{"id":48483,"date":"2018-08-22T10:30:10","date_gmt":"2018-08-22T13:30:10","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=48483"},"modified":"2018-10-06T10:46:24","modified_gmt":"2018-10-06T13:46:24","slug":"tres-perguntas-thiago-ramil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/08\/22\/tres-perguntas-thiago-ramil\/","title":{"rendered":"Tr\u00eas perguntas: Thiago Ramil"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/renan.machadoguerra\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Renan Guerra<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/thiagoramil\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Thiago Ramil<\/a> carrega o famoso sobrenome da fam\u00edlia l\u00e1 de Pelotas e traz na bagagem os ep\u00edtetos de sobrinho do Kleiton, do Kledir e do Vitor e primo do Ian. Em 2015, ele lan\u00e7ou \u201cLeve Embora\u201d, disco bastante po\u00e9tico que trazia uma marca bastante pr\u00f3pria de autor. Agora ele retorna com \u201cEmFrente\u201d, seu segundo \u00e1lbum, produzido por Guilherme Ceron e ele pr\u00f3prio com lan\u00e7amento do selo <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/EscapulaRecords\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Esc\u00e1pula Records<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com participa\u00e7\u00f5es de Duda Brack, Gutcha Ramil e Paola Kirst, \u201cEmFrente\u201d tem composi\u00e7\u00f5es ao lado de Al\u00e9rcio PJ (da Musa H\u00edbrida), Poty, Alexandre Kumpisnki e Felipe Zancanaro (ambos da Apanhador S\u00f3) e Diogo Maestri. Produzido de forma coletiva e financiado atrav\u00e9s de um crowndfunding, \u201cEmFrente\u201d \u00e9 um disco bastante atento a efervesc\u00eancia pol\u00edtica do Brasil e ao ca\u00f3tico cen\u00e1rio em que nos encontramos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Bati um papo com o Thiago sobre o lan\u00e7amento de seu segundo disco logo ap\u00f3s o show Casa Ramil, realizado no SESC Vila Mariana, dia 3 de agosto. O show \u00e9 uma celebra\u00e7\u00e3o familiar que re\u00fane Kleiton e Kledir, Vitor Ramil, Ian, Thiago, Gutcha e Jo\u00e3o Ramil. Nessa mesma data, disco \u201cEmFrente\u201d estava sendo disponibilizando oficialmente nos principais portais de streaming e <a href=\"https:\/\/thiagoramil.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">para download gratuito em seu site oficial<\/a>, por isso conversamos um pouco sobre o processo de cria\u00e7\u00e3o e, claro, falamos sobre a famosa fam\u00edlia. Confira:<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/videoseries?list=PLBtvSO6PCdk3tYxWJf_SP1lh9hyiRk_M8\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Na sua proposta de crowndfunding voc\u00ea falava que o intuito dessa obra era ser mais coletiva. \u201cEmFrente\u201d tem diversas participa\u00e7\u00f5es, desde vocais at\u00e9 as composi\u00e7\u00f5es. Como foi esse processo? Voc\u00ea gosta dessa cria\u00e7\u00e3o coletiva?<\/strong><br \/>\nA ideia de fazer o disco atrav\u00e9s do financiamento coletivo e o pr\u00f3prio nome dele est\u00e3o associados a essa ideia de um processo mais coletivo, e que a gente busque tamb\u00e9m fazer mais associa\u00e7\u00f5es nesse sentido, para assim buscar maneiras de se sobreviver no mundo art\u00edstico e enfrentar essa dificuldade que a gente est\u00e1 vivenciando no cen\u00e1rio cultural brasileiro \u2013 tem a quest\u00e3o governamental tamb\u00e9m, de como a cultura est\u00e1 sendo valorizada pelo Estado. Agregar os m\u00fasicos, amigos e compositores era uma vontade que eu j\u00e1 tinha, que era de tornar esse disco n\u00e3o s\u00f3 meu, mas tamb\u00e9m poder juntar essas for\u00e7as e valorizar a qualidade dessas pessoas que tamb\u00e9m est\u00e3o pr\u00f3ximas de mim, ent\u00e3o foi uma alegria muito grande poder fazer um trabalho com um processo bem coletivo mesmo. Os m\u00fasicos que gravaram o meu disco j\u00e1 vinham tocando comigo, ent\u00e3o j\u00e1 tinham essa proximidade com o trabalho, os parceiros de