{"id":46485,"date":"2018-02-08T23:47:40","date_gmt":"2018-02-09T01:47:40","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=46485"},"modified":"2018-03-14T12:15:11","modified_gmt":"2018-03-14T15:15:11","slug":"entrevista-aldan","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/02\/08\/entrevista-aldan\/","title":{"rendered":"Entrevista: Aldan"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista por\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Bruno Lisboa<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Formada por Marcus Vin\u00edcius Evaristo (voz e guitarra), Fernando Bones (voz e baixo), Davi Br\u00eatas (guitarra) e Bruno Carlos (bateria), a Aldan \u00e9 mais um grande exemplo da boa m\u00fasica que vem sendo produzida nas Gerais. Com 10 anos de atividade, o quarteto lan\u00e7ou nesse entremeio os \u00e1lbuns \u201cVoc\u00ea J\u00e1 Roubou Hoje?\u201d (2010, Coletivo Pegada), \u201cUma Nova Humilha\u00e7\u00e3o\u201d (2012, Membrana), \u201cPode Ser Que Daqui a Algum Tempo eu Tenha 30\u201d (2015, Independente) e, no final de 2017, \u201c<a href=\"https:\/\/aldan.bandcamp.com\/album\/dadadadadadadadadadadada\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">daDAdaDAdaDAdaDAdaDAdaDA\u2026<\/a>\u201d, disco em que inauguram a parceria com o coletivo Gera\u00e7\u00e3o Perdida (<a href=\"https:\/\/aldan.bandcamp.com\/album\/dadadadadadadadadadadada\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Free Download aqui<\/a>).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cdaDAdaDAdaDAdaDAdaDAdaDA\u2026\u201d tem 11 faixas e conta com a produ\u00e7\u00e3o do baixista Fernando Bones. Neste novo disco, a Aldan atinge a esperada maturidade musical, o que o \u00e1lbum anterior j\u00e1 dava sinais, ao apostar em letras complexas e bem elaboradas (numa ode ao quotidiano) e sonoridades diversas unindo elementos da m\u00fasica africana e punk rock. No hall das participa\u00e7\u00f5es especiais, o grupo contou com um grade time de colaboradores passando por Jair Naves, Gabriel de Sousa (maquinas), Bruna Vilela (Mi\u00eata), Thales Silva (Minimalista\/A Fase Rosa), Daniel Nunes (Lise\/Constantina), F\u00e1bio de Carvalho e seu pai, Ricardo Penido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesta entrevista Marcus Vinicius e Fernando Bones falam sobre o processo de grava\u00e7\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o do novo trabalho (\u201cQuer\u00edamos uma din\u00e2mica radical entre minimalismo e maximalismo\u201d), a entrada para a Gera\u00e7\u00e3o Perdida, a parceria com Jair Naves, a complexidade das letras (\u201cTemos total avers\u00e3o a letras panflet\u00e1rias e did\u00e1ticas\u201d), a import\u00e2ncia de se firmar parcerias (\u201cEstamos ao lado de quem se prop\u00f5e a compartilhar informa\u00e7\u00e3o, t\u00e9cnica, networking, espa\u00e7o, m\u00fasica, editais e p\u00fablico\u201d), turn\u00eas, planos futuros e muito mais. Confira!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/dm9qXmSznFo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00c9 vis\u00edvel certa maturidade sonora no novo disco. Como foi o processo de cria\u00e7\u00e3o e grava\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nMarcus Vinicius \u2013 Acho que estamos mais \u00e0 vontade com som que estamos fazendo. Logo quando come\u00e7amos a pensar no disco, veio a ideia de fazer um trabalho mais flu\u00eddo, variado e sem um conceito r\u00edgido. Eu e Fernando nos reunimos para mostrar nossas novas composi\u00e7\u00f5es e pr\u00e9-selecionamos umas 19 m\u00fasicas. Enquanto \u00edamos fazendo as demos pra enviar pra banda, conversamos sobre espiritualidade, pol\u00edtica, rela\u00e7\u00f5es pessoais, etc. Acabamos criando umas tags referenciadas basicamente pelo punk oper\u00e1rio paulista, novos rappers americanos e a m\u00fasica africana. Nesse per\u00edodo, ficamos empolgados, por exemplo, com o Basquiat, um cara que resumia bem o que a gente estava buscando. Quer\u00edamos uma din\u00e2mica radical entre minimalismo e maximalismo. Logo depois a banda foi para o s\u00edtio dos meus pais em Itatiaiu\u00e7\u00fa (MG) com