{"id":46491,"date":"2018-02-09T09:24:08","date_gmt":"2018-02-09T11:24:08","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=46491"},"modified":"2026-02-04T12:10:13","modified_gmt":"2026-02-04T15:10:13","slug":"entrevista-steve-hackett","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/02\/09\/entrevista-steve-hackett\/","title":{"rendered":"Entrevista: Steve Hackett"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista por\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/noacapelas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Bruno Capelas<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele foi parceiro de banda de Phil Collins e Peter Gabriel e inventou uma das t\u00e9cnicas de guitarra mais copiadas da hist\u00f3ria (o tapping, arma favorita de nomes como Eddie Van Halen e Kirk Hammett). Com mais de cinco d\u00e9cadas de carreira, Steve Hackett segue na estrada mostrando as can\u00e7\u00f5es de seu antigo conjunto Genesis e de sua carreira solo. \u201cTenho sorte de ter feito parte da trilha sonora da vida das pessoas, porque trabalhei muito para isso\u201d, diz Hackett ao Scream &amp; Yell, direto de sua casa na Inglaterra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Membro do Genesis entre 1970 e 1977, Hackett viveu o auge da fase progressiva da banda, em discos como \u201cFoxtrot\u201d, \u201cSelling England by the Pound\u201d e \u201cThe Lamb Lies Down on Broadway\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os milh\u00f5es de discos vendidos e as turn\u00eas pelo mundo com o grupo, liderado por Peter Gabriel e depois por Phil Collins, por\u00e9m, n\u00e3o s\u00e3o o principal motivo de orgulho do guitarrista. \u201cEm 1973, John Lennon deu uma entrevista dizendo que o Genesis era uma das bandas que ele estava escutando na \u00e9poca\u201d, diz. \u201cAinda n\u00e3o existimos mais, mas acho que ainda vale a pena tocar ao vivo as can\u00e7\u00f5es de uma banda que foi notada por Lennon.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na entrevista a seguir, Hackett fala mais sobre o Genesis e seu legado em bandas como Muse e Elbow (\u201cMatt Bellamy \u00e9 um sujeito interessante!\u201d, diz ele, embora haja controv\u00e9rsias) e sobre o estado da m\u00fasica atual. \u201c\u00c9 trabalho dos m\u00fasicos fazer o que os pol\u00edticos n\u00e3o conseguem: levantar pontes entre as na\u00e7\u00f5es\u201d, diz ele, pregando que as parada de sucessos n\u00e3o devem ser dominadas pela dobradinha EUA-Reino Unido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O guitarrista tamb\u00e9m d\u00e1 sua vers\u00e3o sobre a rivalidade entre o rock progressivo e o punk rock. \u201cComprei o disco do Sex Pistols na \u00e9poca que saiu e adorei. S\u00e9rio: gostei muito\u201d, diz. \u201cEssa \u00e9 uma competi\u00e7\u00e3o forjada pela m\u00eddia!\u201d. Al\u00e9m disso, diz n\u00e3o descartar uma reuni\u00e3o do Genesis, comenta sobre seus artistas brasileiros favoritos \u2013 Djavan e Ney Matogrosso est\u00e3o na lista \u2013 e diz que quer aproveitar a vinda ao Brasil para matar as saudades do amigo Ritchie \u2013 sim, o int\u00e9rprete de \u201cMenina Veneno\u201d. Com a palavra, Steve Hackett.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"STEVE HACKETT - Dancing with the Moonlit Knight (Live at the Royal Festival Hall, London)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/oIcTis6KgJY?list=PLx9isu_AqO5HHvRbNiJjp3weClMTxTB7q\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O que os f\u00e3s podem esperar dos seus shows aqui no Brasil?