{"id":45137,"date":"2017-11-24T23:17:12","date_gmt":"2017-11-25T01:17:12","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=45137"},"modified":"2018-02-06T14:28:51","modified_gmt":"2018-02-06T16:28:51","slug":"entrevista-mocamas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2017\/11\/24\/entrevista-mocamas\/","title":{"rendered":"Entrevista: Mocamas"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>entrevista por\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/rafael.p.donadio\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Rafael Donadio<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enquanto o Manguebeat (ou Manguebit) come\u00e7ava e logo atingia seu auge na \u201cquarta pior cidade do mundo, Recife\u201d, em meados da d\u00e9cada de 1990, na regi\u00e3o Oeste outra cena estava nascendo. Talvez movimenta\u00e7\u00e3o seja a melhor forma de definir aquela mo\u00e7ada, todos querendo ter a sua banda, fazer um som e repetir o barulho das influ\u00eancias que lhe chegavam aos ouvidos, entre elas o rock nacional, o grunge, a cena Mod, o Tropicalismo e o stoner rock cl\u00e1ssico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A divis\u00e3o feita pela avenida Recife, separando lado leste, Inocop e Vila Tamandar\u00e9, e lado oeste, Vila Cardeal E. Silva, n\u00e3o foi empecilho para Zeca Viana, Rafael Rodrigues, Neto, Carlinhos V10, Mathias Brito, Jones Farias, Raphael Matos, Marcion\u00edlio Nery, Juvenil Silva, Manoel Ot\u00e1vio, Andr\u00e9 Conserva, Felipe Silva, Angelo Souza (Graxa), Adriano Le\u00e3o e Gilvandro Barros se movimentarem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 aproximadamente 20 anos a cena deu os primeiros passos. E nessas duas d\u00e9cadas, in\u00fameras foram as bandas formadas e muitas as trocas de integrantes entre elas. Zero Kelvin (que mais tarde viria a se chamar apenas Kelvin), The Kavemen (posteriormente, Canivetes), Lotus (mais tarde Nebulosa) e Os Insites foram os grupos de maior destaque.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Participando de muitas delas estava Gilvandro Barros, 33 anos, que no Col\u00e9gio Vis\u00e3o \u2013 que ele, ironicamente, chamava de Pris\u00e3o \u2013 come\u00e7ou a conhecer alguns companheiros e a se interessar por m\u00fasica, aos 13 anos. Basicamente rock nacional: Engenheiros do Hawaii e Tit\u00e3s. Mas tamb\u00e9m alguma coisa internacional, como o Nirvana, \u201cuma das poucas bandas que, desde aquela \u00e9poca, eu continuo sendo muito f\u00e3 ainda\u201d, comenta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com uma guitarra Strato Sunbusrt, da Gianinni, dada de presente pelo pai, Gil (como \u00e9 comumente conhecido na cena) foi montando as primeiras bandas. E foi no intervalo dos ensaios que percebeu que tamb\u00e9m tocava outros instrumentos. \u201cEu comecei a tocar e disse para mim mesmo: \u2018Meu irm\u00e3o, eu toco bateria.\u2019 A\u00ed sempre que dava eu sentava na bateria para tocar, e assim eu fui aprendendo.\u201d N\u00e3o s\u00f3 bateria, mas tamb\u00e9m baixo e guitarra. Sempre de ouvido e na marra.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os Insites foi a primeira banda que entrou j\u00e1 com o posto de baterista. Nunca deixando o trabalho de vendedor de lado, Gil assumiu e assume o posto de baterista em diferentes bandas. Al\u00e9m d\u2019Os Insites, Dunas do Barato, Graxa, Juvenil Silva e <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/mocamas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Mocamas<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Conversamos por telefone com Gil sobre o novo lan\u00e7amento de Mocamas, \u201c<a href=\"https:\/\/mocamas.bandcamp.com\/album\/modern-lulu\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Modern Lulu<\/a>\u201d. Um projeto solo que j\u00e1 tem dois discos gravados e traz as influ\u00eancias de stoner rock da d\u00e9cada de 1960 e 1970, mais pesado e psicod\u00e9lico. Nos dois \u00e1lbuns, Gil gravou todos os instrumentos, com exce\u00e7\u00e3o dos baixos do disco novo, gravado por Tiago Silva. Confira o bate papo.