{"id":43088,"date":"2017-06-02T12:40:23","date_gmt":"2017-06-02T15:40:23","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=43088"},"modified":"2017-07-02T21:32:11","modified_gmt":"2017-07-03T00:32:11","slug":"30-discos-que-completam-30-anos-em-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2017\/06\/02\/30-discos-que-completam-30-anos-em-2017\/","title":{"rendered":"30 discos que completam 30 anos em 2017"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por Marcelo Costa<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando gravei o primeiro v\u00eddeo da s\u00e9rie <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/c\/screamyell\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Scream &amp; Yell Discos<\/a> focando na efem\u00e9ride de anivers\u00e1rio de \u00e1lbuns, a ideia na minha cabe\u00e7a \u00e9 de que seria imposs\u00edvel bater 1967 como um ano respons\u00e1vel por grandes \u00e1lbuns (<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=EIUtwekLnDc\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">que completam 50 anos em 2017<\/a>). Tido na cultura pop como um \u00e1lbum inigual\u00e1vel devido aos lan\u00e7amentos dos primeiros \u00e1lbuns de Velvet, Doors, Pink Floyd, Jimi Hendrix e Leonard Cohen al\u00e9m de cl\u00e1ssicos dos Beatles, The Who, Kinks, Aretha Franklin, Byrds, Jefferson Airplane e muitos outros, 1967 foi um ano&#8230; foda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ent\u00e3o quando fui gravar o especial 1977 (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2017\/05\/16\/40-discos-que-completam-40-anos-em-2017\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">40 discos que completam 40 anos em 2017<\/a>), uma (boa) surpresa surgiu de um ano que pariu as estreias de Iggy Pop, The Clash, Elvis Costello, Sex Pistols, Television, Richard Hell &amp; The Voidoids, Talking Heads, Motorhead, entre outros, e \u00e1lbuns cl\u00e1ssicos de Bowie, Queen, Kraftwerk, Caetano, Belchior, Banda Black Rio, Fleetwood Mac, Leonard Cohen, a trilha de \u201cEmbalos de S\u00e1bado \u00e1 Noite\u201d, mais Eric Clapton, AC\/DC e muito mais. Por isso \u00e9 facilmente crav\u00e1vel: 1977 tamb\u00e9m foi um ano foda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Agora chegamos a 1987 com uma sele\u00e7\u00e3o de 30 discos que completam 30 anos em 2017. Aqui a coisa muda de figura por v\u00e1rios fatores. O primeiro \u00e9 de que se eu (e provavelmente voc\u00ea, caro leitor) n\u00e3o era nem nascido em 1967 e em 1977 era apenas moleques no primeiro grau do col\u00e9gio (eu tinha 7 anos), em 1987 eu j\u00e1 tinha 17, um emprego e a possibilidade de comprar muitos discos via abertura pol\u00edtica, plano Cruzado e sal\u00e1rio mensal \u2013 n\u00e3o \u00e9 a toa que os maiores recordistas de venda na ind\u00fastria brasileira est\u00e3o encravados nos anos 80.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que aconteceu \u00e9 que na hora que decidi \u201cbaixar\u201d os discos de 1987 favoritos da estante para a mesa, me surpreendi com a quantidade volumosa de discos \u201cqueridos\u201d e sensacionais, muitos deles comprados in loco, no dia do lan\u00e7amento. Tornou-se, no decorrer da grava\u00e7\u00e3o do Scream &amp; Yell Discos n\u00famero 14, visualmente imposs\u00edvel falar de todos os discos num programa s\u00f3, e decidi ali, com auxilio do diretor Tiago Trigo (da produtora <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/casainflamavel\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Casa Inflam\u00e1vel<\/a>), dividir o programa em dois, um nacional, outro internacional, o que j\u00e1 demonstra que 1987 n\u00e3o foi fraco n\u00e3o. Sinta-se \u00e0 vontade para listar os seus discos favoritos nos coment\u00e1rios. Divirta-se (tanto quanto eu me diverti.)