada, o que n\u00e3o tem nada a ver com a proposta. No final, caramelo tostado. No retrogosto, mais caramelo tostado e a\u00e7\u00facar queimado. Decep\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-54879\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/whitecoffee.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"461\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/whitecoffee.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/whitecoffee-300x184.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A segunda do clube MadLab, da W\u00e4ls, exibe outro equivoco de denomina\u00e7\u00e3o: a White Coffee Dubbel \u00e9 uma Double Belgian Blonde que recebe adi\u00e7\u00e3o de baunilha, caf\u00e9 de torra ar\u00e1bica, uva passa e coco, ou seja, corretamente \u00e9 uma Belgian Strong Ale e n\u00e3o uma Belgian Dubbel, como o nome se equivoca e confunde o bebedor. De colora\u00e7\u00e3o amarela dourada levemente translucida com creme bege claro quase branco de boa forma\u00e7\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o, a W\u00e4ls White Coffee Dubbel apresenta um aroma com muito caf\u00e9 em destaque al\u00e9m de percep\u00e7\u00e3o de do\u00e7ura de caramelo e sugest\u00e3o de banana e frutas cristalizadas. Na boca, a banana chega antes no primeiro toque e \u00e9 atropelada na sequencia pelo caf\u00e9, que domina completamente o paladar \u2013 \u00e9 poss\u00edvel sentir a do\u00e7ura de caramelo e baunilha bem de leve. Os 35 IBUs de amargor adiantados pela casa parecem excessivos, pois a do\u00e7ura do conjunto impera e faz imaginar, com boa vontade, uns 10 IBUs. A textura \u00e9 suave e levemente picante (de \u00e1lcool, 8.3%). Dai pra frente, uma boa Belgian Strong Ale com caf\u00e9 sacrificada numa denomina\u00e7\u00e3o equivocada. No final, caf\u00e9 e banana. No retrogosto, mais caf\u00e9, do\u00e7ura e frutas cristalizadas.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-54873\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/hallo.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"445\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/hallo.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/hallo-300x178.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De Minas Gerais para Itupeva, no interior de S\u00e3o Paulo, casa da cervejaria Blondine, que retorna ao site com duas novidades. A primeira delas \u00e9 a Hallo, uma rara Berliner Weisse brasileira pura, sem adi\u00e7\u00e3o de frutas ou sucos para amaciar a acidez (tradicional do estilo berlinense). De colora\u00e7\u00e3o amarela palha com discreta turbidez e creme branco de boa forma\u00e7\u00e3o e r\u00e1pida dispers\u00e3o, t\u00edpica do estilo, a Blondine Hallo apresenta um aroma que remete a padaria, com sugest\u00e3o de p\u00e3o e fermento em destaque. Ainda \u00e9 poss\u00edvel perceber sutilmente a acidez (grande marca do estilo) e tamb\u00e9m derivados campestres, como feno e palha. Na boca, acidez leve em meio a azedinho no primeiro toque, que ganha intensidade na sequencia, sem assustar demais paladares desavisados. O \u00e1lcool \u00e9 baixinho (3.8%), amargor n\u00e3o entra aqui (em territ\u00f3rio dominado pela acidez e pelo azedume) e a textura \u00e9 levemente frisante. Dai pra frente, uma Berliner bastante provocante e agrad\u00e1vel, que combina com o calor\u00e3o brasileiro. No final, acidez e saliva\u00e7\u00e3o. No retrogosto, mais um tiquinho de adstring\u00eancia e de refrescancia. Boa!<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-54877\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tropicalcaja.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"456\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tropicalcaja.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/tropicalcaja-300x182.