{"id":49432,"date":"2018-12-10T15:43:50","date_gmt":"2018-12-10T17:43:50","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=49432"},"modified":"2019-01-29T11:02:39","modified_gmt":"2019-01-29T13:02:39","slug":"boteco-cervejas-da-argentina-belgica-dinamarca-eua-e-inglaterra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/12\/10\/boteco-cervejas-da-argentina-belgica-dinamarca-eua-e-inglaterra\/","title":{"rendered":"Boteco: Cervejas da Argentina, B\u00e9lgica, Dinamarca, EUA e Inglaterra"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/marcelo.costa.5855\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Marcelo Costa<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Abrindo uma nova sequencia com dez cervejas de cinco cervejarias de cinco pa\u00edses diferentes pela B\u00e9lgica, mais precisamente por Lembeek, vila com pouco mais de 7 mil habitantes nos arredores de Bruxelas que a famosa Brouwerij F. Boon, que passou por aqui com essa Kriek Boon na safra 2007, <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/04\/07\/boteco-da-belgica-kriek-boon\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">mas resenhada em 2009<\/a>, e agora retorna com a safra 2016 em 2018. \u00c9 uma receita feita com o blend de Lambics jovens e envelhecidas ao qual \u00e9 acrescido cerejas (cada litro de cerveja recebe ao menos 250 gramas de cereja). De colora\u00e7\u00e3o vermelha com creme branco e avermelhado clarinho de boa forma\u00e7\u00e3o e r\u00e1pida dispers\u00e3o, a Kriek Boon apresenta um aroma intensamente frutado e adocicado, remetendo a cereja, claro. Na boca, do\u00e7ura de cereja intensa no primeiro toque, que permanece marcante na sequencia e vai abrindo caminho com do\u00e7ura e frutado. A textura \u00e9 suave e, dai pra frente, segue um conjunto com bastante presen\u00e7a de do\u00e7ura de cereja, e nada de funky. No final, cereja. No retrogosto, cereja.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/kriekboon.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A segunda da Boon \u00e9 um \u00edcone belga, a Oude Geuze Mariage Parfait, uma Geuze fruto da blendagem de uma Geuze maturada em barris de carvalho por tr\u00eas anos com uma Geuze jovem, ainda arisca. Ela ainda envelhece um pouco na garrafa antes de ir ao p\u00fablico. Esse exemplar, 2013, exibe colora\u00e7\u00e3o meio amarelada, meio alaranjada, com creme bege clarinho de boa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia alta reten\u00e7\u00e3o. No nariz, a tradicional sugest\u00e3o campestre do estilo que re\u00fane couro, pelo de cavalo, celeiro, fazenda mais sugest\u00e3o de azedume, do\u00e7ura baixa e leve remiss\u00e3o a uva verde (e vinho branco). Na boca, do\u00e7ura leve no primeiro (algo de laranja) atropelada por deliciosa aridez acompanhada de azedume e sugest\u00f5es campestres (couro, celeiro) suaves. A textura \u00e9 picante, marcante, levemente azeda. Dai pra frente, uma Geuze popular deliciosa, que n\u00e3o amacia nas caracter\u00edsticas b\u00e1sicas do estilo, e leva o bebedor para uma fazenda belga. No final, azedume e rancho. No retrogosto, leve do\u00e7ura, laranja, fazenda, celeiro, uma del\u00edcia.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/mariage.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Da B\u00e9lgica atravessamos o Atl\u00e2ntico para pousar na Am\u00e9rica e chegar ao Pacifico, mais precisamente a S\u00e3o Francisco, casa da cervejaria californiana Cellarmaker, aqui presente primeiramente com a DDH Pale Ale 5 Year Anniversary, uma pancada de l\u00fapulo cujo blend une Strata, Galaxy, Nelson Sauvin, Citra e Mosaic. De colora\u00e7\u00e3o amarela, juicy como um suco de laranja, e creme branco de baixa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia reten\u00e7\u00e3o, a Cellarmaker DDH Pale Ale 5 Year Anniversary apresenta um aroma danadamente c\u00edtrico com