{"id":41477,"date":"2017-01-01T10:41:35","date_gmt":"2017-01-01T12:41:35","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=41477"},"modified":"2017-01-01T10:41:36","modified_gmt":"2017-01-01T12:41:36","slug":"boteco-10-cervejas-10-paises","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2017\/01\/01\/boteco-10-cervejas-10-paises\/","title":{"rendered":"Boteco: 10 cervejas de 10 pa\u00edses"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por Marcelo Costa<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Abrindo mais um passeio pelo universo cervejeiro com a segunda cerveja da Tail\u00e2ndia a passar por este espa\u00e7o: de Bangkok, Singha Premium Import (a primeira foi a <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/01\/08\/boteco-cervejas-da-tailandia-holanda-e-brasil\/\" target=\"_blank\">Phuket<\/a>, tamb\u00e9m uma Premium American Lager), da Boon Rawd Brewery. Na receita, tr\u00eas l\u00fapulos: Saaz, Hallertau e Perle. De colora\u00e7\u00e3o dourada com creme branco de boa forma\u00e7\u00e3o e r\u00e1pida dispers\u00e3o, a Singha n\u00e3o exibe muito dos tr\u00eas l\u00fapulos que a empresa diz ter na receita (a quantidade, talvez, seja pequena), e sim a do\u00e7ura do malte, que remete a caramelo e mel. Na boca, textura suave. O primeiro toque oferece do\u00e7ura de caramelo, que seguir\u00e1 atravessando a barreira de amargor (discret\u00edssimo) e seguir\u00e1 adiante, sem enjoar, mas tamb\u00e9m sem conquistar. O neg\u00f3cio aqui \u00e9 leveza e refresc\u00e2ncia, o que deve combinar com as praias tailandesas num dia de sol. Boa no que se prop\u00f5e. O final \u00e9 maltadinho. No retrogosto, do\u00e7ura e refresc\u00e2ncia. Redondinha, mas esquec\u00edvel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/singha.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Da Tail\u00e2ndia para a Su\u00e9cia, aqui representada pela Spendrups Bryggeri (Brutal Brewing), que est\u00e1 chegando ao Brasil primeiramente com duas r\u00f3tulos: Pistonhead Kustom Lager e Pistonhead Flat Tire, esta segunda uma Premium Lager que recebe dry-hopping de l\u00fapulo Mosaic. De colora\u00e7\u00e3o dourada com creme branco de boa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia reten\u00e7\u00e3o, a Pistonhead Flat Tire exibe um aroma delicadamente lupulado oferecendo notas c\u00edtricas suaves (lim\u00e3o). H\u00e1, ainda, sugest\u00e3o de biscoito e leve presen\u00e7a herbal. Na boca, a textura \u00e9 quase cremosa com leve tom met\u00e1lico. O primeiro toque refor\u00e7a a ideia c\u00edtrica oferecendo lim\u00e3o e do\u00e7ura seguidos de amargor discreto (26 IBUs), mas eficiente e acima das tradicionais Pale Lagers. O final \u00e9 seco e suavemente c\u00edtrico. No retrogosto, refresc\u00e2ncia e c\u00edtrico suave. Boa no que se prop\u00f5e.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/pistonhead.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Da Su\u00e9cia para o M\u00e9xico com a segunda cerveja (a primeira foi a <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/02\/29\/boteco-10-paises-10-cervejas\/\" target=\"_blank\">Negra Modelo<\/a>) do Grupo Modelo a passar por este espa\u00e7o: Modelo Especial, uma Premium American Lager produzida pela primeira vez em 1966, e desde ent\u00e3o uma das l\u00edderes de mercado no segmento mexicano. De colora\u00e7\u00e3o dourada caminhando para o \u00e2mbar com creme branco de m\u00e9dia forma\u00e7\u00e3o e r\u00e1pida dispers\u00e3o, a Modelo Especial exibe um aroma maltado sugerindo cereais, biscoito e p\u00e3o. H\u00e1, ainda, leve percep\u00e7\u00e3o herbal assim como de papel\u00e3o molhado. Na boca, textura \u00e1spera e levemente met\u00e1lica. O primeiro toque oferece r\u00e1pida do\u00e7ura caramelada seguida de papel molhado, met\u00e1lico e herbal. O amargor \u00e9 baixo e abre as portas para uma cerveja refrescante, que finaliza de maneira seca e herbal. No retrogosto, um fino tra\u00e7o herbal e refresc\u00e2ncia. Uma cerveja bem simplista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/modelo.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Do M\u00e9xico para a B\u00e9lgica com uma cerveja da Brasserie de Brunehaut, fundada em 1890, mas com hist\u00f3rias datadas de 1096, quando um bispo fazia cerveja na Abadia de St. Martin como alternativa a \u00e1gua contaminada na regi\u00e3o. Corta para os 2000, em que a cervejaria faturou v\u00e1rias medalhas em concursos mundiais \u2013 essa Brune, inclusive, ganhou um ouro no World Beer Awards 2008. De colora\u00e7\u00e3o marrom escura translucida com creme bege de boa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia reten\u00e7\u00e3o, a St. Martin Brune exibe um aroma frutado sugerindo jabuticaba e alca\u00e7uz. H\u00e1, ainda, leve remiss\u00e3o a barricas de vinho. Na boca, textura sedosa e levemente picante. O primeiro toque oferece leve do\u00e7ura e frutado (a jabuticaba persiste). O amargor n\u00e3o existe, mas h\u00e1 uma leve pontada alco\u00f3lica (8%). Dai pra frente, um conjunto interessante, meio azedo e meio doce, com valoriza\u00e7\u00e3o de jabuticaba. O final traz jabuticaba, azedinho e do\u00e7ura. \u00d3tima.