<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Um mea culpa importante: \u201cKicking Against The Pricks\u201d, o brilhante disco de covers de Nick Cave &amp; The Bad Seeds, presente no v\u00eddeo internacional, \u00e9 de 1986, n\u00e3o de 1987! Me empolguei demais \ud83d\ude42<\/em><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/W7m3q8i7hOQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/C4aFVYiOnAQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>TOP 30 INTERNACIONAL &#8211; 1987<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">No territ\u00f3rio internacional, 1987 pode ser encarado com um dos primeiros anos em que o indie enfrenta o mainstream de igual para igual, quando n\u00e3o se apossa dele e come\u00e7a uma rela\u00e7\u00e3o turbulenta que ir\u00e1 desembocar, l\u00e1 na frente, em \u201cNevermind\u201d e todo o grunge. Aqui j\u00e1 temos bons exemplos com Husker D\u00fc pela Warner e Replacements pela Sire, mas R.E.M. pariu seu cl\u00e1ssico \u201cDocument\u201d (s\u00f3 o disco de \u201cIs The End\u2019 e \u201cOne I Love\u201d) pela IRS Records enquanto Jesus and Mary Chain lan\u00e7ou seu \u201cDarklands\u201d pela Blanco Y Negro, os Smiths se despediam com \u201cStrangeways, Here We Come\u201d pela Rough Trade e o Sonic Youth lan\u00e7ava o brilhante \u201cSister\u201d pela SST enquanto \u201cSongs About Fucking\u201d, do Big Black, saiu pela Touch and Go (e demorou uns cinco anos para rodar nas vitrolinhas nacionais, trazido pelo furac\u00e3o Nirvana\u201d).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No mainstream, grandes vendagens de Michael Jackson (\u201cBad\u201d n\u00e3o bateu como \u201cThriller\u201d, mas a turn\u00ea que se seguiu impulsionou o \u00e1lbum), George Michael (\u201cFaith\u201d) e U2 (\u201cThe Joshua Tree\u201d tocou e tocou e tocou muito nas r\u00e1dios at\u00e9 enjoar. Hoje praticamente apenas \u201cIn Gods Country\u201d sobrevive inc\u00f3lume) e o Guns n\u2019 Roses com \u201cAppetite For Destruction\u201d, marcando um avan\u00e7o hard rock metal farofa thrash que ir\u00e1 colocar o Metallica no topo da Billboard anos depois \u2013 s\u00e3o de 1987 \u201cHysteria\u201d de Def Leppard; \u201cGirls, Girls, Girls\u201d do M\u00f6tley Cr\u00fce; \u201cElectric\u201d do The Cult; \u201cAbigail\u201d de King Diamond; \u201cSurfing With The Alien\u201d de Joe Satriani; \u201cWhitesnake\u201d, o \u00e1lbum; e \u201cThe House Of Blue Light\u201d do Deep Purple. Teve tamb\u00e9m disco esquec\u00edvel do Black Sabbath e grandes \u00e1lbuns de Rush, Aerosmith e um ao vivo hist\u00f3rico de Ozzy, \u201cTribute\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar da listinha pessoal de 30 discos abaixo valorizar\u00a0 o debute do Pixies, o duplo alegre do The Cure, o \u00faltimo \u00e1lbum da forma\u00e7\u00e3o original do Echo and The Bunnymen, e o primeiro grande disco do Wedding Present (eles v\u00e3o gravar mais uns tr\u00eas grandes \u00e1lbuns l\u00e1 pra frente), ainda h\u00e1 fora da lista completando 30 anos discos de Spacemen 3 (\u201cThe Perfect Prescription\u201d), Primal Scream (a joiazinha \u201cSonic Flower Groove\u201d), Dinosaur Jr. (\u201cYou&#8217;re Living All Over Me\u201d) Flaming Lips (\u201cOh My Gawd!!!\u201d), Love and Rockets (\u201cEarth, Sun, Moon\u201d) e um favorito da casa, \u201cCalenture\u201d, do The Triffids (tenho a edi\u00e7\u00e3o comemorativa de 25 anos, dupla).