{"id":49211,"date":"2018-11-15T15:00:57","date_gmt":"2018-11-15T17:00:57","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=49211"},"modified":"2019-01-09T20:33:52","modified_gmt":"2019-01-09T22:33:52","slug":"entrevista-dalva-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/11\/15\/entrevista-dalva-2018\/","title":{"rendered":"Entrevista: D\u2019Alva (2018)"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista por\u00a0<a href=\"http:\/\/twitter.com\/woorman\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Pedro Salgado, de Lisboa<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na \u00faltima vez em que falei com Ben Monteiro e Alex D\u2019Alva Teixeira, <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/06\/20\/a-nova-cena-portuguesa-dalva\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">o duo lisboeta tinha acabado de editar um \u00e1lbum de estreia<\/a>, \u201c<a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/album\/5txoklRne0eO2DbCh4if5G\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">#batequebate<\/a>\u201d (2014), que trilhava o caminho do pop urbano e experimental, colocando o <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/somosdalva\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">D\u2019Alva<\/a> numa posi\u00e7\u00e3o singular no panorama da nova m\u00fasica portuguesa. Durante dois anos, os dois promoveram o disco e fizeram diversos shows. Para al\u00e9m disso, a dupla escreveu, comp\u00f4s m\u00fasica e Ben produziu v\u00e1rios artistas at\u00e9 \u00e0 atualidade. Abordando com a banda o novo \u00e1lbum, numa conhecida esplanada lisboeta, ficou claro que a sua elabora\u00e7\u00e3o resultou da press\u00e3o que os dois m\u00fasicos sentiram para dar continuidade ao seu trajeto e do entendimento sobre o rumo a seguir: \u201cO novo trabalho n\u00e3o demorou a aparecer por falta de inspira\u00e7\u00e3o. Tudo passou pelo fato de nos encontrarmos individualmente e depois um com o outro. Quando isso aconteceu, percebemos logo o que quer\u00edamos e o \u00e1lbum foi feito rapidamente\u201d, explica Ben Monteiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Globalmente, \u201c<a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/album\/327HMgYIjiyQCM3KiH4wsv\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Maus \u00caxitos<\/a>\u201d (2018) \u00e9 um disco variado, com pegada dan\u00e7ante, onde coabitam diferentes estilos sonoros. Nele, Alex e Ben abordam o pop colorido, introduzem refer\u00eancias oitentistas e incluem alguns momentos de romance e sensualidade de uma forma focada e eficiente. Em temas de pujan\u00e7a roqueira, como \u201cVerdade Sem Consequ\u00eancia\u201d, o duo utiliza um trocadilho entre \u201cmurais\u201d (do Facebook) e \u201cmorais\u201d (ligados \u00e0 escala de valores \u00e9ticos), defendendo a ideia de que existe atualmente um muro separando as pessoas, do qual as novas tecnologias s\u00e3o respons\u00e1veis. Sobre o papel do D\u2019Alva como influenciador no social media, Ben Monteiro relativiza a sua import\u00e2ncia: \u201cSomos apenas m\u00fasicos e se inspirarmos algu\u00e9m ter\u00e1 de ser pela arte que criamos. Estamos falando nas can\u00e7\u00f5es somente aquilo que nos marca\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em face da especificidade sonora do conjunto, os dois m\u00fasicos defendem que a afirma\u00e7\u00e3o do D\u2019Alva demorar\u00e1 mais tempo e Alex D\u2019Alva Teixeira sublinha a identidade do projeto: \u201cSomos uma banda portuguesa, queremos triunfar no nosso pa\u00eds e sentimos que a internacionaliza\u00e7\u00e3o ter\u00e1 de ocorrer no momento certo e com a estrutura certa\u201d. A vontade de mostrar o novo trabalho a um p\u00fablico alargado \u00e9 acompanhada pela mem\u00f3ria de boas experi\u00eancias recentes: \u201cNas nossas atua\u00e7\u00f5es no Festival NOS Alive de 2014 e 2018 muitas pessoas diziam que n\u00e3o entendiam o que cant\u00e1vamos, mas n\u00e3o conseguiam parar de dan\u00e7ar\u201d, conta Ben Monteiro. Embora o Brasil esteja no horizonte do grupo, fruto dos la\u00e7os familiares e das influ\u00eancias musicais, existem aspectos a consolidar: \u201cOs m\u00fasicos brasileiros que nos visitam t\u00eam uma \u00f3tima produ\u00e7\u00e3o e d\u00e3o muita aten\u00e7\u00e3o a todos os pormenores. Sinto que ainda temos algo a aprender e eu quero ir bem preparado para o Brasil\u201d, conclui Alex D\u2019Alva Teixeira. De Lisboa para o Brasil, o D\u2019Alva conversou com o Scream &amp; Yell. Confira:<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/xNYmT3fQrTU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O novo \u00e1lbum chama-se \u201cMaus \u00caxitos\u201d por voc\u00eas pretenderem desmistificar a ideia de sucesso comercial ou trata-se apenas de um jogo de palavras?