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/martin.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Da B\u00e9lgica para a Argentina, com a quarta cerveja Patag\u00f4nia, do grupo Quilmes, a passar por este espa\u00e7o: K\u00fcne, uma Patagonia Pale Ale, j\u00e1 que utiliza dois l\u00fapulos da regi\u00e3o: Mapuche e Vic Secret (vers\u00e3o patag\u00f4nica). De colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar caramelada translucida com creme branco de boa forma\u00e7\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o, a Patagonia K\u00fcne exibe um aroma bastante suave sugerindo notas frutadas c\u00edtricas (laranja e mam\u00e3o) sobre uma base suave de malte caramelo. H\u00e1, ainda, leve sugest\u00e3o herbal (grama cortada). Na boca, textura suave com leve pic\u00e2ncia. O primeiro toque traz do\u00e7ura caramelada e leve c\u00edtrico. O amargor \u00e9 baixo e discreto abrindo as portas para um conjunto que equilibra notas maltadas (caramelo) e de l\u00fapulo (grama, mam\u00e3o) at\u00e9 o final, seco e levemente herbal. No retrogosto, caramelo, mam\u00e3o e herbal suave. A melhor da casa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/patagonia.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Da Argentina a gente pula para o Brasil, mais especificamente para Itupeva, interior de S\u00e3o Paulo, casa da <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/09\/23\/boteco-7-cervejas-produzidas-na-blondine\/\" target=\"_blank\">Blondine<\/a>, representada aqui por sua Pi\u00f1a Colada, uma Blond Ale que recebe adi\u00e7\u00e3o de abacaxi e coco buscando rememorar o famoso drink criado em Porto Rico, 1954. De colora\u00e7\u00e3o dourada com leve turbidez a frio e creme branco de \u00f3tima forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia alta reten\u00e7\u00e3o, a Blondine Pi\u00f1a Colada exibe um aroma frutado sugerindo banana, abacaxi e leite de coc\u00f4 discreto mais presen\u00e7a de cereais (p\u00e3o). Na boca, textura cremosa e levemente frisante. O primeiro toque traz do\u00e7ura frutada c\u00edtrica remetendo a abacaxi seguido de banana (muita) e leve leite de coc\u00f4o. O amargor \u00e9 baixo e o conjunto, levemente r\u00fastico (remetendo a Saison), segue oferecendo frutas e do\u00e7ura caramelada. O final \u00e9 levemente seco e doce. No retrogosto, do\u00e7ura frutada suave (mais banana do que abacaxi). Interessante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/pina.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Atravessando o Atl\u00e2ntico mais uma vez, agora dos EUA para a Alemanha, mais precisamente para Munique, casa da Spaten-Franziskaner-Br\u00e4u, j\u00e1 presente no Scream &amp; Yell nas vers\u00f5es <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/03\/28\/boteco-cinco-paises-dez-cervejas\/\" target=\"_blank\">Munchen e Optimator<\/a> (uma boa Doppelbock) tanto como nas vers\u00f5es da <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/04\/15\/boteco-da-baviera-duas-franziskaner\/\" target=\"_blank\">Franciskaner<\/a>. Agora \u00e9 a vez da Oktoberfest Marzen da fam\u00edlia, uma cerveja de colora\u00e7\u00e3o dourada com creme branco de boa forma\u00e7\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o. No nariz, aroma maltad\u00edssimo sugerindo cereais, cevada, p\u00e3o e muito caramelo com leve presen\u00e7a herbal. Na boca, textura met\u00e1lica, \u00e1spera e levemente sedosa. O primeiro toque traz do\u00e7ura caramelada e herbal quase no mesmo segundo. Logo depois, amargor baixo e um conjunto que remete, discretamente, a uma Malt Liquor, ainda que sua gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica seja apenas 5.9%. O final \u00e9 maltadinho e herbal. No retrogosto, caramelo, pinho suave e met\u00e1lico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/spaten.