{"id":43675,"date":"2017-08-02T11:33:50","date_gmt":"2017-08-02T14:33:50","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=43675"},"modified":"2021-11-01T00:49:31","modified_gmt":"2021-11-01T03:49:31","slug":"download-gratuito-filme-de-cris-braun-e-dinho-zampier","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2017\/08\/02\/download-gratuito-filme-de-cris-braun-e-dinho-zampier\/","title":{"rendered":"Download Gratuito: &#8220;Filme&#8221;, de Cris Braun e Dinho Zampier"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por Marcelo Costa<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seis anos ap\u00f3s o delicado \u201cF\u00e1bula\u201d, seu terceiro \u00e1lbum solo, Cris Braun est\u00e1 de volta com um novo disco de in\u00e9ditas, desta vez dividindo os holofotes com Dinho Zampier, que, segundo o site da Secretaria de Cultura do Estado alagoano, \u201c\u00e9 um dos m\u00fasicos mais requisitados atualmente em Alagoas, tanto para show como para grava\u00e7\u00f5es, por sua vasta experi\u00eancia, musicalidade e compet\u00eancia t\u00e9cnica\u201d, e tem seu trabalho envolvido com nomes como Wado (desde o \u00e1lbum \u201cTerceiro Mundo Festivo\u201d, de2008), Mopho (desde o cl\u00e1ssico primeiro disco at\u00e9 o mais recente, \u201cBrejo\u201d) e Figueroas, com quem divide as aten\u00e7\u00f5es com Givly Simons.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Juntos, Cris Braun e Dinho Zampier assinam \u201cFilme\u201d, uma trilha sonora imagin\u00e1ria para uma hist\u00f3ria que o pr\u00f3prio ouvinte poder\u00e1 (ou n\u00e3o) construir na sua cabe\u00e7a. \u201cQuem seria Do\u00f1a Rita de Quevedo, uma Amelie Poulain dos tr\u00f3picos? D\u00e1 pra imaginar os Sex Beatles congelados no tempo e ressuscitados no futuro, transformados em caub\u00f3is do apocalipse com seus escorpi\u00f5es de estima\u00e7\u00e3o?\u201d, provoca o cr\u00edtico de cinema Marcelo Janot <a href=\"http:\/\/www.crisbraun.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">em texto no site oficial<\/a>. \u201cA ideia era: nada de criar uma historinha, nada de roteiro, apenas a narrativa que constr\u00f3i musicalmente uma trilha. Vinhetas, temas e can\u00e7\u00f5es\u201d, explica Cris em conversa por e-mail.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cFilme\u201d est\u00e1\u00a0dispon\u00edvel em streaming nos principais players do mercado. H\u00e1, ainda, previs\u00e3o de lan\u00e7amento f\u00edsico para setembro via Tratore. Na conversa abaixo, Cris comenta sobre o processo de grava\u00e7\u00e3o do \u00e1lbum, da parceria com Dinho Zampier, da ponte-a\u00e9rea Macei\u00f3\/Rio e dos Sex Beatles, cult band que ela integrou ao lado do letrista, cantor e compositor Alvin L. nos anos 90, que teve sua trajet\u00f3ria revista em um document\u00e1rio lan\u00e7ado em 2015, \u201cMemorab\u00edlia\u201d. Neste \u201cFilme\u201d, inclusive, Cris e Dinho regravaram uma can\u00e7\u00e3o dos Sex Beatles: \u201cAlvin \u00e9 g\u00eanio!!\u201d, justifica.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/xDm7aky9Yhs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como surgiu a ideia deste \u201cFilme\u201d? Primeiro vieram as can\u00e7\u00f5es e voc\u00eas foram formatando o \u00e1lbum, ou j\u00e1 de cara veio a ideia de construir uma trilha sonora?