composi\u00e7\u00e3o, as participa\u00e7\u00f5es do disco, s\u00e3o pessoas que fui tendo proximidade ao longo tamb\u00e9m da minha carreira. A Duda Brack foi uma figura que reencontrei \u2013 at\u00e9 tem uma curiosidade por que ela estudou na mesma escola que eu em Porto Alegre e a gente nem se conhecia, por que ela \u00e9 um pouco mais nova, e a gente foi se conhecer no Rio de Janeiro \u2013 a gente fez alguns shows juntos e uma composi\u00e7\u00e3o em parceria nesse disco. Tem a Paola Kirst, que \u00e9 uma compositora e int\u00e9rprete bem do sul do Rio Grande do Sul, e que tem uma voz linda e que j\u00e1 estava pr\u00f3xima de mim artisticamente; tem a Gutcha, minha irm\u00e3. E bom, os compositores tamb\u00e9m: \u00e9 uma gama de pessoas que eu admiro muito como artistas e est\u00e3o pr\u00f3ximos de mim. Tenho esse privil\u00e9gio n\u00e3o s\u00f3 de os ter como parceiros, mas tamb\u00e9m amigos, que pra mim \u00e9 um valor muito grande, ent\u00e3o \u00e9 uma alegria muito grande mesmo, n\u00e3o s\u00f3 tornar esse trabalho um trabalho coletivo, mas podendo aglomerar tantos talentos junto do meu trabalho, isso \u00e9 uma honra muito grande, como tamb\u00e9m poder viabilizar ele atrav\u00e9s de um movimento que \u00e9 um movimento de \u201cfazer frente\u201d. O nome do disco carrega muito isso, at\u00e9 com o pr\u00f3prio erro ortogr\u00e1fico [EmFrente], que \u00e9 uma proposi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m, \u00e9 tamb\u00e9m no sentido de ampliar frentes. Por isso tamb\u00e9m o financiamento coletivo, dentro dessa proposta que \u00e9 uma proposta importante para viabilizar as coisas nesse cen\u00e1rio atual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea falou do jogo de palavras do t\u00edtulo, que brinca com a grafia. Esse disco conta muito com essas constru\u00e7\u00f5es lingu\u00edsticas que tra\u00e7am essa po\u00e9tica realmente do enfrentamento. E isso traz para o disco um car\u00e1ter pol\u00edtico forte e atual, com um olhar bastante pessoal sobre os jogos de poder em suas diferentes inst\u00e2ncias. Como voc\u00ea percebe essas tens\u00f5es no disco?<\/strong><br \/>\nEu acho que esse disco retrata muito tamb\u00e9m das minhas viv\u00eancias nos \u00faltimos anos. A maioria das composi\u00e7\u00f5es s\u00e3o posteriores ao \u201cLeve Embora\u201d, o meu primeiro disco, e eu tamb\u00e9m trabalho como psic\u00f3logo num abrigo municipal \u2013 l\u00e1 em Porto Alegre \u2013, e as viv\u00eancias que me atravessam nessa pr\u00e1tica s\u00e3o muito significativas no meu processo como compositor. Ent\u00e3o, acho que isso me influenciou muito. Querendo ou n\u00e3o, no acolhimento institucional eu acabo vivenciando situa\u00e7\u00f5es muito graves, que s\u00e3o como a ponta de um enorme enredo, que acaba muitas vezes estourando nas crian\u00e7as, que s\u00e3o mais vulner\u00e1veis, ent\u00e3o isso me faz tamb\u00e9m ter acesso e poder perceber de outra perspectiva, que tamb\u00e9m n\u00e3o s\u00f3 da perspectiva de m\u00fasico, mas de sujeito, como um psic\u00f3logo inserido dentro de uma rede, que t\u00e1 dentro da rede municipal, que tem todos os valores da pol\u00edtica: como se valoriza a pr\u00f3pria assist\u00eancia, o lugar da vulnerabilidade, ent\u00e3o me d\u00e1 uma gama de possibilidades e uma perspectiva muito particular da minha pr\u00e1tica como psic\u00f3logo mesmo. O jogo de palavras j\u00e1 era uma caracter\u00edstica que eu gostava muito de explorar \u2013 o \u201cLeve Embora\u201d j\u00e1 tem essa caracter\u00edstica, mas no \u201cEmFrente\u201d amadureci um pouco mais essa jogo ling\u00fc\u00edstico. Gosto muito de palavras hom\u00f3fonas, que s\u00e3o palavras que tem o mesmo som, com sentidos diferentes, ent\u00e3o adoro esses trocadilhos, essas cacofonias que criam duplicidades de sentido, e isso, pra mim, \u00e9 uma coisa que sempre admirei muito em outros compositores e que sempre busquei fazer. Essa ideia do Enfrentamento e do momento que eu acho que de fato \u00e9 