{"id":45118,"date":"2017-11-22T10:15:42","date_gmt":"2017-11-22T12:15:42","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=45118"},"modified":"2018-01-11T12:15:44","modified_gmt":"2018-01-11T14:15:44","slug":"faixa-a-faixa-estacao-cidade-baixa-nobat","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2017\/11\/22\/faixa-a-faixa-estacao-cidade-baixa-nobat\/","title":{"rendered":"Faixa a faixa: &#8220;Esta\u00e7\u00e3o Cidade Baixa&#8221;, Nobat"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>Introdu\u00e7\u00e3o por\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Bruno Lisboa<\/a><br \/>\nFaixa a faixa por <a href=\"https:\/\/nobat.bandcamp.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Nobat<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Natural de Belo Horizonte, Nobat segue desde 2012 construindo uma carreira de destaque na m\u00fasica produzida nas Minas Gerais. Em constante transforma\u00e7\u00e3o, sua obra (antes ligada ao indie rock ensolarado) deu uma guinada para um formato nada convencional. O trabalho respons\u00e1vel por esta transi\u00e7\u00e3o foi &#8220;<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/02\/06\/entrevista-luan-nobat\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">O Novato<\/a>&#8221; (2015), elogiado disco em que uniu elementos eletr\u00f4nicos, tons mais l\u00fagubres e instigantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Passados dois anos, Nobat est\u00e1 de volta com \u201cEsta\u00e7\u00e3o Cidade Baixa\u201d, um \u00e1lbum que foi gravado entre os meses de junho\/ agosto de 2017 nos est\u00fadios UN Music e Ilha do Corvo com produ\u00e7\u00e3o de Leonardo Marques. Diversificado, \u201cEsta\u00e7\u00e3o Cidade Baixa\u201d soa como uma continuidade natural de &#8220;O Novato&#8221;, mas vai al\u00e9m ao promover uma aut\u00eantica salada sonora mesclando ritmos como congado, afox\u00e9, ax\u00e9 e funk. Nas letras, o cantautor segue sua sina de observar de maneira minuciosa o quotidiano, revelando dores e alegrias da viv\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apresentado de forma gradual, \u201cEsta\u00e7\u00e3o Cidade Baixa\u201d foi lan\u00e7ado de maneira dilu\u00edda a partir do m\u00eas de setembro, quando o primeiro da s\u00e9rie tr\u00eas EPs conceituais (\u201cEsta\u00e7\u00e3o\u201d) foi disponibilizado em v\u00e1rias plataformas de streaming (<a href=\"https:\/\/nobat.bandcamp.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Bandcamp incluso<\/a>). Em outubro foi \u00e0 vez \u201cCidade\u201d e agora em novembro \u201cBaixa\u201d, encerrando a sua trilogia. Sobre o processo de cria\u00e7\u00e3o e grava\u00e7\u00e3o do disco Nobat resume:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Comecei a compor esse disco durante uma viagem que fiz pra divulgar \u201cO Novato\u201d. Passei por algumas cidades no Brasil e em Portugal. Os encontros e viv\u00eancias abriram um ciclo criativo muito intenso. Compus nessa \u00e9poca mais de 30 m\u00fasicas e percebi que elas se dividiam em tr\u00eas grupos tem\u00e1ticos: algumas falavam sobre morte e nascimento, encontro e despedida, chegada e partida; outras falavam sobre Belo Horizonte, o carnaval, a Praia da Esta\u00e7\u00e3o (movimento cultural); e outras ainda apontavam pra quest\u00f5es mais intimistas e densas. Quando fui reunir o material pro disco, percebi que havia a chance de dividir o \u00e1lbum em tr\u00eas EPs e foi assim que fomos trabalhando tudo. Levei a proposta pro pessoal do selo UN Music, eles curtiram a ideia e a partir de ent\u00e3o fui pro est\u00fadio com a banda que j\u00e1 vinha construindo os arranjos pra come\u00e7ar a levantar o disco. Tivemos a luz fundamental do mago Leonardo Marques, que produziu o \u201cEsta\u00e7\u00e3o Cidade Baixa\u201d e conduziu as quest\u00f5es com muito carinho. Gravamos o \u00e1lbum entre maio e agosto deste ano, uma parte nos est\u00fadios UN Music e outra na Ilha do Corvo, est\u00fadio do Leo. Foi um processo m\u00e1gico, muita coisa chegou madura ao est\u00fadio e se transformou muito l\u00e1 dentro. Contei com a parceria da banda formada por LULI, Danilo Derick, Heberte Almeida e Pablo Campos. Foi tudo muito r\u00e1pido e precioso, vou sentir saudades desse processo.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No faixa a faixa abaixo, Nobat fala sobre o conte\u00fado das letras e suas inspira\u00e7\u00f5es para este grande disco. Confira<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-45122\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/estacao.