{"id":44798,"date":"2017-10-24T00:09:11","date_gmt":"2017-10-24T02:09:11","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=44798"},"modified":"2017-12-15T18:13:51","modified_gmt":"2017-12-15T20:13:51","slug":"u2-em-sao-paulo-the-joshua-tree-tour-2017-noite-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2017\/10\/24\/u2-em-sao-paulo-the-joshua-tree-tour-2017-noite-2\/","title":{"rendered":"U2 em S\u00e3o Paulo: The Joshua Tree Tour 2017 (Noite 2)"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por <a href=\"http:\/\/www.facebook.com\/marcio.guariba\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Marcio Guariba<\/a><br \/>\nFotos: <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/vivianne.nunes\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Viviane Nunes (Vicky)<\/a><\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa nova turn\u00ea do U2 \u00e9 um atestado de que eles s\u00e3o maiores do que realmente aparentam ser. S\u00e3o precursores da gera\u00e7\u00e3o &#8216;parque de divers\u00e3o&#8217; de shows, onde arrastam multid\u00f5es que, na maioria das vezes, s\u00f3 est\u00e3o ali pelo evento em si. Que pulam fervorosamente em \u201cSunday Bloody Sunday\u201d e \u201cPride\u201d e v\u00e3o buscar cerveja em \u201cMothers of the Disappeared\u201d, ou v\u00e3o ao banheiro em \u201cRunning to Stand Still\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por\u00e9m, mesmo quando entregam o que o p\u00fablico espera, e eles sempre pelo menos tentam entregar, h\u00e1 um vi\u00e9s art\u00edstico\/po\u00e9tico muito significativo. Os quatro em um diminuto palco no meio de 80 mil pessoas sem nenhum efeito visual. Depois, iniciam o tributo ao seu disco mais famoso com tr\u00eas hits avassaladores, mas que funcionam como trilha sonora de um road-movie \u00e1rido, frio e bel\u00edssimo sendo apresentado em uma tela\/filme fotogr\u00e1fico gigante. Somem, desaparecem pela arte.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A euforia extasiante que a sequ\u00eancia inicial causa na massa \u00e9 repentinamente substitu\u00edda por uma sensa\u00e7\u00e3o geral de admira\u00e7\u00e3o e total falta de interesse. Apesar de famos\u00edssimo iconograficamente e de ter vendido mais de 25 milh\u00f5es de c\u00f3pias em um per\u00edodo que isso ainda era poss\u00edvel e alcan\u00e7\u00e1vel na ind\u00fastria da m\u00fasica, &#8220;The Joshua Tree&#8221;, o disco aniversariante em quest\u00e3o, n\u00e3o teve suas m\u00fasicas trabalhadas atrav\u00e9s dos (30) anos. A \u00fanica can\u00e7\u00e3o que sobreviveu ao per\u00edodo que cobriu a divulga\u00e7\u00e3o do \u00e1lbum e do seu disco-irm\u00e3o lan\u00e7ado em 1988 (&#8220;Rattle and Hum&#8221;) e foi at\u00e9 1989, foi \u201cBullet the Blue Sky\u201d, um rock zeppeliano pesado e teatral, com letra complicada e frequentemente alterada de dif\u00edcil memoriza\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o se conecta com coros e, consequentemente, com grandes est\u00e1dios e suas massas. No mais, h\u00e1 sete can\u00e7\u00f5es pouqu\u00edssimo ou nunca executadas ao vivo que somente f\u00e3s ouviram e guardaram em seus cora\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s desse longo tempo.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-44805\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/us4.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"460\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/us4.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/us4-300x184.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E \u00e9 nesse momento que o show tenta se comunicar um pouco mais. Mas s\u00f3 um pouco. Talvez pela consci\u00eancia da dificuldade de relacionamento do p\u00fablico, a banda come\u00e7a a aparecer mais no maravilhoso tel\u00e3o, passa a caminhar mais pelas passarelas. Por\u00e9m, mesmo nesse momento e, especialmente nesse momento, \u00e9 aonde o show aparece fantasticamente para os f\u00e3s mais \u201cantigos\u201d. Ali, quando os celulares abaixaram, os espa\u00e7os na multid\u00e3o se abriram e muitos olhavam perdidos e admirados para o que viam, esses f\u00e3s reencontravam o U2 que amam e admiram.