{"id":43165,"date":"2017-06-11T17:31:17","date_gmt":"2017-06-11T20:31:17","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=43165"},"modified":"2017-07-10T11:07:33","modified_gmt":"2017-07-10T14:07:33","slug":"boteco-cinco-estados-brasileiros-dez-cervejas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2017\/06\/11\/boteco-cinco-estados-brasileiros-dez-cervejas\/","title":{"rendered":"Boteco: Cinco estados brasileiros, dez cervejas"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por Marcelo Costa<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Come\u00e7ando mais um rol\u00ea Brasil por Porto Alegre, casa da Tupiniquim, que vem surpreendendo com seus mais recentes lan\u00e7amentos. Essa Sol e Chuva \u00e9 uma American IPA que busca alcan\u00e7ar as caracter\u00edsticas de uma New England IPA, que s\u00e3o: pouco amargor (ok), corpo aveludado (quase l\u00e1) e muito sabor e aroma (est\u00e1 no capricho). Detalhe: para manter suas caracter\u00edsticas, as NE IPAs n\u00e3o s\u00e3o pasteurizadas (e essa Sol e Chuva \u00e9). De colora\u00e7\u00e3o amarela (suco de laranja) com creme branco de boa forma\u00e7\u00e3o e perman\u00eancia, a Tupiniquim Sol e Chuva exibe um aroma com notas frutadas c\u00edtricas caprichadas (laranja, abacaxi e manga). Na boca, a textura \u00e9 picante e suave. O primeiro toque replica o que o aroma adianta (laranja, abacaxi e manga) e o amargor subsequente \u00e9 bem suave (50 IBUs delicados), como manda o estilo. Dai pra frente, o conjunto caprichado segue com c\u00edtrico em primeiro plano e uma leve do\u00e7ura refrescante na base. O final \u00e9 deliciosamente c\u00edtrico. No retrogosto, c\u00edtrico e do\u00e7ura suaves ador\u00e1veis. Muito boa!<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/sofia.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Agora para o Rio de Janeiro com a primeira cerveja da Overhop a passar por este espa\u00e7o, Sweet Sofia, uma American Blond Alen bastante lupulada (single hop Mosaic \u2013 como o nome da cervejaria adianta, eles gostam de l\u00fapulo) produzida em Angra dos Reis, mais precisamente na f\u00e1brica da Mistura Cl\u00e1ssica. O resultado \u00e9 uma cerveja de colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar clara com creme branco de m\u00e9dia forma\u00e7\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o. No nariz, percep\u00e7\u00e3o bastante assertiva do l\u00fapulo oferecendo notas c\u00edtricas (maracuj\u00e1, tnagerina e p\u00eassego) e herbais (pinho) sobre uma base delicada de caramelo. Na boca, a textura \u00e9 cremosa e levemente picante. O primeiro toque oferece r\u00e1pida do\u00e7ura logo deixada para tr\u00e1s pelo l\u00fapulo, que toma conta do conjunto, sem soar uma porrada no amargor (ainda que pare\u00e7a mais do que os 28 que a casa adianta). Dai pra frente, a do\u00e7ura caramelada tenta amaciar a pancadinha de amargor c\u00edtrico e herbal, e o bebedor ganha uma bela cerveja como resultado. O final \u00e9 amarguinho. No retrogosto, leve adstring\u00eancia e mais herbal que c\u00edtrico. Muito boa.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/snow.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De Sorocaba, no interior paulista, surge a Synergy Brewing Company, que j\u00e1 vem conquistando elogios por onde passa com suas boas receitas. A primeira dessa s\u00e9rie j\u00e1 demonstra bastante personalidade, pois a Synergy Snow Wit \u00e9 uma Witbier com \u201cdoses massivas de raspa de lim\u00e3o siciliano e sementes de coentro\u201d, segundo a casa, o que certamente a diferencia, conforme veremos a seguir. De colora\u00e7\u00e3o amarela mais para palha do que para o dourado e com creme branco de m\u00e9dia forma\u00e7\u00e3o e perman\u00eancia, a Synergy Snow Wit exibe um aroma intenso de notas c\u00edtricas e condimentadas, derivadas totalmente das doses massivas de raspas de lim\u00e3o e coentro adicionadas na receita. Na boca, textura frisante e picante. O primeiro toque entrega bastante c\u00edtrico (lim\u00e3o, lim\u00e3o e mais lim\u00e3o com um tiquinho de coentro na sequencia) seguido de refrescancia. O amargor \u00e9 baixo e, dai pra frente, surge um conjunto delicioso, bastante leve, c\u00edtrico e refrescante. O final \u00e9 seco e c\u00edtrico. No retrogosto, leve adstring\u00eancia, c\u00edtrico e refrescancia. Uma delicia.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/funky.