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/vO_LDw1WEjo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" gesture=\"media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como surgiu a ideia de fazer o Mocamas?<\/strong><br \/>\nO estilo de som que eu fa\u00e7o no Mocamas \u00e9 algo que eu sempre quis fazer. Caso eu fosse respons\u00e1vel por formar uma banda, seria essa a viagem. Como eu fui me metendo em banda atr\u00e1s de banda, tocando bateria, eu fui meio que deixando essa ideia meio quieta, porque eu ia me dedicando a banda que eu estava. Toquei no Insites durante sete anos (2003 \u2013 2009), depois toquei na Dunas do Barato, que foi mais seis anos (2007 \u2013 2012). Foi em 2008 que eu comecei a registrar as coisas que eu estava fazendo. Comecei a gravar sozinho e fui mostrando para as pessoas e consegui juntar um pessoal. Mas as forma\u00e7\u00f5es nunca duraram muito. A banda praticamente \u00e9 um projeto meu ainda. Enquanto n\u00e3o acho ningu\u00e9m para formar a banda e fazer show, eu vou compondo e gravando.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como voc\u00ea definiria o estilo do Mocamas?<\/strong><br \/>\nPercebo muito que, mesmo sem querer, foi uma coisa que ficou muito focada naquela coisa do fim dos anos 1960 e come\u00e7o dos anos 1970. Aquela virada de quando tinha muita coisa passando pelo psicod\u00e9lico, rock pesado, com influ\u00eancia de blues. Muita banda desconhecida experimentando. Banda se metendo em est\u00fadio pequeno, bem merda e gravando um som que n\u00e3o tinha tanto apelo comercial. Fazia porque era pira\u00e7\u00e3o deles mesmo. E eu viajo muito nisso, porque eu tamb\u00e9m estou fazendo um neg\u00f3cio sem muita pretens\u00e3o. Minha pira \u00e9 fazer o melhor do que eu posso com o que eu tenho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E que bandas especificamente influenciam o projeto?<\/strong><br \/>\nDe forma nenhuma \u00e9 exclusivamente nessa \u00e9poca que falei, mas \u00e9 principalmente do final da d\u00e9cada de 1960 e come\u00e7o da d\u00e9cada de 1970, ent\u00e3o \u00e9: Led Zeppelin, Black Sabbath, Randy Holden, Mountain, Grand Funk Railroad, Cream, Jimi Hendrix, Blue Cheer \u2013 eu acho que \u00e9 a banda que fez basicamente a gente come\u00e7ar a banda \u2013, Sir Lord Baltimore, Dust, que era a banda de Marky Ramone, Vanilla Fudge, os primeiros discos de Alice Cooper e por a\u00ed vai.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quando Juvenil Silva me apresentou o Mocamas eu brinquei que era o \u201cBlack Sabbath lo-fi nordestino\u201d. Essa parte lo-fi \u00e9 proposital ou s\u00e3o as reais condi\u00e7\u00f5es da grava\u00e7\u00e3o mesmo?<\/strong><br \/>\n\u00c9 proposital, bicho. Porque tem a ver com um certo desencantamento que eu tenho com m\u00fasica, em rela\u00e7\u00e3o a profiss\u00e3o. Eu n\u00e3o penso, n\u00e3o tenho essa ideia de me imaginar ganhando dinheiro suficiente para viver de m\u00fasica. No momento que tive contato com essa coisa de gravar, l\u00e1 com Os Insites, em 2004, fiquei fascinado com aquilo. J\u00e1 fiquei pensando que eu gostava de mexer nisso, desse universo de gravar, mixar, procurar timbre, efeitos e tal. Da\u00ed comecei a juntar uma grana para comprar uma plaquinha (placa de som), um microfonezinho legal, constru\u00ed um isobox (caixa ac\u00fastica) at\u00e9 o momento que estou agora. Gosto muito de eu mesmo ir l\u00e1 e fazer o que posso com o que tenho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>De onde vem o nome Mocamas?<\/strong><br \/>\nTem muita coisa nas letras que tem a ver com controle social, um tipo de escravid\u00e3o que a gente vive e n\u00e3o percebe. Mocamas eram as mulheres negras que serviam na casa dos senhores brancos. Dei esse nome porque \u00e9 basicamente como enxergo a realidade da gente at\u00e9 hoje. Percebendo ou n\u00e3o, basicamente todo mundo vive num estado de servid\u00e3o para uma coisa maior. Apesar de a gente nem conseguir perceber, a gente est\u00e1 aqui servindo essa coisa maior, que s\u00e3o pessoas mesmo, \u00e9 uma parte da humanidade que manda em todo resto. E a coisa vai seguindo como se tivesse que ser assim, mas na verdade n\u00e3o deve ser.