<\/strong><br \/>\n&#8220;No principio era o verbo&#8221; (risos). Eu queria apenas fazer um disco onde partisse de teclados, ao inv\u00e9s de guitarras e ou viol\u00f5es, como sempre. Posto isto, percebi que tinha pouco material escrito e muito instrumental. Sempre tive o desejo de compor trilhas \u2013 ou fazer. Adoro, por exemplo, a onda dos canais de esportes radicais \u2013 m\u00fasica e imagem. O disco foi sendo formatado e ia chamar-se &#8220;Mem\u00f3rias, Sequelas e Esquecimentos&#8221; \u2013 que ser\u00e1 t\u00edtulo do meu primeiro livro, dando essa boa nova exclusivamente para o Scream &amp; Yell! L\u00e1 pelas tantas ainda pensando arranjos, n\u00f3s assumimos esse lance de trilha que t\u00ednhamos ali. A ideia era: nada de criar uma historinha, nada de roteiro, apenas a narrativa que constr\u00f3i musicalmente uma trilha. Vinhetas, temas e can\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea se aproxima do Dinho realmente na grava\u00e7\u00e3o do \u201cTerceiro Mundo Festivo\u201d (2008), do Wado, ou voc\u00eas j\u00e1 tinham se encontrado musicalmente antes? Como foi o trabalhar com ele neste \u201cFilme\u201d?<\/strong><br \/>\nNos aproximamos ali sim. E depois eu chamei ele para uns lances de voz e teclado. Pequenos shows. Eu confesso que j\u00e1 havia observado o extenso conhecimento musical dele, talento e humor, mas tive ainda uma surpresa: o Dinho \u00e9 um arranjador espetacular, veja o que ele fez para &#8220;Do\u00f1a Rita de Quevedo&#8221;! Eu cheguei para ele com Steve Reich \u2013 falei destas repeti\u00e7\u00f5es e ele de manh\u00e3 me manda o tal arranjo! Chorei. J\u00e1 em &#8220;A Louca Chama&#8221; fiz um baixo desengon\u00e7ado com a boca, dando a ideia do que pensava para ela, e o bicho me faz aquele balan\u00e7o inomin\u00e1vel. Qu\u00edmica perfeita. Decidimos ent\u00e3o convidar o Billy Brand\u00e3o e o Sacha para produzir duas faixas (\u201cCheio\u201d e \u201cHarpia\u201d) e nem preciso comentar o encaixe e maravilha. Dinho \u00e9 um m\u00fasico acima da m\u00e9dia, assim como estas duas figuras que citei. Comp\u00f5e, arranja, toca e morremos de rir juntos. Neste disco tem &#8220;Agua Branca&#8221;, s\u00f3 dele,&#8221; Wedding&#8221; minha e dele e outra em parceria com Fernando Fiuza.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O \u201cAtemporal\u201d, seu segundo disco, de 2004, ainda era bem carioca, com m\u00fasicos daquela cena local. J\u00e1 o \u201cF\u00e1bula\u201d ainda tem alguns deles participando, mas \u00e9 um disco muito mais alagoano, por assim dizer. Como voc\u00ea v\u00ea isso?<\/strong><br \/>\nEm 2004 eu ainda morava no Rio, onde morei por 25 anos. Em 2005, voltei para Macei\u00f3, por conta da doen\u00e7a de meu pai, que culminou em sua partida ano passado. Aos poucos fui conhecendo os m\u00fasicos daqui e essa transi\u00e7\u00e3o se deu naturalmente. &#8220;F\u00e1bula&#8221; \u00e9 ponte a\u00e9rea Rio-Macei\u00f3. E &#8220;Filme&#8221; na verdade \u00e9 Macei\u00f3-Rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quem l\u00ea isso talvez n\u00e3o imagine que voc\u00ea \u00e9 uma ga\u00facha! \ud83d\ude42 E uma coisa comum dessas duas cidades (vamos deixar o Rio Grande do Sul de lado) s\u00e3o as belas praias, e principalmente o mar como influ\u00eancia na vida local. O que te fez escolher Macei\u00f3 como seu ref\u00fagio? H\u00e1 algo seu com o mar?<\/strong><br \/>\nPois \u00e9, Macei\u00f3 foi escolhido por meus pais em 1971! Em 1999 fui para o Rio, e voltei para c\u00e1 em 2005. Mas vou confessar que sou um ser das montanhas (risos). Antes de voltar para Macei\u00f3, eu fiquei por 5 anos morando em Teres\u00f3polis, onde fiz o contemplativo \u201cAtemporal\u201d.