{"id":51729,"date":"2019-05-22T00:15:05","date_gmt":"2019-05-22T03:15:05","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=51729"},"modified":"2019-06-30T20:32:22","modified_gmt":"2019-06-30T23:32:22","slug":"entrevista-ulberto-luis-felippe-mad-dwarf","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2019\/05\/22\/entrevista-ulberto-luis-felippe-mad-dwarf\/","title":{"rendered":"Entrevista: Ulberto Luis Felippe (Mad Dwarf)"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista por\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/marcelo.costa.5855\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Marcelo Costa<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2012, ap\u00f3s visitas regulares a Curitiba para abastecer o estoque pessoal de cervejas artesanais, tr\u00eas s\u00f3cios decidem criar o Emp\u00f3rio Dublinn, uma pequena sala comercial que durante dois anos ofertou os mais inusitados r\u00f3tulos e exclusivos chopes do mundo inteiros aos bebedores locais. O espa\u00e7o ficou pequeno, e deu lugar ao <a href=\"https:\/\/www.maddwarf.com.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Mad Dwarf Brew Pub<\/a>, que surge em 2015 decidido a apostar em receitas irreverentes, provocativas e complexas, sem abdicar dos estilos tradicionais que servem de entrada a cervejeiros iniciantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com o passar dos anos, o nome (e a fama) da Mad Dwarf come\u00e7ou a ultrapassar as fronteiras do Estado, afinal n\u00e3o \u00e9 em toda cidade brasileira que se encontra uma cervejaria local com 40 taps engatados de produ\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria e totalmente autoral. Come\u00e7a, ent\u00e3o, uma expans\u00e3o via franquias que, hoje, somam seis (de um total desejado de 16) Mad Dwarf no pa\u00eds: al\u00e9m de Joinville tamb\u00e9m Blumenau, Balneario Camburi\u00fa, Brasilia, Maca\u00e9 e, agora, S\u00e3o Paulo \u2013 o tap house da marca foi aberto em abril na Rua Wisard, 213, na Vila Madalena.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em S\u00e3o Paulo, a Mad Dwarf Tap House <a href=\"https:\/\/untappd.com\/v\/mad-dwarf-tap-housesao-paulo\/8890189\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">exibe 20 torneiras<\/a>, todas inicialmente de receitas pr\u00f3prias, e a grande maioria irreverente (como a Juicy IPA Frutas Vermelhas, a Black Sour Cherry &amp; Berry, uma incr\u00edvel Belgian IPA com p\u00eassego, uma Belgian Blond com abacaxi e outras envelhecidas em barril como a Tripel 2016 Carvalho Franc\u00eas e a Oloroso, uma American Barley Wine de 15% de \u00e1lcool) \u2013 h\u00e1 previs\u00e3o de abertura de torneiras para convidadas. H\u00e1, ainda, venda de garrafas da marca al\u00e9m da possibilidade de encher growler.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O grande nome por tr\u00e1s das cria\u00e7\u00f5es do Mad Dwarf \u00e9 Elenilton Barreta, vulgo Pito, com vasta experi\u00eancia como mestre cervejeiro e tendo mais de 600 receitas criadas. J\u00e1 o cervejeiro do brewpub em Joinville (e um dos tr\u00eas s\u00f3cios l\u00e1 do Emp\u00f3rio Dublinn) e tamb\u00e9m criador de algumas receitas \u00e9 Ulberto Luis Felippe, o Beto, que conversou com o Scream &amp; Yell contando como entrou nessa de fazer cerveja artesanal, suas expectativas para o tap house em S\u00e3o Paulo e suas tr\u00eas receitas favoritas entre as mais de 150 que a cervejaria j\u00e1 produziu. Confira!<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-51733\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/maddwarf4.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"749\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/maddwarf4.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/maddwarf4-150x150.jpg 150w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/maddwarf4-300x300.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como voc\u00ea entrou nessa de cerveja artesanal? Qual cerveja te despertou do tipo \u201cnossa, estou bebendo algo diferente\u201d?<\/strong><br \/>\nEu sempre tomei cerveja&#8230; normal, de grandes marcas, na adolesc\u00eancia e na juventude. Em 2010, um amigo meu me levou a Curitiba, numa loja de cervejas artesanais que havia rec\u00e9m-aberto. Foi a primeira vez que bebi uma (cerveja artesanal). E a primeira que ele me deu para tomar, s\u00f3 para me sacanear, foi um Double IPA (risos) da <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/05\/31\/tres-cervejas-ogre-backer-e-de-bora\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">De Bora<\/a> (que acho que eles nem fazem mais), cervejaria local que produz terceirizada na <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/bodebrown\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Bodebrown<\/a>. Ent\u00e3o voc\u00ea imagina: eu era o cara que s\u00f3 tomava aquelas light lagers levezinhas e o cara me d\u00e1 um