{"id":47159,"date":"2018-04-16T08:33:10","date_gmt":"2018-04-16T11:33:10","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=47159"},"modified":"2018-05-20T09:42:01","modified_gmt":"2018-05-20T12:42:01","slug":"especial-as-melhores-musicas-do-radiohead","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/04\/16\/especial-as-melhores-musicas-do-radiohead\/","title":{"rendered":"Especial: As Melhores M\u00fasicas do Radiohead"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/noacapelas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Bruno Capelas<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 dif\u00edcil definir o Radiohead, uma banda de carreira extensa, metam\u00f3rfica e pol\u00eamica \u2013 lembra quando eles lan\u00e7aram o &#8220;<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/02\/18\/kid-a-o-radiohead-no-topo-do-mundo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Kid A<\/a>&#8221; e deixaram todo mundo chateado e impressionado ao mesmo tempo? Ou quando lan\u00e7aram um disco de surpresa deixando a galera pagar o que quisesse por ele? Como explicar uma banda capaz de fazer hits radiof\u00f4nicos como \u201cCreep\u201d e \u201cHigh and Dry\u201d e, no minuto seguinte, compor verdadeiras odes ao mundo esquisito em que vivemos?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando uma tarefa \u00e9 dif\u00edcil demais, a gente pede ajuda para os amigos. \u00c9 essa a ideia deste especial: escolher as melhores m\u00fasicas do Radiohead, aproveitando o mote da passagem da banda pelo Brasil neste m\u00eas de abril \u2013 eles tocam no dia 20 no Rio de Janeiro, na Jeunesse Arena, e no dia 22 em S\u00e3o Paulo, no Allianz Parque. Para essa tarefa, reuni um time de jornalistas, cr\u00edticos e curadores musicais, m\u00fasicos, enfim\u2026 gente que j\u00e1 se arrepiou e chorou um bocado ao som das aventuras musicais de Thom Yorke e seus amigos. \u00c9 um costume que j\u00e1 tinha sido feito algumas vezes para bandas como <a href=\"http:\/\/pergunteaopop.blogspot.com.br\/2012\/09\/especial-as-20-melhores-musicas-do-rem.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">R.E.M.<\/a>, <a href=\"http:\/\/pergunteaopop.blogspot.com.br\/2014\/03\/especial-as-25-melhores-musicas-dos.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Pixies<\/a>, <a href=\"http:\/\/pergunteaopop.blogspot.com.br\/2013\/09\/especial-as-20-melhores-musicas-de.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Bruce Springsteen<\/a>, <a href=\"http:\/\/pergunteaopop.blogspot.com.br\/2013\/11\/especial-as-20-melhores-musicas-do-blur.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Blur\u00a0<\/a>e <a href=\"http:\/\/pergunteaopop.blogspot.com.br\/2015\/03\/especial-as-20-melhores-musicas-do-led.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Led Zeppelin<\/a>, no meu antigo blog, o Pergunte ao Pop.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o foi uma tarefa f\u00e1cil. Como era tradi\u00e7\u00e3o no Pergunte ao Pop, pedi aos 37 votantes que escolhessem suas cinco can\u00e7\u00f5es favoritas do Radiohead, em ordem de prefer\u00eancia, acompanhadas de um textinho que justificasse a escolha do primeiro lugar. (Alguns exagerados mandaram textinhos para todas as suas preferidas, e n\u00e3o apenas a primeira colocada).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esses textos servem como justificativa \u2013 \u00e0s vezes bastante pessoal \u2013 sobre porque uma m\u00fasica \u00e9 melhor que a outra. O ranking, por\u00e9m, foi definido a partir de um crit\u00e9rio matem\u00e1tico: 5 pontos para a m\u00fasica que fica em primeiro lugar da lista de cada votante, 4 para o segundo e assim por diante. No caso de empate em termos de pontos, prevaleceu a m\u00fasica que teve mais votos individuais \u2013 ao contr\u00e1rio do saudoso Torneio In\u00edcio, n\u00e3o temos outros crit\u00e9rios de desempate.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A ideia da lista, al\u00e9m de celebrar a carreira da banda, \u00e9 servir como boa introdu\u00e7\u00e3o a um dos grupos mais inventivos dos \u00faltimos 25 anos. Ao todo, 51 m\u00fasicas diferentes foram citadas pelo Col\u00e9gio Eleitoral \u2013 delas, 34 tiveram pelo menos mais de uma lembran\u00e7a, o que justifica sua presen\u00e7a nesta lista. Todos os discos de carreira do Radiohead foram citados \u2013 houve ainda quem lembrou de um lado B de um single e uma faixa divulgada apenas 20 anos depois de ter sido originalmente gravada pela banda. \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/02\/11\/ok-computer-um-disco-fundamental\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">OK Computer<\/a>\u201d, de 1997, foi o disco que mais foi lembrado e o dono da faixa vencedora, seguido de perto por \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/02\/04\/the-bends-o-melhor-do-radiohead\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">The Bends<\/a>\u201d, de 1995, e \u201c<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/03\/17\/in-rainbows-o-album-da-decada\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">In Rainbows<\/a>\u201d, de 2007.