{"id":47677,"date":"2018-05-27T09:58:05","date_gmt":"2018-05-27T12:58:05","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=47677"},"modified":"2018-06-26T15:08:46","modified_gmt":"2018-06-26T18:08:46","slug":"boteco-mais-cinco-cervejas-do-clube-wals-madlab","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/05\/27\/boteco-mais-cinco-cervejas-do-clube-wals-madlab\/","title":{"rendered":"Boteco: Mais cinco cervejas do clube W\u00e4ls MadLab"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/marcelo.costa.5855\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Marcelo Costa<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Abrindo mais um sequencia de W\u00e4ls do clube MadLab com a minha 18\u00aa da s\u00e9rie (s\u00f3 perdi a Petroleum Barrel Aged Bourbon, uma pena), se a minha conta n\u00e3o estiver equivocada. Trata-se da Duchesse D\u2019Or, garrafa referente ao m\u00eas de janeiro de 2018 do clube, uma Belgian Golden Strong Ale nascida de uma blend de uma cerveja nova com outra que maturou alguns meses em barris que antes abrigaram Bourbon. H\u00e1, ainda, adi\u00e7\u00e3o de extrato de abacaxi e de am\u00eandoas. De colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar clara levemente turva com creme branco de boa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia reten\u00e7\u00e3o, a W\u00e4ls MadLab Duchesse D\u2019or exibe um aroma bastante amadeirado, com carvalho americano em destaque (mas pouco Bourbon) al\u00e9m de frutado, caramelo e leve vinagre. Na boca, o carvalho aparece, mas cede destaque a um toque suavemente avinagrado, que rouba a cena j\u00e1 no primeiro toque. O abacaxi surge na sequencia, sutil, entre o amadeirado. A textura \u00e9 sedosa com pic\u00e2ncia e percep\u00e7\u00e3o intensa dos 7% de \u00e1lcool sobre a l\u00edngua. Dai pra frente, uma cerveja tortinha, com todas as caracter\u00edsticas de uma linha experimental, mas que foge do padr\u00e3o tradicional da casa. No final, carvalho, abacaxi e avinagrado bem leve, um trio que retorna suave no retrogosto, marcante. Boa!<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-47681\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/duchese.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/duchese.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/duchese-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mais uma MadLab, edi\u00e7\u00e3o de mar\u00e7o de 2018 do clube, a Elite B.A. \u00e9 uma Belgian Dubbel que maturou 12 meses em duas barricas de carvalho franc\u00eas de primeiro uso: uma de madeira Light Medium Toasted (LMT) e outra Noisette, a mesma madeira, mas de tosta diferente. O resultado \u00e9 uma cerveja de colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar escura (tradicional de Dubbel) com creme bege claro de m\u00e9dia forma\u00e7\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o. No nariz, o blend das duas barricas \u00e9 bem sutil, decepcionando numa receita j\u00e1 premiada da W\u00e4ls (e que ganhou uma vers\u00e3o excelente, a <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/08\/30\/mg-tres-novas-cervejas-da-wals\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Victorius Dubbel<\/a>, numa colab com a Anderson Valley). O frutado tradicional soa at\u00e9 um pouco mais apagado tentando dar espa\u00e7o \u00e0 madeira, que n\u00e3o o ocupa. Na boca, do\u00e7ura frutada, leve azedumezinho e um toque de madeira, ainda s\u00fatil, e tudo junto no primeiro toque. Na sequencia, do\u00e7ura frutada (calda de ameixa) e um pouco de madeira. A textura \u00e9 sedosa e picante (percep\u00e7\u00e3o de \u00e1lcool, 7.5% apenas, mas tamb\u00e9m pode ser de levedura). Dai pra frente, um conjunto ok, mas que n\u00e3o surpreende pelo fato de ser uma Barrel Aged devido a falta complexidade. O final traz ameixa e leve pic\u00e2ncia. No retrogosto, ameixa, tosta, madeira sutil.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-47682\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/elite.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/elite.