{"id":48540,"date":"2018-08-29T21:54:58","date_gmt":"2018-08-30T00:54:58","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=48540"},"modified":"2018-10-17T10:49:24","modified_gmt":"2018-10-17T13:49:24","slug":"ao-vivo-father-john-misty-em-sao-paulo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/08\/29\/ao-vivo-father-john-misty-em-sao-paulo\/","title":{"rendered":"Ao vivo: Father John Misty em S\u00e3o Paulo"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>Texto por\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/daniel.tavares.96343\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Daniel Tavares<\/a><br \/>\nFotos e v\u00eddeo por <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/rodolfoyuzo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Rodolfo Yuzo<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Depois do segundo gol sofrido em menos de 10 minutos de jogo, o que bate no torcedor \u00e9 o arrependimento por ter ido ao est\u00e1dio. Se era pra ver &#8220;peia&#8221;, melhor ver na sala de casa, com os p\u00e9s em cima da mesinha de centro. E quando o centroavante do time advers\u00e1rio dribla a zaga pela terceira vez e ainda no primeiro quarto de hora amplia o placar para um n\u00famero que poucas partidas alcan\u00e7am em 90 minutos, n\u00e3o resta nada a fazer sen\u00e3o levantar da cadeira e chamar o Uber. Mas, n\u00e3o&#8230; Tem um lateral armando um contra-ataque. Vamos esperar mais cinco minutos e ver no que d\u00e1.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o viemos aqui falar de futebol. Viemos falar de m\u00fasica. E das boas. Trazido ao Brasil pela iniciativa Queremos, com produ\u00e7\u00e3o da Popload, o cantor, compositor e multi-instrumentista Josh Tillman, 37, que viaja pelo mundo com a alcunha de Father John Misty. Com mais seis m\u00fasicos na banda (a maioria, assim como ele, sem se limitar a um \u00fanico instrumento), Tillman se apresentou na noite de domingo, 26 de agosto, no magn\u00edfico Audit\u00f3rio Sim\u00f3n Bol\u00edvar, no complexo arquitet\u00f4nico que integra o Memorial da Am\u00e9rica Latina, sob os olhares de duas plateias e da bel\u00edssima tape\u00e7aria recriada de Tomie Ohtake (completamente refeita ap\u00f3s a original ter sido perdida no inc\u00eandio que consumiu o local em 2013). O pr\u00f3prio local, n\u00e3o bastasse a m\u00e1gica da arquitetura de Oscar Niemeyer, guarda o mist\u00e9rio indissoci\u00e1vel da mem\u00f3ria do tr\u00e1gico acontecimento. &#8220;Isso aqui tudo j\u00e1 pegou fogo, cara!&#8221;. No meio do foyer, um p\u00e1ssaro (uma \u00e1guia? uma pomba?) \u00e9 a pr\u00f3pria Fenix, na forma mais material que o mito pode assumir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No palco do audit\u00f3rio, por\u00e9m, uma surpresa, principalmente para quem nunca, nem antes do inc\u00eandio, havia pisado ali. O palco, na nave central do ambiente, com duas plateias, uma olhando para a outra. Quando o show come\u00e7ou, \u00e0s 20h30, quem estava na plateia A gritou e aplaudiu como no in\u00edcio de qualquer grande show. Quem estava na plateia B at\u00e9 ensaiou fazer o mesmo, mas&#8230; Father John Misty estava de costas. E assim o show prosseguiu por &#8220;Nancy From Now On&#8221;, &#8220;Chateau Lobby #4 (in C for Two Virgins)&#8221; e &#8220;Only Son of the Ladiesman&#8221;. S\u00f3 nesta terceira m\u00fasica ele faz men\u00e7\u00e3o de virar para a outro lado, mas continua com o microfone para a Plateia A.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tudo bem. J\u00e1 se viu muita coisa no mundo do show business. De cantores que interrompem o show para dar bronca em quem est\u00e1 falando ao celular a malucos como G. G. Allin. H\u00e1 at\u00e9 um estilo que d\u00e1 nome \u00e0 mania de artistas muito t\u00edmidos de tocar olhando para os pr\u00f3prios sapatos (shoegaze). Mas ver um show inteiro de um artista de costas era algo que ningu\u00e9m da Plateia B esperava. At\u00e9 porque pagaram valores semelhantes aos afortunados expectadores l\u00e1 do outro lado. Era claro que muitos ali estavam fazendo um esfor\u00e7o para curtir o show, mesmo nestas condi\u00e7\u00f5es, mas n\u00e3o raro havia aqueles que pensaram em ir embora. A cada final de m\u00fasica, aplausos en\u00e9rgicos vinham da Plateia A. Enquanto na B, eles tamb\u00e9m vinham, mas eram t\u00edmidos, aplausos shoegazers.