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"749\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/estacao.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/estacao-150x150.jpg 150w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/estacao-300x300.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>ESTA\u00c7\u00c3O<\/strong><br \/>\n<strong> Maria Clara<\/strong><br \/>\nA can\u00e7\u00e3o fala sobre o nascimento de uma sobrinha que veio ao planeta com problemas de forma\u00e7\u00e3o em um dos p\u00e9zinhos, o que, segundo a previs\u00e3o de alguns m\u00e9dicos, poderia prejudicar seu andar. A letra \u00e9 um convite \u00e0 caminhada de Maria Clara, destacando que o mundo tem muitas coisas pra ela ver e que \u00e9 preciso andar em dire\u00e7\u00e3o ao novo, restabelecendo a f\u00e9 nas conquistas e na sua gera\u00e7\u00e3o. \u00c9 uma m\u00fasica de boas vindas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Nova Era<\/strong><br \/>\nEsta can\u00e7\u00e3o fala sobre a morte de minha av\u00f3, uma mulher baiana de grande sabedoria que nos deixou h\u00e1 dois anos. A letra diz que ela far\u00e1 muita falta, mas canta seu transcender como ela gostaria, num samba-ax\u00e9 que restabelece a f\u00e9 na jornada e nos novos tempos que viveremos sem sua presen\u00e7a f\u00edsica na terra. \u00c9 uma m\u00fasica de at\u00e9 breve.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Bia<\/strong><br \/>\nA gesta\u00e7\u00e3o da Bia, outra sobrinha, foi aquela que eu acompanhei mais de perto, at\u00e9 pela proximidade com os pais. Vivi muito intimamente cada etapa, desde o dia em que foi revelada a gravidez at\u00e9 os \u00faltimos dias antes do nascimento. O problema \u00e9 que no dia do parto, eu estava voltando de viagem e sem not\u00edcias fiquei sem saber o hor\u00e1rio do nascimento. Durante o almo\u00e7o eu senti mesmo c\u00f3smicamente a entrada deste ser no globo azul, pedi \u00e0 Lu\u00edsa, minha esposa, pra anotar o hor\u00e1rio e disse que Bia tinha chegado ali. Depois de algumas horas fomos ao hospital e Bia tinha nascido exatamente na hora que eu falei, mesmo sem saber de nenhuma not\u00edcia. A m\u00fasica fala sobre esse pressentimento e essa conex\u00e3o forte que come\u00e7ou ali, \u00e9 tamb\u00e9m uma m\u00fasica de boas vindas.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-45121\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/cidade.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"749\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/cidade.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/cidade-150x150.jpg 150w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/cidade-300x300.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>CIDADE<\/strong><br \/>\n<strong> praia_da_esta\u00e7\u00e3o:<\/strong><br \/>\nA Praia da Esta\u00e7\u00e3o \u00e9 um movimento belo-horizontino, com in\u00edcio em janeiro de 2010, que surgiu como contesta\u00e7\u00e3o pol\u00edtica a um decreto municipal expedido pelo ent\u00e3o prefeito da cidade, Marcio Lacerda, que proibia a realiza\u00e7\u00e3o de eventos na Pra\u00e7a da Esta\u00e7\u00e3o, uma das mais tradicionais da Capital mineira. Neste contexto, uma rea\u00e7\u00e3o p\u00fablica e l\u00fadica surgiu: como Minas n\u00e3o tem mar e essa \u00e9 uma de nossas grandes refer\u00eancias, e como a Pra\u00e7a da Esta\u00e7\u00e3o possui fontes hidr\u00e1ulicas no seu ch\u00e3o que ficam ligadas aos fins de semana, moradores foram para a pra\u00e7a com trajes de banho e assess\u00f3rios de praia para protestar e criar uma das principais mobiliza\u00e7\u00f5es pol\u00edticas dos \u00faltimas anos em Belo Horizonte. Fiz essa can\u00e7\u00e3o quando fui pela primeira vez \u00e0 Praia. Fiquei bobo com aquela melancolia embriagada que celebrava a maior aus\u00eancia do estado de Minas Gerais, o mar: aus\u00eancia-s\u00edmbolo caricatural do nosso imagin\u00e1rio. No in\u00edcio achei aquilo quase besta, algo de uma solid\u00e3o do\u00edda e meio desesperada. Mas depois me dei conta de que era, na verdade, lindo, o hipermoderno, a chance de dar plasticidade a essa vida engessada pela realidade tantas vezes t\u00e3o tacanha. Celebrar a aus\u00eancia, porque n\u00e3o? A Praia da Esta\u00e7\u00e3o deu \u00e0 Belo Horizonte muito mais que for\u00e7a para ocupar espa\u00e7os