<\/strong><br \/>\nTalvez haja uma tentativa de nos descartarmos da ideia de sermos bem sucedidos naquilo que estamos fazendo. Mas, conv\u00e9m dizer que o nome surgiu depois dos elogios da cr\u00edtica e do p\u00fablico ao \u00e1lbum \u201c#batequebate\u201d, numa \u00e9poca em que tocamos bastante, com muita gente falando do D\u2019Alva e onde havia receio de fazer o segundo disco. Para al\u00e9m da expectativa natural, tamb\u00e9m nos interrog\u00e1vamos se seriamos capazes de compor m\u00fasicas t\u00e3o boas quanto as do primeiro \u00e1lbum. No ano que precedeu a edi\u00e7\u00e3o de \u201cMaus \u00caxitos\u201d estivemos a trabalhar com muitos artistas do pop mainstream. Eram pessoas que nunca supor\u00edamos que conhecessem o D\u2019Alva ou estivessem interessados na nossa forma de fazer m\u00fasica. Estamos falando de major labels, de artistas que t\u00eam milh\u00f5es de streams ou plays e turn\u00eas esgotadas. A primeira colabora\u00e7\u00e3o que fizemos (com Virgul no tema \u201cS\u00f3 Eu Sei\u201d) resultou num disco de platina. Ao fazer esse trabalho, tomamos contato com uma realidade que desconhec\u00edamos, sentimos que aprendemos muita coisa e houve a tenta\u00e7\u00e3o de seguir por esse lado. As probabilidades dessa via ser rent\u00e1vel financeiramente eram grandes, mas resolvemos fazer os \u201cmaus \u00eaxitos\u201d para n\u00f3s e os \u201cbons \u00eaxitos\u201d para os outros (risos). Se os sucessos do D\u2019Alva n\u00e3o tiverem os mesmos n\u00fameros que esses m\u00fasicos \u00e9 irrelevante, porque s\u00e3o os nossos \u00eaxitos. De qualquer modo, \u00e0 medida que o tempo passa, o t\u00edtulo \u201cMaus \u00caxitos\u201d est\u00e1 se desdobrando em mais significados. N\u00f3s fizemos bastante dinheiro com as can\u00e7\u00f5es que compusemos para outras pessoas e provamos que conseguimos trilhar os dois caminhos. Mas, inicialmente, tivemos receio que esses artistas n\u00e3o entendessem o que est\u00e1vamos fazendo. Para quem est\u00e1 fora do pop, a nossa m\u00fasica \u00e9 perfeitamente assimil\u00e1vel e sentimo-nos confort\u00e1veis com o trabalho que desenvolvemos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A diversidade sonora e a forma como voc\u00eas conseguiram ligar m\u00fasicas dan\u00e7\u00e1veis com temas de maior atratividade emocional definem o disco\u2026<\/strong><br \/>\nExiste uma expectativa sobre o som do D\u2019Alva, que n\u00f3s entendemos, mas tamb\u00e9m achamos que o \u00e1lbum de estreia \u00e9 muito variado sonicamente. Ali\u00e1s uma das favoritas de muitas pessoas e dos novos f\u00e3s lembra as m\u00fasicas do nosso primeiro disco (\u201cF\u00edsica ou Qu\u00edmica\u201d). Essa can\u00e7\u00e3o esteve para n\u00e3o entrar no \u00e1lbum, mas depois sentimos que ainda nos representava. Se calhar houve uma rea\u00e7\u00e3o inconsciente, ou seja, se vamos fazer algo mais agrad\u00e1vel para os ouvidos teremos de contrabalan\u00e7ar isso com temas mais emotivos. Mas nada foi calculado, porque essas eram as conversas e as quest\u00f5es que coloc\u00e1vamos a n\u00f3s pr\u00f3prios. N\u00e3o for\u00e7amos nenhum aspeto. Ainda sim, no meio do processo, sentimos que as can\u00e7\u00f5es coloridas eram as mais densas quanto \u00e0 sua tem\u00e1tica. Um dos exemplos perfeitos dessa abordagem s\u00e3o as m\u00fasicas da cantora sueca Robyn. Como \u00e9 o caso do tema \u201cCall Your Girlfriend\u201d, que tem uma letra dura e s\u00e9ria, mas o beat \u00e9 superdan\u00e7\u00e1vel e resulta perfeitamente num clube. A faixa \u201cEvery Breath You Take\u201d, do Sting, liricamente \u00e9 negra, mas a m\u00fasica \u00e9 inspiradora e faz-nos sentir bem. Quando essa dicotomia acontece de uma forma quase inconsequente, significa que existem mais camadas na cria\u00e7\u00e3o, isso verifica-se em outros meios art\u00edsticos e enriquece o que estamos fazendo. Inicialmente, n\u00e3o t\u00ednhamos nenhuma inten\u00e7\u00e3o, mas quando percebemos que estava acontecendo deixamos o movimento continuar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Nas faixas \u201cF\u00edsica ou Qu\u00edmica\u201d e \u201cMulher Vers\u00e3o\u201d o pop colorido assume uma perspetiva animada, mas tamb\u00e9m hedonista. Agrada-vos a ideia de transmitir v\u00e1rios significados nas can\u00e7\u00f5es?