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aqui, voc\u00ea confere a lista principal, com os coment\u00e1rios dos votantes e links para playlists com o ranking no servi\u00e7o de streaming \u00e0 sua escolha \u2013 tem <a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/user\/fkl9k9rctzkhdaubnvqbk9wnw\/playlist\/6hDKSUmeJiJZ0NBnXgg4iw?si=2BIqNkATTESIRfw1sfZnrg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Spotify<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.deezer.com\/br\/playlist\/4362305286?utm_source=deezer&amp;utm_content=playlist-4362305286&amp;utm_term=486152593_1523586451&amp;utm_medium=web\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Deezer<\/a> e <a href=\"https:\/\/play.google.com\/music\/listen?view=\/pl\/AMaBXynQdJWskuW0A1Ys7CjwWNP67pqAVa0DTu2hchl04YEAlNW9WHzgq7vMv40aKP0GTgrDe6K8fEoIJ_uYASKpXTSWm06mRA%253D%253D\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Google Play M\u00fasica<\/a>. Mandamos ainda um link com um arquivo <a href=\"https:\/\/docs.google.com\/document\/d\/16zxmw2I9UVjQt-6J56Gkv1YpDYeFi7ehkQ8KH0MEJ7c\/edit\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">para ler todos os votos e textos<\/a> e <a href=\"https:\/\/docs.google.com\/spreadsheets\/d\/1Zz88719yMt5dM_790eS9LEWUAjaOyR_pSzvVHX3zJ5o\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">a planilha de confer\u00eancia<\/a>. Vamos nessa?<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/fHiGbolFFGw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1\u00ba: Paranoid Android &#8211; 69 pontos, 19 votos<\/strong><br \/>\n\u201cCostumo dizer que o dia em que Thom Yorke se cansar das experimenta\u00e7\u00f5es herm\u00e9ticas e escrever um disco s\u00f3 de &#8220;Paranoid Androids&#8221;, vai configurar um novo norte na m\u00fasica pop. De novo.\u201d (Elson Barbosa, Sinewave)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cCom mais fases que o Abbey Road (e transi\u00e7\u00f5es perfeitas), letra sombria, riffs reconhec\u00edveis, refer\u00eancias a Douglas Adams e Blade Runner, cr\u00edticas ao capitalismo t\u00e3o \u00e1cidas quanto no \u201cKid A\u201d (\u201cAmbition makes you look pretty ugly\/kicking, squealing Gucci little piggy\u201d) e ainda d\u00e1 pra cantar por 5 minutos a parte do &#8220;rain down&#8221;. A can\u00e7\u00e3o mais completa da d\u00e9cada de 90\u201d. (Tiago Aguiar, O Globo)<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Y7WCdYFqz5g?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2\u00ba: Idioteque &#8211; 41 pontos, 14 votos<\/strong><br \/>\n\u201cAcho a can\u00e7\u00e3o impressionante como obra de arte moderna, capaz de mimetizar em sua forma todo um sentimento de paranoia que atravessa a humanidade desde a Guerra Fria dos anos 60 at\u00e9 as quest\u00f5es ambientais e as tecnologias dos anos 2000. N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que, mesmo 18 anos depois de seu lan\u00e7amento, &#8220;Idioteque&#8221; continue soando e parecendo t\u00e3o atual.\u201d (Giovanni Santa Rosa, jornalista)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cChega a ser um pouco pol\u00eamico colocar Idioteque em primeiro lugar em um ranking de m\u00fasicas do Radiohead. Mas eu explico. Quando o \u201cKid A\u201d foi lan\u00e7ado em 2000, eu e meus irm\u00e3os mor\u00e1vamos em uma rep\u00fablica em Presidente Prudente, interior de S\u00e3o Paulo. Depois do impacto do \u201cOK Computer\u201d, a expectativa era gigante em torno do \u00e1lbum. Lembro da gente correr pra comprar quando chegou na loja do shopping e a primeira audi\u00e7\u00e3o foi uma decep\u00e7\u00e3o pra geral. Ningu\u00e9m entendeu o disco logo de cara, a gente tinha at\u00e9 um apelido pra ele: &#8220;que odiei&#8221;. Era um trocadilho bem raso mesmo, com a pron\u00fancia do nome do \u00e1lbum. Mas n\u00e3o demorou pro \u201cKid A\u201d bater e se tornar trilha de jogatinas de Winning Eleven e Tony Hawk&#8217;s Skater Pro, num Playstation One que t\u00ednhamos na \u00e9poca. Eram madrugadas adentro ao som do disco, e Idioteque era a que mais chapava quando tocava, sempre tinha algu\u00e9m que ficava acompanhando as batidas fren\u00e9ticas da m\u00fasica no interruptor de luz, nem sei quantas l\u00e2mpadas queimamos com essa noia. Vi o Radiohead ao vivo duas vezes, na \u00fanica apresenta\u00e7\u00e3o aqui no Brasil, em 2009, e ano passado, no festival Best Kept Secret, na Holanda, e confesso que \u201cIdioteque\u201d, ao lado de \u201cParanoid Android\u201d, continuam sendo os meus momentos favoritos do show. Acho que as luzes fren\u00e9ticas do palco me remetem a essa \u00e9poca massa da vida. (Bruno Dias, Capricho &amp; Urbanaque)<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/XFkzRNyygfk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>3\u00ba: Creep &#8211; 36 pontos, 10 votos<\/strong><br \/>\n\u201cSou f\u00e3 da fase menos experimental do Radiohead. Para mim, \u201cPablo Honey\u201d, \u201cThe Bends\u201d e \u201cOK Computer\u201d \u00e9 a melhor trilogia inicial lan\u00e7ada por uma banda. Creep representa tudo isso em alto e bom som. Al\u00e9m disso, foi uma das primeiras m\u00fasicas que aprendi a tocar no viol\u00e3o\/guitarra. \u00c9 aquela que sempre toco nas rodinhas e, consequentemente, faz todo mundo chorar. Uma das can\u00e7\u00f5es da minha vida.