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/elite-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Lan\u00e7ada no clube W\u00e4ls MadLab em novembro de 2017, a Copper Oak \u00e9 uma American Barley Wine com l\u00fapulos Chinook, Citra e Hallertau Blanc e adi\u00e7\u00e3o de lascas de carvalho franc\u00eas, cardamomo e coentro durante a fervura, seguidos de uma segunda adi\u00e7\u00e3o de madeira jovem logo no in\u00edcio da fermenta\u00e7\u00e3o. O resultado \u00e9 uma cerveja de colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar caramelada turva com creme bege de boa forma\u00e7\u00e3o e longa perman\u00eancia, com direito a rendas ao redor da ta\u00e7a. No nariz, caramelo em destaque com c\u00edtrico, herbal, cardamomo e algo que remete a gengibre (provavelmente o pr\u00f3prio cardamomo) e especiarias al\u00e9m de madeira bem leve. Na boca, a pegada c\u00edtrica dos l\u00fapulos consegue enfrentar o caramelo de igual para igual no primeiro toque, mas perde terreno na sequencia, com a do\u00e7ura ainda trazendo consigo toffee e os agressivos 11% de \u00e1lcool. A textura \u00e9 melad\u00edssima e tamb\u00e9m picante, da lupulagem e do \u00e1lcool. Dai pra frente surge um conjunto que, num teste cego, poderia passar por uma Imperial IPA, visto que condimentos pouco interferem e a madeira, como na anterior, surge mais presente no retrogosto do retrogosto, mas pouco acrescenta de percep\u00e7\u00e3o no trajeto. No final, mel e c\u00edtrico. J\u00e1 o retrogosto refor\u00e7a a ideia de mel e c\u00edtrico com presen\u00e7a de cardamomo e madeira distantes.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-47680\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/cooperoak.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/cooperoak.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/cooperoak-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A quarta MadLab \u00e9 a Black Tripel Peppers, receita do cervejeiro C\u00e9lio Gutstein, da W\u00e4ls, uma Belgian Dark Strong Ale produzida em seu pr\u00f3prio laborat\u00f3rio cervejeiro pessoal com v\u00e1rias particularidades: a receita recebe adi\u00e7\u00e3o de laranja doce, laranja amarga, cardamomo, semente de cacau e am\u00eandoas na fervura al\u00e9m de cacau em p\u00f3 e um blend de extrato a quente de pimentas mexicanas na matura\u00e7\u00e3o. Junto a tudo isso, l\u00fapulos Columbus, Perle e Mandarina e maltes Pilsen, Carared, Caramunich, Carafa II e III. Na ta\u00e7a, a Black Tripel Peppers exibe uma colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar escura com creme bege claro de boa forma\u00e7\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o. No aroma, frutas secas, am\u00eandoas, um pouco de figo e percep\u00e7\u00e3o suave de cacau se destacam, com as especiarias surgindo levemente aqui e ali (dentre esses, cardamomo parece mais presente). Na boca, frutas escuras e do\u00e7ura mais presentes no primeiro toque, mas com as pimentas j\u00e1 presentes e aumentando a intensidade, suavemente, conforme o paladar se acostuma ao conjunto \u2013 ou seja, \u00e9 um aquecimento gradual. A textura come\u00e7a seca, vai ficando sedosa e bem picante. Dai pra frente, do\u00e7ura de a\u00e7\u00facar mascavo, picancia tanto de pimenta quanto dos 11.7% de \u00e1lcool, condimentos suaves (at\u00e9 demais pela quantidade) e final seco e picante. No retrogosto, calor (de pimenta e \u00e1lcool), condimenta\u00e7\u00e3o e frutas escuras. Interessante.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-47678\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/black.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/black.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/black-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fechando o quinteto com minha 22\u00aa W\u00e4ls MadLab, a Coconut RIS, uma Russian Imperial Stout que leva adi\u00e7\u00e3o de coco ralado e foi oferecida ao clube em dezembro de 2017. De colora\u00e7\u00e3o marrom bastante escura, praticamente preta, e com creme bege escuro espesso de excelente forma\u00e7\u00e3o e longa reten\u00e7\u00e3o, a W\u00e4ls MadLab Coconut RIS exibe um aroma com destaque imenso para o coco ralado sobre uma base intensa de chocolate, caf\u00e9 e malte torrado, al\u00e9m de sugest\u00e3o distante de madeira. Na boca, do\u00e7ura de chocolate (mais para ao leite do que para amargo) com in\u00edcio de amargor de torra no primeiro toque, intensificado logo na sequencia alcan\u00e7ando 85 IBUs de responsa, que chegam de maneira impactante, mas amaciam no decorrer do caminho. A textura, como era de se esperar, \u00e9 bastante sedosa, tornando-se picante (dos 10.2% de \u00e1lcool) na sequencia (sobre a l\u00edngua, o \u00e1lcool incomoda um pouco e soa bem desequilibrado). Dai em diante, uma cerveja que come\u00e7a bem, mas vai dando uma entortadinha do meio para frente (e com o aquecimento chegando, ao contr\u00e1rio de uma RIS tradicional), o que baixa o alta n\u00edvel inicial, mas mant\u00e9m o resultado acima da m\u00e9dia. No final, caf\u00e9, chocolate, \u00e1lcool e coco. No retrogosto, o mesmo quarteto com leve tra\u00e7o de madeira. Interessante, mas poderia ser ainda melhor.