{"id":52783,"date":"2019-08-29T15:32:43","date_gmt":"2019-08-29T18:32:43","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=52783"},"modified":"2019-10-01T00:04:37","modified_gmt":"2019-10-01T03:04:37","slug":"entrevista-ricardo-cury-fala-sobre-o-livro-tchau","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2019\/08\/29\/entrevista-ricardo-cury-fala-sobre-o-livro-tchau\/","title":{"rendered":"Entrevista: Ricardo Cury fala do livro &#8220;Tchau&#8221;"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista por\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/leonardo.panco.9\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Leonardo Pan\u00e7o<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cComecei a escrever esse livro em 2004, mas s\u00f3 agora, 12 anos depois, resolvi finaliz\u00e1-lo e public\u00e1-lo\u201d, contava Ricardo Cury em 2017 na p\u00e1gina do crowdfunding para viabiliza\u00e7\u00e3o do lan\u00e7amento de seu segundo livro, \u201c<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/livrotchau\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Tchau<\/a>\u201d. Meta alcan\u00e7ada, o publicit\u00e1rio, escritor e baterista (que passou por bandas de rock baianas como Dinky Dau, Jupiterscope, brincando de deus e ZecaCuryDamm) come\u00e7ou a produ\u00e7\u00e3o do livro, que agora alcan\u00e7a o p\u00fablico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seu primeiro livro, \u201c<a href=\"https:\/\/www.estantevirtual.com.br\/livros\/ricardo-cury\/para-colorir\/2391457565\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Para Colorir<\/a>\u201d, foi lan\u00e7ado em 2008 e fez &#8216;sucesso&#8217; no underground \u2013 hoje encontra-se esgotado e Ricardo Cury recusa uma segunda edi\u00e7\u00e3o: \u201cTem textos no livro que escrevi com 21-22 anos e eu n\u00e3o me enxergo mais em muitos ali\u201d. \u201cPara Colorir\u201d \u00e9 um livro de cr\u00f4nicas que conta com historias que permeiam o universo do rock underground de Salvador. \u201cTchau\u201d, por sua vez, \u00e9 um romance sobre a vida, a morte, o acaso e a esperan\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para ambientar a contento a trama de \u201cTchau\u201d, Ricardo Cury conversou com \u201cm\u00e9dicos, enfermeiros, psic\u00f3logos, diretores de hospitais, e tamb\u00e9m pessoas que n\u00e3o s\u00e3o dessa \u00e1rea profissional, mas que passaram por alguma forma de despedida\u201d, e a grande ajuda veio de uma hematologista, que se sensibilizou. Tamb\u00e9m fez pesquisa com pescadores (que achavam que ele era fiscal do Ibama, devido a tantas perguntas).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na conversa abaixo, Ricardo fala sobre o longo tempo que separa \u201cPara Colorir\u201d de \u201cTchau\u201d, conta em detalhes seu processo de pesquisa para produ\u00e7\u00e3o do livro, e anuncia que j\u00e1 tem outro livro em fase de pesquisa, e que pretende contar \u201cdivertidas e tr\u00e1gicas hist\u00f3rias\u201d de bandas da cena baiana como \u00dateros em F\u00faria, brincando de deus, Cascadura, Dead Billies, Pen\u00e9lope, Maria Bacana, Inkoma at\u00e9 o fim do Dead Billies. Confira a conversa abaixo!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"5 INSTA SITE\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/1vhf7YAS6P8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Primeiro de tudo voc\u00ea n\u00e3o sobrevive da literatura, tampouco da m\u00fasica, e tem uma kiberia, certo?<\/strong><br \/>\nSou neto de uma mulher que veio da S\u00edria para o Brasil em 1920. Assim como acontece hoje, uma mulher refugiada, fugindo de guerras e persegui\u00e7\u00f5es em seu pa\u00eds. Trouxe consigo as in\u00fameras receitas da culin\u00e1ria \u00e1rabe e isso passou pelas gera\u00e7\u00f5es. S\u00e3o tr\u00eas estabelecimentos onde servimos o que ela servia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cTchau\u201d \u00e9 o 2\u00ba livro seu. Por que tantos anos do \u201cPara Colorir\u201d at\u00e9 agora?