{"id":42955,"date":"2017-05-18T12:19:27","date_gmt":"2017-05-18T15:19:27","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=42955"},"modified":"2017-06-13T09:30:13","modified_gmt":"2017-06-13T12:30:13","slug":"entrevista-maria-bacana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2017\/05\/18\/entrevista-maria-bacana\/","title":{"rendered":"Entrevista: Maria Bacana"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por Marcelo Costa<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">A segunda metade do anos 90 foi meio ca\u00f3tica para o rock nacional, eclipsada pelo sucesso da gera\u00e7\u00e3o do come\u00e7o da d\u00e9cada (Raimundos, Skank, Planet Hemp, Chico Science &amp; Na\u00e7\u00e3o Zumbi, Pato Fu), pelos ac\u00fasticos MTv da gera\u00e7\u00e3o anterior (Tit\u00e3s, Legi\u00e3o, Paralamas, Capital Inicial), pela hegemonia da m\u00fasica sertaneja nas r\u00e1dios e pela quebradeira econ\u00f4mica, que diminuiu investimentos no rock (e popularizou as fitas demo, <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/05\/08\/livro-magneticos-90\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">tema de um livro de Gabriel Thomaz<\/a>, ex-Little Quail, atual Autoramas).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse cen\u00e1rio de terra arrasada, o rock continuou sua batalha em v\u00e1rios cantos do Brasil, e um selo indie carioca tentou aglutinar essa cena: comandado por Dado Villa-Lobos (Legi\u00e3o Urbana) e Andr\u00e9 Muller (Plebe Rude), a Rock It! lan\u00e7ou discos da Pelvs, Low Dream, Comunidade Nin-Jitsu e Sex Beatles, entre outros, al\u00e9m de uma bela colet\u00e2nea chamada \u201cBrasil Compacto\u201d, que destacava nomes como Eddie, Colarinhos Ca\u00f3ticos, Motorcycle Mama, Tiroteio e&#8230; Maria Bacana, que saltaria deste pau de sebo para um disco solo, produzido por Dado e Tom Capone.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cSete madrugadas e o disco estava pronto\u201d, conta Andr\u00e9 Mendes, vocalista da Maria Bacana, cujo \u00e1lbum de estreia lan\u00e7ando pela Rock It! \u00e9 uma das p\u00e9rolas escondidas da segunda metade dos anos 90 no rock Brasil. Lan\u00e7ado em 1997, o grande \u00e1lbum \u201cMaria Bacana\u201d, por\u00e9m, n\u00e3o obteve espa\u00e7o no cen\u00e1rio musical cada vez mais complicado do rock Brasil do final dos anos 90, e o trio (completam a forma\u00e7\u00e3o Lel\u00ea no baixo e Macello na bateria) acabou encerrando as atividades \u2013 deixando inclusive uma demo pronta de um segundo disco, in\u00e9dito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c<a href=\"http:\/\/discofurado.blogspot.com.br\/2012\/07\/maria-bacana-rockit-1997.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Maria Bacana<\/a>\u201d, o \u00e1lbum, completa 20 anos em 2017, e o trio decidiu se reunir para um show comemorativo, que acabou se transformando em algo maior: \u201cVamos lan\u00e7ar um disco de in\u00e9ditas 20 anos depois do primeiro\u201d, afirma Andr\u00e9 Mendes na conversa abaixo, em que ele conta do reencontro com os parceiros, relembra a hist\u00f3ria da Maria Bacana nos anos 90 (e assume: \u201cFomos ingratos com quem mais nos ajudou: Dado Villa-Lobos\u201d) e fala do crowdfunding para o segundo disco do trio. Vem coisa boa por ai. Confira o papo!<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/www.catarse.me\/mariabacana2017\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>https:\/\/www.catarse.me\/mariabacana2017<\/strong><\/a><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/U9bOtwuOnHs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como surgiu esse desejo de voltar com a Maria Bacana? H\u00e1 quanto tempo voc\u00eas n\u00e3o tocavam juntos?