{"id":41110,"date":"2016-11-23T09:29:05","date_gmt":"2016-11-23T11:29:05","guid":{"rendered":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/?p=41110"},"modified":"2020-04-22T00:15:09","modified_gmt":"2020-04-22T03:15:09","slug":"entrevista-nando-reis-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/11\/23\/entrevista-nando-reis-2016\/","title":{"rendered":"Entrevista: Nando Reis (2016)"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>por <\/strong><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/marcos.paulino.313?\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Marcos Paulino<\/strong><\/a><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">15 anos atr\u00e1s, Nando Reis lan\u00e7ou-se em carreira solo. Seu \u00e1lbum de estreia, \u201c12 de Janeiro\u201d, \u00e9 datado de 1994, e at\u00e9 2000 ele integrou a fileira dos Tit\u00e3s. A partir de 2001, com \u201cInfernal\u201d, ele se viu solo, mas n\u00e3o sozinho. Muitos dos nomes que o acompanham em \u201cJardim-Pomar\u201d, seu oitavo \u00e1lbum solo, s\u00e3o companheiros de primeira hora, como Jack Endino (que havia produzido os Tit\u00e3s nos anos 90 e o belo \u201cPara Quando o Arco-\u00cdris Encontrar o Pote de Ouro\u201d, segundo solo de Nando, de 2000), o eterno R.E.M. Peter Buck (que j\u00e1 tocou bandolim em duas can\u00e7\u00f5es de Nando, e agora exibe sua Rickenbacker de 12 cordas na nova \u201cInimit\u00e1vel\u201d) e o baterista Barrett Martin, ex-Screaming Trees, uma das grandes bandas da cena de Seattle, fiel companheiro de Nando Reis h\u00e1 quase 20 anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m do grupo de amigos acima, velhos e novos rostos marcam presen\u00e7a em \u201cJardim-Pomar\u201d: Mike McCready, guitarrista fundador do Pearl Jam, sola em \u201cPra Onde Foi?\u201d e os amigos dos Tit\u00e3s Arnaldo Antunes, Branco Mello, S\u00e9rgio Britto e Paulo Miklos se juntam a Pitty, Luiza Possi e Tulipa Ruiz e aos filhos Theo, Sebasti\u00e3o e Zo\u00e9. Todos participam da faixa \u201cAzul de Presunto\u201d. Gravado entre Seattle e S\u00e3o Paulo e novamente lan\u00e7ado por seu selo pr\u00f3prio, Relic\u00e1rio, com uma arte caprichad\u00edssima e tamb\u00e9m edi\u00e7\u00f5es em vinil e fita cassete, \u201cJardim-Pomar\u201d \u00e9 o disco que Nando Reis considera o mais rock\u2019n\u2019roll de sua fase solo. \u201cO fato de eu ter que me envolver com a produ\u00e7\u00e3o, com a comercializa\u00e7\u00e3o e com a divulga\u00e7\u00e3o permite que eu fa\u00e7a da forma como quero\u201d, avisa na entrevista abaixo. Confira.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Nando Reis - S\u00f3 Posso Dizer (Clipe Oficial)\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/CvNf8qMgrQ8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Na sua carreira solo, voc\u00ea vem lan\u00e7ando um disco de in\u00e9ditas a cada tr\u00eas ou quatro anos, e entre um e outro sempre tem algum projeto especial, como um ao vivo ou ac\u00fastico, por exemplo. Essa periodicidade faz parte de um planejamento ou os discos aparecem conforme as oportunidades?<\/strong><br \/>\n\u00c9 uma conjun\u00e7\u00e3o de fatores. Hoje n\u00e3o se vendem mais discos, e a gente sobrevive fazendo turn\u00ea. No mercado de hoje, o disco, al\u00e9m de ser uma realiza\u00e7\u00e3o para o artista, necessita ter um espa\u00e7amento maior, porque \u00e9 preciso ficar em turn\u00ea. Os discos precisam de cuidados, trabalho, e cada vez \u00e9 mais dif\u00edcil fazer isso, porque ningu\u00e9m mais parece interessado neles. E, evidentemente, meu ritmo de produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 o mesmo de quando eu tinha 20 anos. Gosto de trabalhar em outras coisas, de estar em turn\u00ea, de ter parcerias. N\u00e3o vivo s\u00f3 em est\u00fadio, embora seja um prazer imenso. Mas tamb\u00e9m \u00e9 preciso criar uma expectativa maior pra que seja uma forma de chamar mais a aten\u00e7\u00e3o das pessoas que se interessam pelo trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O disco foi gravado parte nos EUA, parte em S\u00e3o Paulo e finalizado no Rio. Por que foi necess\u00e1rio todo esse esquema?