tudo isso na cabe\u00e7a e arranjamos tudo l\u00e1. Adquirimos uma confian\u00e7a na produ\u00e7\u00e3o do Fernando (e ele sentiu tamb\u00e9m que era a hora de fazer uma autoprodu\u00e7\u00e3o integral), a\u00ed mesclamos est\u00fadios profissionais e caseiros na grava\u00e7\u00e3o, convidamos muita gente e a coisa andou. Foi bom. Foi r\u00e1pido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Desde o in\u00edcio da Gera\u00e7\u00e3o Perdida voc\u00eas eram &#8220;membros honor\u00e1rios&#8221; do coletivo. Por que s\u00f3 agora voc\u00eas oficializaram a entrada? Qual a import\u00e2ncia de fazer parte do mesmo?<\/strong><br \/>\nMarcus Vinicius \u2013 Bom, passamos por uma ruptura sonora muito grande entre o \u201cUma Nova Humilha\u00e7\u00e3o\u201d (2012) e o \u201cPode Ser Que Daqui a Algum Tempo eu Tenha 30\u201d (2015) . At\u00e9 2015, rolava um distanciamento est\u00e9tico claro com o coletivo, mesmo com o Jonathan Tadeu fazendo os nossos clipes. Ficaria meio esquizofr\u00eanico colocar \u201cPra\u00e7a 7\u201d ao lado de um disco de spoken word. De qualquer forma, sempre fomos amigos e tanto eles quanto n\u00f3s sab\u00edamos que a Aldan n\u00e3o era uma banda gen\u00e9rica de pop rock, por mais que algumas escolhas est\u00e9ticas nossas sugerissem isso. Quando lan\u00e7amos o \u201cPode ser\u2026\u201d, o maior escoamento do trabalho se deu com o p\u00fablico das bandas da Gera\u00e7\u00e3o \u2013 com muita ajuda do Vitor Brauer \u2013 como sempre. Fomos pra v\u00e1rias cidades no Nordeste e do Sudeste e sempre \u00e9ramos apresentados como uma banda da Gera\u00e7\u00e3o, mesmo n\u00e3o sendo. Uma reden\u00e7\u00e3o que contrastava com todo o p\u00fablico que perdemos por causa da mudan\u00e7a de som. A cumplicidade se consolidou. O momento do coletivo \u00e9 muito bom, de muita produtividade e amizade. Deve rolar at\u00e9 uma TV Gera\u00e7\u00e3o Perdida por agora. Estamos na mais pura charla\u00e7\u00e3o com a galera.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ainda falando sobre o coletivo \u00e9 interessante observar o qu\u00e3o aberto o mesmo se tornou, dando espa\u00e7o para artistas das mais variadas searas sonoras. Estar atento ao que acontece alheio ao g\u00eanero ou ideologia \u00e9 uma das marcas que a Gera\u00e7\u00e3o Perdida quer levar adiante?<\/strong><br \/>\nMarcus Vinicius \u2013 Assim, cada um da Gera\u00e7\u00e3o tem uma vis\u00e3o sobre isso. Porque a gente n\u00e3o se re\u00fane como um grupo formal para conversar e deliberar crit\u00e9rios, m\u00e9todos e a\u00e7\u00f5es. Talvez a \u00fanica sistematiza\u00e7\u00e3o seja a agenda de lan\u00e7amentos. Os encontros s\u00e3o pra produzir o disco um do outro, criar, mostrar novos sons, formar novas bandas e por a\u00ed vai. Depois vamos pra Rua Sapuca\u00ed beber, fumar e discutir sobre o Kendrick Lamar no Grammy. Acho que o coletivo cresceu. Temos portas abertas em mais de 100 cidades brasileiras, um integrante vivendo da sua m\u00fasica, v\u00e1rios eventos autoproduzidos, e, principalmente, muitos lan\u00e7amentos por ano. Isso transformou muito o que era um manifesto ou um recorte art\u00edstico. A meu ver, hoje em dia, bom texto, experimenta\u00e7\u00e3o est\u00e9tica e produtividade comportam mais o que \u00e9 o grupo. A abertura tamb\u00e9m \u00e9 um fato. Um exemplo foi a recente entrada da Aldan e do Grupo Porco, que s\u00e3o bandas com mais de 10 anos de atividade. Sendo que, ao mesmo tempo, os pr\u00f3ximos tr\u00eas lan\u00e7amentos marcar\u00e3o a estreia de artistas muito jovens: o Wagner Almeida, que vai ser o Pavement de BH, o Mafius, um maluco de 16 anos que quer explodir a cena, e a escritora Daniele Gomez, com dois livros muito fortes, pedradas mesmo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Jair Naves fez uma participa\u00e7\u00e3o especial no disco na faixa &#8220;Big Data\/Wishfull Thinking&#8221;. Como se deu esta aproxima\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nFernando Bones \u2013 O Jair sempre foi uma refer\u00eancia pra gente. O disco \u201cE voc\u00ea se sente numa cela escura, planejando a sua fuga, cavando o ch\u00e3o