sugest\u00e3o de laranja, abacaxi e lima al\u00e9m de percep\u00e7\u00e3o tanto de pot\u00eancia da levedura quanto de antecipa\u00e7\u00e3o de amargor. Na boca, o primeiro toque traz frutas tropicais logo esmigalhadas pela pot\u00eancia de amargor (a lata fala em 36 IBUs, mas d\u00e1 pra cravar uns 50 f\u00e1cil) e, principalmente, pela aridez da levedura, que bate no c\u00e9u da boca e deixa um rastro da laranja \u00e1cida para traz. A textura \u00e9 suave e picante (tanto de levedura quanto de l\u00fapulo) e, dai pra frente, o tradicional exagero made in USA continua, sem, no entanto, construir algo. \u00c9 s\u00f3 amargor e levedura com c\u00edtrico torneando. No final, adstring\u00eancia e pic\u00e2ncia de levedura. No retrogosto, adstring\u00eancia, c\u00edtrico, mineral.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/cellarmaker5.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A segunda californiana da Cellarmaker e trata-se de uma Double IPA, a Dank Williams, lan\u00e7ada em agosto de 2014 e desde ent\u00e3o um hit da casa. Na receita, uma pancada de l\u00fapulos: Mosaic, Simcoe e CTZ na fervura e double dry hopping com Nelson, Motueka e Centennial. De colora\u00e7\u00e3o dourada e creme branco de boa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia alta reten\u00e7\u00e3o, a Cellarmaker Dank Williams exibe um aroma com muito c\u00edtrico e tamb\u00e9m muito herbal: h\u00e1 maracuj\u00e1 e abacaxi como tamb\u00e9m pinho, resina leve e suave percep\u00e7\u00e3o de \u00e1lcool (8.2%). Na boca, herbal e c\u00edtrico se abra\u00e7am deliciosamente no primeiro toque seguidos de suget\u00e3o de pinho, abacaxi, p\u00eassego e laranja al\u00e9m de amargor, que n\u00e3o chega aos 95 IBUs que a lata antecipa, mas \u00e9 mais do que 70 (o que j\u00e1 est\u00e1 de bom tamanho). A textura \u00e9 suave com leve pic\u00e2ncia. Dai pra frente segue-se um conjunto tradicionalmente estadunidense (e californiano), mas com uma pegada bem bacana. No final, c\u00edtrico e leve resina, suave. No retrogosto, maracuj\u00e1, abacaxi e herbal. Gostei.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/cellarmakerdank.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dos Estados Unidos retornamos \u00e0 Europa para a quarta e quinta cervejas da dinamarquesa Amager Bryghus a passarem por aqui. Come\u00e7ando pela The Viking Oatmeal Stout, que traz uma bandeira do Brasil (?) no r\u00f3tulo e uma historinha tola sobre vickings que se perderam no mar e foram parar na Esc\u00f3cia (??), onde acabaram numa discuss\u00e3o acalorada sobre qual a melhor cervejaria: Brewdog ou Mikkeller? (???). Bem, a Amager The Viking exibe uma colora\u00e7\u00e3o marrom escura quase preta e creme bege de boa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia reten\u00e7\u00e3o. No nariz, uma combina\u00e7\u00e3o de notas doces (achocolato leve) com derivados de torra (caf\u00e9 bem discreto) al\u00e9m de leve percep\u00e7\u00e3o de defuma\u00e7\u00e3o. Na boca, do\u00e7ura achocolatada com leve l\u00e1ctico no primeiro toque seguida de suave presen\u00e7a de caf\u00e9 e de torra. O amargor \u00e9 baixinho e a textura leve. Dai pra frente segue-se um conjunto bastante suave de Sweet Stout, com chocolate, torra e defumado discreto chamando a aten\u00e7\u00e3o. No final, do\u00e7ura e leve caf\u00e9. No retrogosto, chocolate, caf\u00e9 e leve torra.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/viking.