Double IPA&#8230; Foi um choque! Num primeiro momento houve um receio, mas eu gostei. E gostei a ponto de come\u00e7ar a tomar cerveja artesanal. Morando j\u00e1 em Joinville, l\u00e1 n\u00e3o havia nenhuma loja (de cervejas artesanais), e como sou de Curitiba, eu ia bastante para l\u00e1, e toda vez que ia eu fazia um estoquezinho naquela loja que meu amigo havia me levado. Um dia fui a trabalho para Curitiba, eu e mais dois amigos (que depois fundar\u00edamos o Emp\u00f3rio Dublinn), e disse a eles que eu iria passar na loja porque precisava pegar algumas cervejas para levar para Joinville. Eles tamb\u00e9m nunca haviam tomado, e ali tomaram e se apaixonaram na hora. No caminho de volta para casa j\u00e1 fizemos um plano de neg\u00f3cios e montamos o Emp\u00f3rio Dublinn. Foi assim que comecei, e comecei a fazer cerveja em casa, fiz curso de sommelier, de cervejeiro e segui at\u00e9 abrir o brewpub, f\u00e1brica&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quais foram as suas primeiras receitas feitas em casa?<\/strong><br \/>\nA primeira foi uma Blond Ale b\u00e1sica. Depois uma APA (American Pale Ale), dai comecei a me especializar nas escuras, Stouts e Imperial Stouts, que s\u00e3o estilos que gosto bastante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Na apresenta\u00e7\u00e3o da Mad Dwarf voc\u00ea nos contou que o Elenilton Barreta tem mais de 600 receitas e que, anualmente, voc\u00eas conseguem produzir cerca de 70 delas. Quais dessas receitas s\u00e3o suas tr\u00eas favoritas? Tr\u00eas cervejas da Mad Dwarf que quando sai do tanque voc\u00ea j\u00e1 pensa: \u201cEssa eu preciso beber\u201d? Suas tr\u00eas favoritas&#8230;<\/strong><br \/>\nA MD Red Hop Sour, que \u00e9 uma Sour avermelhada e bem lupulada. \u00c9 uma receita do Elenilton com o (Andr\u00e9) Junqueira, da <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/morada\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Morada Cia Et\u00edlica<\/a>. J\u00e1 fizemos uns tr\u00eas lotes dela e \u00e9 uma cerveja sensacional, para o ver\u00e3o. A MD Double Baltic Porter, que tem alguns nomes diferentes devido a algumas varia\u00e7\u00f5es na receita e que, pra n\u00e3o dizer que \u00e9 uma Imperial Stout, \u00e9 uma Imperial Baltic Porter cujo \u00faltimo lote chegamos a 16% de \u00e1lcool (mas j\u00e1 tivemos um lote com 18%). Para fechar, h\u00e1 uma que ficou muito boa, fizemos ela em barril de madeira, que foi a MD Tripel Port Wine Barrel, uma Tripel em barril de Vinho do Porto. Essa tamb\u00e9m ficou sensacional, mas foi s\u00f3 um lote, produ\u00e7\u00e3o \u00fanica. Tentamos repetir, mas n\u00e3o rolou. Ent\u00e3o ficou para hist\u00f3ria, quem tomou, tomou.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-51732\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/maddwarf2.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"642\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/maddwarf2.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/maddwarf2-300x257.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Agora voc\u00eas est\u00e3o chegando a S\u00e3o Paulo, e como voc\u00ea fez quest\u00e3o de frisar, essa chegada ir\u00e1 fazer o nome Mad Dwarf se tornar mais conhecido. Essa \u00e9 a sexta franquia de voc\u00eas, de um total planejado \/ expectativa de 15\/16. Como \u00e9 chegar a S\u00e3o Paulo?<\/strong><br \/>\nS\u00e3o Paulo \u00e9 o maior mercado do Brasil, a gente sabe. A cena cervejeira aqui j\u00e1 \u00e9 muito forte, h\u00e1 muitos brewpubs, muitas f\u00e1bricas grandes, <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2019\/04\/08\/tres-perguntas-rodrigo-nogueira-croma-beer\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">estamos ao lado da Croma<\/a>, nossa vizinha, mas tem Brewdog, Delirium Caf\u00e9, muita coisa boa nessa regi\u00e3o. Nos sentimos confort\u00e1veis em entrar nesse mercado, pois sabemos que nosso produto \u00e9 bom. Temos uma expectativa muito boa devido ao diferencial de oferecermos essa grande variedade de cervejas que temos. A pessoa vem aqui hoje e h\u00e1 20 cervejas plugadas. Se ela vier na semana que vem haver\u00e1 cinco ou seis diferentes plugadas. Isso ir\u00e1 acontecer sempre.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Uma coisa bacana dessas 20 torneiras \u00e9 que h\u00e1 op\u00e7\u00f5es tanto para a pessoa que nunca bebeu cerveja artesanal e est\u00e1 come\u00e7ando a se embrenhar nesse mercado \u2013 ela ir\u00e1 encontrar cinco ou seis estilos b\u00e1sicos engatados \u2013 tanto quanto para o beergeek, que ter\u00e1 mais de 10 torneiras experimentais e algumas deliciosas maluquices a seu dispor.