<\/strong><br \/>\nGosto de tocar m\u00fasicas que fizeram parte da minha hist\u00f3ria. Normalmente, divido o show em duas partes, com um intervalo no meio. A primeira \u00e9 dedicada ao que fiz na minha carreira solo, ao lado de nomes como Richie Havens e Steve Howe [guitarrista do Yes], que tocou comigo no GTR. A segunda \u00e9 baseada no repert\u00f3rio do Genesis, no qual toquei at\u00e9 1977. Toco \u201cMusical Box\u201d, \u201cLos Endos\u201d, algumas m\u00fasicas de discos como \u201cFoxtrot\u201d e \u201cSelling England By the Pound\u201d. Gosto de tocar m\u00fasica daquela \u00e9poca, em que toda banda tentava soar como uma orquestra. Minha banda \u00e9 um grupo global: tem dois caras da Su\u00e9cia cantando comigo, que se parecem com uma mistura de Peter Gabriel e Richie Havens quando falam ao microfone. Meu baixista consegue tocar Bach sozinho, \u00e9 fant\u00e1stico. \u00c9 uma grande banda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea se sente muito confort\u00e1vel falando do Genesis e tocando can\u00e7\u00f5es de sua velha banda \u2013 algo que n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o comum com alguns m\u00fasicos.<\/strong><br \/>\nTenho orgulho do Genesis: me lembro at\u00e9 hoje de algo que aconteceu em 1973, quando John Lennon deu uma entrevista em Nova York para uma esta\u00e7\u00e3o de r\u00e1dio e disse que o Genesis era uma das bandas que ele estava escutando na \u00e9poca. N\u00e3o existimos mais, claro, mas para uma banda que chegou ao ponto de ser notada por John Lennon, acredito que ainda valha a pena tocar suas can\u00e7\u00f5es ao vivo. O Genesis fez parte da vida de muita gente e as pessoas v\u00e3o aos nossos shows querendo ouvir essas can\u00e7\u00f5es. Tenho sorte de fazer parte da trilha sonora da vida das pessoas, porque trabalhei muito para fazer do Genesis uma grande banda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Depois que deixaram o Genesis, Peter Gabriel e Phil Collins fizeram uma guinada para o pop. O seu trabalho, por sua vez, explorou m\u00fasica erudita, blues, Erik Satie, talvez n\u00e3o t\u00e3o direcionada para a parada de sucessos\u2026 40 anos depois, como voc\u00ea v\u00ea isso?<\/strong><br \/>\nNos anos 1980, houve uma \u00e9poca em que todos n\u00f3s do Genesis \u2013 a pr\u00f3pria banda, eu com o GTR e Peter Gabriel com sua carreira solo \u2013 tivemos hits no Top 20 das paradas norte-americanas. A revista Time at\u00e9 fez um artigo sobre isso. Mostramos que \u00e9ramos capazes de escrever sucessos. No entanto, percebi que tinha outra fun\u00e7\u00e3o na m\u00fasica, com a permiss\u00e3o de experimentar e trabalhar com outras ideias. Para mim, a quest\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 no formato, mas sim no esp\u00edrito da m\u00fasica. Ainda acredito em \u00e1lbuns \u2013 o problema dos anos 1980 \u00e9 que todo mundo s\u00f3 pensava em hits e os \u00e1lbuns n\u00e3o importavam mais. Os discos, naquela \u00e9poca, eram vistos apenas como uma cole\u00e7\u00e3o de sucessos em potencial. Acredito que a m\u00fasica precisa ser melhor do que isso. A m\u00fasica do mundo \u00e9 incr\u00edvel \u2013 e n\u00e3o deve ser dominada s\u00f3 por Estados Unidos e Inglaterra. \u00c9 trabalho dos m\u00fasicos fazer o que os pol\u00edticos n\u00e3o conseguem: levantar pontes entre as na\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como voc\u00ea v\u00ea o mercado da m\u00fasica hoje em dia, com servi\u00e7os de streaming, artistas que n\u00e3o lan\u00e7am mais \u00e1lbuns, mas singles\u2026<\/strong><br \/>\nHoje, 90% da minha receita ainda vem de m\u00fasica vendida em formatos f\u00edsicos. Meu p\u00fablico quer o pacote completo, a m\u00fasica em todos os formatos, sentir que n\u00e3o s\u00e3o parte de uma jornada ef\u00eamera. N\u00e3o quero dar \u00e0s pessoas menos do que elas desejam \u2013 se elas quiserem o download, ele est\u00e1 l\u00e1 dispon\u00edvel, mas creio que h\u00e1 mais que isso. Mas suspeito que h\u00e1 diferen\u00e7as entre meu p\u00fablico e a totalidade dos f\u00e3s de m\u00fasica hoje. Acredito que hoje a ind\u00fastria est\u00e1 em um momento de questionamento parecido com o que aconteceu quando o cinema se deparou com o surgimento da televis\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sua carreira decolou de fato quando o senhor entrou no Genesis, gra\u00e7as a um an\u00fancio de jornal. O que sugere a bandas iniciantes hoje, em tempos de internet?