importante, eu tomo muito cuidado para poder pontuar essas quest\u00f5es do meu lugar, do lugar onde eu estou, da minha perspectiva enquanto sujeito, mas tamb\u00e9m me proponho a fazer uma reflex\u00e3o que \u00e9 \u2013 e nesse sentido at\u00e9 parece pretensioso \u2013 profunda de diferentes formas. Por exemplo, a m\u00fasica \u201cMitoc\u00f4ndria\u201d fala sobre a educa\u00e7\u00e3o no pa\u00eds, e talvez \u00e9 algo que nem se perceba na primeira ouvida, mas ela fala tamb\u00e9m sobre a coloniza\u00e7\u00e3o, sobre o lugar do povo ind\u00edgena, sobre o povo origin\u00e1rio, e como a gente trata isso hoje. Ent\u00e3o, ao mesmo tempo em que eu estou falando da educa\u00e7\u00e3o, que de fato s\u00e3o quest\u00f5es que me tocam enquanto sujeito, eu tamb\u00e9m t\u00f4 falando de como a gente aprende, de como a gente \u00e9 educado a s\u00f3 reproduzir. \u00c9 a frase final ali \u201cse a prova \u00e9 de marcar, como questionar?\u201d, ent\u00e3o, eu acho que a educa\u00e7\u00e3o no Brasil n\u00e3o prop\u00f5e a gente \u00e0 reflex\u00e3o, mesmo eu que tive acesso a uma educa\u00e7\u00e3o privilegiada, pude estudar em boas escolas, tive uma boa forma\u00e7\u00e3o, pude entrar numa faculdade, ainda assim, a educa\u00e7\u00e3o \u00e9 feita de uma maneira que n\u00e3o nos torna seres pensantes, n\u00e3o nos torna seres questionadores, mas sim seres reprodutores de uma l\u00f3gica que j\u00e1 est\u00e1 impl\u00edcita na pr\u00f3pria descoberta do Brasil: o nome do conte\u00fado escolar \u00e9 \u201cDescoberta do Brasil\u201d, j\u00e1 tem a\u00ed no t\u00edtulo pra mim um erro crasso, pois n\u00e3o h\u00e1 uma descoberta do Brasil, e sim uma conquista daquilo que depois se nomeou Brasil, pois antes j\u00e1 havia muita gente aqui. Falar dessas coisas tamb\u00e9m \u00e9 importante: a gente est\u00e1 a\u00ed pr\u00f3ximo de umas elei\u00e7\u00f5es que eu nem sei se ir\u00e3o acontecer, por que o caos \u00e9 tamanho, e \u00e9 quase inevit\u00e1vel que um artista n\u00e3o fale dessas coisas hoje, n\u00e3o se coloque, n\u00e3o se posicione, mas eu tento fazer isso de uma maneira tamb\u00e9m atravessada pelo meu sujeito, como eu sou, de onde eu vim, o que eu posso falar, e n\u00e3o me propor a falar de temas que eu ache super importantes enquanto lutas, que reconhe\u00e7o muito, mas que talvez eu n\u00e3o seja o melhor representante para falar. Busco falar sobre coisas que me atravessam, por mais que eu reconhe\u00e7a muitas lutas, e eu vou estar ali no lugar de ouvinte, percebendo, conhecendo e aprendendo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Toda vez que se fala no seu nome, do Ian ou da Gutcha, por exemplo, se puxa uma \u00e1rvore geneal\u00f3gica. E hoje estamos aqui num show em que voc\u00eas se re\u00fanem como fam\u00edlia. H\u00e1 algum peso que o sobrenome Ramil traz?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o levo como um peso, ao menos para mim nunca foi um peso, mas sempre foi uma responsabilidade. Por que pra mim \u00e9 muito claro que a op\u00e7\u00e3o em tamb\u00e9m seguir carreira musical e tamb\u00e9m ter um nome art\u00edstico associado ao nome da fam\u00edlia \u2013 Thiago Ramil \u2013 traz esse compromisso e essa responsabilidade com o que os Ramis da gera\u00e7\u00e3o acima tiveram muito cuidado, eu sei que o trabalho deles \u00e9 muito rigoroso, eles s\u00e3o muito cr\u00edticos, ent\u00e3o tem um rigor do trabalho que n\u00e3o \u00e9 um peso, mas \u00e9 uma responsabilidade, eu n\u00e3o vou fazer de qualquer jeito e eu acho que isso \u00e9 uma marca nossa, de ter esse olhar cr\u00edtico, de ser muito rigoroso com aquilo que se est\u00e1 fazendo. Levo como uma honra e um privil\u00e9gio, por que tive uma escola incr\u00edvel, de carreira, de musicalidade, \u00e9 um benef\u00edcio \u2013 \u00e9 um privil\u00e9gio mesmo, muito grande, de fato, ter bebido dessa fonte, ter nascido nesse ber\u00e7o mesmo: tem sete no palco, podendo ter 14, pois todo mundo canta mesmo, tem alguma musicalidade, isso \u00e9 algo