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A outra Amager presente na sequencia \u00e9 a The Clansman, uma Wee Heavy produzida especialmente para o clube brasileiro Beer (a anterior tamb\u00e9m, por isso a bandeira do Brasil no r\u00f3tulo) por Mariana Schneider, brasileira que \u00e9 das mestres-cervejeira da Amager. Na receita, blend com os maltes Pale Crystal, cevada torrada, centeio e trigo, l\u00fapulos Centennial e Lemondrop e levedeura Ale inglesa. Na ta\u00e7a, a The Clansman exibe uma colora\u00e7\u00e3o marrom translucida com creme bege de baixa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia reten\u00e7\u00e3o. No nariz, do\u00e7ura caramelada, leve tosta mais toffee e caf\u00e9 bem suave. Na boca, do\u00e7ura de caramelo e leve chocolate no primeiro toque seguido de mais do\u00e7ura achocolatada e amargor bem baixinho, quase inexistente. A textura \u00e9 suave com leve pic\u00e2ncia alco\u00f3lica. Dai pra frente, uma cerveja com bastante do\u00e7ura, e que soa interessante, ainda que n\u00e3o surpreenda. No final, leve achocolatado. No retrogosto, chocolate, toffee e caramelo. Esperava mais (das duas).<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/clansman.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Da Dinamarca partimos para a Inglaterra com duas cervejas da linha Vintage Ale da m\u00edtica Fuller\u2019s. Trata-se de uma Old Ale safrada que come\u00e7ou a ser produzida anualmente em 1997 (a Vintage Ale deste ano custa hoje, no site da cervejaria, apenas R$ 2.500,00!) com o que o mestre cervejeiro da casa considera os melhores ingredientes do ano. No caso desta vers\u00e3o 2014 (apenas R$ 200 no site oficial), os maltes escolhidos foram Pale, Crystal e Barley. J\u00e1 os l\u00fapulos foram Goldings, Liberty e Cascade. O resultado \u00e9 uma cerveja \u00e2mbar com creme bege espesso de \u00f3tima forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia alta reten\u00e7\u00e3o. No nariz, caramelo, toffee, grapefruit e suave percep\u00e7\u00e3o de \u00e1lcool (8.5%). Na boca, toffee no primeiro toque seguido de herbal, caramelo, frutado (figo), amargor baixo e \u00e1lcool m\u00e9dio. A textura \u00e9 suave e levemente picante (de \u00e1lcool). Dai pra frente bastante caramelo, toffee al\u00e9m de presen\u00e7a de \u00e1lcool. No final, caramelo e toffee e \u00e1lcool, as mesmas sugest\u00f5es que marcam presen\u00e7a no retrogosto.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/fullers2016.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A segunda da s\u00e9rie Vintage Ale da Fuller\u2019s \u00e9 a da safra 2016, que traz os maltes Maris Otter e Barley al\u00e9m dos l\u00fapulos Target, Northdown, Challenger e Goldings (uma altera\u00e7\u00e3o e tanto se comparado com a vers\u00e3o 2014). De colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar com creme bege espesso de \u00f3tima forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia alta reten\u00e7\u00e3o, a Fuller\u2019s Vintage Ale 2016 exibe um aroma que junta sugest\u00e3o de do\u00e7ura caramelada, alca\u00e7uz, madeira, toffee, biscoito e conhaque. H\u00e1, ainda, um discreto toque herbal. Na boca, do\u00e7ura e conhaque no primeiro toque, delicioso, abrindo-se com mais presen\u00e7a de caramelo, sugest\u00e3o de biscoito, calor alco\u00f3lico (os mesmos 8.5% da anterior) e nada de amargor. A textura \u00e9 suave e bastante picante (de \u00e1lcool). Dai pra frente segue-se um conjunto delicioso, com sugest\u00e3o de madeira, caramelo, toffee e conhaque. No final, caramelo e conhaque. No retrogosto, biscoito, caramelo, conhaque, madeira e \u00e1lcool. Gostei bem mais do que da anterior!<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/fullers2014.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Da Inglaterra para a Argentina, com duas receitas especiais da Juguetes Perdidos, que diferem da linha tradicional em lata que apareceu meses atr\u00e1s por aqui, e se aproxima da sensacional linha de cervejas selvagens Los Bichos Mandam, anterior a Juguetes. A primeira \u00e9 a Brett\u2019a Porter, uma Strong Baltic Porter (de 11.2% de \u00e1lcool) maturada com levedura Brettanomyces Clausenii e Lambicus) em barricas que antes maturaram vinho Malbec. De colora\u00e7\u00e3o marrom escura, quase preta, e creme bege escuro de