{"id":51237,"date":"2019-04-15T07:01:21","date_gmt":"2019-04-15T10:01:21","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=51237"},"modified":"2019-05-17T13:30:19","modified_gmt":"2019-05-17T16:30:19","slug":"ao-vivo-lupe-de-lupe-brilha-em-noite-de-cloud-nothings","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2019\/04\/15\/ao-vivo-lupe-de-lupe-brilha-em-noite-de-cloud-nothings\/","title":{"rendered":"Ao vivo: Lupe de Lupe brilha em noite de Cloud Nothings"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>Texto por\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/noacapelas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Bruno Capelas<\/a><\/strong><br \/>\nFotos <strong>por\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/pg\/fernandoyokotafotografia\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Fernando Yokota<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Barulho e for\u00e7a jovem. \u00c9 um bom jeito de definir como foi o Balaclava Apresenta Cloud Nothings, evento realizado pelo selo paulistano <a href=\"https:\/\/balaclavarecords.bandcamp.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Balaclava Records<\/a> no \u00faltimo s\u00e1bado, 13 de abril. O minifestival trouxe ao Brasil pela primeira vez a banda de Cleveland, Ohio, acompanhados dos brasileiros eliminadorzinho e Lupe de Lupe, numa noite pra deixar os ouvidos zumbindo no Fabrique, um clube \u201csuado\u201d (o calor s\u00f3 n\u00e3o foi maior devido \u00e0 friaca que fazia em S\u00e3o Paulo) localizado na Barra Funda, zona oeste da capital paulista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Coube aos paulistanos do eliminadorzinho (assim mesmo, com caixa baixa e diminutivo) abrir os trabalhos. Em cerca de meia hora, o trio formado por Gabriel Garcia (guitarra e voz), Jo\u00e3o Pedro Haddad (baixo) e Tiago Sch\u00fctzer (bateria) mostrou que tem energia de sobra, em can\u00e7\u00f5es que remetem a bandas como Dinosaur Jr., Ludovic ou Sonic Youth. As letras que as acompanhavam, por\u00e9m, eram meio inocentes, pueris at\u00e9 \u2013 a melhor delas, \u201cDas Vezes Que Conversamos Na Cama e Acabamos Dormindo\u201d, que encerrou o show, faz refer\u00eancia ao desenho Pok\u00e9mon, por exemplo.<\/p>\n<figure id=\"attachment_51241\" aria-describedby=\"caption-attachment-51241\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-51241 size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/2019-04-13-Eliminadorzinho-2048-P4130064.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/2019-04-13-Eliminadorzinho-2048-P4130064.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/2019-04-13-Eliminadorzinho-2048-P4130064-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-51241\" class=\"wp-caption-text\"><em>eliminadorzinho<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o foi a \u00fanica cita\u00e7\u00e3o aos monstrinhos de bolso: a proje\u00e7\u00e3o no tel\u00e3o atr\u00e1s do trio foi simplesmente dos minutos iniciais de \u201cPok\u00e9mon O Filme: Mewtwo Contra-Ataca\u201d, primeira anima\u00e7\u00e3o da s\u00e9rie japonesa a passar nos cinemas brasileiros, no ano 2000. \u00c0 primeira vista, o eliminadorzinho parece ser uma banda que segue \u00e0 risca, mesmo sem querer, a frase do cartunista Jules Feiffer: maturidade \u00e9 uma fase, adolesc\u00eancia \u00e9 para sempre. Ou n\u00e3o \u2013 \u00e9 bom ficar de olho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na sequ\u00eancia, o quarteto Lupe de Lupe veio ao palco para um p\u00fablico j\u00e1 bastante respeit\u00e1vel. Diante de pelo menos 400 pessoas, a banda mineira mostrou porque o rock, essa criatura meio caqu\u00e9tica, ainda pode fazer sentido em cima de um palco. O show come\u00e7ou com uma dupla de can\u00e7\u00f5es do mais recente disco da banda, \u201cVoca\u00e7\u00e3o\u201d, lan\u00e7ado no final de 2018, e integrante da lista de discos mais votados no <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2019\/01\/21\/os-50-melhores-discos-de-2018\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Melhores de 2019 Scream &amp; Yell<\/a>. Em est\u00fadio, \u201cFragua\u201d e \u201cMidas\u201d soam como mon\u00f3logos, respectivamente, do guitarrista Vitor Brauer e do baixista Renan Benini. Ao vivo, sob a cama da segunda guitarra de Jonathan Tadeu e a bateria de C\u00edcero Nogueira, al\u00e9m do acompanhamento vocal da plateia, elas ganham muita for\u00e7a.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-51243\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/2019-04-13-Lupe-de-Lupe-2048-P4130219.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/2019-04-13-Lupe-de-Lupe-2048-P4130219.