<\/strong><br \/>\nO desejo de tocar juntos novamente surgiu h\u00e1 dois anos, na v\u00e9spera do feriado de p\u00e1scoa. Eu estava numa liga\u00e7\u00e3o com Lel\u00ea (baixista da banda) e, conversa vai conversa vem, joguei um &#8220;vamos fazer um som?&#8221;. Ele se mostrou muito animado. Ent\u00e3o liguei pra Macello (baterista), que rapidamente gostou da proposta de um som no est\u00fadio, sem expectativas, s\u00f3 pelo prazer de tocar juntos novamente aquelas musicas que fazem muito parte da nossa vida. Fiz essa ponte e no outro dia est\u00e1vamos no est\u00fadio nos divertindo. Ent\u00e3o fizemos um plano: tocar ao vivo no ano que nosso disco faria 20 anos de lan\u00e7ado, s\u00f3 que os planos cresceram: vamos lan\u00e7ar um disco de in\u00e9ditas 20 anos depois do primeiro. N\u00f3s n\u00e3o toc\u00e1vamos juntos h\u00e1 mais de 10 anos. Tentamos uma volta da banda em 2005\/2006, mas n\u00e3o rolou. Dessa vez o cen\u00e1rio est\u00e1 bem mais claro pra gente: essa banda faz parte das nossas vidas e adoramos tocar juntos, ent\u00e3o vamos fazer nossa m\u00fasica principalmente pra gente, pra nossa hist\u00f3ria pessoal, sem cobran\u00e7as ou expectativas. E o que rolar al\u00e9m ser\u00e1 lucro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como foram os primeiros shows ap\u00f3s tanto tempo? Como est\u00e1 o relacionamento entre voc\u00eas?<\/strong><br \/>\nPor enquanto s\u00f3 fizemos um show, inclusive um show surpresa anunciado no dia. E foi \u00f3timo, a mesma energia ao vivo. \u00c9 uma emo\u00e7\u00e3o perceber que a qu\u00edmica musical entre n\u00f3s tr\u00eas parece ser inabal\u00e1vel. Nosso relacionamento est\u00e1 melhor que nunca. Existe hoje di\u00e1logo e respeito com o limite de cada um. Posso dizer que nunca esteve melhor. \u00c9 a maturidade, n\u00e9?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O que rolou na \u00e9poca? Voc\u00eas se destacaram nos anos 90 e o Dado foi atr\u00e1s? Muita gente apostava em voc\u00eas e o disco de estreia \u00e9 sensacional.<\/strong><br \/>\nUma breve hist\u00f3ria da Maria Bacana: t\u00ednhamos anteriormente uma banda de heavy metal que cantava em ingl\u00eas, a Master Brain, e um belo dia eu me revoltei: &#8220;Vamos cantar em portugu\u00eas! Que coisa rid\u00edcula a gente ser brasileiro e cantar em ingl\u00eas!&#8221;. Ent\u00e3o passamos para portugu\u00eas, mudamos o nome da banda e gravamos uma fita demo. Mandamos essa demo pra todos os selos esperando uma resposta, e a resposta veio \u00e0 galope: em menos de uma semana, Dado Villa-Lobos ligou pra gente querendo contratar a banda para o seu selo Rock It!. \u00c9ramos completamente desconhecidos no Brasil at\u00e9 ali e ele nos contratou \u00fanica e exclusivamente pela nossa m\u00fasica, que lembrou pra ele o Aborto El\u00e9trico, pela sonoridade e tamb\u00e9m por causa das letras. At\u00e9 um trecho em especial chamou aten\u00e7\u00e3o dele: em &#8220;Caroline&#8221; a letra diz: &#8220;Voc\u00ea me faz pensar no porqu\u00ea das coisas&#8221;. E uma letra do AE diz: &#8220;Voc\u00ea me faz pensar demais&#8221;. Bateu um click nele: &#8220;Ningu\u00e9m conhece essa m\u00fasica, n\u00e3o tem como ser um pl\u00e1gio ou uma c\u00f3pia!