<\/strong><br \/>\nSe voc\u00ea \u00e9 bom e est\u00e1 preparado para trabalhar duro, \u00e9 poss\u00edvel construir uma boa banda da mesma forma que o passado. H\u00e1 bandas brit\u00e2nicas que gosto de ouvir hoje e que t\u00eam uma sensibilidade parecida com o que fizemos no passado, como o Elbow e o Muse. Matt Bellamy \u00e9 um sujeito muito interessante. Hoje, estou fazendo projetos com orquestras na Inglaterra, gostaria de lev\u00e1-los pelo mundo. Meu amigo Rick Wakeman faz a mesma coisa: alterna turn\u00eas com orquestras e com bandas. Sinto que precisamos continuar a tirar os coelhos da cartola. \u00c9 o que tento fazer e acredito que as bandas novas precisam fazer o mesmo \u2013 embora hoje seja mais f\u00e1cil saber o que o p\u00fablico deseja com as redes sociais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Em 2017, fez 40 anos que o senhor saiu do Genesis e tamb\u00e9m 40 anos do lan\u00e7amento de \u201cNever Mind the Bollocks, Here\u2019s the Sex Pistols\u201d, o disco de estreia dos Sex Pistols. H\u00e1 quem diga que o punk matou o rock progressivo. O que o senhor acha dessa controv\u00e9rsia?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o acho que isso seja verdade. \u201cProgressivo\u201d \u00e9 um termo que existe na m\u00fasica h\u00e1 muito tempo, bem antes do rock progressivo. \u00c9 algo que vem do come\u00e7o do s\u00e9culo XX, do trabalho do violinista brit\u00e2nico Edward Elgar. Depois, Ornette Coleman e John Coltrane foram chamados de jazz progressivo. E \u00e9 bom lembrar que a gente n\u00e3o chamava o que a gente fazia de rock progressivo na \u00e9poca, isso s\u00f3 veio depois. J\u00e1 fomos chamados de tantas coisas: rock teatral, fusion, tantos termos diferentes\u2026 enfim. Voltando \u00e0 sua pergunta: meus amigos que tocavam em bandas de rock progressivo, como Yes, Emerson Lake &amp; Palmer, King Crimson e Jethro Tull, n\u00e3o se aposentaram logo ap\u00f3s o disco do Sex Pistols. N\u00e3o acho que o punk matou o prog \u2013 e nem vice-versa. Eu mesmo comprei o disco do Sex Pistols na \u00e9poca e adorei. S\u00e9rio: gostei muito. Acho que essa \u00e9 uma competi\u00e7\u00e3o que foi criada pela m\u00eddia. Johnny Rotten tem uma carreira hoje, assim como eu e os caras do Yes tamb\u00e9m temos. H\u00e1 espa\u00e7o para todos, sabe?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quem o sr. v\u00ea como herdeiros do Genesis hoje?<\/strong><br \/>\nAl\u00e9m do Elbow e do Muse, que sinto que tem a mesma postura que n\u00f3s, tamb\u00e9m vejo que influenciamos muitas bandas de heavy metal. Eu tinha uma t\u00e9cnica espec\u00edfica de tocar guitarra, que depois Eddie Van Halen adotou e passou a chamar de tapping. De repente, todas as bandas de heavy metal acabaram adotando isso! Foi extraordin\u00e1rio. Para mim, a m\u00fasica \u00e9 um grande fluxo inesperado: pense em George Harrison ouvindo m\u00fasica indiana ou em todo o legado da m\u00fasica brasileira, com as escolas de samba, o xote e o bai\u00e3o. Para mim, tudo isso deve estar junto &#8212; esse \u00e9 o futuro da m\u00fasica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O sr. ainda fala com seus colegas de Genesis? Voc\u00eas se encontram para fazer um churrasco no fim de semana?<\/strong><br \/>\n(risos) A gente se fala, se v\u00ea de vez em quando. A \u00faltima vez que nos vimos foi no lan\u00e7amento do livro do Richard Macphair, nosso primeiro empres\u00e1rio, roadie e amigo. N\u00f3s ainda conversamos, sim, espero que um dia fa\u00e7amos algo juntos. Eu adoraria fazer algo para caridade, sem lucro envolvido. Seria divertido. Mas repito: n\u00e3o h\u00e1 nenhum plano espec\u00edfico e n\u00e3o acredito que isso poderia acontecer, \u00e9 altamente improv\u00e1vel. Repito: altamente improv\u00e1vel! N\u00e3o \u00e9 algo que acho que v\u00e1 acontecer neste mundo. Mas tenho certeza que seria incr\u00edvel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Para encerrar, preciso sanar uma curiosidade. Uma das minhas performances favoritas do senhor est\u00e1 no disco de um artista brasileiro, Ritchie. O senhor faz um solo na faixa t\u00edtulo do disco, &#8220;Voo de Cora\u00e7\u00e3o&#8221;. Como isso aconteceu?