{"id":53417,"date":"2019-10-18T00:10:14","date_gmt":"2019-10-18T03:10:14","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=53417"},"modified":"2019-12-15T01:05:51","modified_gmt":"2019-12-15T04:05:51","slug":"entrevista-legacy-of-kain","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2019\/10\/18\/entrevista-legacy-of-kain\/","title":{"rendered":"Entrevista: Legacy of Kain"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista por <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/paulo.pontes.376\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Paulo Pontes<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Formada em 2016 pelos guitarristas Karim Serri e Angelo Torquetto, em Curitiba, a banda Legacy of Kain tem se mostrado uma das grandes for\u00e7as do metal nacional. A banda, que vira e mexe faz shows nos mais diversos pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul, vem trabalhando na divulga\u00e7\u00e3o de seu mais recente \u00e1lbum, \u201cParalelo XI\u201d (2019), que pode ser considerado, sem sombra de d\u00favidas, um dos grandes lan\u00e7amentos nacionais do ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Abordando temas como depress\u00e3o, suic\u00eddio, pol\u00edtica, al\u00e9m de um violento massacre ocorrido com os \u00edndios da tribo Cinta Larga em 1963, a LOK pratica um metal moderno, pesado e cheio de groove. A banda j\u00e1 passou por algumas altera\u00e7\u00f5es em sua forma\u00e7\u00e3o, hoje consolidada como um quarteto com Markos Franzmann nos vocais, Tiago Rodrigues na bateria, o baixista Jo\u00e3o Lavina, al\u00e9m de Karim Serri nas guitarras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na conversa que voc\u00ea confere abaixo, a banda fala sobre as composi\u00e7\u00f5es do novo disco, que contou com a participa\u00e7\u00e3o da vocalista Fernanda Lira (Nervosa), analisa o atual cen\u00e1rio do metal por aqui e decreta que trabalhar \u201cintensamente com banda de metal no Brasil \u00e9 para poucos, pouqu\u00edssimos\u201d.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Legacy of Kain  - Paralelo XI - [TENDA] - 337\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/dWkd8pyR-zA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Desde a sua forma\u00e7\u00e3o a banda passou por in\u00fameras mudan\u00e7as: troca de vocalista, baixista, sa\u00edda de integrantes, enfim. Como voc\u00eas avaliam o atual momento do Legacy of Kain e como essas mudan\u00e7as influenciaram (se influenciaram) na sonoridade ou na forma como encaram os assuntos relacionados ao grupo?<\/strong><br \/>\nKarim Serri: \u00c9, quando se trabalha com a intensidade que a LOK trabalha aqui no Brasil, corre-se esse risco. Quando come\u00e7amos e a cada novo membro que entrou na banda foi conversado e explicado exatamente a forma e a maneira de trabalharmos e que os resultados apareceriam diariamente. Acho que na empolga\u00e7\u00e3o o cara pensa \u201cnossa \u00e9 tudo que eu queria de uma banda\u201d, mas quando ele vive essa realidade no dia a dia e v\u00ea tudo que tem que sacrificar para que a banda funcione dessa maneira, quando ele vive a realidade de uma tour de 15, 30 ou 40 dias, ele se d\u00e1 conta que as coisas n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o bonitas e f\u00e1ceis como parecem. Trabalhar intensamente com banda de metal no Brasil \u00e9 para poucos, pouqu\u00edssimos. D\u00e1 pra contar nos dedos de uma m\u00e3o as bandas que fazem esse tipo de trabalho que a LOK faz. A entrada do Markos influenciou no som da LOK, ele vem de uma escola bem mais moderna e puxa a gente nesse sentido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas j\u00e1 s\u00e3o m\u00fasicos com anos de experi\u00eancia, entretanto, \u00e9 n\u00edtida a evolu\u00e7\u00e3o que atingiram com o lan\u00e7amento de \u201cParalelo XI\u201d. D\u00e1 pra dizer que vivem o melhor momento de suas carreiras?<\/strong><br \/>\nKarim: Claro, acho que estamos vivendo nosso melhor momento hoje tanto em termos de sonoridade quanto em termos de proje\u00e7\u00e3o, mas isso \u00e9 at\u00e9 agora. Espero que a cada semana daqui pra frente estejamos vivendo nosso melhor momento. Ainda temos muito o que crescer e aprender.