&#8221;. O Capital Inicial ainda n\u00e3o tinha gravado sua vers\u00e3o e era num momento pr\u00e9 internet. Ent\u00e3o bateu a conex\u00e3o dele com a gente. E tamb\u00e9m tem um lance importante nesse cen\u00e1rio: v\u00ednhamos na contra m\u00e3o do rock que estava fazendo sucesso naquele momento, pois n\u00e3o fal\u00e1vamos de divers\u00e3o, maconha e sexo. A primeira vez que tocamos no Rio de Janeiro foi um divisor de \u00e1guas pra gente. Tocamos no festival Humait\u00e1 Pra Peixe e foi inacredit\u00e1vel: MTV cobrindo, gente que ouv\u00edamos (m\u00fasicos dos Raimundos, do Planet Hemp, Gabriel Thomaz) dizendo que adoraram o show da gente, o empres\u00e1rio da Legi\u00e3o Urbana se oferecendo pra ser nosso empres\u00e1rio, ass\u00e9dio das meninas. Foi algo do tipo: &#8220;Uau! eles reconhecem nosso valor! vai rolar! vai rolar!&#8221;. Dai gravamos nosso disco nas madrugadas do est\u00fadio AR com produ\u00e7\u00e3o de Dado e Tom Capone. Sete madrugadas e o disco estava pronto, mas ele levou alguns meses pra sair. Quando saiu, estava claro para n\u00f3s que a banda estava muito bem retratada naquele disco, com muita verdade. Ponto pros produtores que usaram o est\u00fadio pra registrar o som que a banda tinha, sem inventar muita coisa. Um backing vocal aqui, um viol\u00e3o \u00e0 mais ali, mas o disco refletiu o que constru\u00edmos ao longo de um ano de ensaios. Tocamos nos principais festivais da \u00e9poca: Abril Pro Rock, Close Up Planet e muitos outros menores. Tivemos dois clipes que rolavam com certa frequ\u00eancia na MTV. Tudo estava caminhando pra banda acontecer, mas na hora do vamos ver, em que \u00e9 necess\u00e1rio investimento financeiro, em portugu\u00eas claro, jab\u00e1, ningu\u00e9m tinha pra investir. Ficamos chateados com o selo por essa impossibilidade de investimento e pensamos em ir pra outro selo ou gravadora que pudesse nos al\u00e7ar \u00e0 voos mais altos. S\u00f3 que esse segundo selo n\u00e3o apareceu e a Rock It! , percebendo nosso descontentamento e rebeli\u00e3o, apontou a vontade de gravar nosso segundo disco. N\u00f3s nos fizemos de mortos e n\u00e3o respondemos \u00e0 solicita\u00e7\u00e3o. Tinhamos ambi\u00e7\u00f5es que, naquele ponto, entendemos que n\u00e3o conseguir\u00edamos realizar na Rock It! e fomos ingratos com quem mais nos ajudou: Dado Villa-Lobos (hist\u00f3ria parecida com \u00e0 sa\u00edda dos Raimundos do selo Banguela, bem retratado no doc &#8220;Sem Dentes&#8221;&#8230; s\u00f3 que pra eles deu certo!). A\u00ed ent\u00e3o a vaca foi pro brejo. Sem selo, sem continuidade, com uma fita demo pro segundo disco gravada que apost\u00e1vamos muito e que n\u00e3o conseguimos qualquer aten\u00e7\u00e3o dos selos e gravadoras que enviamos, o empres\u00e1rio deu tchau e em pouco tempo Lel\u00ea deixou a banda. Se f\u00f4ssemos pouco insistentes, eu e Macello ter\u00edamos deixado pra l\u00e1 e terminado a banda, mas insistimos, tivemos v\u00e1rios baixistas que nunca se encaixavam completamente na Maria Bacana, a qu\u00edmica estava quebrada. Foi quando o produtor Rafael Ramos, que uma vez assistiu vibrando um show da gente no gargarejo do Ballroom (RJ), demonstrou interesse em nos levar pra Deck Disc. Pensamos ser a salva\u00e7\u00e3o pra nossa carreira. Assinamos e mandamos algumas demos que teve sempre como resposta: &#8220;Cad\u00ea a Maria Bacana? Cad\u00ea aquela banda do disco da Rock It!?&#8221;. E aquela banda simplesmente n\u00e3o existia mais. Esse foi o fim da hist\u00f3ria da Maria Bacana. Bem, hoje sabemos que \u00e9 o fim da primeira parte da nossa hist\u00f3ria!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/RuoyXVZSE-s?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quais os planos para essa volta? T\u00e1 rolando crowdfunding para o segundo disco, certo?