<\/strong><br \/>\nPor planejamento e necessidade. Como sou independente, e preciso bancar tudo isso, fui fazendo conforme tinha dinheiro pra fazer da forma que eu gostaria. Nunca tinha gravado dessa forma, com um intervalo entre a sess\u00e3o de Seattle e a de S\u00e3o Paulo. Isso permitiu um tempo de matura\u00e7\u00e3o, como perceber que a vers\u00e3o de \u201cS\u00f3 Posso Dizer\u201d de Seattle [h\u00e1 tamb\u00e9m uma vers\u00e3o da m\u00fasica gravada em S\u00e3o Paulo no disco] tinha ficado lenta e poder regravar. Sempre gostei de gravar em v\u00e1rios pa\u00edses, e em Seattle por causa do Jack Endino. Isso n\u00e3o \u00e9 muito diferente do que sempre fiz. A diferen\u00e7a \u00e9 ter feito com essa calma. Terminei a parte musical em abril e a\u00ed entrei no processo de concep\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica, depois no planejamento pro lan\u00e7amento. Um trabalho feito com bastante rigor e cuidado precisa de tempo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea mesmo j\u00e1 classificou este disco como o mais rock\u2019n\u2019roll de sua carreira solo. Isso aconteceu naturalmente, durante o processo de cria\u00e7\u00e3o, ou j\u00e1 estava nos seus planos?<\/strong><br \/>\nFazendo shows, percebi que havia muitas m\u00fasicas com andamento lento. Demorei um tempo pra perceber isso, talvez, justamente, porque essas m\u00fasicas fizeram sucesso. Sempre gostei de rock\u2019n\u2019roll, ent\u00e3o acho, sim, que dei uma aten\u00e7\u00e3o a isso. Neste disco, comecei a dar import\u00e2ncia a coisas que estava deixando de lado pela forma quase imediatista de privilegiar a espontaneidade e o frescor. Ent\u00e3o h\u00e1 uma parte bastante racional e de planejamento. Mas acho que todas as categoriza\u00e7\u00f5es s\u00e3o um pouco redutoras. Neste disco, queria que ele abrangesse um aspecto maior que o meu gosto musical, minhas influ\u00eancias. Mas acho que um bom riff e uma m\u00fasica poderosa s\u00e3o a melhor forma de se abrir um disco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Voc\u00ea est\u00e1 lan\u00e7ando o disco nas plataformas digitais, ok. Em CD, ok. Em vinil, que vem sendo uma tend\u00eancia, ok. Mas chama a aten\u00e7\u00e3o o formato fita cassete. Por que essa decis\u00e3o, se hoje quase nem h\u00e1 mais onde tocar uma fita?<\/strong><br \/>\n\u00c9 claro que tem uma reitera\u00e7\u00e3o de que acredito no objeto f\u00edsico. A fita cassete tem uma certa ironia. A informa\u00e7\u00e3o subliminar \u00e9 que a fita \u00e9 muito semelhante, do ponto de vista funcional, a um iPod ou a uma sele\u00e7\u00e3o no seu celular. H\u00e1 30 anos, pra transportar ou ouvir no carro ou no walkman, voc\u00ea gravava e fazia sele\u00e7\u00f5es. Ent\u00e3o, n\u00e3o deixa de ser uma forma de dizer que tudo anda em c\u00edrculos. Fico feliz que o vinil tenha voltado a chamar a aten\u00e7\u00e3o, tem gente que compra e nem tem vitrola. Me agrada que as pessoas percebam que a m\u00fasica digital faz perder aquilo que \u00e9 muito rico num disco, a sua sequ\u00eancia, a sua altern\u00e2ncia de climas e informa\u00e7\u00e3o, que prop\u00f5em uma experi\u00eancia muito mais sofisticada, muito mais densa, do que a satisfa\u00e7\u00e3o imediata de acionar uma m\u00fasica que voc\u00ea quer ouvir. E no vinil isso fica muito evidente, al\u00e9m da quest\u00e3o pl\u00e1stica, visual. O vinil \u00e9 um objeto muito mais bonito. \u00c9 maravilhosa essa facilidade da internet de voc\u00ea ter contato com tudo, mas m\u00fasica digital, vamos combinar, n\u00e3o nem tem capa. Dessa forma, acho bastante pobre, porque meu trabalho como artista vai al\u00e9m da quest\u00e3o musical, envolve a experi\u00eancia sensorial, a reflex\u00e3o que um disco exige. H\u00e1 um excesso de dispers\u00e3o nessa coisa de tanta informa\u00e7\u00e3o em tanto lugar, que se reflete n\u00e3o s\u00f3 na forma como as pessoas ouvem m\u00fasica, mas como n\u00e3o conseguem nem dormir direito, porque n\u00e3o desligam da porra do celular.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u201cJardim-Pomar\u201d tem um projeto gr\u00e1fico caprichado, com direito at\u00e9 a informa\u00e7\u00f5es em braile, o que denota tamb\u00e9m uma preocupa\u00e7\u00e3o com a inclus\u00e3o.