boa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia alta reten\u00e7\u00e3o, a Brett\u2019a Porter exibe um aroma puxado para o vinho e para frutas vermelhas (tanto casca de uva quanto cereja) com leve percep\u00e7\u00e3o de \u00e1lcool, de tosta (mas n\u00e3o puxado para caramelo, como normalmente), de alca\u00e7uz e ameixa suave. Na boca, do\u00e7ura de frutas vermelhas com leve tosta no primeiro toque seguida de percep\u00e7\u00e3o vinilica e de \u00e1lcool. A textura \u00e9 suave e picante (de \u00e1lcool, bastante percept\u00edvel sobre a l\u00edngua). Dai pra frente, segue-se um conjunto que remete a vinho com frutas vermelhas. No final, pic\u00e2ncia alco\u00f3lica. No retrogosto, calor alco\u00f3lico, tosta, alca\u00e7uz e frutas vermelhas.<\/p>\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" width=\"750\" height=\"440\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/juguetes_bretta.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-49439\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/juguetes_bretta.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/juguetes_bretta-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/figure>\n\n\n<p style=\"text-align: justify;\">Fechando o passeio com outra cerveja especial da Juguetes Perdidos: em 2016, Pete Slosberg, pioneiro da revolu\u00e7\u00e3o da cerveja artesanal nos EUA, esteve no j\u00fari da 1\u00ba La Copa Argentina de Cervezas, e no embalo fez uma colaborativa com a Juguetes, uma Imperial Porter Whisky Barrel Sour Cherries, com cerejas Montmorency maturadas por 12 meses numa barrica que antes maturara u\u00edsque. O resultado \u00e9 uma cerveja de colora\u00e7\u00e3o marrom escura com creme bege de baixa forma\u00e7\u00e3o e nenhuma reten\u00e7\u00e3o. No nariz, do\u00e7ura de caramelo tostado, de cerejas e de chocolate amargo. H\u00e1, ainda, leve percep\u00e7\u00e3o de caf\u00e9, de coco e de u\u00edsque. Na boca, bastante percep\u00e7\u00e3o de cereja no primeiro toque seguida de leve chocolate amargo, coco e u\u00edsque al\u00e9m de um toque sutil dos 10% de \u00e1lcool. A textura \u00e9 sedosa, com discreta picancia alco\u00f3lica. Dai pra frente segue-se um conjunto elegante, com percep\u00e7\u00e3o suave da cereja e do u\u00edsque, al\u00e9m de chocolate amargo e caramelo tostado. No final, do\u00e7ura e leve \u00e1lcool. No retrogosto, calor alco\u00f3lico, chocolate, u\u00edsque e cereja. Delicia!<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/juguetes_pete.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Balan\u00e7o<\/strong><br \/>Abrindo a s\u00e9rie com a Kriek Boon, uma delicinha&#8230; para quem gosta de do\u00e7ura e cereja&#8230; intensas. J\u00e1 a Boon Geuze Mariage Parfait \u00e9 tudo que o estilo Geuze promete, e \u00e9 uma del\u00edcia. Se passar pela sua frente, n\u00e3o perca (e n\u00e3o desista no primeiro gole). J\u00e1 a Cellarmaker 5 Year Anniversay Pale Ale me parece o t\u00edpico exagero norte-americano a troco de nada. Tudo demais e a cerveja fica de menos. A Cellarmaker Dank Williams me pareceu mais caprichada e deliciosa, curti. Ap\u00f3s tr\u00eas \u00f3timas Amagers passando por aqui, a quarta, a The Viking Oatmeal Stout, deixou a desejar. Boazinha e tal, mas nada demais. A quinta Amager, The Clansman, tamb\u00e9m n\u00e3o impressionou, uma pena. A Fuller\u2019s Vintage Ale 2014 \u00e9 uma baita Old Ale, mas a 2016 \u00e9 ainda melhor na composi\u00e7\u00e3o de maltes e l\u00fapulos. Adorei. Da Argentina, a Juguetes Perdidos segue o padr\u00e3o selvagem da Los Bichos Mandam com uma Strong Baltic Porter com reminisc\u00eancias de vinho Malbec. Sensacional. Para fechar com chave de ouro, Juguetes Perdidos Imperial Porter Whisky Barrel Sour Cherries, uma del\u00edcia que combina cereja, caramelo, chocolate e u\u00edsque!