<\/strong><br \/>\nBastante. Neste disco houve um empenho maior na escrita e procuramos fazer can\u00e7\u00f5es com qualidade. O foco foi nesses pontos e n\u00e3o tanto na produ\u00e7\u00e3o. Em dado momento, olhamos para as letras (quase \u00e0 lupa) e pensamos nos m\u00faltiplos significados que um voc\u00e1bulo pode ter. Muitas palavras s\u00e3o simples e podemos gerar met\u00e1foras na sua utiliza\u00e7\u00e3o. No caso de \u201cMulher Vers\u00e3o\u201d, a letra foi escrita por Andr\u00e9 Henriques (do Linda Martini) e n\u00f3s fizemos a m\u00fasica. Enquanto \u201cF\u00edsico Qu\u00edmica\u201d \u00e9 da nossa autoria. Muitas vezes, par\u00e1vamos o processo de escrita para ler qualquer coisa, ver um v\u00eddeo sobre um determinado t\u00f3pico ou assistir a um determinado discurso. Est\u00e1vamos fazendo m\u00fasica pop, mas houve essa preocupa\u00e7\u00e3o. Em \u201cF\u00edsica ou Qu\u00edmica\u201d, enumeramos alguns fil\u00f3sofos, mas sem pretender mostrar que conhec\u00edamos a figura ou a sua corrente de pensamento. Essas duas can\u00e7\u00f5es s\u00e3o as mais diferentes liricamente do resto do disco. A primeira, porque foi escrita por uma pessoa com quem nos identificamos e no tema \u201cF\u00edsica ou Qu\u00edmica\u201d tentamos contar uma hist\u00f3ria que n\u00e3o estivesse ligada aos integrantes do D\u2019Alva. Mas acabou por abordar algumas din\u00e2micas de comunica\u00e7\u00e3o e o relacionamento entre duas pessoas bastante diferentes que se sentem atra\u00eddas uma pela outra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Qual \u00e9 a principal mensagem deste trabalho?<\/strong><br \/>\n\u201cMaus \u00caxitos\u201d demorou a sair por causa do medo de falhar. \u00c9 algo recorrente no passado, quem estuda artes ou trabalha como criador encara esse fato. No teatro, se alguma coisa impede que fa\u00e7amos a nossa atividade (e \u00e9 uma for\u00e7a avassaladora), ent\u00e3o temos de fazer uma esp\u00e9cie de jud\u00f4 e usar essa for\u00e7a. Por isso, houve o receio de n\u00e3o corresponder \u00e0s expectativas ou fazer algo melhor, bem como o medo de pensar se o primeiro disco teria sido s\u00f3 hype e questionar se t\u00ednhamos uma carreira pela frente. Curiosamente, na b\u00edblia, o medo e o amor s\u00e3o antag\u00f4nicos, mas \u00e9 \u00f3bvio que pretendemos caminhar na dire\u00e7\u00e3o do amor. As \u00faltimas can\u00e7\u00f5es do disco e em particular \u201cImensid\u00e3o\u201d falam disso. Em quase tudo o que fazemos, o medo est\u00e1 presente: \u201cN\u00e3o vou andar de avi\u00e3o, porque tenho medo de cair, etc\u201d. Quando nos dirigimos para o medo estamos nos afastando do amor. Esse ponto onde queremos que todos estejam \u00e9 o amor incondicional. N\u00e3o \u00e9 um lugar f\u00e1cil. Mas, o verdadeiro amor adv\u00e9m de duas pessoas serem diferentes. Porque estar com algu\u00e9m id\u00eantico ou que tem uma postura igual \u00e9 bastante f\u00e1cil. O importante \u00e9 decidir estar com essa pessoa e lutar por ela. A mensagem do disco \u00e9 a seguinte: todos queremos a mesma coisa, mas estamos exatamente na dire\u00e7\u00e3o oposta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas s\u00e3o filhos de m\u00e3es cariocas. Em fun\u00e7\u00e3o dessa liga\u00e7\u00e3o familiar como avaliam a atual situa\u00e7\u00e3o social e pol\u00edtica do Brasil?