<\/strong><br \/>\nA escala dos vinis, que foram desmembrados em dois, \u00e9 mais impactante ainda, muito bonita. E a coisa da inclus\u00e3o pra mim nem \u00e9 uma tend\u00eancia nova, porque tenho um irm\u00e3o surdo e uma irm\u00e3 que teve paralisia cerebral. A inclus\u00e3o vai al\u00e9m de uma ideologia, \u00e9 a minha experi\u00eancia de vida. \u00c9 magn\u00edfico juntar tudo isso dentro daquilo que \u00e9 a minha express\u00e3o de trabalho. Um disco diz muito a respeito de quem eu sou, no que acredito, n\u00e3o apenas na informa\u00e7\u00e3o que est\u00e1 sendo dita, mas de todas as maneiras poss\u00edveis. O disco \u00e9 cheio de refer\u00eancias que muitas vezes escapam aos cr\u00edticos apressados. Uma delas \u00e9 sobre um dos artistas de que mais gosto, o Stevie Wonder, que especialmente nos anos 70 lan\u00e7ava discos com informa\u00e7\u00f5es em braile. De certa maneira, eu o homenageio e digo muito a respeito de quem eu sou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Essa liberdade de poder dirigir o projeto gr\u00e1fico, de lan\u00e7ar uma fita cassete, tem muito a ver com o fato de voc\u00ea ser independente. Que outras vantagens voc\u00ea v\u00ea em n\u00e3o estar atrelado a uma grande gravadora?<\/strong><br \/>\nO fato de eu ter que me envolver com a produ\u00e7\u00e3o, com a comercializa\u00e7\u00e3o e com a divulga\u00e7\u00e3o permite que eu fa\u00e7a da forma como quero. Nos anos de gravadora, se voc\u00ea embalasse o disco num papel \u201cx\u201d, ele iria pra uma faixa que fazia o pre\u00e7o dele subir muito na loja. Porque as gravadoras sempre pensaram em aumentar a faixa de lucro, s\u00e3o multinacionais que trabalham com or\u00e7amentos bilion\u00e1rios. Eu sou um pequeno empres\u00e1rio que cuida apenas daquilo que faz, um artes\u00e3o. Meu trabalho agora abrange tudo aquilo que envolve a produ\u00e7\u00e3o de um disco. Sempre fui cuidadoso com a parte gr\u00e1fica, mas dependia de or\u00e7amentos que n\u00e3o eram estabelecidos por mim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Na faixa \u201cAzul de Presunto\u201d, voc\u00ea juntou a galera dos Tit\u00e3s, filhos e outras convidadas. Como surgiu essa ideia e como foi a bagun\u00e7a da grava\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\n[Risos] A ideia surgiu imediatamente quando fiz a m\u00fasica, pelo assunto, por aquilo que ela pretende dizer sobre pluralidade, sobre diversidade. Quis que ela fosse cantada por v\u00e1rias vozes, que nela tivesse uma representa\u00e7\u00e3o da minha coletividade, do meu microcosmo. A\u00ed tive a ideia de convidar meus amigos Tit\u00e3s, porque tamb\u00e9m \u00e9 um reconhecimento da import\u00e2ncia deles na minha vida. \u00c0s vezes fica uma ideia meio segmentada, como se eu cortasse as coisas, essa coisa de sou carreira-solo, sou ex-tit\u00e3. N\u00e3o \u00e9 assim que penso. Com grandes amigos, sempre foi uma farra. Ali est\u00e3o tamb\u00e9m meus filhos, que sempre conviveram muito com os Tit\u00e3s, ent\u00e3o foi um reencontro. E como queria vozes femininas, pude chamar artistas que admiro e de quem nunca tinha tido oportunidade de me aproximar. Fiquei muito feliz que Pitty, Luiza e Tulipa aceitaram contribuir. Foi uma farra, sim, e sempre tem que ser. N\u00e3o d\u00e1 pra pensar no trabalho como um mart\u00edrio. Minha vida tem essa facilidade: fa\u00e7o o que gosto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Al\u00e9m dos brasileiros, voc\u00ea caprichou na escolha dos gringos que participaram. Como rolaram essas participa\u00e7\u00f5es?<\/strong><br \/>\nTem uma galera da pesada! [Risos] A m\u00fasica americana \u00e9 determinante na minha forma\u00e7\u00e3o. E a vida, por acaso, foi me colocando em contato com pessoas como o Jack Endino, depois o Barret Martin, grandes m\u00fasicos que se tornaram grandes amigos. O Barret \u00e9 muito amigo do Peter Buck, que j\u00e1 tocou em discos meus, e do Mike McCready, que n\u00e3o conhe\u00e7o pessoalmente. Fico muito lisonjeado, orgulhoso, honrado de eles terem participado. Estou envolvido com essa gente e n\u00e3o preciso fazer alarde disso. Nunca precisei divulgar que o Peter Buck gravou no meu \u201cA Letra A\u201d no momento \u00e1ureo do R.E.M., com o bandolim milion\u00e1rio de \u201cLosing My Religion\u201d. N\u00e3o me interessa divulgar, mas j\u00e1 que voc\u00ea me perguntou, sim, fico muito feliz de ter gente que admiro cada vez mais perto de mim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sua carreira solo \u00e9 t\u00e3o consolidada, que talvez haja uma galera mais nova que nem saiba que voc\u00ea j\u00e1 fez parte dos Tit\u00e3s. E h\u00e1 ainda aqueles f\u00e3s que te acompanham desde a \u00e9poca da banda. Enfim, quem consome sua m\u00fasica hoje?