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Agora partimos da Alemanha para \u00c5rslev, pequena cidade dinamarquesa de quase 4 mil habitantes, casa da Midtfyns Bryghus, cervejaria fundada em 2004, e muito respeitada atualmente. Essa Rough Snuff 2 \u00e9 uma segunda vers\u00e3o da receita de cervejeiro caseiro que venceu um concurso da cervejaria. Trata-se de uma Belgian Strong Ale com especiarias locais que apresenta uma colora\u00e7\u00e3o marrom bastante escura, quase preta, com creme bege de boa forma\u00e7\u00e3o e r\u00e1pida dispers\u00e3o. No nariz, bastante do\u00e7ura caramelada com suave presen\u00e7a de baunilha, frutas escuras (uva passa e ameixa em calda) e leve percep\u00e7\u00e3o de \u00e1lcool. Na boca, a textura abre sedosa e picante e vai se tornando licorosa. O primeiro toque traz forte frutado (uva passa e ameixa) seguido de do\u00e7ura (baunilha) e amargor alco\u00f3lico (s\u00e3o 9.5%). Dai pra frente, uma cerveja bastante agrad\u00e1vel, com do\u00e7ura moderada, bastante frutado e \u00e1lcool potente. O final termina delicadamente doce. No retrogosto, uva passa, baunilha e calor. Boa!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/whitewitch.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Da \u00c5rslev para a cinco vezes maior Bodegraven, na Holanda, cidade de 20 mil habitantes que \u00e9 a casa da renomada <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/demolen\/\" target=\"_blank\">De Molen<\/a>, presente aqui com sua White Witch, uma Saison que une os maltes Pilsen e Caramel com trigo tradicional e trigo espelta mais l\u00fapulos Aurora (amargor), Amarillo e Cascade (aroma). De colora\u00e7\u00e3o amarela puxado para o \u00e2mbar com creme branco de boa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia alta reten\u00e7\u00e3o, a De Molen White Witch exibe um aroma levemente condimentado e azedinho sobre uma base terrosa que remete ao trigo Espelta. Na boca, a textura \u00e9 frisante e terrosa. O primeiro toque sugere do\u00e7ura r\u00e1pida que recebe a companhia de c\u00edtrico discreto, forte terroso e leve condimenta\u00e7\u00e3o. O amargor \u00e9 baixo (25 IBUs que passam despercebidos), mas uma leve acidez aliada ao terroso consegue equilibrar a do\u00e7ura. O final \u00e9 terroso e levemente seco. No retrogosto, caramelo, terroso e leve adstring\u00eancia. Ok.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/doppel.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para encerrar a s\u00e9rie 10 pa\u00edses, o Canad\u00e1 marca presen\u00e7a com uma incr\u00edvel Doppelbock da Les Trois Mousquetaires cuja receita traz 100% de maltes do Quebec (Pilsner, Munich e Caramel) mais os l\u00fapulos Perle e Hallertau. De colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar caramelada turva (caf\u00e9 mal coado) e creme bege de boa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia alta reten\u00e7\u00e3o, a <a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/tag\/lestroismousquetaires\/\" target=\"_blank\">Les Trois Mousquetaires<\/a> Grande Cuvee Doppelbock apresenta um aroma intensamente frutado (uva passa, figo, banana caramelada e frutas secas) com leve remiss\u00e3o a defumado e algo que sugere fumo e charuto. H\u00e1, ainda, leve percep\u00e7\u00e3o de \u00e1lcool. Na boca, a textura sedosa, quase licorosa, com pic\u00e2ncia alc\u00f3olica. O primeiro toque traz do\u00e7ura frutada intensa seguida de sugest\u00e3o de fumo e amargor alco\u00f3lico (8.6% de \u00e1lcool, 30 de IBU) que abre as portas para um conjunto magnifico, frutado, picante, doce, suavemente defumado e alc\u00f3olico. O final \u00e9 levemente doce. No retrogosto, caramelo, frutado e sorrisos. Excelente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Balan\u00e7o<\/strong><br \/>\nAbrindo uma s\u00e9rie \u201cpa\u00edses\u201d com a segunda tailandesa a passar pelo Scream &amp; Yell e, assim como a primeira, dispens\u00e1vel. A Singha, tal qual a Phukhet, \u00e9 uma Premium American Lager feita para refrescar. No caso da Singha, ela soa mais doce que a Phukhet, e ambas s\u00e3o corretas, mas esquec\u00edveis. Partindo para a Escandin\u00e1via com a sueca Pistonhead Flat Tire, uma Premium Lager lupulada que est\u00e1 chegando ao Brasil com excelente pre\u00e7o final, entre R$ 8 e R$ 10, e vale conferir. \u00d3tima para dias quentes. Do M\u00e9xico, a Modelo Especial n\u00e3o surpreende. H\u00e1 maltado interessante, herbal discreto e papel\u00e3o molhado. A belga St. Martin Brune foi uma boa surpresa, oferecendo do\u00e7ura e jabuticaba de maneira agrad\u00e1vel. A argentina Patag\u00f4nia K\u00fcne aposta no l\u00fapulo local, e se mostra interessante, mas poderia ser mais lupulada. Do jeito que est\u00e1 parece uma Pale Lager caramelada. Boa, mas simplista. A brasileira Blondine Pi\u00f1a Colada acrescenta bastante banana ao \u201cdrink\u201d que vai (leite) de coco e abacaxi. Da Alemanha, eu esperava um pouco