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pra quem est\u00e1 h\u00e1 tanto tempo na estrada, quais s\u00e3o as principais diferen\u00e7as? As coisas t\u00eam melhorado?<\/strong><br \/>\nKarim: Em alguns pontos est\u00e1 muito mais f\u00e1cil. Est\u00e1 mais f\u00e1cil de gravar um disco e fazer contatos para tocar. A Internet ajudou muito nesse sentido. Por outro lado, est\u00e1 muito mais dif\u00edcil de se destacar em meio a tantas bandas e conseguir se colocar no mercado. Mas no nosso meio eu acredito que hoje os fatores sorte, carisma e originalidade que eram suficientes antigamente, n\u00e3o bastam, as gravadoras e os empres\u00e1rios desse mercado n\u00e3o est\u00e3o mais procurando \u201caquela banda\u201d, eles querem uma banda que j\u00e1 esteja fazendo o seu trabalho, que necessite de um m\u00ednimo investimento para deslanchar. Ningu\u00e9m mais tem dinheiro para investir do zero e sustentar uma banda at\u00e9 ela virar, ou voc\u00ea j\u00e1 est\u00e1 maduro e dispon\u00edvel, ou seja, \u201cpronto\u201d para encarar o mercado, ou voc\u00ea n\u00e3o tem chance nenhuma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas poderiam nos contar um pouco sobre a tem\u00e1tica da faixa \u201cSplit in Half\u201d, que conta com a ilustre participa\u00e7\u00e3o da vocalista Fernanda Lira (Nervosa)?<\/strong><br \/>\nKarim: \u00c9 uma hist\u00f3ria vergonhosa do nosso passado. No chamado \u201cMassacre do Paralelo XI\u201d, ocorrido nos estados do MT e RO nos anos 60, em um dos v\u00e1rios epis\u00f3dios sangrentos e covardes, um grupo de grileiros e garimpeiros capturou uma \u00edndia da tribo dos Cinta Larga com seu beb\u00ea de colo, pendurou-a de cabe\u00e7a para baixo e cortou-a ao meio a golpes de fac\u00e3o, depois matou seu filho. Acho que Fernanda destilou toda sua raiva quanto a essa hist\u00f3ria quando interpretou essa \u00edndia ao cantar \u201cSplit in Half\u201d. Sensacional e emocionante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A banda lan\u00e7ou nas plataformas digitais uma inusitada vers\u00e3o de \u201cGet Lucky\u201d, do Daft Punk, outra a contar com a participa\u00e7\u00e3o da Fernanda Lira, que por sua vez colocou um tamb\u00e9m inusitado vocal limpo na faixa. Como surgiu a ideia de gravar essa vers\u00e3o? A Fernanda j\u00e1 era uma escolha para a faixa ou o convite veio ap\u00f3s ela gravar a participa\u00e7\u00e3o em \u201cSplit in Half\u201d?<\/strong><br \/>\nKarim: A gente tava com a ideia de gravar esse cover antes de pensar em qualquer participa\u00e7\u00e3o, a\u00ed um dia est\u00e1vamos conversando com o Marllon Matos, nosso assessor de imprensa, e ele veio com a ideia de chamar algu\u00e9m para fazer essa ponta e fomos levantando nomes at\u00e9 que ele sugeriu a Fernanda Lira. Quando falamos com ela, ela adorou a ideia do cover e do vocal limpo. O papo fluiu t\u00e3o de boa que resolvemos convid\u00e1-la tamb\u00e9m para a \u201cSplit in Half\u201d e fizemos a letra dessa m\u00fasica j\u00e1 pensando na participa\u00e7\u00e3o dela.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Tendo o Daft Punk como refer\u00eancia, quais outros estilos musicais ou artistas fora do metal e suas vertentes influencia voc\u00eas?<\/strong><br \/>\nKarim: Puts, a lista \u00e9 enorme. Vou falar por mim: gosto de Adele, David Bowie, Maroon 5, Sia e por a\u00ed vai.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Tanto no EP \u201cGreta\u201d (2016) quanto no \u00e1lbum de estreia, \u201cI.N.V.E.R.S.O\u201d (2017), as letras eram todas em portugu\u00eas, agora, em \u201cParalelo XI\u201d, decidiram compor em ingl\u00eas. A que se deve essa mudan\u00e7a?