{"id":41380,"date":"2016-12-19T16:44:13","date_gmt":"2016-12-19T18:44:13","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=41380"},"modified":"2017-01-19T11:15:30","modified_gmt":"2017-01-19T13:15:30","slug":"boteco-oito-cervejas-monja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/12\/19\/boteco-oito-cervejas-monja\/","title":{"rendered":"Boteco: Oito cervejas Monja"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por Marcelo Costa<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Abrindo o segundo passeio pelas cervejas <a href=\"https:\/\/cervejamonja.com\/\" target=\"_blank\">Monja<\/a> (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2015\/04\/29\/boteco-de-pocos-de-caldas-cinco-monjas\/\" target=\"_blank\">aqui o primeiro<\/a>) com a experimental Flue Pipe, que revive um estilo antigo alem\u00e3o praticamente esquecido, o Lichtenhainer, que, grosseiramente falando, \u00e9 uma Rauch Berliner Weisse (adorei a defini\u00e7\u00e3o do The Beer Files!), ou seja, uma cerveja medieval, \u00e1cida e salgada, que tem como diferencial a utiliza\u00e7\u00e3o de malte de trigo defumado. De colora\u00e7\u00e3o amarelo palha com suave turbidez e creme branco de boa forma\u00e7\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o, a Monja Flue Pipe exibe um aroma deliciosamente arisco com acidez e um delicado defumado (remetendo a queijo provolone) brigando por aten\u00e7\u00e3o. Ainda h\u00e1 algo de salgado, lim\u00e3o e trigo. Na boca, a textura \u00e9 leve, mas picante e efervescente. O primeiro toque do\u00e7ura de trigo e forte c\u00edtrico (lim\u00e3o) seguidos de acidez e defumado suave. A acidez, inclusive, amplia o amargor, e dai em diante surge uma cerveja refrescante e deliciosamente provocante, alternando lim\u00e3o, sal, do\u00e7ura e defumado discreto. O final traz leve c\u00edtrico, defumado e adstring\u00eancia. A \u00faltima retorna no retrogosto trazendo consigo sal, c\u00edtrico e amor. Que del\u00edcia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/fluepipe.jpg\" width=\"750\" height=\"459\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De uma Lichtenhainer para uma Gose, outro g\u00eanero medieval alem\u00e3o que est\u00e1 vivendo um per\u00edodo de redescoberta (muito mais agitado que o Lichtenhainer, que ainda soa segredo). A Salty Tears \u00e9 uma cerveja de colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar caramelada com creme bege claro de baixa forma\u00e7\u00e3o e r\u00e1pida dispers\u00e3o. No nariz, caramelo suave em meio a uma intensa sugest\u00e3o de sal. H\u00e1 ainda leve remiss\u00e3o a trigo (p\u00e3o de forma). Na boca, textura cremosa. O primeiro toque traz uma r\u00e1pida do\u00e7ura caramelada encoberta no segundo seguinte por uma tempestade de sal, que auxilia na eleva\u00e7\u00e3o do amargor, m\u00e9dio baixo, e marca de forma decisiva o caminho que o bebedor ir\u00e1 percorrer dai em diante, balizado pela suave do\u00e7ura caramelada por um lado, e pelo salgado intenso por outro \u2013 n\u00e3o h\u00e1 presen\u00e7a de acidez, nota marcante do estilo. O final \u00e9 salgado. No retrogosto, adstring\u00eancia leve, salgado e caramelo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/saltytears.jpg\" width=\"750\" height=\"517\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A terceira da sequencia \u00e9 a Bitter Soul Girl, uma Double IPA que havia sido \u201cproduzida apenas duas vezes para uma Confraria\u201d, conta Ronan. \u201cSempre levamos algum tempo ou algumas levas para tentar \u2018arredondar\u2019 as cervejas\u201d, explica. De colora\u00e7\u00e3o ambar alaranjada com creme levemente bege de excelente forma\u00e7\u00e3o e longa reten\u00e7\u00e3o, a Monja Bitter Soul Girl apresenta um aroma com notas intensas sugerindo resina, frutas c\u00edtricas (maracuj\u00e1 e toranja) e herbal (pinho), com caramelo em segundo plano. Na boca, a textura \u00e9 cremosa e picante. O primeiro toque traz r\u00e1pida do\u00e7ura caramelada atropelada no segundo seguinte por uma pancada forte de amargor, no melhor modelo American IPA, oferecendo c\u00edtrico, resina