<\/strong><br \/>\nAcima de tudo sentimos uma grande tristeza e independentemente das caras que encabe\u00e7am os dois lados da barricada, o que est\u00e1 acontecendo em fam\u00edlias que conhecemos \u00e9 muito triste. Se as pessoas n\u00e3o conseguem encontrar, no seio familiar, uma forma de comunicar, tentando entender a opini\u00e3o contr\u00e1ria e respeitando essa posi\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o algo maior est\u00e1 por detr\u00e1s disso tudo. No Rio de Janeiro coabitam as coisas mais belas e as mais feias e \u00e9 preciso vestir uma capa de cinismo para apreciar aquilo que \u00e9 bonito, fechando os olhos para outras situa\u00e7\u00f5es. Essas realidades est\u00e3o bem pr\u00f3ximas: dois quarteir\u00f5es \u00e0 frente e estamos numa favela e dois quarteir\u00f5es atr\u00e1s no Leblon. Os cariocas convivem com isso, mas n\u00f3s n\u00e3o estamos acostumados com esse cen\u00e1rio. Atualmente, as gera\u00e7\u00f5es mais novas t\u00eam de ser consequentes quando criticam os apoiantes de Bolsonaro e os partid\u00e1rios do Bolsonaro t\u00eam de admitir que houve alguma irresponsabilidade no passado, fazendo com que agora haja necessidade de recorrer \u00e0 for\u00e7a bruta. O Brasil deveria parar de querer se comparar com o resto do mundo, assumindo e celebrando a sua identidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ainda mant\u00eam o desejo de atuar l\u00e1?<\/strong><br \/>\nClaro que sim. Em Portugal o p\u00fablico mainstream adora a Ivete Sangalo e aprecia o fato de ela ser uma mulher sofisticada, bonita, uma esp\u00e9cie de Beyonc\u00e9, mas depois existe aquele lado selvagem que est\u00e1 inerente \u00e0 cultura brasileira. A maneira como a Ivete est\u00e1 em palco, aquele abandono, o suor e aquele coloquialismo verbal dela atrai o portugu\u00eas. N\u00f3s tentamos ser assim e estamos muito curiosos para saber como o p\u00fablico brasileiro ir\u00e1 reagir ao show do D\u2019Alva. A nossa banda \u00e9 fruto de muita cultura pop do Brasil e consumimos bastantes memes da Internet. No refr\u00e3o de \u201cP\u2019 \u00d3dio\u201d, a estrofe \u201ctem gente que fala, fala, fala, fala muito e n\u00e3o diz nada, l\u00e1 no fundo \u00e9 recalcada\u201d \u00e9 inspirada na nossa heran\u00e7a brasileira. Relativamente \u00e0s parcerias, gostar\u00edamos de colaborar com o Silva por uma quest\u00e3o de afinidade e temos muitos amigos em comum com ele. Tamb\u00e9m j\u00e1 pensamos em fazer um trabalho com o Rico Dalasam. O rap brasileiro \u00e9 forte h\u00e1 muitos anos, a m\u00fasica queer est\u00e1 pujante l\u00e1 e o baile funk est\u00e1 se enraizando na massa popular. H\u00e1 pessoas escrevendo cada vez melhor na nova mpb e criando boas misturas sonoras. A Mahmundi est\u00e1 fazendo coisas sonicamente parecidas conosco e o Rubel comp\u00f5e m\u00fasicas bastante interessantes.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/csb0WsNiAa8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/vrgw-Vvk2kQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/m7713SBKaEI?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2013 Pedro Salgado (siga\u00a0<a href=\"http:\/\/twitter.com\/woorman\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@woorman<\/a>) \u00e9 jornalista, reside em Lisboa e colabora com o Scream &amp; Yell contando novidades da m\u00fasica de Portugal. Veja outras entrevistas de Pedro Salgado\u00a0<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/portugal\/\">aqui<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"\u201cMaus \u00caxitos\u201d (2018) \u00e9 um disco variado, com pegada dan\u00e7ante, onde coabitam diferentes estilos sonoros. Nele, Alex e Ben abordam o pop colorido, introduzem refer\u00eancias oitentistas e incluem alguns momentos de romance e sensualidade! \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/11\/15\/entrevista-dalva-2018\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":7,"featured_media":49212,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[3328,47],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49211"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=49211"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49211\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":49213,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49211\/revisions\/49213"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/49212"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=49211"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=49211"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=49211"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}