{"id":47806,"date":"2018-06-04T16:30:38","date_gmt":"2018-06-04T19:30:38","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=47806"},"modified":"2018-11-21T20:08:58","modified_gmt":"2018-11-21T22:08:58","slug":"tres-discos-lobao-humberto-gessinger-titas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/06\/04\/tres-discos-lobao-humberto-gessinger-titas\/","title":{"rendered":"Tr\u00eas discos: Lob\u00e3o, Humberto Gessinger, Tit\u00e3s"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/marcelo.costa.5855\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Marcelo Costa<\/a><\/strong><\/h2>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-47808 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/lobao.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"451\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/lobao.jpg 450w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/lobao-150x150.jpg 150w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/lobao-300x300.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cAntologia Politicamente Incorreta dos Anos 80 Pelo Rock\u201d, de Lob\u00e3o e os Eremitas da Montanha (Radar Records)<\/strong><br \/>\nMelhor definir alguns pontos antes de come\u00e7ar: posi\u00e7\u00e3o pol\u00edtica n\u00e3o significa qualidade art\u00edstica, ent\u00e3o o fato de Tico Santa Cruz ser \u201cde esquerda\u201d n\u00e3o faz do Detonautas uma boa banda tanto quanto Lob\u00e3o ser o que \u00e9 (seja l\u00e1 o que for) n\u00e3o diminui a qualidade de uma bela discografia em que, tirando o per\u00edodo dos anos 80, em que praticamente qualquer um fazia sucesso (de Eletrodom\u00e9sticos a Egotrip, de O Espirito da Coisa a \u201cMeu Pipi no Seu Popo\u201d), destacam-se discos sublimes como \u201cNostalgia da Modernidade\u201d (1995) e \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2005\/06\/30\/entrevista-lobao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Can\u00e7\u00f5es Dentro da Noite Escura<\/a>\u201d (2005), seu \u00faltimo esfor\u00e7o criativo digno. Com a m\u00fasica deixada de lado pela verborragia pol\u00edtica, nada mais oportuno que gravar um disco de (25) covers para levantar a carreira. Projetos assim deram certo com alguns artistas (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/1999\/06\/15\/discos-de-covers-titas-x-ira\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ira!<\/a>, <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2018\/04\/18\/download-scream-yell-6-5-maio-2000\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Inocentes<\/a>, RDP, at\u00e9 Paulo Ricardo), mas trope\u00e7ou com outros (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/1999\/06\/15\/discos-de-covers-titas-x-ira\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Tit\u00e3s<\/a>, <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2008\/10\/15\/500-toques-kynna-seychelles-e-vi-geracao-da-familia-palim\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Lilian<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/musicadois\/piores_rock_nacional.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Biquini Cavad\u00e3o<\/a>). No caso de Lob\u00e3o, sua \u201cAntologia\u201d atira para todos os lados, e acerta tanto quanto erra. Do lado vergonha alheia est\u00e3o gritos c\u00f4micos para tentar convencer f\u00e3s de rock (cuja \u00faltima novidade que ouviram foi Led e Pink Floyd) de que \u201crock \u00e9 rock mesmo\u201d, guitarras metalizadas e bateria atropelando melodias e letras at\u00e9 uma voz empostada muito acima dos instrumentos que soa, em muitos momentos, como se Pavarotti decidisse cantar Capital Inicial, Kiko Zambianchi e Legi\u00e3o numa gondola no Rio Tiet\u00ea. Tristeza tamb\u00e9m s\u00e3o as revis\u00f5es: \u201cEsfinge de Estilha\u00e7os\u201d, um \u201clado b\u201d maravilhoso (ao lado de \u201cPobre Deus\u201d, que felizmente ficou de fora desta antologia) do mal gravado \u201cCuidado!