<\/strong><br \/>\nKarim: Bom, em primeiro lugar, eu quero deixar claro que gosto demais de m\u00fasica no estilo que n\u00f3s fazemos cantadas em portugu\u00eas, mais do que em ingl\u00eas. At\u00e9 2016 a gente tinha a esperan\u00e7a de que o mercado nacional iria mudar, com o crescimento de bandas como Project46, John Wayne, Ponto Nulo No C\u00e9u e mais aquela enxurrada de bandas boas cantando em portugu\u00eas que teve nesse per\u00edodo. T\u00ednhamos uma esperan\u00e7a muito grande que se formaria um circuito, uma cena forte e concreta de m\u00fasica pesada no BR. Expectativas frustradas e de volta \u00e0 realidade, resolvemos desisitir de esperar por isso. Pensamos da seguinte forma, \u201cbom as pessoas aqui no Brasil v\u00e3o gostar se fizermos um disco em portugu\u00eas ou em Ingl\u00eas e as pessoas de fora v\u00e3o gostar muito mais se fizermos um disco em Ingl\u00eas\u201d. Foi uma mudan\u00e7a fria mesmo, estrat\u00e9gica, visando o mercado como um todo. Nada po\u00e9tico nem derivado de uma grande inspira\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>As letras da banda s\u00e3o bem atuais e abordam temas relevantes no campo pol\u00edtico\/social. Percebe-se tamb\u00e9m uma preocupa\u00e7\u00e3o em enxergar esperan\u00e7a em meio \u00e0s necess\u00e1rias cr\u00edticas presentes em algumas faixas, correto? Como funciona esse processo de cria\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nMarkos: Todas as letras que fazemos abordam algumas hist\u00f3rias ver\u00eddicas sobre o que sofreu nos anos 60\/70 a tribo dos Cinta Larga por interesses externos, e n\u00f3s vivemos algo parecido ou pior hoje. No meu ponto de vista, s\u00e3o interesses ocultos e talvez mais perigosos do tipo ONGs que dizem se preocupar com o povo ind\u00edgena, mas no fundo ou est\u00e3o desviando dinheiro p\u00fablico ou est\u00e3o plantando uma semente para que nossa Amaz\u00f4nia um dia n\u00e3o seja mais patrim\u00f4nio brasileiro. Abordamos outros assuntos como depress\u00e3o, suic\u00eddio, pol\u00edtica, muitas vezes de forma gen\u00e9rica para que o p\u00fablico possa interpretar as letras de acordo com o que estamos vivendo hoje. No \u00faltimo \u00e1lbum tivemos a colabora\u00e7\u00e3o do Pedro Ferreira (Royal Rage) em v\u00e1rias letras do \u00e1lbum. Temos um senso comum entre a banda sobre os nossos ideais em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pol\u00edtica e outros assuntos que abordamos. Tudo \u00e9 lido e discutido antes de ser aproveitado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O Legacy of Kain j\u00e1 esteve em diversos pa\u00edses sul americanos, inclusive, retornaram recentemente de mais uma turn\u00ea pelos pa\u00edses vizinhos. Como tem sido a receptividade \u00e0 banda fora do territ\u00f3rio brasileiro? Voc\u00eas t\u00eam encontrado boas estruturas para tocar fora do nosso pa\u00eds?<\/strong><br \/>\nLavinas: A receptividade fora do pa\u00eds, em geral, \u00e9 incr\u00edvel. N\u00e3o sei se por sermos estrangeiros, mas d\u00e1 pra notar uma certa diferen\u00e7a dos shows que acontecem aqui no Brasil. Um dos pontos mais diferentes \u00e9 o distanciamento inicial do palco. Normalmente, no in\u00edcio dos shows, h\u00e1 uma dist\u00e2ncia do p\u00fablico com a banda, mas conforme v\u00e3o se ambientando, o mosh rola solto. A respeito da estrutura, n\u00e3o vejo que h\u00e1 tanta diferen\u00e7a do que temos aqui no Brasil. Alguns lugares bons, outros nem tanto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Markos: O Legacy sempre foi muito bem recebido em todos os rol\u00eas organizados em outros pa\u00edses. O p\u00fablico sul americano \u00e9 muito acolhedor. Na segunda vez que fomos \u00e0 Bol\u00edvia e Peru tivemos uma recep\u00e7\u00e3o mais calorosa ainda da galera que compareceu nos shows do que em 2017. As casas de shows nem sempre s\u00e3o bem estruturadas, assim como aqui no Brasil, mas \u00e0s vezes esse \u00e9 o melhor que eles podem proporcionar. A gente se adapta e tenta retribuir o carinho e a dedica\u00e7\u00e3o que eles t\u00eam com a gente em cada cidade que passamos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas t\u00eam mais uma porrada de shows fora do Brasil agora no final do segundo semestre, entre eles um ao lado do Krisiun, um dos maiores representantes da m\u00fasica pesada do Brasil. Qual \u00e9 a expectativa para esses shows e o que podemos esperar do Legacy of Kain nos pr\u00f3ximos meses?