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>As letras das m\u00fasicas giram em torno desses assuntos tamb\u00e9m?<\/strong><br \/>\nSempre me interessei por livros e document\u00e1rios que falem sobre o dom\u00ednio de uma classe social sobre outra, manipula\u00e7\u00e3o da m\u00eddia, mentiras do governo, o terrorismo \u2013 da gente n\u00e3o saber de onde vem, at\u00e9 onde vai, se pode ter um pretexto para isso a\u00ed \u2013 religi\u00e3o. Coloco na letra a minha interpreta\u00e7\u00e3o disso tudo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Em rela\u00e7\u00e3o a esse novo lan\u00e7amento. Como surgiu o nome \u201cModern Lulu\u201d?<\/strong><br \/>\nCurto essas paradas de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e estava passando numa se\u00e7\u00e3o de uma livraria e vi um livro que chamava \u201cO Livro Perdido de Enki &#8211; Mem\u00f3rias e Profecias de Um Deus Extraterrestre\u201d. Achei que era um livro de fic\u00e7\u00e3o barato, mas achei engra\u00e7ado de certa forma. A\u00ed acabei comprando. Quando fui lendo o livro, velho! Era o seguinte: s\u00e3o tradu\u00e7\u00f5es das tabuletas escritas no barro deixadas pela civiliza\u00e7\u00e3o sum\u00e9ria, que foi a primeira civiliza\u00e7\u00e3o da humanidade. E o livro conta como foi criada a humanidade, desde o come\u00e7o, at\u00e9 quando esses extraterrestres que diz na capa deixaram a Terra. Eles vieram procurando ouro e quando chegaram aqui, eles colocaram o povo deles para trabalhar, mas o trabalho era pesado e em um certo momento eles se revoltaram. A\u00ed, um dos alien\u00edgenas sugeriu que se produzisse um humanoide, que seria uma mistura da gen\u00e9tica deles com a gen\u00e9tica do homem pr\u00e9-hist\u00f3rico que tinha aqui na terra. E essa \u201cbesta-fera\u201d eles chamavam de Lulu. Lulu significa trabalhador primitivo escravizado. Da\u00ed a humanidade se desenvolveu sempre nessa mesma rela\u00e7\u00e3o da base da humanidade ser criada para servir uma elite. Ent\u00e3o o nome vem da\u00ed, como se a gente estivesse naquela mesma merda de quando foi criado. A capa do disco \u00e9 a imagem de uma mulher que fazia trabalho escravo na s\u00e9rvia na d\u00e9cada de 1920.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea gravou os dois discos do Mocamas em casa ou teve algo gravado em est\u00fadio?<\/strong><br \/>\nS\u00f3 n\u00e3o gravei em casa o que eu n\u00e3o podia, que era a bateria. Sempre morei em apartamento e n\u00e3o tem como gravar bateria em casa. Quando gravei o \u201cMocamas\u201d (2015), minha bateria ficava na casa de Juvenil (Silva), porque a gente ensaiava l\u00e1, ent\u00e3o tirei tr\u00eas noites, levei meus microfones e gravei tudo. Para o \u201cModern Lulu\u201d (2017), como Juvenil se mudou e a bateria est\u00e1 em casa, reservei nove horas de est\u00fadio s\u00f3 para gravar a bateria. Coloquei a bateria no Uber \u2013 o cara chegou com um Celtinha aqui, mas dei um jeito de caber, fui com a caixa na cara e n\u00e3o vi nada o caminho inteiro \u2013 levei os microfones e gravei tudo l\u00e1. O restante foi tudo em casa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Falando de sua carreira, qual sua trajet\u00f3ria?<\/strong><br \/>\nAh, foi muita banda j\u00e1. Quando eu tinha os meus 14\/15 anos eu tive a primeira banda (Lotus, que se tornaria Nebulosa), mas o meu interesse era mais em tocar guitarra. Nessa \u00e9poca, era uma parada mais grunge. Depois tive uma banda que chamava Os Insites, que era uma coisa mais anos 1960, uma coisa mais de garagem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Os Insites j\u00e1 foi algo mais s\u00e9rio, teve EPs gravados n\u00e3o teve?<\/strong><br \/>\nA gente chegou a lan\u00e7ar dois EPs. Foi em 2004 (\u201cOs Insites) e 2005 (\u201cEm Busca de N\u00e3o Sei o Que\u201d) e depois lan\u00e7amos um disco completo em 2008 (\u201cOs Insites\u201d). Era bem nessa vibe garageira dos anos 1960 e final dos anos 1970, e tamb\u00e9m um pouco de Tropic\u00e1lia mais podre: Beatniks, Os Bras\u00f5es e coisas mais para esse lado. Nos Insites eu passei a me dedicar mais a bateria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E voc\u00ea deixou de tocar guitarra?