<\/strong><br \/>\nExatamente. Sempre iremos manter cervejas de entrada engatadas (Helles, Kolsch, American Light Lager, Blond, Weiss, Witbier), mas a ideia \u00e9 testar o mercado tamb\u00e9m, para descobrir se vamos ter essa demanda de beergeeks aqui dispostos a tomar coisas diferentes. S\u00e3o Paulo tamb\u00e9m ser\u00e1 o mercado com que n\u00f3s vamos ver qual \u00e9 o resultado da cerveja para o p\u00fablico consumidor. Devemos ter um feedback muito maior do que temos em outros lugares, pois apesar de serem mercados maduros, cervejas de complexidade maior, como a MD Oloroso (uma Barley Wine de 15% maturada em carvalho franc\u00eas), n\u00e3o tem tanto giro quanto a gente imagina que ter\u00e1 aqui em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A Mad Dwarf tamb\u00e9m tem uma liga\u00e7\u00e3o com m\u00fasica. Como \u00e9 essa hist\u00f3ria?<\/strong><br \/>\nTodos os s\u00f3cios de Joinville gostam de rock, um deles toca bateria numa banda local, sempre nessa pegada Led Zeppelin, Pink Floyd&#8230; Os s\u00f3cios aqui de S\u00e3o Paulo tamb\u00e9m tem uma banda de rock. Ent\u00e3o n\u00f3s acreditamos mesmo que a m\u00fasica que harmoniza melhor com a cerveja artesanal \u00e9 o rock. \u00c9 a nossa trilha sonora, que sempre est\u00e1 presentes nos nossos eventos. Em, Joinville n\u00f3s temos uma noite de Jazz &amp; Blues, e as demais s\u00e3o de rock. L\u00e1 temos 40 torneiras, \u00e9 o nosso maior tap, e uma cozinha bem bacana fazendo cinco ou seis sanduiches diferentes al\u00e9m de por\u00e7\u00f5es e pratos semanais. \u00c9 poss\u00edvel passar uma noite bem bacana l\u00e1. Seguindo o conceito de servir s\u00f3 o chopp, nas tap houses n\u00e3o teremos cozinha. Haver\u00e1 sempre uma parceria com algum estabelecimento pr\u00f3ximo \u2013 no caso, aqui em S\u00e3o Paulo foi fechado com o restaurante vizinho, o Pira Grill \u2013, em que voc\u00ea pede na tap house, e ser\u00e1 servido aqui mesmo sem nenhum custo a mais.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-51731\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/maddwarf3.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"1000\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/maddwarf3.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/maddwarf3-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m<\/strong><br \/>\n\u2013 Rodrigo Nogueira (Croma): \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2019\/04\/08\/tres-perguntas-rodrigo-nogueira-croma-beer\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">A Ballast Point Sculpin foi a primeira que me chamou a aten\u00e7\u00e3o<\/a>\u201d<br \/>\n\u2013 Ren\u00ea e C\u00e9lio (Everbrew): \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/10\/10\/tres-perguntas-rene-e-celio-everbrew\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Queremos mostrar que os estilos cl\u00e1ssicos tamb\u00e9m s\u00e3o legais<\/a>\u201d<br \/>\n\u2013 Eduardo Sampaio (Synergy): \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/08\/28\/tres-perguntas-eduardo-sampaio-synergy\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Tudo come\u00e7ou quando bebi a Weihenstephaner Vitus<\/a>\u201d<br \/>\n\u2013 Guilherme Matheus (Mafiosa): \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/07\/21\/tres-perguntas-guilherme-matheus-mafiosa-cervejaria\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">A primeira que me chamou a aten\u00e7\u00e3o foi uma Flying Dog<\/a>\u201d<br \/>\n\u2013 Sergio M\u00fcller (Molinarius): \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/06\/17\/tres-perguntas-sergio-muller-cervejaria-molinarius\/\">Eu nem sabia que existia cervejeiro caseiro<\/a>\u201c<\/p>\n<p>\u2013 Top 2001 Cervejas, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2010\/01\/01\/top-1001-cervejas-marcelo-costa\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 Leia sobre outras cervejas no Scream &amp; Yell (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/category\/boteco\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Badalada micro cervejaria catarinense com mais de 150 receitas produzidas, a Mad Dwarf inaugura seu Tap House na Vila Madalena, em S\u00e3o Paulo, com 20 torneiras apostando em cervejas complexas (mas guardando espa\u00e7o para as cervejas de entrada). Conhe\u00e7a!\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2019\/05\/22\/entrevista-ulberto-luis-felippe-mad-dwarf\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":51730,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[347],"tags":[3760],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51729"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=51729"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51729\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":51738,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51729\/revisions\/51738"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/51730"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=51729"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=51729"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=51729"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}