<\/strong><br \/>\nForam 11 anos exatamente. Acredito que a paternidade tem uma parcela de culpa. O \u201cPara Colorir\u201d (lan\u00e7ado em 2008 e que n\u00e3o \u00e9 de colorir \u2013 e hoje sempre que falo nele tenho que dizer isso, pois na \u00e9poca do lan\u00e7amento os livros de colorir ainda n\u00e3o tinham aparecido) foi fruto de um blog que j\u00e1 tinha tr\u00eas anos de vida e 150 cr\u00f4nicas. Ent\u00e3o, a partir do momento que decidi que iria publicar o livro com aquelas cr\u00f4nicas, foi quase f\u00e1cil finalizar a coisa. Foi mais um trabalho de edi\u00e7\u00e3o. Lancei em 2008, vendi os 1000 que imprimi em um ano e em 2009 meu primeiro filho nasceu. Acredito que eu n\u00e3o seja um escritor, estou mais pra um aventureiro. N\u00e3o tenho disciplina porque preciso estar livre pra isso. Preciso n\u00e3o ter nada pra fazer nas pr\u00f3ximas 8-10 horas, pois s\u00f3 assim eu consigo escrever, interrompendo na hora que eu quiser. Ter que parar de escrever porque tem que fazer outra coisa \u00e9 como acordar de um sonho bom. E a paternidade faz voc\u00ea ter milhares de outras coisas pra fazer o tempo todo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea esperava o sucesso t\u00e3o bom do crowdfunding? Foi um reflexo do primeiro livro?<\/strong><br \/>\nFoi meio calculado. Eu tenho um feedback positivo do \u201cPara Colorir\u201d. As pessoas pelo menos me dizem que gostaram quando leram, ent\u00e3o eu pensei &#8220;tenho 1300 amigos no Facebook, preciso que s\u00f3 200 comprem a ideia, ainda tem os da fam\u00edlia&#8230;&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Que tipo de pesquisa voc\u00ea fez para poder ambientar um romance praticamente todo em um hospital? Entrevistou m\u00e9dicos e psic\u00f3logos?<\/strong><br \/>\nFiz uma lista de profissionais que precisaria ouvir para que me contassem hist\u00f3rias relativas ao tema do livro. Hist\u00f3rias em que eles foram testemunhas ou at\u00e9 mesmo agentes: m\u00e9dicos, enfermeiros, psic\u00f3logos, diretores de hospitais, e tamb\u00e9m pessoas que n\u00e3o s\u00e3o dessa \u00e1rea profissional, mas que passaram por alguma forma de despedida. Ent\u00e3o procurei amigos. Um que perdeu a m\u00e3e, outra que perdeu o marido, um pai, um av\u00f4, um irm\u00e3o, um amigo&#8230; Em um determinado momento eu tive dificuldade de encontrar algumas respostas t\u00e9cnicas e descobri que um m\u00e9dico apenas n\u00e3o resolveria, teria de ser um especialista, a\u00ed fui num oncologista amigo, que conseguiu uma hora pra me atender, mas quando ele come\u00e7ou a ler minhas perguntas, percebeu que eu precisava de algu\u00e9m ainda mais especializado, que no meu caso seria um hematologista. Procurei alguns, mandei e-mail explicando a coisa, o livro, a hist\u00f3ria, mas n\u00e3o consegui nenhum retorno, afinal eram mais de 20 perguntas sobre determinado tratamento, sintomas, progn\u00f3stico, rea\u00e7\u00f5es, segundas tentativas de tratamento e se isso tudo podia se encaixar no contexto da hist\u00f3ria que eu estava escrevendo&#8230; Ent\u00e3o eu marquei uma consulta pelo meu plano de sa\u00fade e quando fui atendido, a hematologista perguntou o que eu tinha e eu disse &#8221;n\u00e3o tenho nada, estou escrevendo um livro e preciso de informa\u00e7\u00f5es sobre leucemia, sua especialidade&#8221;. Essa m\u00e9dica em quest\u00e3o se sensibilizou e prometeu responder as perguntas por e-mail. O que fez diversas vezes, inclusive lendo os trechos pra dizer se estavam veross\u00edmeis. E tamb\u00e9m fiz uma pesquisa com pescadores, pois um personagem \u00e9 pescador. Assim conversei com amigos profissionais, mas tamb\u00e9m fui pra uma vila e fiquei por l\u00e1 convivendo, conversando e indo no local da pesca. No come\u00e7o ficaram desconfiados achando que eu era um fiscal do Ibama porque minhas perguntas eram &#8221;pega quantos quilos? sai que horas? volta que horas? usa que material? que linha? que anzol? que rede?