mais da Spaten Oktoberfest, mas o que mais me incomodou foi um tra\u00e7o met\u00e1lico persistente. J\u00e1 a boa Belgian Strong Ale dinamarquesa, a Midtfyns Bryghus Rough Snuff 2, \u00e9 doce e alco\u00f3lica, mas n\u00e3o enjoativa. Como tem que ser. J\u00e1 a holandesa De Molen marca presen\u00e7a com sua White Witch, uma Saison que perdeu vi\u00e7o e brilho com o tempo. Engarrafada em dezembro de 2014, ela est\u00e1 p\u00e1lida e sem gra\u00e7a dois anos depois. Fechando com chave de ouro, o Canad\u00e1 sai com a medalha de ouro dessa s\u00e9rie devido a magistral Les Trois Mousquetaires Grande Cuvee Doppelbock! Absolutamente excelente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Singha Premium Import<br \/>\n\u2013 Produto: Premium American Lager<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Tail\u00e2ndia<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 5%<br \/>\n\u2013 Nota: 2,32\/5<\/p>\n<p>Pistonhead Flat Tire<br \/>\n\u2013 Produto: Premium American Lager<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Su\u00e9cia<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 4,5%<br \/>\n\u2013 Nota: 2,99\/5<\/p>\n<p>Modelo Especial<br \/>\n\u2013 Produto: Premium American Lager<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: M\u00e9xico<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 4.5%<br \/>\n\u2013 Nota: 2,39\/5<\/p>\n<p>St. Martin Brune<br \/>\n\u2013 Produto: Abbey Dubbel<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: B\u00e9lgica<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 8%<br \/>\n\u2013 Nota: 3,41\/5<\/p>\n<p>Patagonia K\u00fcne<br \/>\n\u2013 Produto: Patagonia Pale Ale<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Argentina<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 5%<br \/>\n\u2013 Nota: 3,01\/5<\/p>\n<p>Blondine Pi\u00f1a Colada<br \/>\n\u2013 Produto: Fruit Beer<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 5,7%<br \/>\n\u2013 Nota: 2,95\/5<\/p>\n<p>Spaten Oktoberfest Marzen<br \/>\n\u2013 Produto: Oktoberfest<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Alemanha<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 5,9%<br \/>\n\u2013 Nota: 3,11\/5<\/p>\n<p>Midtfyns Bryghus Rough Snuff 2<br \/>\n\u2013 Produto: Belgian Strong Ale<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Dinamarca<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 9,5%<br \/>\n\u2013 Nota: 3,43\/5<\/p>\n<p>De Molen White Witch<br \/>\n\u2013 Produto: Saison<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Holanda<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 6,1%<br \/>\n\u2013 Nota: 2,80\/5<\/p>\n<p>Les Trois Mousquetaires Grande Cuvee Doppelbock<br \/>\n\u2013 Produto: Doppelbock<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Canad\u00e1<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 8,6%<br \/>\n\u2013 Nota: 4,01\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-41478\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/dezcervejas.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"440\" srcset=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/dezcervejas.jpg 750w, https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/dezcervejas-300x176.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Leia tamb\u00e9m<\/strong><br \/>\n\u2013 Top 1001 Cervejas, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2010\/01\/01\/top-1001-cervejas-marcelo-costa\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 Leia sobre outras cervejas (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/category\/boteco\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Cervejas da Tail\u00e2ndia, Su\u00e9cia, M\u00e9xico, Argentina, Brasil, Dinamarca, Canad\u00e1, B\u00e9lgica, Alemanha e Holanda\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2017\/01\/01\/boteco-10-cervejas-10-paises\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":41478,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[347],"tags":[1248,360,511,1586,1589,1587,1590,1591,651,1588],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41477"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=41477"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41477\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":41481,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41477\/revisions\/41481"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/41478"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=41477"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=41477"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=41477"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}