e sutil presen\u00e7a de \u00e1lcool (8%). Dai pra frente, uma cerveja extrema com notas marcantes de l\u00fapulo (c\u00edtrico e herbal intensos) e uma do\u00e7ura suave de caramelo na base. O final \u00e9 amargor, c\u00edtrico (toranja) e resinoso. No retrogosto, um replay: c\u00edtrico, amargor e resina com leve do\u00e7ura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/bittersoul.jpg\" width=\"750\" height=\"446\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A quarta do passeio pelo card\u00e1pio caprichado das cervejas Monja \u00e9 uma nova boa surpresa do Ronan: Hot Pot &amp; Old Stove, uma bel\u00edssima Flanders Oud Bruin mineira. De colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar acastanhada com creme bege claro de boa forma\u00e7\u00e3o e perman\u00eancia, a Monja Hot Pot &amp; Old Stove apresenta um aroma que replica de forma sensacional as notas cl\u00e1ssicas do estilo: azedume e avinagrado caprichados, sugest\u00e3o de frutas vermelhas e escuras, acidez e amadeirado. Na boca, a textura \u00e9 frisante e levemente picante. O primeiro toque adianta tanto avinagrado quanto salgado seguidos de azedume m\u00e9dio, os tr\u00eas colaborando na confus\u00e3o do que pode vir a ser entendido como amargor (\u00e9 uma conflu\u00eancia dos tr\u00eas). Dai em diante surge um conjunto surpreendente para uma caseira nacional, com azedume, avinagrado, salgado e acidez envolvendo-se com frutado. Delirante. O final \u00e9 delicado, com um azedinho bem suave. No retrogosto, leve adstring\u00eancia, azedume suave e avinagrado leve. Uma del\u00edcia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/hotspot.jpg\" width=\"750\" height=\"452\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Monja Nix \u00e9 uma Belgian Golden Strong Ale com 8% de \u00e1lcool que s\u00f3 foi produzida apenas duas vezes pela confraria. De colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar alaranjada com forte turbidez e creme claro levemente bege de boa forma\u00e7\u00e3o e media alta perman\u00eancia. No nariz, levedura \u00e0 frente sugerindo especiarias e condimenta\u00e7\u00e3o (cravo e pimenta do reino) com do\u00e7ura caramelada na base acompanhada de um suave toque frutado (banana). Na boca, a textura sedosa e picante (dos 8% de \u00e1lcool). O primeiro toque traz r\u00e1pida do\u00e7ura caramelada seguida rapidamente por condimenta\u00e7\u00e3o derivada da levedura e \u00e1lcool. O amargor \u00e9 baixo, mas a pancada alc\u00f3olica e a forte presen\u00e7a de levedura podem confundir o bebedor enquanto abrem as portas para um conjunto que valoriza o fermento oferecendo especiarias, condimenta\u00e7\u00e3o e aridez \u2013 o \u00e1lcool fica s\u00f3 ali, marcando presen\u00e7a de leve para surpreender o bebedor no final, picante. Enquanto isso, no retrogosto, uma pic\u00e2ncia, calor e especiarias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/nix.jpg\" width=\"750\" height=\"443\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A sexta da sequencia \u00e9 a Francia, uma Bi\u00e9re de Garde produzida pela primeira vez na confraria do Ronan. Esse \u00e9 um estilo franc\u00eas (por isso o nome Francia) muito similar ao Saison do lado fronteira belga, mas o que nas Saisons \u00e9 fazenda, floral e r\u00fastico, nas Bi\u00e9re de Garde \u00e9 do\u00e7ura de caramelo, cereais e \u00e1lcool. No caso desta vers\u00e3o da Francia, ela \u00e9 uma cerveja de colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar acastanhada com creme bege clarinho de \u00f3tima forma\u00e7\u00e3o \u00e9 longa perman\u00eancia. No nariz, a levedura pula um pouco mais \u00e0 frente do que deveria, mas o que se espera est\u00e1 aqui: do\u00e7ura caramelada intensa, condimenta\u00e7\u00e3o e \u00e1lcool bem discreto. Na boca, textura sedosa, quase licorosa, com \u00e1lcool picando a l\u00edngua. O primeiro toque traz caramelo r\u00e1pido seguido de \u00e1lcool potente confundindo o bebedor em rela\u00e7\u00e3o ao amargor, que \u00e9 baixo, mas picante de \u00e1lcool. Dai em diante, um conjunto do\u00e7amente alco\u00f3lico com presen\u00e7a de especiarias. O final \u00e9 doce e quente. No retrogosto, calor, sorrisos, do\u00e7ura e \u00e1lcool. Boa!