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma fato interessante: 1987 foi um ano de grandes colet\u00e2neas! Come\u00e7ando pelo New Order e seu obrigat\u00f3rio \u201cSubstance\u201d, passando pelos Smiths, que lan\u00e7aram duas coletas no per\u00edodo, \u201cThe World Won&#8217;t Listen\u201d e \u201cLouder Than Bombs\u201d, at\u00e9 o Dead Kennedys, que teve sua carreira revista no essencial \u201cGive Me Convenience Or Give Me Death\u201d. Outra colet\u00e2nea importante, e que serviu para apresentar Nick Drake a novas gera\u00e7\u00f5es, foi \u201cTime of No Reply\u201d, mas vale ainda incluir \u201cBack to Basics\u201d, do grande Billy Bragg, \u201cOut of Our Idiot\u201d, que compila raridades de Elvis Costello, e \u201cJoe\u2019s Garage\u201d, \u00f3pera rock de Frank Zappa gravada em 1979 e lan\u00e7ada como dois \u00e1lbuns de est\u00fadio separados pelo selo Zappa Records, que foi remasterizado e reeditado como este \u00e1lbum triplo lan\u00e7ado em 1987. O ano ainda viu disco medianos de Bruce Springsteen e David Bowie, que ficaram fora da lista abaixo. Confira!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1) \u201cWarehouse: Songs and Stories\u201d, Husker D\u00fc<br \/>\n2) \u201cThe Joshua Tree\u201d, U2<br \/>\n3) \u201cDocument\u201d, R.E.M.<br \/>\n4) \u201cSign O\u2019 The Times\u201d, Prince<br \/>\n5) \u201cDarklands\u201d, The Jesus and Mary Chain<br \/>\n6) \u201cPleased To Meet Me\u201d, The Replacements<br \/>\n7) \u201cStrangeways, Here We Come\u201d, The Smiths<br \/>\n8) \u201cBad\u201d, Michael Jackson<br \/>\n9) \u201cFaith\u201d, George Michael<br \/>\n10) \u201cAppetite For Destruction\u201d, Guns n\u2019 Roses<br \/>\n11) \u201cKiss Me Kiss Me Kiss Me\u201d, The Cure<br \/>\n12) \u201cCome on Pilgrim\u201d, Pixies<br \/>\n13) \u201cSister\u201d, The Sonic Youth<br \/>\n14) \u201cFranks Wild Years\u201d, Tom Waits<br \/>\n15) \u201cKick\u201d, INXS<br \/>\n16) \u201cEcho and The Bunnymen\u201d, Echo and The Bunnymen<br \/>\n17) \u201cMusic For The Masses\u201d, Depeche Mode<br \/>\n18) \u201cSongs About Fucking\u201d, Big Black<br \/>\n19) \u201cGeorge Best\u201d, The Wedding Present<br \/>\n20) \u201cBy The Light Of The Moon\u201d, Los Lobos<br \/>\n21) \u201cDiesel and Dust\u201d, Midnight Oil<br \/>\n22) \u201cThe Lion and The Cobra\u201d, Sinead O\u2019 Connor<br \/>\n23) \u201cPermanent Vacation\u201d, Aerosmith<br \/>\n24) \u201cYou&#8217;re Living All Over Me\u201d, Dinosaur Jr.<br \/>\n25) \u201cIntroduce Yourself\u201d, Faith No More<br \/>\n26) \u201cThe Uplift Mofo Party Plan\u201d, Red Hot Chili Peppers<br \/>\n27) \u201cFloodland\u201d, The Sisters Of Mercy<br \/>\n28) \u201cIn My Tribe\u201d, 10.000 Maniacs<br \/>\n29) \u201cHold Your Fire\u201d, Rush<br \/>\n30) \u201cAmong The Living\u201d, Anthrax<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Playlist no Spotify: <a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/user\/12176426725\/playlist\/780EVfkfLHnGRHnvYaCAL7\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">30 can\u00e7\u00f5es internacionais com 30 anos<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/discos1987int.jpg\" \/><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>TOP 30 NACIONAL &#8211; 1987<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa \u00e9 uma lista de mem\u00f3ria, e 1987 foi um ano bastante intenso para a m\u00fasica nacional, primeiro com a Legi\u00e3o raspando o fundo do ba\u00fa e vindo com um \u00e1lbum que tocou muito com um lado A que era a nossa vers\u00e3o do \u201cpunk rock para as massas\u201d e um lado B que fechava citando Lou Reed (\u201cHey white boy\u201d). No quesito vendagens, os Engenheiros mudaram de forma\u00e7\u00e3o: Humberto Gessinger foi pro baixo e Augusto Licks assumiu a guitarra e lan\u00e7ou um baita disco que consagrou \u201cInfinita Highway\u201d e \u201cTerra de Gigantes\u201d. Na esteira de \u201cCabe\u00e7a Dinossauro\u201d, os Tit\u00e3s lan\u00e7aram Jesus \u201cN\u00e3o Tem Dentes no Pa\u00eds dos Banguelas\u201d com \u201cComida\u201d, \u201cLugar Nenhum\u201d, \u201cDesordem\u201d e, talvez, a melhor de todas as m\u00fasicas da banda: \u201cDivers\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A pris\u00e3o inspirou um grande disco hard rock de Lob\u00e3o repleto de hits, mas a favorita ficou longe das r\u00e1dios (&#8220;Soldier Lips&#8221;). O Ultraje vinha de uma grande estreia e n\u00e3o decepcionou com \u201cSexo!