\u201d (1988), perde sutileza e aposta na grandiloqu\u00eancia; j\u00e1 a emocional \u201cAzul e Amarelo\u201d, parceria sentimental com Cazuza presente em \u201cSob o Sol de Parador\u201d (1989) e \u201cBurguesia\u201d (1989), mant\u00e9m o arranjo, mas, como quase todo o disco, soa inferior a vers\u00e3o original. Por outro lado, merecem elogios as violas com sotaque caipira da introdu\u00e7\u00e3o de \u201cPlaneta \u00c1gua\u201d e \u201cEu Sei\u201d (infelizmente prejudicadas pela imposta\u00e7\u00e3o vocal) e a porradaria caprichada de \u201cP\u00e2nico em SP\u201d, \u201cEu N\u00e3o Matei Joana D\u2019Arc\u201d e \u201cVida Bandida\u201d (praticamente ipsis litteris da original), com a voz melhor encaixada \u2013 se ignorar a intro, \u201cVirgem\u201d, de Marina, merece elogio tamb\u00e9m. Para um artista inquieto como Lob\u00e3o parece pouco, mas para um influencer pol\u00eamico de rede social est\u00e1 bem ok. Por\u00e9m, orra meu, respeitem a caducagem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nota: 5<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-47807 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/gessinger.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"618\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/gessinger.jpg 450w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/gessinger-218x300.jpg 218w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cA Revolta dos D\u00e2ndis: 30 Anos \u2013 Ao Vivo Pra Caramba\u201d, Humberto Gessinger (Deck)<\/strong><br \/>\nCom Humberto Gessinger n\u00e3o tem erro: dono de seu pr\u00f3prio caminho, o eterno Engenheiro do Hawaii segue empilhando clich\u00eas da m\u00fasica pop numa carreira de sucesso e shows lotados que permanece (h\u00e1 mais de 30 anos) a margem da critica musical culta (voc\u00ea j\u00e1 leu isso tantas vezes, n\u00e9 mesmo), mas enquanto os patos calam, Humberto passa (e acha gra\u00e7a) com mais uma festejada turn\u00ea. Desta forma, visando comemorar os 30 anos do disco que definiu para as massas o que eram os Engenheiros do Hawaii \u2013 o bel\u00edssimo \u201cA Revolta dos D\u00e2ndis\u201d, de 1987 \u2013, Humberto gravou, em dois dias de agosto de 2017 na capital Porto Alegre, a integra do repert\u00f3rio do \u00e1lbum cl\u00e1ssico com cita\u00e7\u00f5es de outros sucessos seus (\u201cAt\u00e9 o Fim\u201d surge ao cabo de \u201cInfinita Highway\u201d enquanto \u201cPiano Bar\u201d traz, em seu cord\u00e3o umbilical, \u201cRefr\u00e3o de Bolero\u201d) e faixas completamente in\u00e9ditas, um expediente que ele exercita desde o primeiro disco ao vivo dos Engenheiros, \u201cAl\u00edvio Imediato\u201d, de 1989. Passados 30 anos, \u00e9 interessante perceber como as can\u00e7\u00f5es e arranjos de \u201cA Revolta dos D\u00e2ndis\u201d continuam poderosos, seja nos hits tocados a exaust\u00e3o (\u201cInfinita Highway\u201d, \u201cTerra de Gigantes\u201d, &#8220;Refr\u00e3o de Bolero&#8221; \u2013 ainda que a \u00faltima s\u00f3 tenha invadido as r\u00e1dios muitos anos depois), sejam nos lados B que s\u00f3 os f\u00e3s mais atentos conhecem, n\u00fameros fortes como &#8220;Quem Tem Pressa N\u00e3o Se Interessa&#8221; (que baita letra sobre ditadura e seus rescaldos), \u201cVozes\u201d (um tema delicado sobre solid\u00e3o e depress\u00e3o), \u201cAl\u00e9m dos Outdoors\u201d (sobre globaliza\u00e7\u00e3o e hiper-informa\u00e7\u00e3o ferrando as rela\u00e7\u00f5es sociais) ou \u201cGuardas na Fronteira\u201d (que na vers\u00e3o original trazia Julio Reny) \u2013 o baterista Carlos Maltz se une novamente a Humberto na faixa \u201cFilmes de Guerra, Can\u00e7\u00f5es de Amor\u201d. As boas can\u00e7\u00f5es in\u00e9ditas s\u00e3o cinco \u2013 \u201cDas Tripas Cora\u00e7\u00e3o\u201d, \u201cSaudade Zero\u201d, \u201cCad\u00ea?\u201d, \u201cPra Caramba\u201d e uma parceria com Tiago Iorc, \u201cAlexandria\u201d (das frases \u201ca gente queima todo dia mil bibliotecas de Alexandria \/ e eu n\u00e3o tiro a raz\u00e3o de quem n\u00e3o tem raz\u00e3o\u201d) \u2013 mostrando que Humberto segue bastante \u00e0 vontade numa estrada trai\u00e7oeira que j\u00e1 deixou muitos de seus pares no acostamento. Que venha a turn\u00ea de 30 anos de \u201cOu\u00e7a o que Eu Digo: N\u00e3o Ou\u00e7a Ningu\u00e9m\u201d&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nota: 7.5<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-47809 aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/titas.jpg\" alt=\"\" width=\"450\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/titas.jpg 450w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/titas-150x150.jpg 150w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/titas-300x300.