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/francia.jpg\" width=\"750\" height=\"456\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A s\u00e9tima da s\u00e9rie \u00e9 a Monja The 30th Grand Reserve, uma bel\u00edssima Belgian Dark Strong Ale com 9,5% de \u00e1lcool cuja particularidade \u00e9 que \u201cdepois de pronta no maturador\u201d, recebe adi\u00e7\u00e3o de \u201cmalte complementar diretamente da saca sem qualquer pr\u00e9vio tratamento\u201d. Na ta\u00e7a, uma cerveja de colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar acastanhada escura apresenta um creme bege espesso de boa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia alta reten\u00e7\u00e3o. No nariz, do\u00e7ura maltada (caramelo), alca\u00e7uz, leve frutado (calda de ameixa) e condimenta\u00e7\u00e3o derivada da levedura. Na boca, textura sedosa e picante de \u00e1lcool. O primeiro toque traz do\u00e7ura (caramelo e a\u00e7\u00facar queimado) seguida de frutado suave (calda de caramelo) e amargor praticamente inexistente, n\u00e3o fosse pelo \u00e1lcool pinicando o c\u00e9u da boca. Dai em diante, um bel\u00edssimo conjunto que junta frutado delicioso, do\u00e7ura leve e \u00e1lcool discreto. O final \u00e9 maltado e levemente alco\u00f3lico, uma del\u00edcia. No retrogosto, caramelo, calda de ameixa e amor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/grandereservwe.jpg\" width=\"750\" height=\"505\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A oitava e \u00faltima da lista das Monjas \u00e9 a Catharina, recria\u00e7\u00e3o de um estilo alem\u00e3o que come\u00e7a a ser recuperado, o Adambier, vers\u00e3o mais robusta das Altbiers, bastante popular no s\u00e9culo 19. Nesta vers\u00e3o mineira, a Monja Catharina apresenta uma colora\u00e7\u00e3o \u00e2mbar acastanhada com creme bege claro de boa forma\u00e7\u00e3o e m\u00e9dia reten\u00e7\u00e3o \u2013 um perfil visual bastante pr\u00f3ximo da excelente The Monarchy Methusalem. No nariz, notas impactantes sugerindo frutas escuras (ameixa, figo), a\u00e7\u00facar queimado, couro e leve (e incr\u00edvel) defumado. Na boca, textura cremosa e levemente alc\u00f3olica. O primeiro toque traz frutado e do\u00e7ura melada intensos atropelado na sequencia por leve bals\u00e2mico e defumado at\u00e9 o \u00e1lcool fazer as fun\u00e7\u00f5es de amargor e abrir caminho para um conjunto que, apesar de ainda estar no come\u00e7o do per\u00edodo de guarda (e, por isso, bastante rebelde), est\u00e1 deslumbrante. O final \u00e9 levemente caramelado. No retrogosto, frutas escuras, caramelo, defumado bem leve e um sorriso enorme no rosto!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/catharina.jpg\" width=\"750\" height=\"473\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Balan\u00e7o<\/strong><br \/>\nQuando Ronan, o mestre cervejeiro respons\u00e1vel pelas Monjas, escreveu dizendo que estava me enviando um lote de cervejas experimentais e \u201cdiferentes\u201d, eu n\u00e3o sabia o que esperar. A (grande) surpresa surgiu j\u00e1 na primeira garrafa, a Flue Pipe, que recupera um estilo alem\u00e3o medieval pouco produzido no mundo, o Lichtenhainer, que se diferencia dos estilos ariscos Gose e Berliner por utilizar malte defumado (como o Grodziskie, outro estilo \u201cesquecido\u201d). O resultado \u00e9 uma cerveja refrescante e deliciosamente provocante, e que se situa no meio do caminho entre uma Berliner e uma Gose (o nome Rauch Berliner Weisse, cr\u00e9dito ao site The Beer Files, \u00e9 o mais f\u00e1cil de aproximar o leitor da experi\u00eancia), mas vai al\u00e9m: essa caseira da Monja se situa entre as melhores \u00e1cidas produzidas no pa\u00eds. Uma cerveja incr\u00edvel. J\u00e1 a Gose da Monja, Salty Tears, mant\u00e9m a caracter\u00edstica salgada do estilo, com uma leve do\u00e7ura tentando balancear o conjunto, mas senti falta da acidez e de um colorido derivado da levedura (puxado pra condimenta\u00e7\u00e3o). Ainda assim \u00e9 uma boa cerveja para introduzir um bebedor