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A segunda da cervejaria Blondine tamb\u00e9m \u00e9 a segunda da linha Tropical Catharina Sour a passar por aqui: primeiro foi a Jabuticaba, agora \u00e9 a vez da Caj\u00e1, uma cerveja de colora\u00e7\u00e3o amarela mais para o dourado do que para o palha (embora apresente as duas nuances) e creme branco de m\u00e9dia forma\u00e7\u00e3o e r\u00e1pida dispers\u00e3o (tradicional do estilo). No aroma, frutado sutil remetendo a caj\u00e1 e sugest\u00e3o amena de acidez, mais comportada do que na vers\u00e3o com jabuticaba. Na boca, caj\u00e1 bem leve no primeiro toque, e com a mesma leveza marcando a sequencia de um perfil bastante leve, quase um suquinho de caj\u00e1 com pouco \u00e1lcool (3.8%) e o azedume tradicional da fruta \u2013 nem tanto assim tamb\u00e9m. Amargor n\u00e3o tem vez aqui, e a textura \u00e9 leve com quase nada de fris\u00e2ncia e pic\u00e2ncia. Dai pra frente, a sensa\u00e7\u00e3o de suco de caj\u00e1 azedinho permanece, e vai at\u00e9 o final&#8230; azedinho. No retrogosto, azedinho e refrescancia.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-54871\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/dogmamurk.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/dogmamurk.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/dogmamurk-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De volta \u00e0 capital paulista com tr\u00eas cervejas produzidas no taproom da Dogma, no bairro de Santa Cecilia. A primeira \u00e9 a Murk, uma American Pale Ale que destaca a combina\u00e7\u00e3o de l\u00fapulos Calista, Ariana e Citra. De colora\u00e7\u00e3o amarela, turva, juicy como um suco de laranja, e creme branco espesso de bela forma\u00e7\u00e3o e longa reten\u00e7\u00e3o, a Dogma Murk apresenta um aroma que combina deliciosas notas frutadas c\u00edtricas (laranja lima, lichia e tangerina) com leve sugest\u00e3o mineral e de anis. Na boca, o frutado c\u00edtrico chega completamente l\u00edmpido no primeiro toque como se o bebedor estivesse pegando uma laranja do p\u00e9. Na sequencia, mais frutado c\u00edtrico, leve mineral e a sutil presen\u00e7a de sugest\u00e3o de anis, que d\u00e1 um colorido delicado ao conjunto, sem tirar o brilho c\u00edtrico. O amargor \u00e9 comportado para os 50 IBUs adiantados pela casa (carrega um pouco na garganta conforme a lata vai \u201csecando\u201d, mas nada que atrapalhe o drinkability) e a textura, cremosa e picante. Dai pra frente, uma APA incr\u00edvel, de baixo \u00e1lcool (4.9%) e muito sabor. No final, laranja e casca de laranja (principalmente ap\u00f3s \u201cdescansa-la na l\u00edngua). No retrogosto, laranja, tangerina e anis.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-54874\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/lux.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/lux.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/lux-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A segunda da s\u00e9rie \u00e9 a Dogma Lux, uma New England IPA fermentada com a levedura exclusiva Vermont Spirit. De colora\u00e7\u00e3o amarela turva, juicy como um suco de laranja, e creme branco espesso de boa forma\u00e7\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o, a Dogma Lux apresenta um aroma espetacular com notas frutadas c\u00edtricas remetendo a suco de laranja, manga e tamb\u00e9m lichia num perfil bastante tropical. H\u00e1 sutil remiss\u00e3o a do\u00e7ura e condimenta\u00e7\u00e3o. Na boca, frutado tropical saboroso remetendo a laranja que se abre de forma sutil acrescentando manga e do\u00e7ura mediana. O amargor \u00e9 baixo (na casa dos 25 IBUs), a textura \u00e9 pinicante e frisante. Dai pra frente, com uma (v\u00e1rias) m\u00e3ozinha(s) da levedura, a condimenta\u00e7\u00e3o toma a dianteira deixando o frutado c\u00edtrico na retaguarda enquanto risca c\u00e9u da boca e desce garganta abaixo. Ainda assim, o final come\u00e7a docinho, e vai ficando deliciosamente torto. No final, condimenta\u00e7\u00e3o suave marcando presen\u00e7a e carregando o palato para o retrogosto, que ainda recebe frutado tropical, do\u00e7ura e resina delicada. Deliciosa!<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-54872\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/dogmapineapple.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"470\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/dogmapineapple.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/dogmapineapple-300x188.