p\u00fablicos, a Praia nos deu tamb\u00e9m a chance de inventar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>mar_ia<\/strong><br \/>\nEssa m\u00fasica fala sobre o eterno desejo do mineiro de ver, de ter e de ser o mar. Essa coisa de estar nas cidades que acabam no mar e de ver que tudo termina l\u00e1 nas ondas, como n\u00f3s que vamos aos poucos nas idas do tempo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>maletta<\/strong><br \/>\nEssa \u00e9 uma can\u00e7\u00e3o de um grande amigo, Tiago Tereza, e no per\u00edodo que eu estava reunindo as m\u00fasicas pra este trabalho n\u00e3o larguei m\u00e3o dela. \u00c0 \u00e9poca eu estava de mudan\u00e7a para o centro pra morar com minha esposa, Luli. A can\u00e7\u00e3o \u00e9 de uma do\u00e7ura imensa e fala dessa vontade de ir morar no centro, num quarto&amp;sala no Maletta, ver duelo de MC&#8217;s a p\u00e9 e ser feliz junto.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-45120\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/baixa.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"749\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/baixa.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/baixa-150x150.jpg 150w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/baixa-300x300.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>BAIXA<\/strong><br \/>\n<strong> Desentoado<\/strong><br \/>\nEssa \u00e9 uma can\u00e7\u00e3o do Grupo Ra\u00edzes, de Montes Claros, que foi lan\u00e7ada num disco de mesmo nome nos anos 70 e que embalou diversas passagens da minha vida. Conhe\u00e7o a m\u00fasica de ber\u00e7o porque minha m\u00e3e \u00e9 conterr\u00e2nea da trupe do Ra\u00edzes e esse \u00e1lbum era sempre lembrado nas rodas de viol\u00e3o em festas de fam\u00edlia. A letra me lembra minha vida. Eu nasci em BH, mas, em raz\u00e3o do trabalho do meu pai, cresci no interior, numa cidade pequena e pacata, voltei para Belo Horizonte j\u00e1 adolescente. Ao chegar aqui me espantei muito com o ritmo, as tend\u00eancias e o comportamento da capital, eu era estrangeiro na minha cidade natal, esse deslocamento na paisagem urbana \u00e9 uma coisa que vivi na pele. &#8220;Eu sou fruta do no rte \/ Do curral \/ Sou boi de corte (&#8230;) \/ Vim parar nesse lugar \/ E logo me destoei \/ Entoei uma cantiga \/ J\u00e1 entrei n uma briga&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Eu N\u00e3o Morreria Por Ti<\/strong><br \/>\nEssa can\u00e7\u00e3o fala de um tipo de amor que eu n\u00e3o acho saud\u00e1vel e que faz muito mal a algumas rela\u00e7\u00f5es que tem tudo pra serem imensas, fortes, fontes inesgot\u00e1veis de trocas riqu\u00edssimas. Aquele tipo de amor pelo qual voc\u00ea abre m\u00e3o da sua vida para viver o outro na vida do outro. Isso pode destruir sua pr\u00f3pria vida, aniquilar sua identidade e fazer voc\u00ea perder sua conex\u00e3o com pessoas, valores e lugares fundamentais pra voc\u00ea.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Galeria<\/strong><br \/>\nEssa m\u00fasica fala sobre cumplicidade, sobre dividir com a outra pessoa com quem se caminha todas as paisagens da vida, todos os epis\u00f3dios, os melhores e os piores, como se a exist\u00eancia fosse uma galeria de arte com v\u00e1rios blocos pelos quais as pessoas que se amam e se confiam passar\u00e3o de m\u00e3os dadas. Aquela coisa de ir ao cinema e ver um filme horr\u00edvel ou muito pesado, mas tudo valer a pena pelo simples fato de ter atravessado aquela experi\u00eancia ao lado de quem se ama.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/NlaKY7IkaZE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" gesture=\"media\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>\u2013 Bruno Lisboa (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/brunorplisboa\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@brunorplisboa<\/a>) \u00e9 redator\/colunista do\u00a0<a href=\"http:\/\/pignes.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Pigner<\/a>\u00a0e do\u00a0<a href=\"http:\/\/www.opoderosoresumao.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">O Poder do Resum\u00e3o<\/a>. Escreve para o Scream &amp; Yell desde 2014.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Natural de Belo Horizonte, Nobat segue desde 2012 construindo uma carreira de destaque na m\u00fasica produzida nas Minas Gerais. Aqui ele fala de seu novo \u00e1lbum! 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