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/2019-04-13-Lupe-de-Lupe-2048-P4130219-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Era apenas o come\u00e7o de uma noite marcante, uma ca\u00f3tica comunh\u00e3o entre artistas e p\u00fablico. Logo depois, Vitor Brauer s\u00f3 precisou cantar a primeira frase de \u201cFogo F\u00e1tuo\u201d para ver a plateia esbravejar a letra inteira, um desabafo no meio de um relacionamento em desencanto (\u201csendo que eu e voc\u00ea nem nos lembramos mais \/ como \u00e9 estar bem\u201d \u00e9 um verso que machuca, machuca demais).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O mesmo aconteceu com \u201cGa\u00facha\u201d ou \u201cSP (Pais Solteiros)\u201d, dois petardos do disco anterior da Lupe de Lupe, \u201cQuarup\u201d, de 2014: a primeira, uma balada ins\u00f3lita, arrepiou os p\u00ealos dos presentes. J\u00e1 a \u00faltima, uma homenagem atual\u00edssima a S\u00e3o Paulo e que dialoga com Caetano, Racionais e Jair Naves sem perder a pose maldita, rendeu uma roda de pogo intensa (ajudava o fato da can\u00e7\u00e3o trazer em seu nome uma refer\u00eancia \u00e0 banda-m\u00e3e da Balaclava, os Single Parents; mais ainda o fato de que Brauer usava uma camiseta do Corinthians \u2013 embora este rep\u00f3rter prefira cantar que seu cora\u00e7\u00e3o \u00e9 alvinegro por conta de outro emblema).<\/p>\n<figure id=\"attachment_51242\" aria-describedby=\"caption-attachment-51242\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-51242 size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/2019-04-13-Lupe-de-Lupe-2048-P4130099.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/2019-04-13-Lupe-de-Lupe-2048-P4130099.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/2019-04-13-Lupe-de-Lupe-2048-P4130099-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-51242\" class=\"wp-caption-text\"><em>Lupe de Lupe<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas h\u00e1 mais um motivo pelo qual a Lupe de Lupe cometeu um grande show em S\u00e3o Paulo: \u00e9 uma banda que tem din\u00e2micas interessantes ao propor \u201cm\u00fasicas tortas\u201d. Eles saem do padr\u00e3o convencional de outras bandas da mesma safra \u2013 can\u00e7\u00f5es sentimentais em hardcore acelerado ou viagens instrumentais de letras enigm\u00e1ticas. Em meio \u00e0 conex\u00e3o de baixo-guitarra-bateria, surgem vocais fora das tonalidades habituais ou distor\u00e7\u00f5es a mais, em uma conex\u00e3o que faz sentido: se a mensagem das can\u00e7\u00f5es da Lupe de Lupe mostra um mundo desalinhado, \u00e9 justo que sua sonoridade tamb\u00e9m reflita isso em alguns momentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 algo que pode ser sentido em \u201cO Brasil Quer Mais\u201d, um hino n\u00e3o oficial do Pa\u00eds em 2018, aus\u00eancia sentida na Barra Funda neste s\u00e1bado. Mas tamb\u00e9m presente em \u201cEu J\u00e1 Venci\u201d, outra can\u00e7\u00e3o que vagueia entre o text\u00e3o de Facebook e o manifesto, defendida com tanto afinco por Brauer que ele at\u00e9 rompeu uma corda de sua guitarra no meio da can\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Deveria ser o fim, mas a plateia tanto insistiu que a organiza\u00e7\u00e3o liberou mais uns minutos para os mineiros. Para encerrar sua passagem com \u201c17\u201d (escrita em 2012, longe da praga que caiu sobre o n\u00famero nas \u00faltimas temporadas), Brauer precisou pegar emprestado o instrumento do colega Chris Brown, do Cloud Nothings. Nem por isso o mineiro de Governador Valadares teve medo de acabar seu show roubando a cena dos gringos, em uma apresenta\u00e7\u00e3o marcada por suor e l\u00e1grimas do p\u00fablico.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-51239\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/2019-04-13-Cloud-Nothings-2048-P4130235.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/2019-04-13-Cloud-Nothings-2048-P4130235.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/2019-04-13-Cloud-Nothings-2048-P4130235-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o que a apresenta\u00e7\u00e3o do Cloud Nothings tenha sido ruim, pelo contr\u00e1rio, foi um show bastante divertido, dividido em duas partes. Na primeira, os americanos comandados por Dylan Baldi (guitarra e voz) executaram na \u00edntegra seu mais recente \u00e1lbum, \u201cLast Building Burning\u201d, de 2018. Houve refr\u00f5es cativantes, sim, como o de \u201cLeave Him Now\u201d, que poderia enganar um incauto ouvinte pensando se tratar de um outtake do H\u00fcsker D\u00fc.