<\/strong><br \/>\nHoje estamos intensamente felizes com essa nova possibilidade de fazer m\u00fasica juntos. A nossa \u00fanica expectativa agora \u00e9 fazer um grande disco, melhor que o primeiro. Quase uma hist\u00f3ria de reden\u00e7\u00e3o, n\u00e9? <a href=\"https:\/\/www.catarse.me\/mariabacana2017\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Estamos fazendo um crowdfunding para feitura do disco f\u00edsico, do site e show de lan\u00e7amento<\/a>, porque a grava\u00e7\u00e3o j\u00e1 est\u00e1 garantida. O amigo e produtor Apu Tude (ex-\u00dateros em F\u00faria, banda seminal do rock baiano dos anos 90) nos abriu as portas do est\u00fadio WR pra grava\u00e7\u00e3o, temos muito que agradecer esse gesto e essa aten\u00e7\u00e3o! Vamos lan\u00e7ar uma cole\u00e7\u00e3o de can\u00e7\u00f5es que compus especialmente pra banda, musicas 100% in\u00e9ditas. Inclusive pra gente! N\u00e3o quer\u00edamos requentar alguma m\u00fasica que estivesse na gaveta. Vai ser um disco de uma banda de rock no Brasil louco que vivemos hoje em dia, com um texto que retrata nosso momento, pessoal e coletivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Como combinar a carreira solo com a banda? O que os meninos estavam fazendo nesse tempo?<\/strong><br \/>\nDepois de 6 anos lan\u00e7ando um disco por ano, minha carreira solo est\u00e1 no &#8220;pause&#8221;. Quando parto para compor para um projeto, meio que foco completamente no que esse projeto pede pra mim como compositor. Enquanto minha carreira solo \u00e9 &#8220;venha ouvir esses musicas que gravo na sala da minha casa&#8221;, a m\u00fasica que componho pra Maria Bacana \u00e9 &#8220;amor e agressividade balanceados&#8221; com tons altos e refr\u00e3os. Musica pra cantar junto. Macello e Lel\u00ea se afastaram da m\u00fasica nesse tempo que a Maria Bacana deixou de existir. Macello se dedicou \u00e0 vida acad\u00eamica e Lel\u00ea trabalhou em diversas empresas, inclusive ele est\u00e1 fazendo curso de direito hoje em dia. Mas eu salvei eles dessa vida chata de adulto e trouxe os dois de volta ao rock! rsrsrs<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Wlj85IyKLAk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"560\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/idFQwGN_GqU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/EkeECor4RsY?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>\u2013 Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/twitter.com\/screamyell\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">@screamyell<\/a>) \u00e9 editor do Scream &amp; Yell e assina a <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Calmantes com Champagne<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Visando comemorar 20 anos de seu primeiro disco, o trio Maria Bacana se reuniu para um show, e a coisa toda acabou rendendo um disco novo! Confira!\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2017\/05\/18\/entrevista-maria-bacana\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":42956,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[884,1963],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42955"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=42955"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42955\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":42959,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42955\/revisions\/42959"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/42956"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=42955"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=42955"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=42955"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}