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O quarto Estado \u00e9 o Paran\u00e1, representado aqui pela excelente Morada Cia Et\u00edlica, que resolveu fazer um remix de um das suas cervejas mais elogiadas, a Hop Ar\u00e1bica, e desta forma nasceu o Funky Ar\u00e1bica, que segue o padr\u00e3o Blond Ale da original com adi\u00e7\u00e3o de caf\u00e9 resfriado da Serra da Mantiqueira, flocos de aveia e casca de laranja al\u00e9m de levedura selvagem. O resultado \u00e9 uma cerveja de colora\u00e7\u00e3o amarela turva com tra\u00e7os marrons (de caf\u00e9), creme bege clarinho de baixa forma\u00e7\u00e3o e r\u00e1pida dispers\u00e3o. No nariz, caf\u00e9 se destaca e se sobressai sobre discretas notas c\u00edtricas e acidez distante, quase impercept\u00edvel. Na boca, o primeiro toque oferece do\u00e7ura seguida de leve c\u00edtrico e, em maior grau, caf\u00e9. O amargor \u00e9 baixinho, 10 IBUs, e a levedura selvagem at\u00e9 tenta criar uma adstring\u00eancia, mas a sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 de que o caf\u00e9 n\u00e3o a acordou, e ela ficou dormindo em um conjunto que, infelizmente, n\u00e3o mant\u00e9m o alto padr\u00e3o da original. O final \u00e9 meladinho e c\u00edtrico. No retrogosto, caf\u00e9, laranja e um ar de decep\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/zupa.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Representante mineira, a Zalaz, cervejaria da Fazenda Santa Terezinha, em Parais\u00f3polis, marca presen\u00e7a primeiro com a Zupa, uma Belgian Blond Ale que recebe adi\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar org\u00e2nico. De colora\u00e7\u00e3o dourada levemente turva com creme branco de boa forma\u00e7\u00e3o e boa reten\u00e7\u00e3o, a Zalaz Zupa exibe um aroma delicioso sugerindo bastante do\u00e7ura com sugest\u00e3o de caramelo, a\u00e7\u00facar, geleia de p\u00eassego e leve condimenta\u00e7\u00e3o. Na boca, a do\u00e7ura chega no primeiro toque, mas se abre de forma incr\u00edvel na sequencia sugerindo frutas amarelas, caramelo, damasco, p\u00eassego. A textura n\u00e3o chega a ser cremosa, mas \u00e9 suave e levemente picante. O amargor \u00e9 bem baixo, 24 IBUs que passam despercebido num conjunto que valoriza a do\u00e7ura frutada com muito capricho. O final \u00e9 levemente picante enquanto o retrogosto traz algo arisco de levedura mais do\u00e7ura caramelada e geleia. Bem gostosa.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/supernova.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A segunda ga\u00facha da s\u00e9rie tamb\u00e9m \u00e9 da Tupiniquim: Supernova, uma Double IPA lan\u00e7ada em janeiro que aposta na potencia dos l\u00fapulos Amarillo, Citra e Mosaic e na novidade do estilo New England IPA. De colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar alaranjada levemente turva (como pede o estilo) e creme bege clarinho de boa forma\u00e7\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o, a Tupiniquim Supernova exibe um aroma notadamente frutado e c\u00edtrico sugerindo grapefruit, p\u00eassego, tangerina e maracuj\u00e1 sobre uma base suave de do\u00e7ura de caramelo. Na boca, do\u00e7ura r\u00e1pida envolvida em notas c\u00edtricas que refor\u00e7am o que o aroma adianta. A textura \u00e9 melada, picante. O amargor levemente resionoso at\u00e9 parece um pouco maior do que os sugeridos 50 IBUs num conjunto que junta c\u00edtrico (aqui a aproxima\u00e7\u00e3o com o grapefruit \u00e9 maior), resina e do\u00e7ura bem discreta. O final \u00e9 amarguinho e c\u00edtrico. No retrogosto, grapefruit, caramelo e resina. Ok.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/darjhop.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A segunda carioca do rol\u00ea tamb\u00e9m \u00e9 uma Overhop, a Darkhop, que \u00e9 uma Black IPA potente de 80 IBUs e 7% de \u00e1lcool. De colora\u00e7\u00e3o marrom escura tendendo a preto (mas nem tanto) e com um creme bege espesso de boa forma\u00e7\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o, a Overhop Darkhop apresenta um aroma em que as notas c\u00edtricas se sobressaem, de longe, ao malte torrado, costumamente definidor de estilos. Aqui, por\u00e9m, n\u00e3o: h\u00e1 maracuj\u00e1, tangerina, floral e, na base, acanhado, o malte torrado sugerindo caf\u00e9. Na boca, o primeiro toque traz c\u00edtrico marcante e as notas de torra recuperando o espa\u00e7o \u201cperdido\u201d no aroma, que se intensificam conforme o liquido desse a garganta, justificando os 80 IBUs reais e de longo (e c\u00edtrico) alcance. Dai pra frente, um conjunto em que a do\u00e7ura \u00e9 quase inexistente, e o bebedor ter\u00e1 que se divertir com amargor potente, c\u00edtrico e caf\u00e9 bem discreto. No final, amargoooor. No retrogosto, c\u00edtrico, caf\u00e9 e amargoooooor.