\u201d (Jo\u00e3o Paulo Carvalho, Estad\u00e3o)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cQuando eu comecei nesse neg\u00f3cio de ouvir m\u00fasica indie, eu n\u00e3o conseguia gostar do Radiohead nem do Los Hermanos. Mas adorava tanto \u201cCreep\u201d, a \u201cAnna J\u00falia\u201d de Thom Yorke \u2013 a piada n\u00e3o \u00e9 minha, nem sei de quem \u00e9, mas roubei para a vida. A verdade \u00e9 que \u201cCreep\u201d, hino da Teoria Pedest\u00e1ltica, um comp\u00eandio de psicologia pop que varreu minha adolesc\u00eancia, sempre bateu bem praquele garoto nerd de S\u00e3o Caetano \u2013 \u201cwhat the hell I\u2019m doing here?\u201d. Al\u00e9m do refr\u00e3o pop, da guitarra distorcida (o aviso pr\u00e9-refr\u00e3o de Jonny Greenwood \u00e9 uma das coisas mais impactantes da m\u00fasica pop, para mim) e da simplicidade l\u00edrica-harm\u00f4nica, \u00e9 uma m\u00fasica que tamb\u00e9m tem uma hist\u00f3ria. Ainda adolescente, certa vez cometi a bobagem de me declarar pra uma mo\u00e7a com \u201cIn My Life\u201d (ah, as coisas que a gente faz com 15 anos). Ela achou fofo, mas nem deu bola. Fiquei chateado e comecei a tocar \u201cCreep\u201d. Acabou dando certo \u2013 \u00e0s vezes, a gente consegue ser um pouco especial\u201d. (Bruno Capelas, Estad\u00e3o)<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/u5CVsCnxyXg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>4\u00ba: No Surprises &#8211; 34 pontos, 8 votos<\/strong><br \/>\n\u201cDemorei come\u00e7ar a gostar de Radiohead. Cego pela fama dos experimentos, eu esperava algo muito diferente, mas n\u00e3o conseguia perceber que a inova\u00e7\u00e3o estava nas sutilezas. Mudei tarde, em 2016, com o \u201cA Moon Shaped Pool\u201d. Decidi que era hora de dar uma nova chance para a banda. E, ent\u00e3o, entendi: cada linha de baixo aparentemente fora do tempo, cada grito da guitarra de Greenwood, cada verso declamado por Yorke em cima de batidas secas eletr\u00f4nicas tinham um porqu\u00ea. Tudo em Radiohead \u00e9 sutil e precisa da sua aten\u00e7\u00e3o. Mas quando a m\u00fasica entra, nunca mais sai. \u201cNo Surprises\u201d, para mim, \u00e9 a que melhor representa isso tudo. A introdu\u00e7\u00e3o te leva a um lugar quente e confort\u00e1vel, at\u00e9 que a voz de Yorke entra, quase como um choro. E tudo \u00e9 branco. Algo muda com os momentos de sil\u00eancio e com os corais no fundo ao final. Tudo \u00e9 apagado e, com suas sutilezas, Radiohead prova como \u00e9 poss\u00edvel ser melanc\u00f3lico e feliz ao mesmo tempo. Nenhuma surpresa.\u201d (Kaluan Bernardo, jornalista)<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/7qFfFVSerQo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>5\u00ba: High and Dry &#8211; 33 pontos, 9 votos<\/strong><br \/>\n\u201cAh, porque sofrer faz parte da vida. Viver \u00e9 muito mais dor do que prazer e tal.\u201d (Tiago Trigo, Casa Inflam\u00e1vel)<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/n5h0qHwNrHk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>6\u00ba: Fake Plastic Trees &#8211; 32 pontos, 9 votos<\/strong><br \/>\n\u201cN\u00e3o podia deixar de fora da lista a balada que j\u00e1 me acompanhou nas piores fossas da vida (e deve acompanhar nas futuras). Ela \u00e9 fonte de inspira\u00e7\u00e3o para muitas outras m\u00fasicas e, de certa maneira, resume o que o Radiohead \u00e9 pra mim: uma banda que faz m\u00fasicas para pessoas que sentem as coisas intensamente, internamente, e nem sempre se sente confort\u00e1vel na pr\u00f3pria pele (e tudo bem!).\u201d (Nat Julio, jornalista e curadora musical)<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/1uYWYWPc9HU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>7\u00ba: Karma Police &#8211; 24 pontos, 7 votos<\/strong><br \/>\n\u201cOutros devem escrever sobre ela, mas: dentro de um disco sem falhas, o Radiohead faz a sua grande can\u00e7\u00e3o, com aura de seriedade, ironia e cr\u00edtica-social-foda. Na verdade, era uma brincadeira em torno de uma express\u00e3o que usavam entre eles durante as turn\u00eas. A piada interna sobre a &#8220;pol\u00edcia do karma&#8221; se transformou numa balada de arena fantasmag\u00f3rica e inesquec\u00edvel, facilmente comprov\u00e1vel em shows da banda, onde ao final a multid\u00e3o costuma repetir &#8220;For a minute there \/ I lost myself, I lost