muito legal! Enfim, pra mim, poder fazer esse show com meus tios, que me inspiraram e que s\u00e3o as principais refer\u00eancias para minha carreira musical, \u00e9 um sonho de crian\u00e7a. Me lembro de ficar vendo shows deles e pensar \u201cseria legal que um dia a gente possa tocar junto, se p\u00e1 cantar uma m\u00fasica\u201d, construir um show todo e eles ainda cantarem m\u00fasicas minhas, bah!, me enche de prazer, \u00e9 uma alegria muito grande, uma honra enorme. E a\u00ed, nesse sentido, que eu acho que n\u00e3o \u00e9 um peso, mesmo que nos confundam \u2013 \u00e0s vezes acham que eu sou o Ian \u2013 mas ao mesmo tempo, tem muitos Ramis e isso \u00e9 bom. Bom, podem nos confundir, depois nos encontrem de novo. Acho que \u00e9 isso: \u00e9 realmente uma responsabilidade, por que n\u00e3o d\u00e1 pra fazer as coisas de qualquer jeito, e essa autocr\u00edtica \u00e9 algo bem positivo dentro do nosso trabalho, o Ian tamb\u00e9m \u00e9 super rigoroso com as coisas dele, a Gutcha tamb\u00e9m, e acho que isso \u00e9 uma marca da fam\u00edlia que, enfim, faz com que a gente tamb\u00e9m se dedique e tenha um compromisso com o nosso trabalho. Mas tem uma coisa que eu acho muito importante nisso, que a gente talvez tenha falado um pouco na primeira pergunta, que \u00e9 o sujeito compositor. Por mais que sejamos todos de uma mesma fam\u00edlia e tenhamos semelhan\u00e7as e tudo, o sujeito compositor \u00e9 atravessado pelas suas viv\u00eancias, e n\u00f3s temos viv\u00eancias diferentes. Ent\u00e3o quando me perguntam se \u201cah, tem muita semelhan\u00e7a?\u201d, tem, tem semelhan\u00e7as, claro, a gente se criou junto, mas ao mesmo tempo, tem muitas diferen\u00e7as, por que a gente \u00e9 atravessado por coisas muito distintas e eu acho isso muito massa, muito legal, por que consigo perceber as semelhan\u00e7as e as diferen\u00e7as no trabalho do Kleiton e do Kledir pro do Vitor, no trabalho do Vitor pro Ian, no trabalho do Ian pro meu, do meu pro da Gutcha, ent\u00e3o acho que isso \u00e9 uma coisa muito massa da gente poder ser refer\u00eancia uns pros outros sem ter o medo e o temor de que a gente fa\u00e7a a mesma coisa. Acho que a gente n\u00e3o corre esse risco, eu n\u00e3o tenho medo disso.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/njRR3dfbZJ0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/YDMiKRfy7os?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/q-UEd2VepME?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>\u2013\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/renan.machadoguerra\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Renan Guerra<\/a>\u00a0\u00e9 jornalista e colabora com o sites\u00a0<a href=\"http:\/\/www.aescotilha.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">A Escotilha<\/a>. Escreve para o Scream &amp; Yell desde 2014.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Produzido de forma coletiva e financiado atrav\u00e9s de um crowndfunding, \u201cEmFrente\u201d, segundo disco solo de Thiago Ramil, \u00e9 um \u00e1lbum bastante atento a efervesc\u00eancia pol\u00edtica do Brasil e ao ca\u00f3tico cen\u00e1rio em que nos encontramos.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/08\/22\/tres-perguntas-thiago-ramil\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":3,"featured_media":48484,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[2445],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48483"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=48483"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48483\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":48487,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48483\/revisions\/48487"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/48484"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=48483"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=48483"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=48483"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}