&#8221;, mas no final ganhei a confian\u00e7a e a pesquisa fluiu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Por que a recusa de uma 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o do \u201cPara Colorir\u201d? Voc\u00ea realmente teve propostas para uma reedi\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nTive in\u00edcio de conversa, nada realmente muito certo, mas como \u00e9 algo que nunca me deu \u00e2nimo, eu nunca fiz quest\u00e3o de evoluir no assunto ou mesmo de correr atr\u00e1s pra isso acontecer. Lancei ele quando eu tinha 29-30 anos. Tem textos no livro que escrevi com 21-22 e eu n\u00e3o me enxergo mais em muitos ali. Mas n\u00e3o \u00e9 uma recusa, \u00e9 um respeito. Ele teve seu ciclo e desovei a produ\u00e7\u00e3o toda. T\u00e1 de bom tamanho. Ele tem um formato grande e quando chegou da gr\u00e1fica, as caixas ocuparam meu quarto quase todo, at\u00e9 o teto. Fiquei em p\u00e2nico porque uma coisa \u00e9 voc\u00ea pensar &#8221;vou imprimir 1000 livros&#8221; e outra \u00e9 voc\u00ea ver fisicamente esses 1000 livros e pensar &#8221;pqp, tenho que vender 1000 livros&#8221;. Lan\u00e7ar uma segunda edi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m significa que eu teria que fazer uma divulga\u00e7\u00e3o e eu n\u00e3o ficaria t\u00e3o \u00e0 vontade pra isso, divulgar algo que eu n\u00e3o me identifico tanto. Eu teria de fazer uma edi\u00e7\u00e3o, reescrever, eliminar um monte de trechos, de cr\u00f4nicas (n\u00e3o tive um editor, fiz tudo sozinho e quis abra\u00e7ar o mundo, contar de tudo).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Esse romance tem a morte como tema central, mas n\u00e3o \u00fanico. Voc\u00ea lida bem em pensar sobre a morte?<\/strong><br \/>\nEm pensar sobre, acho que sim, at\u00e9 porque estou em constante questionamento com esse tema. Se eu n\u00e3o me desse bem com isso, estaria perdido. N\u00e3o que seja o tempo todo, mas \u00e9 um questionamento que permeia meu universo constantemente. Escrever sobre isso foi talvez mais um questionamento e mais uma procura por resposta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Que diferen\u00e7as voc\u00ea sentiu entre compor, criar, escrever um livro de cr\u00f4nicas e agora um romance?<\/strong><br \/>\nCompor m\u00fasica, no meu caso, sempre foi com outras pessoas, ent\u00e3o isso j\u00e1 \u00e9 bem diferente do que escrever um livro, de cr\u00f4nicas ou romance, que \u00e9 algo solit\u00e1rio. Por\u00e9m, o processo tem semelhan\u00e7as. Tudo vem de uma ideia que precisa ser arrumada e depois lapidada para s\u00f3 ent\u00e3o ser apresentada. M\u00fasica, literatura, cinema ou gastronomia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Teremos livro novo em breve?<\/strong><br \/>\nSim. Minha esposa diz que \u00e9 cara de pau minha, mas estou pensando em j\u00e1 colocar o crowdfunding no ar. Ser\u00e1 um \u201cPara Colorir 2\u201d \u2013 mas n\u00e3o com esse nome \u2013 mas tamb\u00e9m n\u00e3o com cr\u00f4nicas sobre a minha pessoa. O \u201cPara Colorir\u201d tem ainda tr\u00eas coisas que me orgulho. As ilustra\u00e7\u00f5es em primeiro (a capa acho incr\u00edvel assim como os desenhos internos), a diagrama\u00e7\u00e3o em segundo e, em terceiro, o fato de que muitas pessoas falam que ele \u00e9 um livro sobre o rock de Salvador. Eu gosto disso apesar de discordar totalmente, pois ele n\u00e3o \u00e9 sobre o rock de Salvador, mas, sim, sobre coisas que vivi, onde, em muitas vezes, o esse rock serviu de cen\u00e1rio. Ent\u00e3o, nesse &#8220;Para Colorir 2&#8221; eu quero fazer justi\u00e7a a isso, quero fazer um livro de cr\u00f4nicas do rock de Salvador, por\u00e9m vou escrever as