myself&#8221;, como se quisessem continuar perdidos por mais um\/uns minuto(s) com a m\u00fasica de Thom Yorke e cia. (Renato \u2018Otaner\u2019 Martins, La Cumbuca)<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/zhqtzNdEyeo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>8\u00ba: Everything In Its Right Place &#8211; 20 pontos, 7 votos<\/strong><br \/>\n\u201cConsidero o \u201cKid A\u201d o melhor trabalho da banda. Foi lan\u00e7ado na aurora do s\u00e9culo 21, muito eletr\u00f4nico e vinha com a miss\u00e3o de levar o Radiohead para um lugar al\u00e9m do que \u201cOK Computer\u201d havia mostrado. Sai a c\u00f3pia de progressivo alem\u00e3o requentado e entra uma m\u00fasica atormentada, cheia de interfer\u00eancias e necessidade de mudan\u00e7a. Eu gosto da ideia do Radiohead dar um chute na bunda do rock, porque \u201cKid A\u201d est\u00e1 longe de ser um disco do estilo, como \u201cOK\u201d \u00e9. Essa m\u00fasica \u00e9 tensa, mente de forma deslavada sobre as coisas estarem no lugar certo. \u00c9 \u00f3bvio que nunca estiveram. Basta ouvir. O tecladinho inicial \u00e9 insuper\u00e1vel dentro do repert\u00f3rio do grupo. Radiohead para n\u00e3o-f\u00e3s. (Carlos Eduardo Lima, Atemporal &amp; Hist\u00f3ria por M\u00fasica)<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/bF4CBlPznyA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>9\u00ba: Airbag &#8211; 20 pontos, 6 votos<\/strong><br \/>\n\u201cA faixa de abertura de \u201cOK Computer\u201d sintetizava o que o disco tinha de melhor. Na verdade, sintetiza o que o pr\u00f3prio Radiohead tem de melhor: uma constela\u00e7\u00e3o de fragmentos discordantes que, organizada em torno de uma can\u00e7\u00e3o simples e cativante, resulta muito mais grandiosa que a mera soma de suas partes. (Nota pessoal: fiquei impressionado ao ver a banda ao vivo em 2008 e constatar como conseguiam reproduzir com exatid\u00e3o os timbres e o arranjo original &#8212; mesmo que, para isso, Jonny tivesse que usar duas guitarras diferentes, trocando de instrumento no meio da m\u00fasica.)\u201d (Marco Antonio Barbosa, Telhado de Vidro)<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/oIFLtNYI3Ls?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>10\u00ba: Just &#8211; 19 pontos, 6 votos<\/strong><br \/>\n\u201cPorque o que eu gosto mesmo \u00e9 do Radiohead guitarreiro do come\u00e7o de carreira.\u201d (Janaina Azevedo Lopes, G1)<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Di2d7-rsdUI?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>11\u00ba: Anyone Can Play Guitar &#8211; 18 pontos, 6 votos<\/strong><br \/>\n\u201c\u201cAnyone Can Play Guitar\u201d foi a primeira m\u00fasica que ouvi do Radiohead (sim, antes de \u201cCreep\u201d), cortesia de uma fitinha cassete que veio na saudosa revista \u201cGeneral\u201d. Essa fita tinha outras coisas como Blur, Breeders e Smashing Pumpkins. Virou cl\u00e1ssica. Mesmo o \u201cPablo Honey\u201d sendo um disco bem razo\u00e1vel, essa m\u00fasica era poderosa, ainda mais para um adolescente (eu tinha 14 anos na \u00e9poca). A entrada, o baixo, o ritmo, as cita\u00e7\u00f5es, a letra (\u201c&#8230;i want to be in a band when i get to heaven\u2026\u201d), tudo que cativava uma jovem mente repleta de alguns sonhos. Ainda hoje \u00e9 minha can\u00e7\u00e3o predileta da banda e toda vez que ou\u00e7o com certeza alguma coisa acontece no meu cora\u00e7\u00e3o.\u201d (Adriano Costa, Coisa Pop)<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/6yeiUNEF-Mg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>12\u00ba: How to Disappear Completely &#8211; 16 pontos, 5 votos<\/strong><br \/>\n\u201cO Radiohead tem um document\u00e1rio feito na \u00e9poca da turn\u00ea do disco \u201cOK Computer\u201d chamado \u201cMeeting People Is Easy\u201d. Se voc\u00ea n\u00e3o tiver acesso ao doc ou tempo para assistir, \u201cHow To Disappear Completely\u201d \u00e9 uma cristaliza\u00e7\u00e3o perfeita dos temas apresentados no filme e do isolamento que Thom Yorke sentia naquela \u00e9poca. Acompanhado por um viol\u00e3o, ele canta sobre como se sente um fantasma no meio das pessoas, ou como deseja ser um fantasma. O elemento musical mais not\u00e1vel da can\u00e7\u00e3o s\u00e3o crescendos de ondes martenot que soam quase como um grito primal, criando um contraste com a performance vocal resignada de Yorke. Melhor can\u00e7\u00e3o do grupo, com certeza.\u201d (Pedro Hollanda, jornalista)<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/1o46s-hwenI?