<\/strong><br \/>\nUma maneira de aferir \u00e9 quem entra em contato comigo pelas redes sociais, e \u00e9 muito gratificante ver que tem gente de todas as idades. Acredito que minha m\u00fasica tende a ser universal, porque o que falo n\u00e3o \u00e9 direcionado a um gueto nem a uma gera\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o h\u00e1 dem\u00e9rito nenhum em m\u00fasicas que falam a um segmento. Chamar a aten\u00e7\u00e3o de tanta gente \u00e9 bom porque garante uma renova\u00e7\u00e3o, uma amplia\u00e7\u00e3o do meu p\u00fablico, o que significa que meu trabalho mant\u00e9m uma vitalidade e desperta interesse, e isso me permite sobreviver.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quais seus pr\u00f3ximos passos?<\/strong><br \/>\nEstou voltado ao lan\u00e7amento do disco. Em fevereiro, inicio os ensaios pra turn\u00ea que come\u00e7a em mar\u00e7o. Certamente, 2017 ser\u00e1 um ano dedicado \u00e0 divulga\u00e7\u00e3o deste meu trabalho novo.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"LIVE 360 Turn\u00ea Jardim Pomar - Nando Reis\" width=\"747\" height=\"420\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/hb0dZlC_jz4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2013 <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/marcos.paulino.313?\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Marcos Paulino<\/a> \u00e9 editor do caderno Plug (<a href=\"http:\/\/www.mundoplug.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.mundoplug.com)<\/a>, da Gazeta de Limeira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Leia tamb\u00e9m:<\/strong><br \/>\n\u2013 Nando Reis:\u00a0Viver \u00e9 uma gra\u00e7a, mas, ao mesmo tempo, voc\u00ea pode atravessar a rua e\u2026 (aqui)<br \/>\n\u2013 \u201cNheengatu\u201d: enfim um grande disco dos Tit\u00e3s (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/05\/15\/nheengatu-o-novo-disco-do-titas\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 Tit\u00e3s em noite irrepreens\u00edvel faz melhor show do Por\u00e3o do Rock 2014 (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2014\/09\/03\/balanco-porao-do-rock-2014-brasilia\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 Ainda hoje, \u201cCabe\u00e7a Dinossauro\u201d \u00e9 o grande disco dos Tit\u00e3s (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2011\/09\/25\/o-terceiro-disco-dos-titas\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 \u201cDres\u201d, de Nando Reis e Os Infernais, privilegia o rock setentista (<a href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2009\/06\/09\/titas-dado-villa-lobos-e-nando-reis\/\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 \u201cMTV ao Vivo\u201d: O disco \u00e9 bom? Em grande parte \u00e9. Precisava existir? N\u00e3o (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/musicadois\/nando_reis_mtv.html\">aqui<\/a>)<br \/>\n\u2013 Nando Reis ao vivo no Centro Cultural Fiesp, 2002, por Marcelo Costa (<a href=\"http:\/\/www.screamyell.com.br\/musicadois\/nandoreisaovivo.htm\">aqui<\/a>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#8220;O fato de eu ter que me envolver com a produ\u00e7\u00e3o, com a comercializa\u00e7\u00e3o e com a divulga\u00e7\u00e3o permite que eu fa\u00e7a da forma como quero&#8221;, diz Nando Reis\n<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/2016\/11\/23\/entrevista-nando-reis-2016\/\"> [...]<\/a>","protected":false},"author":5,"featured_media":41111,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[1483],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41110"}],"collection":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=41110"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41110\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":55896,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41110\/revisions\/55896"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/41111"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=41110"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=41110"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/screamyell.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=41110"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}