\u201d. O Camisa de V\u00eanus n\u00e3o conseguiu repetir o n\u00famero de hits do \u00e1lbum antecessor, \u201cCorrendo o Risco\u201d (1986), mas cravou um baita repert\u00f3rio em \u201cDuplo Sentido\u201d, com um lado blues excelente e um de covers ainda melhor. 1987 teve estreia de Nenhum de N\u00f3s num grande disco que vai muito al\u00e9m de \u201cCamila, Camila\u201d. Outra grande estreia: Fausto Fawcett. O Picassos Falsos tamb\u00e9m debutou em 1987, e ainda que este primeiro disco n\u00e3o tenha a for\u00e7a de \u201cSupercarioca\u201d (1989), o segundo, a m\u00fasica \u201cCarne e Osso\u201d sozinha vale mais do que o segundo disco do Capital Inicial inteiro (tanto que \u201cIndepend\u00eancia\u201d ficou fora da lista).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Da s\u00e9rie \u00e1lbuns cult que venderam pouco, mas bateram forte, a estreia do Defalla n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 dos grandes discos do ano, mas da d\u00e9cada, uma p\u00e9rola perdida que impressiona at\u00e9 hoje. Mais obscuro ainda \u00e9 o segundo disco do Metr\u00f4, que perdeu a vocalista Virginie e se afundou na psicodelia. Que disco \u00e9 \u201cA M\u00e3o de Mao\u201d, que disco. Outra p\u00e9rola: \u201cO Striptease da Alma\u201d, \u00daltimo N\u00famero. O cl\u00e1ssico \u201cTr\u00eas Lugares Diferentes\u201d, do Fellini, foi eleito disco do ano na revista Bizz (empatado com o Tit\u00e3s) enquanto a cena paulista ainda venerava os bons discos de estreia de Gueto (\u201cEsta\u00e7\u00e3o Primeira\u201d), Inocentes (\u201cAdeus Carne\u201d, que sucedeu o mini-lp \u201cP\u00e2nico em SP\u201d) e Nau (\u201cNau\u201d), Violeta de Outono (\u201cVioleta de Outono\u201d), Harry (&#8220;Caos&#8221;) e o poderoso \u201cCorredor Polon\u00eas\u201d, da Patife Band, al\u00e9m, claro de \u201cCada Dia Mais Sujo e Agressivo\u201d, do RDP.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 mais, h\u00e1 mais: Cazuza voltou com um grande segundo \u00e1lbum, \u201cS\u00f3 se For a 2\u201d, e o Biquini Cavad\u00e3o mostrou mais foco em \u201cA Era da Incerteza\u201d, que merece ser ouvido com seriedade, pois \u00e9 um grande disco. A Plebe Rude quase trope\u00e7ou no segundo \u00e1lbum, \u201cNunca Fomos T\u00e3o Brasileiros\u201d, mas pariu um grande \u00e1lbum. Do Sul do pa\u00eds, uma leva de grandes \u00e1lbuns: a estreia do TNT, um baita disco de Nei Lisboa (\u201cCarecas da Jamaica\u201d) e outro cl\u00e1ssico, agora dos Replicantes (\u201cHist\u00f3rias de Sexo e Viol\u00eancia\u201d). No Rio, Dulce Quental lan\u00e7ou o delicado \u201cVoz Azul\u201d (outro grande \u00e1lbum que merece ser redescoberto) enquanto Marina retornou com o \u00f3timo \u201cVirgem\u201d (\u201cUma Noite e \u00bd\u201d \u00e9 daqui). Ainda h\u00e1 a MPB: Caetano (a bela \u201cO Ci\u00fame\u201d \u00e9 deste ano), Jards Macal\u00e9, Chico Buarque e Luiz Melodia (que lan\u00e7ou o \u00e1lbum \u201cClaro\u201d). E discos menores como Kid Abelha (&#8220;Tomate&#8221;), Paralamas (&#8220;D ao Vivo&#8221;) e Raul Seixas. Ufa!