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A furiosa e j\u00e1 citada \u201cBullet the Blue Sky\u201d, a delicadamente triste \u201cRunning to Stand Still\u201d, que \u00e9 quase uma ant\u00edtese do que se tocar em grandes espa\u00e7os, mas que os preenche com uma gaita solit\u00e1ria ao seu final. Uma nova vers\u00e3o de \u201cRed Hill Mining Town\u201d que, mesmo inferior a original, ainda \u00e9 melhor que todo o repert\u00f3rio da banda produzido nos \u00faltimos 20 anos. \u201cIn God\u2019s Country\u201d, tocada literalmente no deserto debaixo da \u00e1rvore que da t\u00edtulo ao \u00e1lbum, recriados em um 3D impressionantemente lindo. \u201cTrip Through Your Wires\u201d e sua Cowgirl (Morleigh Steinberg, esposa do guitarrista The Edge) rodando seu la\u00e7o enquanto uma bandeira norte-americana \u00e9 pintada em uma casa velha e suja.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cOne Tree Hill\u201d, outra p\u00e9rola, e sua lua cheia, e suas refer\u00eancia ind\u00edgenas. \u201cExit\u201d, um petardo gravado de improviso que ganhou um tratamento teatral digno dos grandes momentos de inspira\u00e7\u00e3o de Bono nos anos noventa, e a ecum\u00eanica \u201cMothers of the Disappeared\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um filme ao vivo. Um grande drive-in, aqueles cinemas antigos que se assistia de dentro do pr\u00f3prio carro nos anos cinquenta e sessenta. Imagens iconogr\u00e1ficas da cultura norte-americana. Seu lado negro. Bandeiras, sexo, religi\u00e3o, insanidade, estradas, desertos, guerras. Signos visuais iconogr\u00e1ficos. Palmas para o diretor e fot\u00f3grafo Anton Corbjin. Palmas para os produtores Brian Eno e Daniel Lanois, quinto e sexto membros \u2018n\u00e3o-oficiais\u2019 do U2 por mais de duas d\u00e9cadas. E palmas para Bono, Edge, Larry e Adam.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Arte. A-R-T-E. ARTE!!!!!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sim, arte.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-44806\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/u22.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"460\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/u22.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/u22-300x184.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas, cad\u00ea o parque de divers\u00f5es que eu comprei no meu ingresso? Eu paguei caro pra andar de barco Viking, sentir medo na montanha russa, beijar minha garota na roda-gigante, me molhar no splash. Quero gritar meus Ooohhhs. Quero tirar o p\u00e9 do ch\u00e3o, fazer minha selfie no meio da m\u00fasica. \u2018O U2, cad\u00ea voc\u00ea, eu vim aqui s\u00f3 pra te ver\u2019&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E o U2 volta. Volta e com o p\u00e9 no peito e sem medo de ser feliz. Uma vers\u00e3o Coldplay de \u201cBeautiful Day\u201d, o rock farofa de \u201cElevation\u201d e o \u00faltimo hit da banda, \u201cVertigo\u2019, de 2004.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ai meu amigo, \u00e9 onde o povo de bandana e camiseta comprada no dia vai a loucura. E os f\u00e3s mais antigos caminham pro fundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cYou\u2019re the Best Thing About Me\u201d, a mais recente tentativa da banda de ter um hit, vem esqu\u00e1lida depois de tantas can\u00e7\u00f5es fant\u00e1sticas dentro das suas propostas. \u201cUltra Violet\u201d, uma fan-favorite que se encaixou na mensagem pr\u00f3-feminismo que Bono est\u00e1 a fim de falar dessa vez, ao inv\u00e9s da Eti\u00f3pia, da fome ou do perd\u00e3o da d\u00edvida externa. E \u201cOne\u201d, que finaliza pra que voc\u00ea v\u00e1 embora pensando \u2018Meu Deus, que puta show\u2019.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E \u00e9 um puta show. Eles fazem um grande esfor\u00e7o para que o p\u00fablico n\u00e3o se lembre que s\u00e3o uma banda com esp\u00edrito art\u00edstico fant\u00e1stico. N\u00e3o tem vergonha de ser macaco de audit\u00f3rio nesse business do circo\/show\/parque de divers\u00f5es. Mas fazem quest\u00e3o de nos mostrar que ali, no meio de tantos ohs e uhs, existem quatro caras que se preocupam com sua arte e sua obra.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-44807\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/u23.