hist\u00f3rias dos outros e n\u00e3o minhas como no \u201cPara Colorir\u201d. A ideia \u00e9 contar as in\u00fameras e divertidas e tr\u00e1gicas hist\u00f3rias das bandas de um determinado per\u00edodo. Esse per\u00edodo \u00e9 um recorte pessoal, pois o livro n\u00e3o ser\u00e1 um documento acad\u00eamico, ent\u00e3o n\u00e3o vou abra\u00e7ar o mundo, s\u00f3 o meu. Come\u00e7o com a \u00dateros em F\u00faria (banda seminal da gera\u00e7\u00e3o 90 de Salvador) e vou pra brincando de deus, Cascadura, Dead Billies, Pen\u00e9lope, Maria Bacana, Dois Sapos e Meio, Inkoma, Lisergia, Arsene Lupin, Inj\u00faria&#8230; e tantas outras mais, e termina com o fim dos Dead Billies, talvez a banda mais emblem\u00e1tica e representativa dessa cena, que tem seu fim decretado justamente no ano 2000, sepultando a d\u00e9cada. O livro est\u00e1 sendo feito em parceria com a fot\u00f3grafa Sora Maia, dona de um enorme registro dessas bandas, e com o jornalista Chico Castro Jr., que vai escrever sobre as produ\u00e7\u00f5es: as fitas-demos e o os CDs. As pesquisas j\u00e1 come\u00e7aram.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"brincando de deus - tweedledum\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/9xC420c3a78?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"\u00dateros em F\u00faria - Be Bigger [Clip Oficial e Raro]\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/wwKBZsYVlL8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"The Dead Billies - Invasion of the Body Snatchers\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/TukftR-P4MY?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Maria Bacana - Repeat Please!\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Wlj85IyKLAk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Soneto - Inkoma\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/FCZmW62Cjmw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>&#8211; Leonardo Pan\u00e7o (<a href=\"https:\/\/leonardopanco.bandcamp.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/leonardopanco.bandcamp.com\/<\/a>) \u00e9 um homem multitarefas: desde o come\u00e7o dos anos 90 que ele atua em diversas frentes culturais seja tocando em bandas e gravando discos (Soutien Xiita e Jason), seja escrevendo livros (\u201cJason 2001: uma odisseia na Europa\u201d, \u201cEsporro\u201d e \u201cCaras Dessa Idade N\u00e3o Leem Manuais\u201d), seja lan\u00e7ando artistas pelo selo Tamborete (com destaque para Gangrena Gasosa e Zumbi do Mato) (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/01\/09\/tres-perguntas-leonardo-panco\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">continue lendo<\/a>).<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Publicit\u00e1rio, escritor e baterista (que passou por bandas de rock baianas como Dinky Dau, Jupiterscope, brincando de deus e ZecaCuryDamm), Ricardo Cury fala de seu segundo livro!\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2019\/08\/29\/entrevista-ricardo-cury-fala-sobre-o-livro-tchau\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":78,"featured_media":52784,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[9,3],"tags":[3971,3967,1687,3966,3968,3972,3969,3970,1963,3965],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52783"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/78"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=52783"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52783\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":53067,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52783\/revisions\/53067"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/52784"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=52783"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=52783"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=52783"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}