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Prantinho- Filme- Cris Braun e Dinho Zampier\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/akjVkXpWj0s?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ali\u00e1s, \u201cFilme\u201d \u00e9 seu quarto \u00e1lbum solo. Gostaria que voc\u00ea relembrasse um pouco os tr\u00eas discos anteriores, como foi o momento de grava\u00e7\u00e3o de cada um deles e como voc\u00ea os v\u00ea (ouve) hoje.<\/strong><br \/>\nMas \u201cFilme\u201d n\u00e3o \u00e9 um disco solo! T\u00e1 l\u00e1: \u201cCris e Dinho\u201d (risos). No meio do caminho eu olhei para ele e disse: este disco \u00e9 meu e seu, tamanha personalidade do cara!! (Sobre os meus discos): &#8220;Cuidado Com Pessoas Como Eu&#8221; (1997): a diva, o mercado e a proje\u00e7\u00e3o, que me deu um cantinho neste mundo de m\u00fasica. Foi l\u00e1 que eu aprendi que devia tomar conta do que era meu, do que era eu. Muito aprendizado com Marina Lima, Nilo Romero e tudo que envolve o mainstream, por onde raspei (tenho que rir), vinha dos Sex Beatles, onde era a linda e o Alvin fazia tudo. &#8220;Atemporal&#8221; (2004): montanha, contempla\u00e7\u00e3o, liberdade. Parceiros e n\u00e3o s\u00f3 a diva entrando no est\u00fadio para colocar a voz. &#8220;F\u00e1bula&#8221; (2011): Mar, readapta\u00e7\u00e3o, amores perdidos, e eu me apropriando mais e mais. &#8220;Filme&#8221; (2017) o primeiro em que assino a produ\u00e7\u00e3o junto com Dinho. Me vejo muito nele. N\u00e3o houve a menor tentativa de agradar ou ser palat\u00e1vel, ou qualquer d\u00favida se ia ser vi\u00e1vel ou n\u00e3o. Ligamos o &#8220;vamos&#8221; e fomos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cFilme\u201d traz uma regrava\u00e7\u00e3o de uma can\u00e7\u00e3o que voc\u00ea gravou no primeiro \u00e1lbum dos Sex Beatles, \u201cEscorpi\u00f5es\u201d. \u00c9 algo meio m\u00edstico: h\u00e1 sempre de ter uma can\u00e7\u00e3o de Alvin no \u00e1lbum?<\/strong><br \/>\nNada de m\u00edstico n\u00e3o, \u00e9 gosto mesmo. Alvin \u00e9 g\u00eanio!! As imagens contidas em \u201cEscorpi\u00f5es\u201d bem servem a trilha imagin\u00e1ria. No fundo esta trilha \u00e9 para um personagem ins\u00f3lito, n\u00e3o se sabe se s\u00e3o del\u00edrios ou cenas vividas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>J\u00e1 que falamos no Alvin, em 2015 o Sex Beatles (que lan\u00e7ou dois grandes discos nos anos 90) ganhou um document\u00e1rio, \u201cMemorabilia\u201d. Como foi para voc\u00ea relembrar aquela \u00e9poca?<\/strong><br \/>\nTenho vontade e vou fazer um Sex Beatles Cover, onde eu serei a cover de mim mesma. Grandes tempos, juventude, loucuras, a vida pulsando. Aquela porrada de guitarras no palco, Rock \u00e9 coisa para quem est\u00e1 no palco, \u00e9 indescrit\u00edvel a sensa\u00e7\u00e3o!! Me emociono muito quando vejo o doc.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voltando ao disco novo, tamb\u00e9m h\u00e1 Vivaldi neste \u201cFilme\u201d. Como surgiu a ideia de incluir \u201cTieteberga &#8211; Senso In Seno\u201d?<\/strong><br \/>\n89% de meu tempo ou\u00e7o m\u00fasica cl\u00e1ssica. Talvez seja o meu Rivotril. Pela beleza, pela grandeza, por tudo que tem contido ali. Estava ouvindo o Phillipe Jaroussky cantando esta \u00e1ria, pela en\u00e9sima vez seguida, e depois da terceira ta\u00e7a de vinho, me vi cantarolando a melodia na divis\u00e3o do \u201cTake Five\u201d, do Dave Brubeck. Cantei por cima, deu certo, levei para o Dinho e fizemos o arranjo com banda!