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/union.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A segunda paulista tamb\u00e9m \u00e9 da Synergy, Union Session IPA, uma cerveja de sess\u00e3o bastante lupulada (na receita, os l\u00fapulos norte-americanos Centennial, Columbus e Cascade) e com teor alc\u00f3olico bastante baixo, de apenas 3.8%. O resultado na ta\u00e7a \u00e9 um liquido de colora\u00e7\u00e3o mais \u00e2mbar do que dourado e creme branco de m\u00e9dia forma\u00e7\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o. No nariz, um bom equil\u00edbrio de notas c\u00edtricas (maracuj\u00e1, grapefruit, manga), herbal (pinho), caramelo e leve resina. Na boca, a textura \u00e9 seca e picante. O primeiro toque oferece ao bebedor aquilo que o aroma adianta com c\u00edtrico e herbal chegando praticamente juntos e, dai pra frente, se alternando: uma hora aparece mais maracuj\u00e1, no segundo seguinte percebe-se pinho, com caramelo tamb\u00e9m dando as caras. O amargor (45 IBUs) \u00e9 m\u00e9dio e longo, n\u00e3o mostrando sua for\u00e7a na porrada, mas sim na persist\u00eancia. O final \u00e9 amarguinho e refrescante. No retrogosto, mais pinho que maracuj\u00e1 com leve remiss\u00e3o a grapefruit. Uma bela Session, entre as melhores nacionais.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/cocoa.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Representando novamente o Paran\u00e1, a Morada Cia Et\u00edlica surge com outra receita feita com exclusividade para o clube cervejeiro WBeer (assim como a anterior), a Coyol Cocoa Cream Porter. Desta vez, a Morada preparou uma Porter com adi\u00e7\u00e3o de nibs de cacau cultivados na Bahia. De colora\u00e7\u00e3o marrom translucida com creme bege de boa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia alta reten\u00e7\u00e3o, a Morada Cocoa Cream Porter exibe um aroma que une notas doces que remetem a chocolate e a cacau com leve sugest\u00e3o de caf\u00e9 derivada da torra do malte. Na boca, primeiro toque traz do\u00e7ura n\u00e3o t\u00e3o intensa, remetendo inclusive a chocolate amargo. A textura \u00e9 macia, suave. H\u00e1 leve percep\u00e7\u00e3o herbal e amargor m\u00e9dio, que abre as portas para um conjunto de do\u00e7ura achocolatada bastante s\u00fatil. O final \u00e9 amarguinho (de torra), sensa\u00e7\u00e3o que se mistura a chocolate amargo no retrogosto. Esperava mais.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/wine.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fechando a s\u00e9rie por Minas Gerais com a segunda Zalaz, a Zapp \u00e9 uma Wheat Wine, ou seja, uma cerveja com muito malte de trigo e elevado teor alco\u00f3lico (8.5%). De colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar caramelada com creme bege claro de boa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia reten\u00e7\u00e3o, a Zalaz Zapp exibe um aroma bem interessante com sugest\u00f5es de caramelo, frutas vermelhas e leve condimenta\u00e7\u00e3o remetendo a cravo. Na boca, do\u00e7ura caramelada no primeiro toque que, no seguinte, j\u00e1 traz tra\u00e7os de frutas vermelhas (mais precisamente, geleia) acompanhadas de leve condimenta\u00e7\u00e3o, nada que se destaque, mas que d\u00e1 um colorido especial ao conjunto. A textura \u00e9 picante (de \u00e1lcool, mas sem incomodar) e sedosa, quase licorosa (como o estilo Wine pede) enquanto o amargor n\u00e3o aparece. Dai pra frente surge um conjunto bem interessante com mel, geleia de frutas vermelhas, cravo bem discreto e \u00e1lcool muito bem inserido. O final \u00e9 melado e condimentado (cravo e \u00e1lcool). No retrogosto, caramelo, frutas vermelhas e calorzinho. Muito boa.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/zalaz.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Balan\u00e7o<\/strong><br \/>\nAbrindo essa s\u00e9rie nacional com a Tupiniquim Sol e Chuva me surpreendeu positivamente: eu j\u00e1 havia a bebido na torneira, e achado bem normalzinha, mas o salto na lata \u00e9 enorme, tornando-a uma bel\u00edssima IPA com influ\u00eancia New England, sem ser New England. A Overhop Sweet Sofia \u00e9 uma delicinha, melada e amarga, mas sem for\u00e7ar muito a barra. Tem potencial para conquistar muita gente! J\u00e1 a Synergy Snow Wit, carregada de raspas de lim\u00e3o e semente de coentro, e absolutamente excelente, uma das melhores witbiers do pa\u00eds. Agora para o Paran\u00e1 com uma decep\u00e7\u00e3o: a original Hop Ar\u00e1bica \u00e9 sensacional, e essa Funky Ar\u00e1bica \u00e9 bem abaixo da m\u00e9dia, e frustra a expectativa. A Tupiniquim Supernova \u00e9 boazinha, mas n\u00e3o traz nada que