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1) \u201cQue Pais \u00e9 Este\u201d, Legi\u00e3o Urbana<br \/>\n2) \u201cPapaparty\u201d, DeFalla<br \/>\n3) \u201cAdeus Carne\u201d, Inocentes<br \/>\n4) \u201cA Revolta dos Dandis\u201d, Engenheiros do Hawaii<br \/>\n5) \u201cTr\u00eas Lugares Diferentes\u201d, Fellini<br \/>\n6) \u201cA M\u00e3o de Mao\u201d, Metr\u00f4<br \/>\n7) \u201cJesus N\u00e3o Tem Dentes no Pa\u00eds dos Bnaguelas\u201d, Tit\u00e3s<br \/>\n8) \u201cHist\u00f3rias de Sexo e Viol\u00eancia\u201d, Os Replicantes<br \/>\n9) \u201cCarecas da Jamaica\u201d, Nei Lisboa<br \/>\n10) \u201cA Era da Incerteza\u201d, Biqu\u00edni Cavad\u00e3o<br \/>\n11) \u201cEsta\u00e7\u00e3o Primeira\u201d, Gueto<br \/>\n12) \u201cCorredor Polon\u00eas\u201d, Patife Band<br \/>\n13) \u201c4 Batutas e 1 Coringa\u201d, Jards Macal\u00e9<br \/>\n14) \u201cCaetano\u201d, Caetano Veloso<br \/>\n15) \u201cVoz Azul\u201d, Dulce Quental<br \/>\n16) \u201cVida Bandida\u201d, Lob\u00e3o<br \/>\n17) \u201cDuplo Sentido\u201d, Camisa de V\u00eanus<br \/>\n18) \u201cCada Dia Mais Sujo e Agressivo\u201d, Ratos de Por\u00e3o<br \/>\n19) \u201cVioleta de Outono\u201d, Violeta de Outono<br \/>\n20) \u201cSexo!\u201d, Ultraje a Rigor<br \/>\n21) \u201cNau\u201d, Nau<br \/>\n22) \u201cS\u00f3 Se For a 2\u201d, Cazuza<br \/>\n23) \u201cFrancisco\u201d, Chico Buarque<br \/>\n24) \u201cNenhum de N\u00f3s\u201d, Nenhum de N\u00f3s<br \/>\n25) \u201cFausto Fawcett e os Rob\u00f4s Ef\u00eameros\u201d, Fausto Fawcett e os Rob\u00f4s Ef\u00eameros<br \/>\n26) \u201cNunca Fomos T\u00e3o Brasileiros\u201d, Plebe Rude<br \/>\n27) \u201cPicassos Falsos\u201d, Picassos Falsos<br \/>\n28) \u201cO Striptease da Alma\u201d, \u00daltimo N\u00famero<br \/>\n29) \u201cVirgem\u201d, Marina<br \/>\n30) \u201cTNT\u201d, TNT<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Playlist no Spotify: <a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/user\/12176426725\/playlist\/11XmrsIH9H4BER0dILpCaS?play=true&amp;utm_source=open.spotify.com&amp;utm_medium=open&amp;play=true\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">30 can\u00e7\u00f5es nacionais com 30 anos<\/a><br \/>\n<em>N\u00e3o tem Gueto, Patife Band, Nau e \u00daltimo N\u00famero em streaming, o que abriu espa\u00e7o para Raul Seixas, Kid Abelha (o \u00e1lbum &#8220;Tomate&#8221; \u00e9 de 1987), Paralamas (com &#8220;Ser\u00e1 Que Vai Chover?&#8221;) e Harry (do EP &#8220;Caos&#8221;)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/discos1987.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2013 Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/screamyell\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@screamyell<\/a>) \u00e9 editor do Scream &amp; Yell e assina a <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Calmantes com Champagne<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Abrindo primeiro com a safra nacional, 1987 foi o ano de discos cl\u00e1ssicos da Legi\u00e3o Urbana, Tit\u00e3s, Caetano e estreias magn\u00edficas de DeFalla, Fausto Fawcet, Inocentes&#8230; \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2017\/06\/02\/30-discos-que-completam-30-anos-em-2017\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":43120,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3,118],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43088"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=43088"}],"version-history":[{"count":13,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43088\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":43127,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43088\/revisions\/43127"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/43120"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=43088"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=43088"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=43088"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}