neste estilo tamb\u00e9m medieval, e que vive um boom no mercado (principalmente norte-americano). A Monja Bitter Soul Girl \u00e9 uma Double IPA que segue os padr\u00f5es (exagerados) ditados pela escola norte-americana: muita resina, amargor, c\u00edtrico e \u00e1lcool. O resultado \u00e9 uma cerveja potente, com notas e sabores marcantes, que podem deixar de joelhos f\u00e3s do estilo. A Hot Pot &amp; Old Stove \u00e9 outro acerto do mestre cervejeiro, uma Flanders Oud Bruin que ir\u00e1 colocar sorriso de orelha a orelha em f\u00e3s do estilo por replicar com honras a escola belga. Uma surpresa agradabil\u00edssima! A Monjas Nix \u00e9 uma Belgian Strong Golden Ale que me pareceu deixar muito presente a levedura, que acaba se sobrepondo aos demais ingredientes. Ainda assim, boa. A Francia tamb\u00e9m sugere mais presen\u00e7a de levedura do que o estilo necessita. Para o duo final, duas baitas cervejas: Monja The 30th Grand Reserve, uma bel\u00edssima Belgian Dark Strong Ale; e Catharina, outra recupera\u00e7\u00e3o de um estilo perdido alem\u00e3o, o Adambier, refeito aqui com capricho. Palmas!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Monja Flue Pipe<br \/>\n\u2013 Produto: Lichtenhainer<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 4.8%<br \/>\n\u2013 Nota: 3,52\/5<\/p>\n<p>Monja Salty Tears<br \/>\n\u2013 Produto: Gose<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 5.5%<br \/>\n\u2013 Nota: 3,03\/5<\/p>\n<p>Monja Bitter Soul Girl<br \/>\n\u2013 Produto: Double IPA<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 8%<br \/>\n\u2013 Nota: 3,42\/5<\/p>\n<p>Monja Hot Pot &amp; Old Stove<br \/>\n\u2013 Produto: Flanders Oud Bruin<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 7%<br \/>\n\u2013 Nota: 3,52\/5<\/p>\n<p>Monja Nix<br \/>\n\u2013 Produto: Belgian Golden Strong Ale<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 8%<br \/>\n\u2013 Nota: 3,10\/5<\/p>\n<p>Monja Francia<br \/>\n\u2013 Produto: Bi\u00e9re de Garde<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 8.5%<br \/>\n\u2013 Nota: 3,20\/5<\/p>\n<p>Monja The 30th Grand Reserve<br \/>\n\u2013 Produto: Belgian Dark Strong Ale<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 9.5%<br \/>\n\u2013 Nota: 3,70\/5<\/p>\n<p>Monja Catharina<br \/>\n\u2013 Produto: Adambier<br \/>\n\u2013 Nacionalidade: Brasil<br \/>\n\u2013 Gradua\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica: 9.5%<br \/>\n\u2013 Nota: 3,74\/5<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full aligncenter\" src=\"https:\/\/screamyell.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/monja10.jpg\" width=\"450\" height=\"338\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Leia tamb\u00e9m<\/strong><br \/>\n\u2013 Top 1001 Cervejas, por Marcelo Costa (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2010\/01\/01\/top-1001-cervejas-marcelo-costa\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 Leia sobre outras cervejas (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/category\/boteco\/\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Oito bel\u00edssimas cervejas caseiras vindas de Po\u00e7os de Caldas que nada devem a grandes cervejarias&#8230; na verdade, \u00e9 o contr\u00e1rio&#8230; \n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/12\/19\/boteco-oito-cervejas-monja\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":2,"featured_media":41381,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[347],"tags":[1544],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41380"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=41380"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41380\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":41383,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41380\/revisions\/41383"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/41381"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=41380"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=41380"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=41380"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}