<\/strong><br \/>\nRitchie \u00e9 um grande amigo meu. Passei algum tempo no Brasil e ficamos amigos. N\u00e3o lembro exatamente se ele me pediu para tocar no disco ou se era s\u00f3 uma demo, mas sei que atendi o pedido. Foi algo bem exc\u00eantrico: n\u00e3o tocamos num est\u00fadio, foi tudo meio que feito num escrit\u00f3rio. O esp\u00edrito da can\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, era t\u00e3o forte que acabou dando muito certo. Fiquei feliz de ter feito parte de um disco que foi n\u00famero 1 no Brasil. Ritchie \u00e9 um cara muito legal e talentoso, gostaria de v\u00ea-lo quando voltar ao Brasil nessa turn\u00ea.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Vamos fazer essa entrevista chegar at\u00e9 ele!<\/strong><br \/>\nSeria \u00f3timo!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Queria perguntar mais sobre sua rela\u00e7\u00e3o com o Brasil. O sr. foi casado com uma brasileira por um temp\u00e3o. Gosta de m\u00fasica brasileira?<\/strong><br \/>\nEu adoro m\u00fasica brasileira. Ouvi Milton Nascimento por anos e anos. Quando conheci a m\u00fasica brasileira, fiquei muito impressionado com toda a percuss\u00e3o e a batucada das escolas de samba. J\u00e1 faz algum tempo que n\u00e3o vou ao Brasil, ent\u00e3o posso n\u00e3o ter mais tanta familiaridade com os trabalhos mais recentes, mas gosto muito de Djavan e Ivan Lins tamb\u00e9m. E adoro um disco do Ney Matogrosso com um violonista muito talentoso, Raphael Rabello [\u201c\u00c0 Flor da Pele\u201d, lan\u00e7ado em 1990]. Os caras do Queen tamb\u00e9m gostam muito do Ney Matogrosso, ele era espetacular. Vi um show dos dois juntos uma vez, Raphael Rabello era um virtuoso de alt\u00edssimo n\u00edvel, e ele teve uma morte tr\u00e1gica. \u00c9 uma grande pena.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>[Raphael Rabello morreu em 1995, v\u00edtima de uma parada respirat\u00f3ria. Seis anos antes, ele sofreu um acidente de carro \u2013 a morfina ministrada para aplacar as dores em seu bra\u00e7o acabou lhe causando depend\u00eancia da droga. Al\u00e9m disso, ao depender de transfus\u00f5es de sangue, Rabello acabou contaminado com o v\u00edrus HIV, o que lhe causou diversas complica\u00e7\u00f5es respirat\u00f3rias ao longo do tempo \u2013 incluindo a que o vitimou]<\/em><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"V\u00d4O DE CORA\u00c7\u00c3O-RITCHIE-VIDEO ORIGINAL-ANO 1983 ( HQ )\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/7xvKEH1gNb0?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"STEVE HACKETT - Dance on a Volcano (OFFICIAL LIVE VIDEO)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/z0LLbkwqTiA?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>\u2013 Bruno Capelas (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/#%21\/noacapelas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@noacapelas<\/a>) \u00e9 jornalista e trabalha no caderno Link, de O Estado de S\u00e3o Paulo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Ele foi parceiro de banda de Phil Collins e Peter Gabriel, inventou uma das t\u00e9cnicas de guitarra mais copiadas da hist\u00f3ria e, em mar\u00e7o, estar\u00e1 no Brasil para uma s\u00e9rie de shows.\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/02\/09\/entrevista-steve-hackett\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":14,"featured_media":46492,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[2627,2626],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/46491"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/14"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=46491"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/46491\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":93746,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/46491\/revisions\/93746"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/46492"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=46491"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=46491"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=46491"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}