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>*13\u00ba: Let Down &#8211; 16 pontos, 4 votos<\/strong><br \/>\n\u201c\u00c9 uma can\u00e7\u00e3o de amplas possibilidades de del\u00edrio. Ela pode ser cinematogr\u00e1fica, alucin\u00f3gena, introspectiva, e com o combust\u00edvel mental e qu\u00edmico certo para cada um, at\u00e9 xam\u00e2nica (ou at\u00e9 d\u00e1 para dispensar tais combust\u00edveis, a depender do seu estado de esp\u00edrito). Tem a dor e uma suave nesga de esperan\u00e7a na voz do Thom Yorke, a letra que mistura desejo de fuga, inoc\u00eancia e desencanto; tem aquela harmonia que une partes que, sozinhas, n\u00e3o teriam o mesmo poder. Vejo-a como uma obra contundente, daquelas raras que n\u00e3o aceita (sequer permite) ser usada como pano de fundo para atividades corriqueiras. \u00c9 uma obra que te toma e te derruba (ou levanta, ou te joga em movimento centr\u00edpeto&#8230;) Tremendo perigo ouvir ao volante. Mas pode valer o risco.\u201d (Leonardo Vinhas, Scream &amp; Yell)<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/kK6sjaaK8FY?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>*13\u00ba: Exit Music (For a Film) &#8211; 16 pontos, 4 votos<\/strong><br \/>\n\u201cA gente acumula algumas convic\u00e7\u00f5es ao longo da vida, al\u00e9m das decep\u00e7\u00f5es, mas voc\u00ea n\u00e3o pediu para eu falar sobre isso, n\u00e9. OK, tentarei evitar as digress\u00f5es. Esta faixa n\u00e3o concentra alguns dos arranjos mais bonitos que voc\u00ea j\u00e1 ouviu? \u00c9 uma m\u00fasica que come\u00e7a melancolicamente t\u00e3o gentil, e cresce para depois desabar na dor de algu\u00e9m que est\u00e1 meio puto com o caminhar das coisas. D\u00e1 para imaginar todo tipo de trag\u00e9dia pessoal com essa m\u00fasica de trilha sonora \u2013 n\u00e3o que eu goste de trag\u00e9dias, apesar de elas inspirarem boas narrativas. De qualquer forma, diz a hist\u00f3ria que esta m\u00fasica foi pensada ou encomendada para o filme &#8220;Romeo + Juliet\u201d, a vers\u00e3o de 1996. E bem, bota trag\u00e9dia nisso essa hist\u00f3ria de seus pais n\u00e3o aprovarem aquele ou aquela que voc\u00ea ama e, quando voc\u00ea resolve assumir a raridade do amor rom\u00e2ntico, a outra pessoa morre. Vacilo. E um elegante final com \u201cWe hope that you choke\u2026 that you choke\u201d, \u00e9 o tipo de desejo que vale professar para muita gente e situa\u00e7\u00f5es. Enfim, um ponto final elegante para uma m\u00fasica, acho.\u201d (Carla Matsu, IDG Now)<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Q888PBtrWc0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>15\u00ba &#8211; Weird Fishes\/Arpeggi &#8211; 15 pontos, 5 votos<\/strong><br \/>\n\u201cPra mim, o \u201cIn Rainbows\u201d \u00e9 inteiro um inv\u00f3lucro perfeito para essa m\u00fasica. Uma can\u00e7\u00e3o-arpejo simples que te leva aos confins do universo e d\u00f3i, mesmo cheia de ternura. Pra mim, ela tem uma m\u00fasica-irm\u00e3 no disco mais recente da banda, a \u201cPresent Tense\u201d, de mesma estrutura simples e atmosfera densa. Coisa mais bonita.\u201d (Yasmin Muller, Deezer)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cBasicamente, \u00e9 a can\u00e7\u00e3o que diz: Thom Yorke faz sexo! A gente tamb\u00e9m, n\u00e9? Uma jun\u00e7\u00e3o espetacular de certo calor soul com a frieza teut\u00f4nica de Faust. Obra de g\u00eanio.\u201d (Thiago Pereira, Hoje em Dia)<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/7AQSLozK7aA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>16\u00ba: There There &#8211; 12 pontos, 5 votos<\/strong><br \/>\n\u201cO single do disco e uma das faixas poderosas do Radiohead nos anos 00 se chama &#8216;There There&#8217; e come\u00e7a como uma mantra, com tambores (tocados em shows por Jonny Greenwood e Ed O\u2019Brien) fazendo a cama para a voz de Thom Yorke que crava no peito do ouvinte: &#8216;S\u00f3 por que voc\u00ea sente, n\u00e3o significa que esteja l\u00e1&#8217;. No final, ap\u00f3s um bel\u00edssimo solo de guitarra, outro aviso: &#8216;O C\u00e9u enviou-te para mim \/ N\u00f3s somos acidentes que ainda v\u00e3o acontecer&#8217;. \u00c9 uma das can\u00e7\u00f5es do Radiohead que cresce absurdamente ao vivo&#8221;.\u00a0(Marcelo Costa, Scream &amp; Yell)<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/U2RhYy1va1M?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>17\u00ba: Black Star &#8211; 11 pontos, 4 votos<\/strong><br \/>\n\u201cTodas as complexidades, tanto mel\u00f3dicas quanto l\u00edricas, que o Radiohead iria explorar p\u00f3s \u201cOK Computer\u201d est\u00e3o ausentes dessa can\u00e7\u00e3o do sessentista \u201cThe Bends\u201d, uma m\u00fasica que, casualmente, foi a primeira parceria deles com o Nigel Godrich na produ\u00e7\u00e3o (eles curtiram o resultado e decidiram apostar &#8211; ainda bem). Tudo aqui \u00e9 direto, sem disfarces, desde o arranjo bate e assopra alternando entre guitarreiro e melanc\u00f3lico \u00e0 letra que narra um conturbado fim de relacionamento sinalizando (provavelmente metaforicamente exagerado) que ela enlouqueceu, e que mesmo assim ele n\u00e3o consegue esquec\u00ea-la. Uma faixa que ganha ainda mais dor nas vers\u00f5es ac\u00fasticas \u2013 h\u00e1 uma em um pub em Estocolmo no YouTube que \u00e9 de partir o cora\u00e7\u00e3o em pedacinhos bem pequenos.