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-48547 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/father5.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/father5.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/father5-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na quarta m\u00fasica, &#8220;Disappointing Diamonds Are the Rarest of Them All&#8221;, por\u00e9m o artista se vira. L\u00e1 vem o lateral Armando um contra-ataque. Finalmente, era a nossa vez. &#8220;Vou fazer o poss\u00edvel para olhar nos olhos de cada um de voc\u00eas, pelo menos uma vez&#8221;, ele olha, aponta o dedo e fala com o p\u00fablico, demonstrando tamb\u00e9m certo desconforto com a situa\u00e7\u00e3o. E manda &#8220;Mr. Tillman&#8221;. J\u00e1 mais calmos, pensamos: seria mesmo autobiogr\u00e1fica? Ser\u00e1 que ele anda deixando passaportes no frigobar ou dormindo na sacada dos pr\u00e9dios?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A partir da\u00ed ele passa a se revezar entre um e outro lado. \u00c0s vezes cantando a can\u00e7\u00e3o inteira para um p\u00fablico (como &#8220;Total Entertainment Forever&#8221;), outras vezes, aproveitando um momento em que o viol\u00e3o n\u00e3o lhe pedia nenhuma nota e usando um segundo para virar o pedestal do microfone para o outro lado no meio da can\u00e7\u00e3o, como na linda &#8220;Ballad of the Dying Man&#8221;. Sem o viol\u00e3o em &#8220;Hangout at the Gallows&#8221;, o show fica muito melhor. Agora ele pode interpretar mais as m\u00fasicas, mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 isso. Ele pode se movimentar por todo o palco. Um dos momentos mais belos do show vem com &#8220;Bored in the USA&#8221;, a princ\u00edpio apenas ele e um pianista (depois entra o resto da banda), num show de interpreta\u00e7\u00e3o (o que era percept\u00edvel mesmo com ele inevitavelmente tendo que ficar de costas para um dos p\u00fablicos).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Eu sou um pouco ego man\u00edaco, ent\u00e3o este palco \u00e9 do tamanho certo para mim&#8221;. E era. Quando n\u00e3o tinha um viol\u00e3o ou teclado nas m\u00e3os ele explorava todo o palco, dan\u00e7ava a dan\u00e7a rid\u00edcula de um Mick Jagger indie, conquistava o seu p\u00fablico (os dois p\u00fablicos) j\u00e1 conquistado. Mas quando ele voltava para o viol\u00e3o n\u00e3o era uma boa not\u00edcia para uma das metades, principalmente em &#8220;Please Don&#8217;t Die&#8221;, que \u00e9 uma de suas composi\u00e7\u00f5es mais bonitas. Um lado da plateia vai ter vis\u00e3o privilegiada, emocionar-se exatamente como saiu de casa para se emocionar. Outro lado vai ver as costas, ouvir, lembrar do videoclipe, perder a aten\u00e7\u00e3o, conferir as \u00faltimas mensagens no Whatsapp (aquela tia mandou mais uma daquelas correntes&#8230;). Ou tentar correr e ver se deixam entrar no outro lado ainda ema tempo de chorar no finalzinho da can\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas \u00e9 mesmo importante ver o rosto do cantor durante um show para meter a choradeira? Em quantos shows voc\u00ea j\u00e1 n\u00e3o chorou de olhos fechados? Bem, se for uma decis\u00e3o sua fechar os olhos, ou se voc\u00ea n\u00e3o souber que a outra metade da plateia est\u00e1 chorando de olhos abertos fica tudo bem mais f\u00e1cil. Continuando o show veio a meio country &#8220;I&#8217;m Writing a Novel&#8221; e a mais agitada &#8220;Date Night&#8221;, que teve palmas do p\u00fablico e, felizmente, n\u00e3o teve viol\u00e3o, num clima que continuou em &#8220;Hollywood Forever Cemetery Sings&#8221;. Chega a hora da bel\u00edssima &#8220;<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2017\/06\/01\/precisamos-falar-sobre-father-john-misty\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Pure Comedy<\/a>&#8220;. A can\u00e7\u00e3o, embora um tanto pretensiosa, fala do nascimento, da cria\u00e7\u00e3o das sociedades, do homem e suas religi\u00f5es e ataca os Trumps do mundo. Imposs\u00edvel n\u00e3o se lembrar dos nossos pr\u00f3prios Trumps. Ao meio dela, algu\u00e9m na plateia quebra o sil\u00eancio, mas fica s\u00f3 no &#8220;Maravilhoso!