com as pr\u00f3prias unhas\u201d foi o que mais ouvi em 2012. Fizemos at\u00e9 uma vers\u00e3o para \u201cC\u00e1rmen, Todos Falam Por Voc\u00ea\u201d para um projeto de uma produtora de BH (minha primeira produ\u00e7\u00e3o \u201coficial\u201d, inclusive) e acabamos tocando com ele e o Ludovic em algumas ocasi\u00f5es. Nisso os la\u00e7os foram se estreitando. Quando compus essa m\u00fasica, a \u00fanica voz poss\u00edvel na minha cabe\u00e7a era a dele. Mandei uma mensagem pra ele com a pr\u00e9-produ\u00e7\u00e3o e ele topou na hora. Ele gravou em SP e me mandou de volta. Quando abri os vocais dele na sess\u00e3o do Pro Tools, quase cai da cadeira pois era EXATAMENTE o que eu ouvia na minha cabe\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>As letras geralmente revelam o ponto de vista pol\u00edtico social do grupo. Por que relativizar o quotidiano \u00e9 importante para o fazer musical de voc\u00eas?<\/strong><br \/>\nFernando Bones \u2013 Acho que \u00e9 um processo natural de ser quem n\u00f3s somos. Eu e o Marcus conversamos muito sobre esse tipo de coisa, ent\u00e3o \u00e9 natural que surjam nas letras. Mas, da mesma forma, temos total avers\u00e3o a letras panflet\u00e1rias e did\u00e1ticas. Ent\u00e3o vamos colocando ali nas entrelinhas e deixando pra cada um interpretar. Outra coisa \u00e9 que n\u00e3o acreditamos nessa coisa de \u201cm\u00fasica seria \/ m\u00fasica n\u00e3o-s\u00e9ria\u201d. Quaisquer ocasi\u00f5es do cotidiano, desde as mais banais e at\u00e9 mesmo as divertidas, entregam reflex\u00f5es e insights potentes sobre a vida num plano maior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O suprassumo da efervescente cena independente mineira participa do disco. Como se deu a sele\u00e7\u00e3o dos convidados? E quais as contribui\u00e7\u00f5es os mesmos trouxeram para a banda?<\/strong><br \/>\nFernando Bones \u2013 Foi tudo meio que na onda do que rolou com o Jair. A gente pensava: \u201cp\u00f4, essa parte aqui tem a cara do fulano, essa aqui tal pessoa podia fazer algo hein\u201d. Na pr\u00f3pria concep\u00e7\u00e3o do disco j\u00e1 estava essa quest\u00e3o de abrir mais o processo de cria\u00e7\u00e3o e ter convidados. E todos trouxeram contribui\u00e7\u00f5es incr\u00edveis! O sax no wave do Gabriel de Sousa, a interpreta\u00e7\u00e3o perfeita do Jair, a guitarra fluidamente yin da Bruna Vilela (que ajudou a quebrar o \u201cyanguismo\u201d do riff em \u201cMonote\u00edsmo\u201d), a performance surpreendente do F\u00e1bio de Carvalho e do seu pai, Ricardo Penido, a musicalidade incr\u00edvel do Daniel Nunes (que simplesmente SALVOU a ponte de \u201cQuinqu\u00eanio\u201d) e a voz malemolente do Thales Silva, todos levaram o disco pra lugares que n\u00e3o conseguir\u00edamos lev\u00e1-lo sozinhos!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Visivelmente voc\u00eas sempre estabeleceram um bom di\u00e1logo com artistas daqui, independente da cena a qual pertencem ou sonoridade. Voc\u00eas acreditam que isto \u00e9 importante para fazer com que o circuito local cres\u00e7a?<\/strong><br \/>\nMarcus Vinicius \u2013 \u00c9 verdade. Acho que meu trampo como produtor do Festival Transborda ajuda nisso porque acabo conhecendo muita gente daqui. Al\u00e9m disso, a banda sempre participou e\/ou esteve pr\u00f3ximo de coletivos formais ou informais. Estamos ao lado de quem se prop\u00f5e a compartilhar informa\u00e7\u00e3o, t\u00e9cnica, networking, espa\u00e7o, m\u00fasica, editais e p\u00fablico. N\u00e3o consigo ter um distanciamento pra saber se isso \u00e9 importante pra prosperidade do circuito e tal. Sei que a mistura de gente e o compartilhamento do know-how \u00e9 imperativo na escola p\u00fablica. Nosso c\u00e9rebro foi moldado assim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00eas ocasionalmente excursionam para fora do eixo Sul\/Sudeste como a maioria das bandas n\u00e3o o fazem. O qu\u00e3o interessante \/ vi\u00e1vel \u00e9 fazer estas turn\u00eas?