a diferencie do turbilh\u00e3o. Apenas mais uma&#8230; J\u00e1 a Zalaz Zupa foi uma boa surpresa: eu n\u00e3o esperava muita coisa, e um conjunto frutado e caramelado surgiu com muito capricho impressionando. Gostei bastante! A Overhop Darkhop honra o nome da casa, inspirado na paix\u00e3o pelos l\u00fapulos: voc\u00ea ir\u00e1 encontrar poucas cervejas em que o l\u00fapulo se sobressai ao malte torrado, e essa \u00e9 uma (boa) delas. O mesmo n\u00edvel \u00e9 mantido na Union Session IPA, uma das melhores Sessions do pa\u00eds, lupulada (c\u00edtrico e amargo caprichados) e refrescante. Bastante elogiada (e muito melhor na lata do que na torneira), a Hop It Up \u00e9 um capricho que combina muito bem do\u00e7ura e amargor c\u00edtricos num conjunto bastante envolvente. Mantendo-se no territ\u00f3rio da decep\u00e7\u00e3o, a Morada \u00e9 muito melhor do que ela apresenta nessas duas receitas menores, Cocoa Cream Porter, uma boa cerveja, mas muito aqu\u00e9m do potencial da casa. Fechando a s\u00e9rie com mais outra surpresa da Zalaz, uma boa Wheat Wine chamada Zapp, meladinha, frutada e levemente condimentada. E muito gostosa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tupiniquim Sol e Chuva<br \/>\n\u2013 Produto: India Pale Ale<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 7%<br \/>\n\u2013 Nota: 3,77\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Overhop Sweet Sofia<br \/>\n\u2013 Produto: American Blond Ale<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 5%<br \/>\n\u2013 Nota: 3,35\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Synergy Snow Wit<br \/>\n\u2013 Produto: Witbier<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 4.6%<br \/>\n\u2013 Nota: 3,50\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Morada Funky Ar\u00e1bica<br \/>\n\u2013 Produto: American Blond Ale<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 6.5%<br \/>\n\u2013 Nota: 2,89\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Zalaz Zupa<br \/>\n\u2013 Produto: Belgian Blond Ale<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 6%<br \/>\n\u2013 Nota: 3,50\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tupiniquim Supernova<br \/>\n\u2013 Produto: Imperial India Pale Ale<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 8%<br \/>\n\u2013 Nota: 3,32\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Overhop Darkhop<br \/>\n\u2013 Produto: Black India Pale Ale<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 7%<br \/>\n\u2013 Nota: 3,62\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Synergy Union Session IPA<br \/>\n\u2013 Produto: Session IPA<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 3.8%<br \/>\n\u2013 Nota: 3,42\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Morada Coyol Cocoa Cream Porter<br \/>\n\u2013 Produto: Porter<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 5.5%<br \/>\n\u2013 Nota: 3,01\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Zapp Wheat Wine<br \/>\n\u2013 Produto: Wheat Wine<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 8.5%<br \/>\n\u2013 Nota: 3.50\/5<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/synergy1.jpg\" \/><\/p>\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m<\/strong><br \/>\n\u2013 Top 1001 Cervejas, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2010\/01\/01\/top-1001-cervejas-marcelo-costa\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 Leia sobre outras cervejas (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/category\/boteco\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Do Paran\u00e1, Morada Cia Et\u00edlica; do Rio Grande do Sul, Tupiniquim; de S\u00e3o Paulo, Synergy; de Minas Gerais, Zalaz; do Rio de Janeiro, Overhop \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2017\/06\/11\/boteco-cinco-estados-brasileiros-dez-cervejas\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":43166,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[347],"tags":[469,2030,2012,356,2029],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43165"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=43165"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43165\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":43168,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43165\/revisions\/43168"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/43166"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=43165"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=43165"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=43165"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}