&#8221; dirigido a Father John Misty mesmo.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-48543 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/father3.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"1186\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/father3.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/father3-190x300.jpg 190w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em &#8220;God\u2019s Favorite Customer&#8221;, Father John vai para o teclado. E \u00e9 num momento assim que se pode elogiar o som. S\u00e3o tr\u00eas teclados agora no palco. E como a qualidade do som estava perfeita, era poss\u00edvel identificar cada um. A can\u00e7\u00e3o \u00e9 bel\u00edssima. Uma daquelas can\u00e7\u00f5es que valem um show. A pr\u00f3xima \u00e9 &#8220;I Love You, Honeybear&#8221;, que j\u00e1 vinha sendo pedida. Nela ele at\u00e9 desfila pelo palco na breve introdu\u00e7\u00e3o, mas quando tem que cantar, tem que cantar para onde o pedestal do microfone est\u00e1 virado, pois n\u00e3o d\u00e1 pra tocar e segurar o microfone. No meio, como em algumas anteriores, ele consegue virar o pedestal para o outro lado. No fim da can\u00e7\u00e3o ele derruba o tal pedestal e se liberta dele. Nessa hora o jogo j\u00e1 estava ganho e duvido que algu\u00e9m ainda lembre-se daqueles desconfort\u00e1veis primeiros momentos de show.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 hora do bis e Father John Misty at\u00e9 pergunta para alguns que can\u00e7\u00e3o deve cantar, mas n\u00e3o foge ao script j\u00e1 estabelecido e canta &#8220;The Palace&#8221;. &#8220;Tenho certeza que voc\u00eas todos pediram por essa&#8221;, ele brinca. E ainda desce do palco para cantar um trecho junto a uma das plateias. Mas isso n\u00e3o \u00e9 o bastante. Na setentista &#8220;Real Love Baby&#8221;, a aura teatral do audit\u00f3rio deixa de ser t\u00e3o incisiva e todo mundo desce para junto do palco. E como j\u00e1 estava todo mundo ali mesmo, o &#8220;Padre Jo\u00e3o Nublado&#8221; tem a ideia que transformou aquele show em uma das experi\u00eancias mais marcantes para cada um de seus f\u00e3s. &#8220;Sobe todo mundo&#8221;. E foi assim, em meio ao p\u00fablico, a cent\u00edmetros de cada um, que ele cantou &#8220;So I&#8217;m Growing Old on Magic Mountain&#8221;. N\u00e3o era apenas uma consola\u00e7\u00e3o para quem viu um m\u00fasico cantar &#8220;Please Don&#8217;t Die&#8221; de costas. Era algo que jamais algu\u00e9m pensaria em pedir. \u00c9 algo que muitos ali v\u00e3o contar para filhos e netos. Sabe aqueles v\u00eddeos com bandas como Rolling Stones, Deep Purple, The Doors, Beatles tocando com o p\u00fablico a seus p\u00e9s em locais menores que os est\u00e1dios que hoje eles lotam (ou lotariam, no caso das que n\u00e3o existem mais)? Quem esteve no Audit\u00f3rio Sim\u00f3n Bol\u00edvar deve ter se sentido em um desses v\u00eddeos. Nos olhos de cada um, a admira\u00e7\u00e3o aumentada por aquele artista ali t\u00e3o humanizado, t\u00e3o pr\u00f3ximo, t\u00e3o real. &#8220;Holy Shit&#8221; e &#8220;The Ideal Husband&#8221; fecharam o show, um show magn\u00edfico, de momentos inesperados e apagando completamente a m\u00e1-impress\u00e3o inicial. Ah, se o jogo come\u00e7ou de 3 x 0, terminou como uma goleada de 8 a 3. Se ganhar \u00e9 bom, de virada \u00e9 muito melhor (disso s\u00f3 os cardiologistas discordam).