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cDozes Flores Amarelas \u2013 A \u00d3pera Rock\u201d, Tit\u00e3s (Universal)<\/strong><br \/>\nQuando os tr\u00eas Tit\u00e3s remanescentes (Branco Mello, Sergio Britto e Tony Bellotto) anunciaram em 2016 que estavam trabalhando numa \u00f3pera-rock (citando como refer\u00eancia \u201cAmerican Idiot\u201d, do Green Day, e \u201cQuadrophenia\u201d, do The Who), o mundo pop n\u00e3o levou muito a s\u00e9rio e ca\u00e7oou atrav\u00e9s das redes sociais. Ainda que o excelente \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/05\/15\/nheengatu-o-novo-disco-do-titas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Nheengatu<\/a>\u201d (2014) tenha feito as pazes da banda com seus tempos \u00e1ureos, uma \u00f3pera-rock soava um risco gratuito. Por\u00e9m, apresentado ao vivo durante o Festival de Teatro de Curitiba 2018 e lan\u00e7ado oficialmente em tr\u00eas atos e 29 musicas em maio, \u201cDozes Flores Amarelas\u201d est\u00e1 ai para quem se dispor a dar o bra\u00e7o a torcer (e discutir). Acompanhados por Beto Lee (que assumiu a guitarra assim que Paulo Miklos pulou fora do barco) e Mario Fabre (na bateria dos Tit\u00e3s desde 2010!) al\u00e9m das cantoras Corina Sabbas, Cyntia Mendes e Y\u00e1s Werneck com participa\u00e7\u00e3o especial de Rita Lee (narrando introdu\u00e7\u00f5es) e Jaques Morelenbaum (arranjos de cordas), \u201cDozes Flores Amarelas\u201d soa (sim) um bom disco de rock, mas levanta a discuss\u00e3o sobre <a href=\"http:\/\/teatroemcena.com.br\/home\/critica-doze-flores-amarelas-a-opera-rock-dos-titas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">homens buscando o protagonismo em pautas femininas<\/a>\u00a0(o que, nesse caso,\u00a0 n\u00e3o soa agressivo nem oportunista &#8211; e o v\u00eddeo no Rock in Rio mais abaixo ajuda a entender o alcance do tema). Explica-se: a trama narra a hist\u00f3ria de tr\u00eas estudantes universit\u00e1rias (Maria A, Maria B, Maria C, \u201cinterpretadas\u201d tanto pelas cantoras Corina, Cyntia e Y\u00e1s quanto por Branco, Tony e Sergio) que usam um aplicativo de celular para descobrir alguma festa para ir e, durante a noite, acabam violentadas por cinco colegas. Nesse contexto, uma das faixas mais fortes do primeiro ato, \u201cMe Estuprem\u201d, traz Sergio Brito cantando: \u201cMe estuprem \/ A culpa \u00e9 toda minha \/ Me desculpem \/ Me vestir assim \/ Me estuprem \/ Eu quis sair sozinha \/ Me desculpem \/ Por eu ser mulher\u201d, e a can\u00e7\u00e3o (uma das melhores do \u00e1lbum) funciona tanto como den\u00fancia quanto reflex\u00e3o. Entre os destaques (de um \u00e1lbum que merece ser ouvido com aten\u00e7\u00e3o) ainda est\u00e3o \u201cNada Nos Basta\u201d, \u201cPersonal Hater\u201d, \u201cEssa Gente Tem Que Morrer\u201d, \u201cCan\u00e7\u00e3o da Vingan\u00e7a\u201d e \u201cO Jardineiro\u201d. Talvez o resultado final soasse muito melhor no formato de disco conceitual, mas, do jeito que est\u00e1, cumpre a fun\u00e7\u00e3o de lan\u00e7ar luz sobre temas que constantemente s\u00e3o ignorados, e precisam ser discutidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nota: 8<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/MNSEIU4G4qk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/5Mfo5dQ0qkQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/oQIn4yC9OIg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>\u2013 Marcelo Costa (<a href=\"http:\/\/twitter.com\/#%21\/screamyell\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@screamyell<\/a>) edita o Scream &amp; Yell e assina a Calmantes com Champagne<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Lob\u00e3o regrava 25 can\u00e7\u00f5es do rock nacional dos anos 80; Humberto Gessinger rev\u00ea &#8220;A Revolta dos D\u00e2ndis&#8221; na integra 30 anos depois; Tit\u00e3s lan\u00e7a \u00f3pera-rock em tr\u00eas atos e 29 can\u00e7\u00f5es\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/06\/04\/tres-discos-lobao-humberto-gessinger-titas\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":47812,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[322,1488,224,381],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47806"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=47806"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47806\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":48045,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47806\/revisions\/48045"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/47812"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=47806"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=47806"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=47806"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}