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fechando a s\u00e9rie com a terceira Dogma, e uma porrada que atende pelo nome Pineapple Dream, uma Double IPA com abacaxi e 10% de \u00e1lcool produzida no taproom da cervejaria na Santa Cecilia. De colora\u00e7\u00e3o dourada com creme branco espesso de boa forma\u00e7\u00e3o e longa reten\u00e7\u00e3o, a Dogma Pineapple Dream apresenta um aroma com abacaxi altamente percept\u00edvel, e \u00e1lcool praticamente nulo (apesar de seus 10%!). H\u00e1, ainda, remiss\u00e3o a frutas amarelas e tamb\u00e9m leve toque de anis. Na boca, do\u00e7ura e abacaxi praticamente juntos no primeiro toque seguidos de mais abacaxi, algo como uma calda, meladinha e adocicada, e leve percep\u00e7\u00e3o da pancada alco\u00f3lica. O amargor deve bater na casa dos 60 IBUs, embora ningu\u00e9m perceba muita coisa com o abacaxi e esse \u00e1lcool todo inebriando a atmosfera. A textura sobre a l\u00edngua, por\u00e9m, \u00e9 quase uma calda de abacaxi alco\u00f3lica, \u201cfritando\u201d \u00e1lcool \u2013 aqui se percebe o que o paladar normalmente deixa passar. Dai pra frente, uma Double IPA incr\u00edvel, pancada, frutada, deliciosa e altamente alcoolica. No final, abacaxi e \u201ccalorzim\u201d. No retrogosto, mais abacaxi&#8230; e alegria. Cuidado. : )<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trilha Mangal\u00f4<br \/>\n\u2013 Produto: Double New England IPA<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 8%<br \/>\n\u2013 Nota: 3.19\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Trilha Colheita 19<br \/>\n\u2013 Produto: New England IPA<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 7%<br \/>\n\u2013 Nota: 3.32\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mafiosa Leave The Gun! Take The Giand\u00faia<br \/>\n\u2013 Produto: Double Milk Stout<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 8.4%<br \/>\n\u2013 Nota: 3.70\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mafiosa Leave The Gun! Take The Tiramis\u00fa<br \/>\n\u2013 Produto: Double Milk Stout<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 8.4%<br \/>\n\u2013 Nota: 3.67\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">W\u00e4ls MadLab Dolce<br \/>\n\u2013 Produto: Belgian Dubbel<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 10%<br \/>\n\u2013 Nota: 3.00\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">W\u00e4ls MadLab White Coffee Dubbel<br \/>\n\u2013 Produto: Belgian Dubbel<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 8.3%<br \/>\n\u2013 Nota: 3.25\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Blondine Hallo<br \/>\n\u2013 Produto: Berliner Weisse<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 3.8%<br \/>\n\u2013 Nota: 3.40\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Blondine Tropical Caj\u00e1<br \/>\n\u2013 Produto: Catharina Sour<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 3.8%<br \/>\n\u2013 Nota: 3.26\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dogma Murk<br \/>\n\u2013 Produto: American Pale Ale<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 4.9%<br \/>\n\u2013 Nota: 4.01\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dogma Lux<br \/>\n\u2013 Produto: New Engladn PA<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 7.2%<br \/>\n\u2013 Nota: 4.00\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dogma Pinneaple Dream<br \/>\n\u2013 Produto: Double IPA<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 10%<br \/>\n\u2013 Nota: 4.01\/5<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-54881\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/lux2.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"750\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/lux2.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/lux2-300x300.jpg 300w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/lux2-150x150.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m<\/strong><br \/>\n\u2013 Top 2001 Cervejas, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2010\/01\/01\/top-1001-cervejas-marcelo-costa\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 Leia sobre outras cervejas (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/category\/boteco\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Trilha Mangal\u00f4, Trilha Colheita 19, Mafiosa Leave The Gun! 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