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea andou fazendo alguns shows cantando can\u00e7\u00f5es de Nick Drake! Alguma delas poderia fazer parte deste \u201cFilme\u201d? Talvez no show&#8230;<\/strong><br \/>\nSim, tudo a ver! J\u00e1 temos o &#8220;know&#8221;, uma passagem de tempo perfeita no show que estamos montando.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ali\u00e1s, como voc\u00ea pensa o show deste disco? Haver\u00e1 can\u00e7\u00f5es dos outros \u00e1lbuns?<\/strong><br \/>\nNada dos outros discos. Este \u00e9 um disco muito espec\u00edfico, uma trilha. N\u00e3o cabe fazer o que n\u00e3o diz respeito a este roteiro. Estamos compondo mais um pouco para ele. Passei tr\u00eas dias no sert\u00e3o alagoano filmando, cenas tamb\u00e9m ins\u00f3litas, com paisagens deslumbrantes, com o diretor de cinema e fotografia Henrique Oliveira, alagoano promissor que certamente ser\u00e1 muito falado e que assina todo o projeto visual do show (ele tamb\u00e9m \u00e9 respons\u00e1vel por um vindouro document\u00e1rio sobre Wado). O show tem momentos-proje\u00e7\u00f5es e momentos mais teatrais que se alternam. Eu estou mais para personagem do que para a tal diva! Me ajudem a ir com este show para Sampa!!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Wedding - Filme- Cris Braun e Dinho Zampier\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/WYkWZ9fw_Rk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>\u2013 Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/screamyell\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@screamyell<\/a>) \u00e9 editor do Scream &amp; Yell e assina a Calmantes com Champagne.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Leia tamb\u00e9m:<br \/>\n<\/strong>\u2013 Cris Braun (2004):\u00a0 &#8220;Nasci torta. Uma alminha contemplativa num comportamento rock&#8217;n&#8217;roll&#8221; (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/musicadois\/crisbraun.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 Cris Braun (2012): \u201cAcho que sou uma mo\u00e7a rock&#8217;n&#8217;roll, mesmo sem fazer rock&#8217;n&#8217;roll&#8221; (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/04\/01\/entrevista-cris-braun\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 &#8220;Cris Braun sabe o bem o som que busca no \u00e1lbum &#8216;F\u00e1bula&#8217;. E ele \u00e9 bonito, bem bonito&#8221; (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2012\/05\/19\/cds-marinas-rita-lee-cris-braun\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Seis anos ap\u00f3s o delicado \u201cF\u00e1bula\u201d, seu terceiro \u00e1lbum solo, Cris Braun est\u00e1 de volta com um novo disco de in\u00e9ditas, desta vez dividindo os holofotes com Dinho Zampier\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2017\/08\/02\/download-gratuito-filme-de-cris-braun-e-dinho-zampier\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":43676,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[2151],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43675"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=43675"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43675\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":62906,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43675\/revisions\/62906"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/43676"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=43675"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=43675"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=43675"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}