\u201d (Marcelo Costa, Scream &amp; Yell)<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/orlEo1PnEU4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>18\u00ba: Lucky &#8211; 10 pontos, 4 votos<\/strong><br \/>\n\u201cTenho um apego com \u201cLucky\u201d. Foi a primeira m\u00fasica (de todas) que aprendi a tocar no viol\u00e3o, e a arriscar a cantar junto. At\u00e9 por isso sabia a letra de cor (rs). Musicalmente, faz uma transi\u00e7\u00e3o entre o clima et\u00e9reo\/melanc\u00f3lico do \u201cOK Computer\u201d com o roqueiro do \u201cThe Bends\u201d, principalmente ao final da can\u00e7\u00e3o quando chega o solo. E tem um dos mais belos refr\u00f5es do \u00e1lbum . Por sorte, sempre esteve no setlist de shows deles.\u201d (Itaici Brunetti, V\u00edrgula)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">19\u00ba: Jigsaw Falling Into Place &#8211; 10 pontos, 3 votos<br \/>\n20\u00ba: House of Cards &#8211; 8 pontos, 4 votos<br \/>\n21\u00ba: Lotus Flower &#8211; 6 pontos, 2 votos<br \/>\n21\u00ba: Nude &#8211; 6 pontos, 2 votos<br \/>\n21\u00ba: Thinking About You &#8211; 6 pontos, 2 votos<br \/>\n24\u00ba: Bodysnatchers &#8211; 5 pontos, 2 votos<br \/>\n24\u00ba: (Nice Dream) &#8211; 5 pontos, 2 votos<br \/>\n24\u00ba: 15 Step &#8211; 5 pontos, 2 votos<br \/>\n24\u00ba: Where I End and You Begin &#8211; 5 pontos, 2 votos<br \/>\n28\u00ba: Daydreaming &#8211; 4 pontos, 2 votos<br \/>\n29\u00ba: All I Need &#8211; 3 pontos, 3 votos<br \/>\n30\u00ba: Burn the Witch &#8211; 3 pontos, 2 votos<br \/>\n30\u00ba: The Bends &#8211; 3 pontos, 2 votos<br \/>\n30\u00ba: 2+2=5 &#8211; 3 pontos, 2 votos<br \/>\n33\u00ba: Pyramid Song &#8211; 2 pontos, 2 votos<br \/>\n33\u00ba: Life in a Glasshouse &#8211; 2 pontos, 2 votos<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-47163\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/radiohead2.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/radiohead2.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/radiohead2-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p><strong>OS VOTANTES<\/strong><br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/twitter.com\/coisapop\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Adriano Mello Costa<\/a>, Coisa Pop<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/twitter.com\/noacapelas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Bruno Capelas<\/a>, Estad\u00e3o<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/brunodias.urbanaque\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Bruno Dias<\/a>, Capricho &amp; Urbanaque<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/twitter.com\/carlamatsu\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Carla Matsu<\/a>, IDG Now<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/carloseduardo.lima.90\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Carlos Eduardo Lima<\/a>, Atemporal &amp; Hist\u00f3ria por M\u00fasica<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/eduardo.martinez.988711\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Eduardo Martinez<\/a>, TV Tem\/C\u00f3digo de Conduta<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/elson.barbosa\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Elson Barbosa<\/a>, Sinewave<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/enio.vermelho\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Enio Vermelho Jr<\/a>, jornalista<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/twitter.com\/flogase\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Fernando Augusto Lopes<\/a>, Floga-se<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/twitter.com\/rufatto\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Giancarlo Rufatto<\/a>, m\u00fasico<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/giovannisantarosa\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Giovanni Santa Rosa<\/a>, jornalista<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/itaici.brunetti\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Itaici Brunetti<\/a>, V\u00edrgula<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/kaluanbernardo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Kaluan Bernardo<\/a>, jornalista<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/lafaietejunior\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Lafaiete Junior<\/a>, Veia Urbana<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/leovinhas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Leonardo Vinhas<\/a>, Scream &amp; Yell<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/lucsabreda\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Lucas Br\u00eada<\/a>, Rolling Stone<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/janaisapunk\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Janaina Azevedo Lopes<\/a>, G1<br \/>\n&#8211; Jo\u00e3o Paulo