<\/strong><br \/>\nMarkos: Estamos empolgados para essa segunda parte da turn\u00ea que acontecer\u00e1 em outubro\/novembro na Argentina, Paraguai e terminar\u00e1 no Chile. Ser\u00e1 nossa primeira vez na Argentina, esperamos conquistar nossos hermanos com o nosso \u00faltimo trabalho, o \u201cParalelo Xl\u201d. At\u00e9 onde sabemos, h\u00e1 um p\u00fablico metaleiro consider\u00e1vel por l\u00e1. N\u00e3o esperamos nada al\u00e9m de shows muito brutais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Se tivessem que escolher tr\u00eas m\u00fasicas da banda que a definem, quais seriam? Por qu\u00ea?<\/strong><br \/>\nKarim: \u201cThe Throne\u201d, \u201cSplit in Half\u201d e \u201cBeneath The Mud\u201d s\u00e3o as que eu acho que definem melhor musicalmente e ideologicamente o que \u00e9 e o que ser\u00e1 a LOK<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Markos: Particularmente, gosto muita da \u2018Distrito F_deral\u201d. \u00c9 uma m\u00fasica que representa muito o lado da revolta sobre nossa pol\u00edtica como um todo, \u00e9 uma m\u00fasica pesada em todos os sentidos. \u201cSplit in Half\u201d representa a forma que a o Legacy gosta de relatar os problemas que vivemos no nosso pa\u00eds. Da forma mais nua e crua poss\u00edvel, a letra diz exatamente o sentimento da tribo Cinta Larga ao ver seu povo ser devastado por puro interesse comercial. Sentimento de dor e sede de vingan\u00e7a pelos que foram mortos naquela noite. A m\u00fasica \u201cDisease\u201d, a \u00faltima faixa do \u00e1lbum \u201cParalelo Xl\u201d, conta uma hist\u00f3ria gen\u00e9rica sobre um sujeito que perdeu algu\u00e9m muito pr\u00f3ximo, e sua \u00fanica vontade era encontrar essa pessoa novamente, nem que isso lhe custasse a pr\u00f3pria vida. A letra foi baseada em situa\u00e7\u00f5es que n\u00f3s do Legacy passamos em nossas vidas. Perdi meu pai muito cedo, e isso reflete em minha vida at\u00e9 hoje. Nosso amigo Pedro Ferreira, que ajudou nas composi\u00e7\u00f5es do disco, tem uma hist\u00f3ria parecida e resolvemos colocar isso de forma gen\u00e9rica para que o p\u00fablico pudesse adaptar sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria \u00e0 letra dessa m\u00fasica.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Legacy of Kain - Live Session at Mega Sound Studio (Lima-Peru)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ilitdYuw94A?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2013 Paulo Pontes \u00e9 colaborador do\u00a0<a href=\"http:\/\/whiplash.net\/autores\/paulopontes.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Whiplash,\u00a0<\/a>assina a\u00a0<a href=\"http:\/\/lounge.obviousmag.org\/kontratak_kultural\/autor\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Kontratak Kultural<\/a>\u00a0e escreve de rock, hard rock e metal no Scream &amp; Yell. \u00c9 autor do livro \u201c<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/photo.php?fbid=2123311197759382&amp;set=a.356284934462026&amp;type=3&amp;theater\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A Arte de Narrar Vidas: hist\u00f3rias al\u00e9m dos biografados<\/a>\u201c.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Formada em 2016 em Curitiba, a Legacy of Kain tem se mostrado uma das grandes for\u00e7as do metal nacional. A banda vem trabalhando na divulga\u00e7\u00e3o de seu mais recente \u00e1lbum, \u201cParalelo XI\u201d (2019), que pode ser considerado, sem sombra de d\u00favidas, um dos grandes lan\u00e7amentos nacionais do ano.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2019\/10\/18\/entrevista-legacy-of-kain\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":65,"featured_media":53418,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[4084],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53417"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/65"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=53417"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53417\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":53999,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53417\/revisions\/53999"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/53418"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=53417"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=53417"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=53417"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}