<\/strong><br \/>\nMarcus Vinicius \u2013 \u00c9 a melhor parte. Um show e um day off em Macei\u00f3 pra vida melhorar 100%. Primeiro \u00e9 achar quem quer te levar, ent\u00e3o isso j\u00e1 exclui os festivais e as casas de show. Quem quer te levar s\u00e3o os selos\/coletivos, bandas locais ou algum f\u00e3 doid\u00e3o. Depois a gente planeja rotas econ\u00f4micas e negociamos previamente um m\u00ednimo de grana com cada galera. O merchan ajuda bastante tamb\u00e9m. J\u00e1 tivemos preju\u00edzo em algumas situa\u00e7\u00f5es, mas sempre vale a pena.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Tempos atr\u00e1s lembro-me certa vez de ver nas redes sociais de voc\u00eas um coment\u00e1rio quanto ao uso, sem pr\u00e9via autoriza\u00e7\u00e3o, de can\u00e7\u00f5es da Aldan em programas televisivos. Como voc\u00eas lidam com essa situa\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nMarcus Vinicius \u2013 Ah, sim! Assinamos com a Punks S\/A, uma licenciadora que insere nossas m\u00fasicas em filmes, publicidade e TV. A\u00ed, pelo jeito, tem um programador da Globosat que gosta de \u201cPra\u00e7a 7\u201d. J\u00e1 rolou no Fant\u00e1stico, Autoesporte, Tempero de Fam\u00edlia, Olho M\u00e1gico, etc. A TV, sobretudo a aberta, tem um alcance imensur\u00e1vel e louco. Ent\u00e3o, \u00e0s vezes, tem um pequeno trecho de uma m\u00fasica nossa como BG quase inaud\u00edvel de uma reportagem e o pessoal j\u00e1 vem nos avisar nas redes. Normalmente em tom de aviso, pra nos ajudar: \u201colha a\u00ed, est\u00e3o usando a m\u00fasica de voc\u00eas. Cobrem deles\u201d. Mas recebemos grana sim, pela licenciadora e pelo ECAD.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quais s\u00e3o os planos futuros da Aldan?<\/strong><br \/>\nMarcus Vinicius \u2013 Bom, pro primeiro semestre temos dois clipes em produ\u00e7\u00e3o, o de \u201cSua voz \u00e9 Grave Linda\u201d e o de \u201cHipernormaliza\u00e7\u00e3o\u201d. Confirmamos alguns shows com o F\u00e1bio de Carvalho no Rio Janeiro e h\u00e1 uma negocia\u00e7\u00e3o para fazer a rota Uberl\u00e2ndia \/ Uberaba \/ Goi\u00e2nia \/ Bras\u00edlia. Tamb\u00e9m deve rolar um show de lan\u00e7amento disco f\u00edsico, que contar\u00e1 com a maioria da galera que participou da grava\u00e7\u00e3o. Por enquanto \u00e9 isso. \u00c9 Curto Prazo Futebol Clube.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/SlBoY7Bp2_c?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/u6L-nfh5UkM?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/-hnmDSmEXOs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/OpUYkwiXpqc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; encrypted-media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>\u2013 Bruno Lisboa (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@brunorplisboa<\/a>) \u00e9 redator\/colunista do\u00a0<a href=\"http:\/\/pignes.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Pigner<\/a>\u00a0e do\u00a0<a href=\"http:\/\/www.opoderosoresumao.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">O Poder do Resum\u00e3o<\/a>. Escreve para o Scream &amp; Yell desde 2014. A foto que abre o texto \u00e9 de\u00a0Fl\u00e1vio Charchar \/ Divulga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O quarteto mineiro est\u00e1 lan\u00e7ando \u201cdaDAdaDAdaDAdaDAdaDAdaDA\u2026\u201d, um disco que conta com participa\u00e7\u00f5es de Jair Naves, Gabriel de Sousa, Bruna Vilela e Thales Silva, entre outros\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2018\/02\/08\/entrevista-aldan\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":4,"featured_media":46486,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[992],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/46485"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=46485"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/46485\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":46488,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/46485\/revisions\/46488"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/46486"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=46485"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=46485"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=46485"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}