Carvalho, Estad\u00e3o<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/chelseanights\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Manoel Magalh\u00e3es<\/a>, m\u00fasico<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/marcelo.costa.5855\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Marcelo Costa<\/a>, Scream &amp; Yell<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/MarcoAntonioBarbosaJr\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Marco Antonio Barbosa<\/a>, Telhado de Vidro<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/marco.tomazzoni\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Marco Tomazzoni<\/a>, Google Play<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/marcus.losanoff\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Marcus Vinicius Losanoff<\/a>, Cambio &amp; Alt90<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/maritramontina\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Mariana Tramontina<\/a>, UOL<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/julionatalia\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Natalia Julio<\/a>, Google Play<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/olavo.rocha.7\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Olavo Rocha<\/a>, Lestics<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/pablomiyazawa\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Pablo Miyazawa<\/a>, IGN Brasil<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/phollanda\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Pedro Hollanda<\/a>, jornalista<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/pedro.m.salgado.5\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Pedro Salgado<\/a>, Scream &amp; Yell<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/otaner.silva\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Renato \u2018Otaner\u2019 Martins<\/a>, La Cumbuca<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/thiago.pereira.56808\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Thiago Pereira<\/a>, Hoje em Dia<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/agostini.tiago\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Tiago Agostini<\/a>, jornalista<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/ti.aguiarfoliveira\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Tiago Aguiar<\/a>, O Globo<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/tiago.trigo.5\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Tiago Trigo<\/a>, Casa Inflam\u00e1vel<br \/>\n&#8211;\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/vinicius.f.santos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Vinicius Felix<\/a>, jornalista<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/wilson.farina\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Wilson Farina<\/a>, Heatwave!<br \/>\n&#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/yasmin.muller.583\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Yasmin Muller<\/a>, Deezer<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-47164\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/radiohead3.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"521\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/radiohead3.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/radiohead3-300x208.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A LISTA DE DISCOS E CITA\u00c7\u00d5ES<\/strong><br \/>\n51 m\u00fasicas foram citadas<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pablo Honey &#8211; 4 citadas (Creep, Stop Whispering, Anyone Can Play Guitar e Thinking About You)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">The Bends &#8211; 9 citadas (Planet Telex, The Bends, High and Dry, Fake Plastic Trees, (Nice Dream), Just, My Iron Lung, Black Star e Street Spirit (Fade Out)).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">OK Computer &#8211; 10 citadas (Airbag, Paranoid Android, Subterranean Homesick Alien, Exit Music (For a Film), Let Down, Karma Police, Fitter Happier, No Surprises, Lucky e The Tourist)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Kid A &#8211; 6 citadas (Everything In Its Right Place, Kid A, National Anthem, How to Disappear Completely, Optimistic e Idioteque)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Amnesiac &#8211; 3 citadas (Pyramid Song, You and Whose Army, Life in a Glasshouse)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hail to the Thief &#8211; 4 citadas (2+2=5, Where I End and You Begin, We Suck Young Blood, There There)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">In Rainbows &#8211; 8 citadas (15 Step, Bodysnatchers, Nude, Weird Fishes\/Arpeggi, All I Need, House of Cards, Jigsaw Falling Into Place, Reckoner)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">The King of Limbs &#8211; 2 citadas (Lotus Flower e Codex)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Moon Shaped Pool &#8211; 3 citadas (Burn the Witch, Daydreaming e Ful Stop)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">OK Computer OKNOTOK 1997 2017 &#8211; 1 citada (Lift)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Singles &#8211; 1 citada (Talk Show Host)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-47165\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/radiohead4.