<\/strong><br \/>\nN\u00e3o tinha mais interesse em fazer uma banda para tocar guitarra, mas esse tempo todo (desde 2003, quando come\u00e7a Os Insites) eu estava tocando em casa, sempre praticando, compondo, estava fazendo m\u00fasico. Mas j\u00e1 mais nessa vibe que estou fazendo hoje com o Mocamas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Mesmo sendo o som do Mocamas o som que voc\u00ea sempre quis fazer, voc\u00ea toca bateria com o Juvenil Silva e com o Graxa, e tocou na Dunas do Barato, que s\u00e3o sonoridades diferentes. Essas diferentes bandas, com diferentes sonoridades, agregam na hora de fazer o som com o Mocamas?<\/strong><br \/>\nSim, acredito que sim. Todas essas bandas em que eu fui tocando, eu fui sendo apresentado a outros tipos de som, na medida em que ia entrando em cada uma. As pessoas das pr\u00f3prias bandas me apresentavam sons novos. Com certeza tudo isso vai somando quem voc\u00ea \u00e9 como m\u00fasico. N\u00e3o s\u00f3 pela quest\u00e3o de refer\u00eancia, mas tamb\u00e9m por ter oportunidade de tocar outras coisas que nem imaginava que teria oportunidade de tocar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea toca com artistas independentes e faz os seus trabalhos de forma independente tamb\u00e9m. Quais s\u00e3o as dificuldades de se fazer m\u00fasica independente no Brasil?<\/strong><br \/>\nEu me coloco muito fora dessa realidade. Porque, como te disse que n\u00e3o tenho mais pretens\u00e3o de tirar grana com isso, j\u00e1 me sinto meio \u00e0 parte. Todo mundo que est\u00e1 fazendo m\u00fasica est\u00e1 fazendo isso com uma ideia de viver disso. Os caras tiram o dinheiro que conseguem para gravar bem, agenciar show e tal. Eu sei que realmente tem muita dificuldade. Talvez at\u00e9 por essa dificuldade eu tenha desistido, mas vi tanta concorr\u00eancia, e ao mesmo tempo uma coisa t\u00e3o canibal, da galera se engolindo. Me senti pequeno. Adoro o que fa\u00e7o e, artisticamente, me realizo fazendo isso. Para mim, n\u00e3o tem dificuldade, porque fa\u00e7o o que gosto, coloco na internet e \u00e9 isso. No momento que voc\u00ea est\u00e1 fazendo sem pensar em retorno, voc\u00ea n\u00e3o coloca muita expectativa e faz o que realmente tem na cabe\u00e7a. E tem outra coisa, o som daquela \u00e9poca, final dos anos 1960 e come\u00e7o dos anos 1970, eles faziam do jeito que dava. E \u00e9 assim que eu fa\u00e7o. \u00c0s vezes ou\u00e7o e vejo que o som da bateria est\u00e1 medonho, mas \u00e9 o que d\u00e1 para fazer.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Pyh6rVTb-vE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" gesture=\"media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>\u2013 Rafael Donadio (Facebook:\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/rafael.p.donadio\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">rafael.p.donadio<\/a>) \u00e9 jornalista do Di\u00e1rio do Norte do Paran\u00e1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Um projeto solo do recifense Gilvandro Barros que j\u00e1 tem dois discos gravados e traz as influ\u00eancias de stoner rock da d\u00e9cada de 1960 e 1970, mais pesado e psicod\u00e9lico. \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2017\/11\/24\/entrevista-mocamas\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":38,"featured_media":45138,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[2456],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45137"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/38"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=45137"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45137\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":45139,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/45137\/revisions\/45139"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/45138"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=45137"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=45137"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=45137"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}