<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Kriek Boon<br \/>\u2013 Produto: Kriek<br \/>\u2013 Nacionalidade: B\u00e9lgica<br \/>\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 4%<br \/>\u2013 Nota: 3.10\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Boon Geuze Mariage Parfait<br \/>\u2013 Produto: Geuze<br \/>\u2013 Nacionalidade: B\u00e9lgica<br \/>\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 8%<br \/>\u2013 Nota: 4.12\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Cellarmaker 5 Year Anniversay Pale Ale<br \/>\u2013 Produto: American Pale Ale<br \/>\u2013 Nacionalidade: EUA<br \/>\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 5.7%<br \/>\u2013 Nota: 3.39\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Cellarmaker Dank Williams<br \/>\u2013 Produto: Double IPA<br \/>\u2013 Nacionalidade: EUA<br \/>\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 8.2%<br \/>\u2013 Nota: 3.70\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Amager The Viking<br \/>\u2013 Produto: Sweet Stout<br \/>\u2013 Nacionalidade: Dinamarca<br \/>\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 5.7%<br \/>\u2013 Nota: 3.07\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Amager The Clansman<br \/>\u2013 Produto: Wee Heavy<br \/>\u2013 Nacionalidade: Dinamarca<br \/>\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 8.5%<br \/>\u2013 Nota: 3.16\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Fuller\u2019s Vintage Ale 2014<br \/>\u2013 Produto: Old Ale<br \/>\u2013 Nacionalidade: Inglaterra<br \/>\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 8.5%<br \/>\u2013 Nota: 3.50\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Fuller\u2019s Vintage Ale 2016<br \/>\u2013 Produto: Old Ale<br \/>\u2013 Nacionalidade: Inglaterra<br \/>\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 8.5%<br \/>\u2013 Nota: 3.82\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Juguetes Perdidos Brett\u2019a Porter<br \/>\u2013 Produto: Strong Baltic Porter<br \/>\u2013 Nacionalidade: Argentina<br \/>\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 11.5%<br \/>\u2013 Nota: 4.10\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Juguetes Perdidos Imperial Porter Whisky Barrel Sour Cherries<br \/>\u2013 Produto: Imperial Porter<br \/>\u2013 Nacionalidade: Argentina<br \/>\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 10%<br \/>\u2013 Nota: 4.10\/5<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/borges.jpg\" \/><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m<\/strong><br \/>\u2013 Top 2001 Cervejas, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2010\/01\/01\/top-1001-cervejas-marcelo-costa\/\">aqui<\/a>)<br \/>\u2013 Leia sobre outras cervejas (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/category\/boteco\/\">aqui<\/a>)<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Da Argentina, duas cervejas da Juguetes Perdidos; da B\u00e9lgica, duas Boon; da Dinamarca, duas Amager; dos EUA, duas Cellarmaker; da Inglaterra, duas Fuller&#8217;s\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/12\/10\/boteco-cervejas-da-argentina-belgica-dinamarca-eua-e-inglaterra\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":49433,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[347],"tags":[3118,3390,3389,497,3262],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49432"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=49432"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49432\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":49459,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49432\/revisions\/49459"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/49433"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=49432"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=49432"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=49432"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}