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"1125\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/radiohead4.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/radiohead4-200x300.jpg 200w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/radiohead4-683x1024.jpg 683w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2013 Bruno Capelas (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/#%21\/noacapelas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@noacapelas<\/a>) \u00e9 jornalista e trabalha no caderno Link, de O Estado de S\u00e3o Paulo. Todas as\u00a0 fotos do texto s\u00e3o do show em S\u00e3o Paulo, 2009, por Marcos Hermes \/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n\u2013 Radiohead: a saga atrav\u00e9s dos EPs, por Bruno Leonel\u00a0(<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/06\/14\/radiohead-a-saga-atraves-dos-eps\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 \u201cOk Computer OkNotOk 1997\u20132017\u201d festeja 20 anos de \u201cOk Computer\u201d (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2017\/05\/02\/la-vem-ok-computer-oknotok-1997-2017\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 Radiohead honra o mito ao vivo em S\u00e3o Paulo, 2009, com show grandioso (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/03\/23\/radiohead-honra-o-mito-em-sao-paulo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 Radiohead libera nove shows na integra da turn\u00ea 2016\/2017. Assista (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2017\/08\/01\/quatro-shows-do-radiohead-na-integra\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 \u201cPablo Honey\u201d, por Eduardo Palandi (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/01\/20\/pablo-honey-obra-prima-do-radiohead\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 \u201cThe Bends\u201d, por Renata Honorato (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/02\/04\/the-bends-o-melhor-do-radiohead\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 \u201cOk Computer\u201d, por Tiago Agostini (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/02\/11\/ok-computer-um-disco-fundamental\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 \u201cKid A\u201d, por Lu\u00eds Henrique Pellanda (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/02\/18\/kid-a-o-radiohead-no-topo-do-mundo\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 \u201cAmnesiac\u201d, por Marco Tomazzoni (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/03\/04\/amnesiac-a-vanguarda-do-rock\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 \u201cHail To The Thief\u201d, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/03\/09\/hail-to-the-thief-e-a-volta-das-guitarras\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 \u201cIn Raibows\u201d, por Alexandre Matias (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/03\/17\/in-rainbows-o-album-da-decada\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 \u201cThe King of Limbs\u201d, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2011\/02\/28\/cds-beady-eye-pj-harvey-radiohead\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 \u201cRocks\u201d, Radiohead: registro matador da banda ao vivo em 2001 (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/08\/11\/bruce-springsteen-tom-waits-e-radiohead\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A ideia da lista, al\u00e9m de celebrar a carreira da banda, \u00e9 servir como boa introdu\u00e7\u00e3o a um dos grupos mais inventivos dos \u00faltimos 25 anos. Ao todo, 51 m\u00fasicas diferentes foram citadas pelo Col\u00e9gio Eleitoral\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/04\/16\/especial-as-melhores-musicas-do-radiohead\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":14,"featured_media":47160,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[341],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47159"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/14"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=47159"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47159\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":47168,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47159\/revisions\/47168"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/47160"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=47159"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=47159"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=47159"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}