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"460\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/u23.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/u23-300x184.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>SET LIST<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Sunday Bloody Sunday<\/em><br \/>\n<em>New Year&#8217;s Day<\/em><br \/>\n<em>Bad (cita\u00e7\u00e3o de &#8220;\u00c1guas de Mar\u00e7o&#8221;)<\/em><br \/>\n<em>Pride (In the Name of Love)<\/em><br \/>\n<em>The Joshua Tree<\/em><br \/>\n<em>Where the Streets Have No Name (cita\u00e7\u00e3o de &#8220;California (There Is No End to Love))<\/em><br \/>\n<em>I Still Haven&#8217;t Found What I&#8217;m Looking For<\/em><br \/>\n<em>With or Without You<\/em><br \/>\n<em>Bullet the Blue Sky (cita\u00e7\u00e3o de &#8220;War&#8221; e &#8220;America&#8221;de &#8220;West Side Story&#8221; )<\/em><br \/>\n<em>Running to Stand Still<\/em><br \/>\n<em>Red Hill Mining Town<\/em><br \/>\n<em>In God&#8217;s Country<\/em><br \/>\n<em>Trip Through Your Wires<\/em><br \/>\n<em>One Tree Hill<\/em><br \/>\n<em>Exit (cita\u00e7\u00e3o de &#8220;Wise Blood&#8221; e &#8220;Eeny Meeny Miny Moe)<\/em><br \/>\n<em>Mothers of the Disappeared<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>BIS<\/em><br \/>\n<em>Beautiful Day (cita\u00e7\u00e3o de &#8220;Mas Que Nada&#8221;)<\/em><br \/>\n<em>Elevation<\/em><br \/>\n<em>Vertigo (cita\u00e7\u00e3o de (I Can&#8217;t Get No) Satisfaction&#8221; e &#8220;It&#8217;s Only Rock &#8216;n&#8217; Roll (But I Like It)&#8221;)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>SEGUNDO BIS<\/em><br \/>\n<em>You&#8217;re the Best Thing About Me<\/em><br \/>\n<em>Ultraviolet (Light My Way)<\/em><br \/>\n<em>One (cita\u00e7\u00e3o de &#8220;Invisible&#8221;)<\/em><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-44808\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/u25.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"929\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/u25.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/u25-242x300.jpg 242w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:<br \/>\n<\/strong>\u2013 Especial \u2018Zooropa\u2019 20 anos \u2013 Seja tudo o que puder ser, por Marcio Guariba (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/07\/05\/u2-zooropa-especial-20-anos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>)<strong><br \/>\n<\/strong>\u2013 Especial \u2018War\u2019 30 anos \u2013 Os meninos v\u00e3o \u00e0 guerra, por Marcio Guariba (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2013\/02\/13\/especial-u2-war-30-anos\/\" target=\"_self\">aqui<\/a>)<strong><br \/>\n<\/strong>\u2013 Live Youtube: a tecnologia caminha de m\u00e3os dadas com o U2, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/10\/26\/u2-ao-vivo-via-youtube\/\">aqui<\/a>)<strong><br \/>\n<\/strong>\u2013 Os tr\u00eas primeiros \u00e1lbuns do U2 relan\u00e7ados em vers\u00e3o deluxe, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/2008\/12\/09\/os-tres-primeiros-do-u2-em-versao-deluxe\/\" target=\"_self\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 U2 em S\u00e3o Paulo: um megashow com jeito de festinha particular, por Tiago Agostini (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/musicadois\/u2insampa.htm\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 \u201cHow To Dismantle An Atomic Bomb\u201c: um disco frouxo do U2, por Jonas Lopes (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/musicadois\/u2vertigo.html\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 \u201cAll That You Can\u2019t Leave Behind\u201d: a volta do U2 ao rock b\u00e1sico, por Marcelo Costa (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/secoes\/u2.htm\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 Bono: um g\u00eanio de cora\u00e7\u00e3o mole ou um completo imbecil?, por Diego Fernandes (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/mais\/bono.htm\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Essa turn\u00ea \u00e9 um atestado de que eles s\u00e3o ainda maiores do que realmente aparentam ser. 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