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No entanto, ao deixar o hardcore de lado e embarcar em viagens noise, como nos mais de dez minutos gastos em \u201cDissolution\u201d, a banda de Ohio trouxe \u00e0 tona um som derivativo. Era como se o virtuosismo dos quatro m\u00fasicos (a forma\u00e7\u00e3o \u00e9 completada pelo baixista TJ Duke e pelo baterista Jayson Gerycz) saltasse \u00e0 frente da gra\u00e7a pela explora\u00e7\u00e3o sonora \u2013 \u00e0s vezes, t\u00e3o importante quanto o caminhar \u00e9 saber aonde se quer chegar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na segunda metade de seu show, a banda aproveitou para passear por temas de seus outros quatro discos, lan\u00e7ados entre 2011 e 2016, em um repert\u00f3rio que variava entre o power pop (\u201cModern Act\u201d), o emo e o post-rock, contagiando a plateia, n\u00e3o faltando oportunidades para o stage diving. A pr\u00f3pria banda estava animada por tocar no Brasil e estar em fim de turn\u00ea \u2013 em certo momento, Baldi se apresentou na l\u00edngua local e comentou o show da noite anterior, em Chapec\u00f3 (SC). \u201cThat\u2019s a weird place!\u201d, disse o rapaz \u2013 que provavelmente n\u00e3o teve tempo de conhecer <a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/artist\/4A9V7oy50EBT0h0xyZlxeV\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">a grande banda Repolho<\/a>. Uma pena (nota do editor: como comentou Dem\u00e9trio Panarotto no final do texto, o Cloud Nothings conheceu sim a banda Repolho, o que justifica ainda mais o &#8216;That\u2019s a weird place!&#8217;, pois eles tocaram na 4\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Magn\u00f3lia Festival junto a Dingo Bells, Terno Rei, Defalla, Frankenchrist, Disaster Cities e&#8230; Repolho!)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-51244\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/2019-04-13-Cloud-Nothings-2048-P4130285.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/2019-04-13-Cloud-Nothings-2048-P4130285.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/2019-04-13-Cloud-Nothings-2048-P4130285-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas faltava um \u201calgo a mais\u201d: seja no modo \u201craivoso\u201d ou no modo \u201ccalminho\u201d, o som do Cloud Nothings sa\u00eda das caixas ac\u00fasticas limpo, organizado, algo que deve ter dado trabalho ao engenheiro de som local, mas que deixava o conte\u00fado da banda \u201cum n\u00edvel\u201d abaixo do desejado, especialmente depois do trator Lupe de Lupe. No bis, essa no\u00e7\u00e3o se tornou novamente percept\u00edvel, quando a banda embarcou por outro n\u00famero na casa dos dez minutos, \u201cWasted Days\u201d. Ali, o quarteto de Ohio voltou a trafegar sem rumo e sem ju\u00edzo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No saldo geral, uma noite interessante e divertida. Pontos a favor para a organiza\u00e7\u00e3o no hor\u00e1rio dos shows \u2013 eram pouco mais de 22h quando os port\u00f5es se abriram para o p\u00fablico voltar para casa \u2013 e na ac\u00fastica, algo ainda raro em pleno 2019 da nossa era digital. Contra, por\u00e9m, pesou o calor do Fabrique e o pre\u00e7o das bebidas (R$ 15 numa long neck de Budweiser, o puro creme do arroz, \u00e9 muita sacanagem).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enquanto eliminadorzinho e Cloud Nothings apresentaram dois bons shows, a Lupe de Lupe se mostrou uma banda inspirada em uma noite inspirada. Se por acaso os mineiros passarem perto de voc\u00ea, caro leitor, mesmo que seja numa biboca em um bairro esquisito do outro lado da cidade, n\u00e3o hesite em conferir. Perder uma grande apresenta\u00e7\u00e3o pode doer mais que beber merc\u00fario.<\/p>\n<figure id=\"attachment_51245\" aria-describedby=\"caption-attachment-51245\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-51245 size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/2019-04-13-Lupe-de-Lupe-2048-P4130143.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/2019-04-13-Lupe-de-Lupe-2048-P4130143.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/2019-04-13-Lupe-de-Lupe-2048-P4130143-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-51245\" class=\"wp-caption-text\"><em>Lupe de Lupe<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2013 Bruno Capelas (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/#%21\/noacapelas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@noacapelas<\/a>) \u00e9 jornalista do caderno Link, de O Estado de S\u00e3o Paulo. Colabora com o Scream &amp; Yell desde 2010.<br \/>\n\u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/fernandoyokotafotografia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Fernando Yokota<\/a>\u00a0\u00e9 fot\u00f3grafo de shows e de rua. Conhe\u00e7a seu trabalho:\u00a0<a href=\"http:\/\/fernandoyokota.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/fernandoyokota.com.br\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Enquanto eliminadorzinho e Cloud Nothings apresentaram dois bons shows, a Lupe de Lupe se mostrou uma banda inspirada em uma noite inspirada. 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