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-47679\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/coconut.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/coconut.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/coconut-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Balan\u00e7o<\/strong><br \/>\nA primeira da s\u00e9rie MadLab nesta sequencia (a 18\u00aa no total): Duchesse d\u2019Or, uma mistura danada de barrica de carvalho, abacaxi, avinagrado e caramelo. Ficou interessante. J\u00e1 a Elite B.A., tamb\u00e9m do MadLab, o conjunto soou inferior \u00e0s Dubbel da casa, com material impercept\u00edvel. A W\u00e4ls MadLab Copper Oak n\u00e3o \u00e9 ruim (ali\u00e1s, nenhum delas \u00e9!), mas est\u00e1 completamente fora do estilo, com l\u00fapulo assertivo, \u00e1lcool agressivo e madeira impercept\u00edvel. Mas h\u00e1 uma cerveja boa aqui (talvez, quando os l\u00fapulos cansarem, apare\u00e7a algo). A mais interessante do percurso at\u00e9 agora \u00e9 a Black Tripel Peppers, com pimenta na medida pra ir aquecendo a garganta (enquanto o \u00e1lcool aquece o corpo). Boa. Fechando o quinteto com a melhor do passeio, ainda que poderia ser muito melhor: Coconut RIS, uma Russian Imperial Stout com coco ralado e muito, muito \u00e1lcool presente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">W\u00e4ls MadLab Duchesse d\u2019Or<br \/>\n\u2013 Produto: Belgian Strong Golden Ale<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 7%<br \/>\n\u2013 Nota: 3,42\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">W\u00e4ls MadLab Elite B.A.<br \/>\n\u2013 Produto: Belgian Dubbel<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 7.5%<br \/>\n\u2013 Nota: 3,10\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">W\u00e4ls MadLab Copper Oak<br \/>\n\u2013 Produto: Barley Wine<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 7.5%<br \/>\n\u2013 Nota: 3,22\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">W\u00e4ls Black Tripel Peppers<br \/>\n\u2013 Produto: Belgian Dark Strong Ale<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 11.7%<br \/>\n\u2013 Nota: 3,49\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">W\u00e4ls Coconut RIS<br \/>\n\u2013 Produto: Russian Imperial Stout<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 10.2%<br \/>\n\u2013 Nota: 3,74\/5<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-47683\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/coconut2.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"734\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/coconut2.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/coconut2-300x294.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m<\/strong><br \/>\n\u2013 Top 2001 Cervejas, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2010\/01\/01\/top-1001-cervejas-marcelo-costa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 Leia sobre outras cervejas (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/category\/boteco\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"W\u00e4ls MadLab Duchesse d\u2019Or, W\u00e4ls Coconut RIS, W\u00e4ls Black Tripel Peppers, W\u00e4ls MadLab Copper Oak e W\u00e4ls MadLab Elite B.A.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/05\/27\/boteco-mais-cinco-cervejas-do-clube-wals-madlab\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":47684,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[347],"tags":[361],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47677"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=47677"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47677\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":47687,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47677\/revisions\/47687"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/47684"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=47677"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=47677"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=47677"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}