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Muitos grandes nomes j\u00e1 passaram pelo Audit\u00f3rio Sim\u00f3n Bol\u00edvar. A galeria de fotos no acesso \u00e0 plateia j\u00e1 \u00e9 por si s\u00f3 digna de visita. N\u00e3o podemos afirmar que o desconforto inicial foi uma constante ou se outros arranjos impediram esta sensa\u00e7\u00e3o. Mas podemos sugerir que, em outros shows l\u00e1 (e de artistas menos dispostos a fazer o que Father John Misty fez), que o espa\u00e7o seja melhor utilizado. Teria sido poss\u00edvel alocar a banda em uma das extremidades do palco ao inv\u00e9s do centro, de forma que estivesse sempre de lado para as duas partes da plateia, ou ter o cantor com um microfone na lapela, mesmo que fique silviosantesco, de forma que ele tenha sempre a liberdade para se movimentar mesmo quando est\u00e1 tocando viol\u00e3o. O fot\u00f3grafo Fernando Yokota teoriza que Father John Misty s\u00f3 n\u00e3o se virou durante as tr\u00eas primeiras m\u00fasicas porque eram as costumeiras &#8220;tr\u00eas primeiras m\u00fasicas&#8221;, quando os fot\u00f3grafos de shows podem realizar o seu trabalho. Father John n\u00e3o saberia, no entanto, que at\u00e9 Yokota e seus colegas de profiss\u00e3o, tinham sido alocados exatamente do outro lado. E s\u00f3 puderam registrar profissionalmente o rosto dele a partir da quarta m\u00fasica (quando j\u00e1 deveriam, pelas regras comuns a qualquer show, estar com o equipamento na mochila).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estas coisas teriam sido \u00fateis saber antes da revolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Scpcl6An3VE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>SET LIST<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1. Nancy From Now On<br \/>\n2. Chateau Lobby #4 (in C for Two Virgins)<br \/>\n3. Only Son of the Ladiesman<br \/>\n4. Disappointing Diamonds Are the Rarest of Them All<br \/>\n5. Mr. Tillman<br \/>\n6. Total Entertainment Forever<br \/>\n7. Ballad of the Dying Man<br \/>\n8. Hangout at the Gallows<br \/>\n9. Bored in the USA<br \/>\n10. Please Don&#8217;t Die<br \/>\n11. I&#8217;m Writing a Novel<br \/>\n12. Date Night<br \/>\n13. Hollywood Forever Cemetery Sings<br \/>\n14. Pure Comedy<br \/>\n15. God\u2019s Favorite Customer<br \/>\n16. I Love You, Honeybear<br \/>\n17. The Palace<br \/>\n18. Real Love Baby<br \/>\n19. So I&#8217;m Growing Old on Magic Mountain<br \/>\n20. Holy Shit<br \/>\n21. The Ideal Husband<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-48544 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/father4.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"1333\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/father4.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/father4-169x300.jpg 169w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p>\u2013 Daniel Tavares (<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/daniel.tavares.96343\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Facebook<\/a>) \u00e9 jornalista e mora em Fortaleza. Colabora com o Scream &amp; Yell desde 2014.<br \/>\n&#8211; Confira o trabalho de Rodolfo Yuzo no Instagram (<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/rodolfoyuzo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@rodolfoyuzo<\/a>) e no Youtube (<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/user\/RodolfoYuzo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">user\/RodolfoYuzo<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O show de Josh Tillman no magn\u00edfico Audit\u00f3rio Sim\u00f3n Bol\u00edvar come\u00e7ou com 3 x 0 para a plat\u00e9ia advers\u00e1ria, mas nada como ganhar de virada numa noite de m\u00fasica magn\u00edfica em S\u00e3o Paulo. \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/08\/29\/ao-vivo-father-john-misty-em-sao-paulo\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":10,"featured_media":48542,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[2007],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48540"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/10"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=48540"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48540\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":48548,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48540\/revisions\/48548"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/48542"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=48540"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=48540"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=48540"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}